Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte

Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte Por um futuro mais justo, mais direitos e dignidade laboral, SINDICALIZE-SE! Sindicalizado é mais s

Psicólogos, terapeutas da fala e educadores sociais das escolas públicas, integrados nos quadros através do PREVPAP, est...
27/08/2026

Psicólogos, terapeutas da fala e educadores sociais das escolas públicas, integrados nos quadros através do PREVPAP, estão a ser confrontados com a retirada de pontos de avaliação, perda de progressões e exigências de devolução de milhares de euros ao Estado.

A situação, revelada pelo jornal PÚBLICO, resulta da decisão do Ministério da Educação de retirar pontos de avaliação relativos ao biénio 2017-2018. Uma decisão que pode obrigar à revisão das carreiras e transformar remunerações recebidas ao longo dos últimos anos em alegadas dívidas dos trabalhadores. E as consequências são dramáticas.

Há uma psicóloga notificada para devolver 9.639,58 euros. Um casal de psicólogos foi chamado a devolver quase 16 mil euros, tendo recorrido a um empréstimo bancário para conseguir pagar. No Norte, uma psicóloga foi inicialmente confrontada com uma dívida superior a 9 mil euros, posteriormente reduzida depois de a própria escola reconhecer um erro na contabilização. Ao PÚBLICO, Lurdes Ribeiro, dirigente do STFPSN no Norte, confirma que o Sindicato acompanha «vários processos, quatro dos quais em tribunal».

A dirigente do STFPSN considera «injusta» a situação destes trabalhadores, muitos dos quais exerceram durante anos funções permanentes nas escolas em condições de precariedade, antes de serem integrados nos quadros através do PREVPAP. Estamos a falar de trabalhadores que não provocaram qualquer erro administrativo. Foram avaliados, viram pontos reconhecidos, progrediram e organizaram as suas vidas de acordo com a remuneração que a própria Administração lhes atribuiu. Anos depois, são chamados a devolver milhares de euros.

E a interpretação da Administração está longe de ser juridicamente pacífica. Segundo o PÚBLICO, uma terapeuta da fala que avançou judicialmente contra o Ministério da Educação já obteve uma decisão favorável. Em 2025, o Tribunal Administrativo e Fiscal de Viseu determinou que fossem considerados «todos os pontos adquiridos» desde o efetivo início de funções, rejeitando o entendimento de que a integração nos quadros pudesse apagar a pontuação anteriormente acumulada.

Lê mais em www.stfpsn.pt

DESEMPREGADOS MAIS DESPROTEGIDOS COM A PRESTAÇÃO SOCIAL ÚNICAA integração do subsídio social de desemprego na nova Prest...
26/08/2026

DESEMPREGADOS MAIS DESPROTEGIDOS COM A PRESTAÇÃO SOCIAL ÚNICA

A integração do subsídio social de desemprego na nova Prestação Social Única (PSU) representa, para a CGTP-IN, menos proteção e menos direitos para quem está desempregado.

A mudança não é apenas administrativa. Ao retirar o subsídio social de desemprego do regime de proteção no desemprego e integrá-lo numa prestação não contributiva, os trabalhadores podem ficar a perder em várias dimensões:

❌ Menos tempo de proteção — a majoração por desemprego na PSU é atribuída apenas durante 6 meses;

❌ Prestações que podem ser mais baixas — o novo cálculo pode resultar, em muitas situações, num valor inferior ao atual subsídio social de desemprego;

❌ Consequências na futura pensão — deixa de existir o registo por equivalência à entrada de contribuições associado à prestação;

❌ Os trabalhadores precários são particularmente penalizados — mantém-se a exigência de 120 dias de trabalho nos 12 meses anteriores para acesso à majoração por desemprego, ao mesmo tempo que se retiram direitos associados à proteção no desemprego.

Para a CGTP-IN, é um contrassenso: mantêm-se exigências contributivas, mas eliminam-se direitos que resultam dessa mesma ligação à carreira contributiva.

A CGTP-IN exige que o subsídio social de desemprego seja retirado da PSU e reenquadrado no regime de proteção social no desemprego, de onde nunca deveria ter saído.

Simplificar não pode significar cortar direitos.
Quem perde o emprego precisa de mais proteção, não de menos.
Lê a notícia na íntegra em: www.stfpsn.pt

Guarda-Florestal e Ambiental: negociação da nova carreira vai continuarA Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhad...
26/08/2026

Guarda-Florestal e Ambiental: negociação da nova carreira vai continuar

A Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS) obteve do Governo a garantia de que vai prosseguir a negociação para a criação da nova carreira de Guarda-Florestal e Ambiental.

Na reunião de 5 de agosto, ficou acordado que o processo terá continuidade com a negociação do projeto de diploma legal. O acordo de princípios assinado pela Federação é apenas um documento orientador e não condiciona a discussão do diploma nem as reivindicações que a FNSTFPS apresentará na próxima fase negocial.

