Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte

Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte Por um futuro mais justo, mais direitos e dignidade laboral, SINDICALIZE-SE! Sindicalizado é mais s

19/06/2026

Saudação a todos os que lutaram para que todos os trabalhadores e as suas famílias vencessem esta batalha. A resistência e a luta dos trabalhadores durante estes meses foi fundamental — o Pacote Laboral foi derrotado!

Trabalhadores em funções públicas e sociais do Norte estão lado a lado com trabalhadores de todos os setores e de todo o...
18/06/2026

Trabalhadores em funções públicas e sociais do Norte estão lado a lado com trabalhadores de todos os setores e de todo o País, concentrados em frente à Assembleia da República, exigindo a queda do pacote laboral. Este pacote laboral é uma afronta aos trabalhadores e às suas famílias e tem de ser derrotado.

Orlando Gonçalves, coordenador do STFPSN, usa da palavra em representação da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais.

As declarações do primeiro-ministro, segundo as quais “só não defende este pacote laboral quem está habituado ao mediani...
16/06/2026

As declarações do primeiro-ministro, segundo as quais “só não defende este pacote laboral quem está habituado ao medianismo, num crescimento económico mínimo”, representam uma tentativa inaceitável de desqualificar quem discorda das opções do Governo.

Os trabalhadores e os sindicatos não recusam o crescimento económico. O que recusam é a ideia de que o crescimento deve ser alcançado à custa da fragilização dos direitos laborais, da precarização das relações de trabalho ou da diminuição da proteção social.

A história económica demonstra que os períodos de maior prosperidade e desenvolvimento não resultaram da redução dos direitos dos trabalhadores, mas antes da valorização do trabalho, do investimento na qualificação, da inovação e de uma distribuição mais justa da riqueza produzida.

Não é “medianismo” exigir empregos estáveis, salários dignos e condições de trabalho que permitam conciliar a vida profissional com a vida pessoal e familiar. O verdadeiro conformismo é insistir num modelo económico assente em baixos salários e em maior pressão sobre quem trabalha, esperando resultados diferentes dos que o país tem conhecido ao longo das últimas décadas.

O debate sobre o pacote laboral merece ser feito com seriedade e respeito. Classificar como “medianistas” todos aqueles que identificam riscos e consequências negativas nas propostas governamentais não substitui a obrigação de responder aos argumentos apresentados pelos representantes dos trabalhadores.

Os sindicatos continuarão a defender que o crescimento económico só é verdadeiramente progresso quando se traduz em melhores salários, mais direitos, maior segurança no emprego e melhor qualidade de vida para quem cria a riqueza do país.

Orlando Gonçalves
Coordenador do STFPSN

A Mesa da Assembleia Geral do STFPSN apresenta publicamente a Ata de Apuramento Geral dos resultados das eleições para o...
11/06/2026

A Mesa da Assembleia Geral do STFPSN apresenta publicamente a Ata de Apuramento Geral dos resultados das eleições para os órgãos sociais do Sindicato, decorridas no passado dia 2 de junho:

Toma nota. Vamos à luta. Por nós, pelas nossas famílias, por todos os que vivem do seu trabalho.
09/06/2026

Toma nota. Vamos à luta. Por nós, pelas nossas famílias, por todos os que vivem do seu trabalho.

04/06/2026

Greve geral em debate no Porto Canal com a participação de Lurdes Ribeiro, em representação da USP/ União de Sindicatos do Porto da CGTP-IN.

Declaração de Orlando Gonçalves, coordenador do STFPSN, na sequência das observações do Primeiro-Ministro sobre a greve ...
03/06/2026

Declaração de Orlando Gonçalves, coordenador do STFPSN, na sequência das observações do Primeiro-Ministro sobre a greve geral:

Governo deve refletir sobre as razões da greve, não atacar quem luta

As declarações do Primeiro-Ministro sobre a Greve Geral de 3 de junho revelam, uma vez mais, a dificuldade do Governo em ouvir os trabalhadores e compreender as razões do seu descontentamento.

Depois de uma jornada de luta que mobilizou milhares de trabalhadores em todo o país, o Primeiro-Ministro apressa-se a afirmar que a maioria dos portugueses foi trabalhar e que os sindicatos devem refletir sobre os efeitos da greve. A questão que se impõe é outra: não será o próprio Governo que deve refletir sobre as razões que levam tantos trabalhadores a recorrer à greve para fazer ouvir a sua voz?

Ao longo dos últimos dois anos, o Executivo tem procurado desvalorizar a adesão às greves, minimizar a contestação social e ignorar os alertas vindos dos locais de trabalho. Quando lhe convém, porém, reconhece os impactos da paralisação para atacar os sindicatos e tentar descredibilizar as reivindicações dos trabalhadores.

Os trabalhadores não fizeram greve por capricho. Fizeram greve porque estão cansados de ver os seus direitos ameaçados, os seus salários perderem poder de compra e as suas preocupações sistematicamente ignoradas. Fizeram greve porque entendem que as alterações à legislação laboral representam um retrocesso social e porque recusam aceitar mudanças profundas nas suas condições de trabalho sem debate democrático e sem legitimidade política expressa.

O direito à greve é uma conquista fundamental da democracia. Não necessita da aprovação do Governo, nem do Sr. Primeiro-Ministro, para ser exercido. Os sindicatos não têm de pedir desculpa por organizar a luta dos trabalhadores nem por dar voz a quem diariamente produz a riqueza do país.

Quem deve refletir é o Governo. Deve refletir sobre a crescente contestação social às suas políticas. Deve refletir sobre as medidas que dificultam a conciliação entre a vida profissional, pessoal e familiar. Deve refletir sobre a distância que o separa da realidade vivida por milhares de trabalhadores. E deve refletir sobre a insistência em avançar com medidas que nunca foram apresentadas aos portugueses como compromisso eleitoral e que estão a merecer uma forte rejeição social.

A Greve Geral demonstrou que existe descontentamento, resistência e determinação. Demonstrou igualmente que os trabalhadores não aceitam ser afastados das decisões que afetam as suas vidas e os seus direitos.

Demonstrou ainda que a tentativa do Governo de excluir a CGTP-IN dos processos de negociação não diminuiu a confiança dos trabalhadores naquela que continua a ser a principal central sindical de classe do país. Milhares de trabalhadores voltaram a reconhecer na CGTP-IN a organização que melhor representa os seus interesses e aspirações.

Em vez de atacar os sindicatos, o Governo deveria escutar os trabalhadores. Em vez de procurar desvalorizar a luta, deveria procurar resolver os problemas que lhe dão origem.

A luta continuará enquanto persistirem políticas que coloquem em causa os direitos, a dignidade e as condições de vida de quem trabalha.

Uma calorosa saudação a todos os trabalhadores que ajudaram a fazer esta grande greve geral.

Orlando Gonçalves
Porto, 3 de junho de 2026

Atenção associados do STFPSN — mensagem da Mesa da Assembleia Geral relativa às eleições de 2 de junho
03/06/2026

Atenção associados do STFPSN — mensagem da Mesa da Assembleia Geral relativa às eleições de 2 de junho

03/06/2026

Trabalhadores em funções públicas e sociais presentes na greve geral e na marcha contra o pacote laboral!

STFPSN em marcha pelas ruas do Porto, lado a lado com trabalhadores de todos os setores — uma grande greve geral contra ...
03/06/2026

STFPSN em marcha pelas ruas do Porto, lado a lado com trabalhadores de todos os setores — uma grande greve geral contra o Pacote Laboral!

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