STOP Manifesta

STOP Manifesta 📢 Artistas e cidadãos pelo STOP, cultura e comunidade 🏴
https://stopmanifesta.substack.com/

17/06/2026

Programação para hoje

09.00H Manhãs da Esradiopt com Rui D Tavares

11.00H Pré-Escuta , rubrica diária de Fenther dedicada a nova música nacional

14.00H Tardes da Esradiopt com Ricardo Santiago Ricardo Santiago

17.00H Pré-escuta (reposição)

18.00H Nómada RADIO de Luis M Bernardo

19.00H NOIR , viagem musical com Inês Carneiro Inês Carneiro

20.00 Matine de Garagem de Vitor Pinto "Pitchy"

21.00H Botão de Emergência a programa de Discos Perdidos by

22.00H Musica de Coração um programa de O Fausto Carvalho aka DJ Coração

23.00H Mart Ataka de Marciano Homem de Marte
música deste mundo e dos outros.

Alternativa independente.

www.esradio.pt

STOP Cultura Coletiva  | Todos juntos defendemos o CCSTOP apenas porque somos solidários com os músicos? Porque não acre...
12/06/2026

STOP Cultura Coletiva | Todos juntos defendemos o CCSTOP apenas porque somos solidários com os músicos? Porque não acreditamos que fossem responsáveis pela situação que lhes foi atribuída? Ou porque reconhecemos uma injustiça mais profunda?

Perante a agressividade do encerramento, a presença massiva das autoridades, os comentários políticos que se seguiram, a nota de solidariedade emitida pela SPA e a forma como centenas de arrendatários, trabalhadores, criativos, músicos, amigos, vizinhos e cidadãos foram tratados, devemos continuar a acreditar que tudo se resumia a uma questão de condições de segurança?

É legítimo que as pessoas façam perguntas. É legítimo questionar se estavam em causa outros interesses. Despejar? Vender? Ocupar? Transformar? Nada disto seria propriamente inédito. São processos que vemos surgir em diferentes geografias e escalas, incluindo na nossa própria cidade. Não é preciso viajar até às Covas do Barroso ou observar conflitos e disputas noutras partes do mundo para perceber que comunidades inteiras são frequentemente confrontadas com decisões que alteram profundamente os seus territórios e modos de vida.

Mas talvez a questão mais importante seja outra: porque precisamos de ir tão longe para encontrar exemplos que nos ajudem a compreender o que acontece à nossa volta? Porque procuramos aprender com esses casos, mas tantas vezes hesitamos em participar quando os processos acontecem diante dos nossos olhos?

Quando nos perguntam o que é que o CCSTOP tem a ver com a Palestina, ou até com a venda de uma ilha na Albânia, talvez não estejam verdadeiramente a perguntar pelos casos em si. As circunstâncias são diferentes e não devem ser confundidas. Mas a curiosidade nasce frequentemente da perceção de padrões comuns: quem decide o destino dos lugares? Quem beneficia das transformações? Quem é ouvido? Quem f**a para trás?

Nem as causas pela Palestina ou do CCSTOP deveriam precisar de justif**ações para merecer atenção. Ainda assim, compreendemos que profissionais, investigadores, jornalistas e o público em geral procurem enquadramentos que lhes permitam compreender melhor a realidade. A curiosidade é natural. Saber pouco raramente nos satisfaz.

O CCSTOP tornou-se mais do que um conjunto de salas de ensaio. Tornou-se um símbolo de questões maiores: o direito à cultura, a permanência das comunidades criativas na cidade, a participação cidadã nas decisões que moldam o espaço urbano e a forma como o desenvolvimento económico se relaciona com a memória coletiva.

Por isso, defender o CCSTOP nunca foi apenas defender músicos. Foi defender a ideia de que uma cidade não é feita apenas de edifícios, investimentos ou planos de requalif**ação. Uma cidade é feita, acima de tudo, das pessoas que lhe dão vida.

https://substack.com/%40stopmanifesta/note/c-275031815

06/06/2026
06/06/2026

Nove movimentos cívicos e associações de todo o país criaram uma plataforma nacional contra a proliferação de megaprojetos solares e eólicos e em defesa de uma transição energética justa e sustentável, foi hoje divulgado.