O Governo assumiu ainda, por escrito e em ata, o compromisso de melhorar o articulado em matérias relevantes, nomeadamente no que respeita ao novo Estatuto e ao regime de aposentação dos trabalhadores que transitarem de carreira.

Para a FNSTFPS, a continuação das negociações abre espaço para alcançar evoluções favoráveis. A Federação reafirma que manterá uma posição firme na mesa negocial, tendo como prioridade a defesa dos direitos dos guardas-florestais e dos vigilantes da natureza.

A negociação continua. A defesa dos direitos também.

A SEGURANÇA SOCIAL NÃO É UM NEGÓCIO. AS PENSÕES SÃO UM DIREITO.A CGTP-IN rejeita as propostas apresentadas pelo Grupo de...
24/08/2026

A SEGURANÇA SOCIAL NÃO É UM NEGÓCIO. AS PENSÕES SÃO UM DIREITO.

A CGTP-IN rejeita as propostas apresentadas pelo Grupo de Trabalho nomeado pelo Governo para a reforma das pensões. Por detrás do argumento da «insustentabilidade», abre-se caminho ao enfraquecimento da Segurança Social pública e à transferência das poupanças dos trabalhadores para fundos privados, banca e seguradoras.

Os números desmentem o alarmismo:

🔴 Em 2025, a Segurança Social registou um saldo positivo de 6.732,3 milhões de euros.

🔴 Em junho de 2026, o Fundo de Estabilização Financeira atingiu 49,296 mil milhões de euros, o equivalente a 28,63 meses de pagamento de pensões.

O que está em causa é uma escolha: reforçar um sistema público assente na solidariedade entre trabalhadores e gerações ou abrir espaço à capitalização e à especulação dos mercados financeiros.

A CGTP-IN rejeita as contas individuais, o prolongamento da idade da reforma, novos obstáculos à reforma antecipada e a utilização de benefícios fiscais para empurrar os trabalhadores para fundos privados de pensões.

As pensões não são uma aposta nos mercados. São um direito social.

Defender a Segurança Social passa por valorizar o trabalho, aumentar os salários e reforçar o sistema público — universal, solidário e ao serviço de todos.

Defender a Segurança Social hoje é garantir um futuro digno, justo e solidário para todos.

Lê a notícia na íntegra em: www.stfpsn.pt

A Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS) obteve do Governo, na reun...
12/08/2026

A Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS) obteve do Governo, na reunião realizada no dia 5 de Agosto, a garantia de que o processo de negociação da criação da nova carreira de Guarda-Florestal e Ambiental, irá ter continuidade com a negociação do projecto de diploma legal.

A FNSTFPS assinou um acordo de princípios que, servindo apenas e só de documento orientador, não condicionará a discussão do diploma, nem as exigências que a Federação colocará na fase seguinte do processo negocial.

Desta reunião resultou também o compromisso escrito do governo, em ata, de melhorar o articulado apresentado em matérias relevantes como o novo Estatuto e o regime de aposentação dos trabalhadores em transição de carreira, entre outros.

F**a assim claro que, em resultado da continuação do processo negocial, poderá haver matérias que poderão vir a sofrer evolução favorável. A Federação considera que é determinante para um balanço favorável aos trabalhadores das duas carreiras, no final deste processo, a firmeza das posições assumidas na mesa negocial, sempre na perspectiva da defesa dos direitos dos trabalhadores, neste caso, dos guardas-florestais e dos vigilantes da natureza.

STFPSN assina Acordo Coletivo de Empregador Público com a Câmara Municipal de Cabeceiras de BastoO STFPSN assinou, no pa...
27/07/2026

STFPSN assina Acordo Coletivo de Empregador Público com a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto

O STFPSN assinou, no passado dia 21 de julho de 2026, o Acordo Coletivo de Empregador Público (ACEP) com a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto.

A assinatura deste acordo representa mais um passo na valorização dos direitos dos trabalhadores da autarquia, reforçando o diálogo institucional e a negociação coletiva como instrumentos fundamentais para a melhoria das condições de trabalho e da prestação do serviço público.

Nesta ocasião, Orlando Gonçalves, coordenador do STFPSN, entregou ao Município de Cabeceiras de Basto a monografia comemorativa dos 50 anos do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte.

Partilhamos algumas imagens que assinalam este momento, reafirmando o compromisso do STFPSN com a defesa dos trabalhadores da Administração Pública e com a celebração de instrumentos de regulamentação coletiva que contribuam para relações laborais mais justas e equilibradas.

Não somos pau para toda a obra.Durante as interrupções letivas, vários municípios continuam a atribuir aos Assistentes O...
15/07/2026

Não somos pau para toda a obra.