No seu manifesto, enviado à agência Lusa, o novo Movimento Energia Justa e Sustentável (MEJS) expressa preocupação pela forma como a transição energética tem vindo a ser conduzida no país e contrapõe com “a necessidade inadiável de um Plano de Ordenamento das Energias Renováveis”.

A plataforma integra a associação ProtegeAlentejo e o movimento Juntos Pelo Cercal, no concelho de Santiago do Cacém, distrito de Setúbal, Cidadãos pela Beira Baixa, Movimento Cívico em Defesa de Pedrógão de São Pedro e Bemposta, Movimento Cívico Gardunha Sul e Plataforma de Defesa do Tejo Internacional, no distrito de Castelo Branco.

Também as organizações Juntos pelo Divor – Paisagem e Património, no distrito de Évora, Juntos por São Luís, no concelho de Odemira, distrito de Beja, e a Plataforma pela Sustentabilidade e Biodiversidade do Algarve e Alentejo se juntaram ao novo movimento agregador.

Estes nove fundadores do MEJS consideram, no manifesto, que a transição energética tem privilegiado megaprojetos solares e eólicos.

Todos “com localização e dimensão inaceitáveis, apresentados como receita única e urgente para o cumprimento das metas do PNEC (Plano Nacional de Energia e Clima)”, pode ler-se.

A plataforma diz rejeitar que esta estratégia energética transforme Portugal numa “gigante fábrica de energia”, com “o objetivo da exportação ou da atração de centros de dados”.

No entender das organizações, além de esta opção política causar “impactos claramente irreversíveis” para o país, “jamais deveria sequer ser ponderada sem o esclarecimento e o sufrágio da população portuguesa”.

“A esta opção política, desordenada e obscura, contrapomos a necessidade inadiável de um Plano de Ordenamento das Energias Renováveis, ampla e efetivamente participado aos níveis local, regional e nacional, que respeite vinculativamente a vontade popular”, sugere a plataforma.

Para que este plano “seja elaborado com a transparência que o ordenamento exige, terão que ser colocadas na praça pública informações e escolhas que nunca foram partilhadas e acordadas com as comunidades”, argumentam os subscritores do manifesto.

E que, eventualmente, alerta o MEJS, “exigirão uma reavaliação das metas do PNEC”, como “qual a potência energética de que Portugal de facto necessita e para que usos, quais as previsões de crescimento de consumos e em que setores e que ‘mix’ energético deve ser considerado nesta fase de transição”.

O documento reitera a necessidade de ser avaliado “o efeito acumulado de todos os projetos e infraestruturas associadas”, tais como “Linhas de Muito Alta Tensão [e] subestações” previstas em todo o país e não apenas cada projeto de forma isolada.

O Plano de Ordenamento das Energias Renováveis deve respeitar os “sujeitos rurais” e respetivos territórios, “enquanto lugares vivos e habitados”, defende a plataforma, rejeitando “a artificialização de vastas áreas naturais”.

Em alternativa aos grandes projetos, o movimento quer “uma política robusta de apoio à produção renovável descentralizada, incluindo o autoconsumo individual e coletivo”, a criação das “comunidades de energia renovável” e do “pequeno sistema agrovoltaico integrado”.

Deve ainda ser dada primazia às “pequenas centrais em zonas degradadas ou artificializadas e [aos] sistemas locais de armazenamento associados”, acrescenta.

Além de se referir aos projetos ligados ao hidrogénio e aos centros de dados como “elefantes brancos”, o movimento nacional sustenta que o “recurso à figura do interesse público” deve “estar ao serviço do coletivo”, só devendo ser usado “em condições excecionais”.

No que respeita ao combate às alterações climáticas, o movimento, que diz ser apartidário, apontou como soluções o sequestro das emissões de carbono, a regeneração dos solos, das boas práticas agrícolas e florestais e o restauro de habitats.

No manifesto, o Movimento Energia Justa e Sustentável apela também “a todos os cidadãos, associações, autarquias, instituições científ**as e decisores políticos para que participem ativamente neste debate fundamental para o futuro do país”.