Durante as interrupções letivas, vários municípios continuam a atribuir aos Assistentes Operacionais funções que não fazem parte do seu conteúdo funcional e a impor orientações ilegais sobre a organização do tempo de trabalho.

O STFPSN está a intervir junto de diversas autarquias do Norte, exigindo o cumprimento da lei, a reposição da legalidade e o respeito pelos direitos dos trabalhadores.

Os Assistentes Operacionais não podem ser transformados em animadores, monitores ou substitutos da falta de recursos humanos de outras entidades. A desvalorização das carreiras da Administração Pública não pode servir para colmatar falhas de organização.

No caso de Vila Nova de Gaia, foram ainda transmitidas orientações que determinam o prolongamento unilateral dos horários de trabalho, uma prática que o STFPSN considera manifestamente ilegal e que pode mesmo colocar em causa o exercício do direito à greve.

Os direitos dos trabalhadores não são facultativos.

A lei é para cumprir.

Denuncia situações ilegais ao teu Sindicato.

Consulta o comunicado na íntegra.

Sindicaliza-te. Unidos somos mais fortes.

Avaliação permanente? Talvez. Um dia. Desde que não custe dinheiro…Seis meses depois da primeira reunião, o Governo cont...
15/07/2026

Avaliação permanente? Talvez. Um dia. Desde que não custe dinheiro…

Seis meses depois da primeira reunião, o Governo continua sem dar respostas às expectativas dos trabalhadores da Autoridade Tributária.

A chamada “avaliação permanente”, prevista no Decreto-Lei n.º 132/2019, arrisca transformar-se numa simples adaptação do SIADAP, sem qualquer impacto na valorização das carreiras ou na progressão profissional.

Ao mesmo tempo, mantém-se a indefinição sobre a integração das carreiras da AT no processo de revisão das carreiras inspetivas da Administração Pública. A resposta do Governo continua a ser um “nim”.

A FNSTFPS defendeu que:

✔️ A avaliação permanente deve traduzir-se em valorização efetiva das carreiras;
✔️ A formação contínua tem de voltar a ser um direito universal e reconhecido;
✔️ É urgente rever o DL n.º 132/2019 para corrigir injustiças salariais e funcionais;
✔️ Os trabalhadores da AT não podem continuar à espera enquanto o Governo adia decisões.

Os trabalhadores cumpriram a sua parte. Agora é o Governo que tem de cumprir a sua.
Lê o comunicado na íntegra em: stfpsn.pt
Sindicaliza-te. Mantém-te informado. Luta pelos teus direitos.

Não podemos aceitar que trabalhadores qualificados sejam substituídos por voluntários.O STFPSN denuncia a deliberação do...
14/07/2026

Não podemos aceitar que trabalhadores qualificados sejam substituídos por voluntários.

O STFPSN denuncia a deliberação do Instituto Português do Sangue e da Transplantação que prevê a substituição de trabalhadores por voluntários nos Postos Avançados de Recolha de Sangue.

Esta decisão desvaloriza os Técnicos Auxiliares de Saúde, viola princípios fundamentais da Administração Pública e pode colocar em causa a segurança dos dadores e a qualidade do serviço prestado.

O voluntariado é um valor de solidariedade. Não pode servir para substituir postos de trabalho permanentes nem funções que exigem formação, competência técnica e responsabilidade profissional.

Lê o comunicado completo e conhece a posição do STFPSN em: stfpsn.pt

STFPSN.50 anos de história. Um novo ciclo. A mesma luta.Há dias que ficam para sempre na memória de uma organização.Hoje...
26/06/2026

STFPSN.
50 anos de história.
Um novo ciclo.
A mesma luta.

Há dias que ficam para sempre na memória de uma organização.

Hoje, o STFPSN celebrou meio século de existência, assinalando 50 anos de compromisso com os trabalhadores da Administração Pública, de intervenção sindical, de conquistas e de resistência.

Num dia carregado de simbolismo, tomaram posse os novos órgãos sociais do Sindicato, renovando o compromisso de continuar a defender os direitos de quem trabalha e a enfrentar os desafios do futuro com a mesma determinação que marcou estas cinco décadas.

A celebração reuniu delegados sindicais de todo o Norte, que partilharam este momento de convívio, reflexão e reconhecimento, enriquecido por um concerto inesquecível de Cristina Branco e pela distribuição da monografia comemorativa dos 50 anos do STFPSN, um testemunho da história construída por milhares de trabalhadores ao longo de gerações.

Celebrar o passado é, acima de tudo, reafirmar o futuro.

Porque a força do STFPSN continua a estar onde sempre esteve: na unidade, na participação e na luta dos trabalhadores.

50 anos do STFPSN.
50 anos de Abril em movimento.
50 anos ao lado dos trabalhadores.

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Porto
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