Texto: Lusa

p.62-63 | "A presente dissertação analisa o impacto da transformação digital na comunidade de músicos do Centro Comercia...
05/06/2026

p.62-63 | "A presente dissertação analisa o impacto da transformação digital na comunidade de músicos do Centro Comercial STOP, no Porto, um dos mais relevantes ecossistemas culturais independentes em Portugal. A investigação adota uma metodologia de métodos mistos explicativos, com uma abordagem quantitativa (QUAN) e Qualitativa (QUAL), integrando um inquérito quantitativo baseado na General Belongingness Scale (GBS) e no Technology Acceptance Model (TAM) com entrevistas semiestruturadas a músicos de diferentes perfis. Esta abordagem permitiu explorar a forma como os músicos percecionam o sentido de pertença e a adoção tecnológica num contexto de forte identidade comunitária. Os resultados evidenciam um elevado grau de coesão e pertença, aliado a uma adoção tecnológica seletiva, centrada sobretudo na divulgação, partilha e produção musical. A tecnologia surge como ferramenta complementar, capaz de ampliar redes e práticas, mas não de substituir a dimensão relacional e experiencial da música coletiva. A investigação sublinha ainda a importância de estratégias digitais sustentáveis, que conciliem inovação tecnológica com a preservação do património cultural e social da comunidade. São propostas recomendações para políticas públicas culturais e modelos de transição digital sustentada, destacando o papel da tecnologia como meio de fortalecimento das comunidades artísticas e de promoção da sua sustentabilidade a longo prazo."

👤 Correia, Tiago José Monteiro (2025)
http://hdl.handle.net/10400.22/31761 🔗

05/06/2026

👀 Se calhar os homens não carregaram porque não havia trabalhadores e muito menos mulheres.

💸🤔 "𝗘𝘀𝘁𝗮𝗺𝗼𝘀 𝗮 𝗮𝘀𝘀𝗶𝘀𝘁𝗶𝗿 𝗮 𝘂𝗺𝗮 𝗰𝗿𝗲𝘀𝗰𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗴𝗲𝗻𝘁𝗿𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮çã𝗼 𝗱𝗲 𝗣𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝗮𝗹.Enquanto grandes investidores acumulam património imobi...
05/06/2026

💸🤔 "𝗘𝘀𝘁𝗮𝗺𝗼𝘀 𝗮 𝗮𝘀𝘀𝗶𝘀𝘁𝗶𝗿 𝗮 𝘂𝗺𝗮 𝗰𝗿𝗲𝘀𝗰𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗴𝗲𝗻𝘁𝗿𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮çã𝗼 𝗱𝗲 𝗣𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝗮𝗹.

Enquanto grandes investidores acumulam património imobiliário, cada vez mais pessoas são empurradas para fora dos locais onde vivem e trabalham. A habitação está a ser tratada como um ativo financeiro, quando deveria ser um direito.

𝗔𝗽𝗲𝗹𝗮𝗺𝗼𝘀 𝗮𝗼 𝗣𝗮𝗿𝗹𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗣𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝘂ê𝘀, à 𝗖𝗼𝗺𝗶𝘀𝘀ã𝗼 𝗘𝘂𝗿𝗼𝗽𝗲𝗶𝗮 𝗲 𝗮𝗼 𝗣𝗮𝗿𝗹𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗘𝘂𝗿𝗼𝗽𝗲𝘂 para que promovam uma auditoria independente aos grandes investimentos imobiliários em Portugal.

𝗢𝘀 𝗰𝗶𝗱𝗮𝗱ã𝗼𝘀 𝘁ê𝗺 𝗼 𝗱𝗶𝗿𝗲𝗶𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝘀𝗮𝗯𝗲𝗿 quem investe, de onde vêm os capitais, quem beneficia deste modelo e qual o impacto na habitação e nas comunidades.

𝗔 𝗳𝘂𝗻çã𝗼 𝗱𝗼 𝗘𝘀𝘁𝗮𝗱𝗼 é proteger o interesse público, garantir o direito à habitação e assegurar que o país não é governado apenas pela lógica da especulação.

𝗦𝗲𝗺 𝘁𝗿𝗮𝗻𝘀𝗽𝗮𝗿ê𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗲 𝗲𝘀𝗰𝗿𝘂𝘁í𝗻𝗶𝗼, arriscamo-nos a perder não apenas casas, mas também comunidades, identidade e soberania económica."

‼️ O que é que vocês acham disto tudo? Deveríamos solicitar uma auditoria independente a estes e outros investimentos? 🇵🇹🇪🇺 ?

Endereço

Rua Do Heroísmo 329/333
Porto
4300-096

Website

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando STOP Manifesta publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Organização

Envie uma mensagem para STOP Manifesta:

Compartilhar