Sindicato dos Médicos Dentistas - SMD

Sindicato dos Médicos Dentistas - SMD Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Sindicato dos Médicos Dentistas - SMD, Sindicato laboral, Porto.

O Sindicato dos Médicos Dentistas é uma organização sindical representativa dos profissionais que exerçam a atividade de Medicina Dentária e detenham o título de Médico Dentista em Portugal. O Sindicato dos Médicos Dentistas Português é a organização sindical representativa dos profissionais que exerçam a atividade de medicina dentária e detenham o título de médico dentista que nela se filiem volu

ntariamente como sócios, defendendo os seus interesses e direitos nos aspetos moral, deontológico, económico e profissional. O Sindicato dos Médicos Dentistas Português – SMDP é uma organização autónoma, independente do Estado, das confissões religiosas, dos partidos políticos, das associações de natureza política e de quaisquer outros agrupamentos. O sindicato tem por fim atingir os seguintes objetivos:
a) Promover e defender os interesses e os direitos dos médicos dentistas;
b) Apoiar e intervir na defesa dos direitos dos seus associados em quaisquer processos de natureza disciplinar ou judicial nomeadamente na prestação de apoio jurídico e de mediação;
c) Apoiar e enquadrar pela forma considerada mais adequada e correta as reivindicações dos médicos dentistas e definir as formas de luta aconselhadas para cada caso incentivando ações conducentes à sua satisfação;
d) Organizar os meios técnicos e humanos para assistir aos seus associados, nomeadamente instituindo um fundo de solidariedade;
e) Defender as condições de vida dos médicos dentistas, visando a melhoria da qualidade de vida e o pleno emprego;
f) Defender e promover a formação profissional dos médicos dentistas, bem como a sua formação permanente;
g) Promover a formação sindical dos seus associados;
h) Participar na elaboração das leis do trabalho, nos termos estabelecidos por lei, e exigir dos poderes públicos o cumprimento de todas as normas ou a adoção de todas as medidas que lhes digam respeito;
i) Participar no controlo de execução dos planos económico-sociais, especialmente os planos de saúde, seguros de saúde e cheque-dentista ou outros;
j) Defender e promover reuniões, debates, ações de sensibilização, conducentes à definição de posições e linhas de conduta próprias dos médicos dentistas sobre opções e problemas de fundo da classe;
k) Envidar todos os esforços na criação de uma caixa de previdência;
l) Trabalhar no sentido de estabelecer protocolos com entidades inerentes à profissão e externas;
m) Elevar a união e o prestígio como classe para o público e colegas de outros países, respeitando os valores e princípios éticos;
n) Apoiar e enquadrar pela forma considerada mais adequada e correta as reivindicações dos médicos dentistas;
o) Defender a contratação laboral segundo os princípios da boa-fé e do respeito mútuo, evitando situações de precaridade e exploração;
p) Defender as condições de vida dos médicos dentistas, visando a melhoria da qualidade de vida e o pleno emprego;
q) Assegurar os direitos dos sócios aposentados, com doenças profissionais e dos médicos dentistas enquanto mães e pais;
r) Defender e participar na segurança e higiene nos locais de trabalho e lutar por apoios nesse sentido;
s) Promover, organizar e incentivar ações conducentes à satisfação das reivindicações dos médicos dentistas;
t) Lutar para que a profissão de médico dentista seja reconhecida como uma profissão de alto risco e desgaste rápido;
u) Defender o alargamento e desenvolvimento dos direitos do povo português à medicina dentária como um dos pilares essenciais para o bem-estar físico, psíquico e social;
v) Manter com a Ordem dos Médicos Dentistas e outras associações de médicos dentistas, relações de cordialidade e cooperação, sob os princípios da não ingerência, do respeito
mútuo, tendo sempre em atenção as diferentes naturezas e a diversidade de funções e representatividade.

SMD Exige Redução Imediata do Numerus Clausus para o Ano Letivo 2027-2028​No prosseguimento da sua acutilante ação reivi...
12/06/2026

SMD Exige Redução Imediata do Numerus Clausus para o Ano Letivo 2027-2028

​No prosseguimento da sua acutilante ação reivindicativa junto da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES), o Sindicato dos Médicos Dentistas (SMD) elevou o tom do debate para lá das meras constatações analíticas.

Numa audição de cariz perentório com o Diretor-Geral, Professor Doutor Joaquim Mourato, e com a Subdiretora-Geral, Professora Doutora Inês Vaz Pinto, o Sindicato aduziu reformas estruturais inadiáveis, focadas na sobrevivência qualitativa da profissão em Portugal, vertidas numa exigência categórica: a contração imediata do número de vagas de acesso aos cursos de Medicina Dentária para o ano letivo de 2027-2028.

​Pilar basilar no estancamento da sobrelotação que satura o mercado, o SMD propugna, de forma inequívoca, a transição e salvaguarda do modelo de ensino para os 6 anos de formação. Esta extensão curricular afigura-se como o vetor fundamental para garantir o alinhamento com os mais exigentes padrões internacionais e para repor a densidade propedêutica e prática que a complexidade da atividade clínica imperativamente reclama.

​A Urgência de Novos Parâmetros de Avaliação
​Foi denunciada com particular acuidade a premente necessidade de mutação dos parâmetros de monitorização da qualidade de ensino.

O paradigma vigente faliu no seu propósito teleológico.
A evidência é empírica e alarmante: os colegas recém formados confrontam-se hoje com uma manifesta ausência de autonomia clínica, uma debilidade endémica que decorre diretamente das lacunas e do pendor deficitário do atual desenho do curso.

​A qualidade pedagógica não se afere por critérios meramente estatísticos ou quimeras burocráticas, mas sim pela faculdade de dotar o futuro profissional de segurança e independência clínica, algo que a escassez de casuística e o número exíguo de doentes na formação pré-graduada estão a precluir irremediavelmente.

​A Anatomia do Caos: Falta de Regulação e Vontade Política

​O SMD reiterou que o atual e precário estado da classe não constitui um mero anacronismo ou acidente de percurso, antes se consubstancia como o corolário de uma ausência crónica de regulação, de planeamento estratégico e de audácia política.

​O excesso hiperbólico de médicos dentistas no mercado, alimentado por vagas institucionais desprovidas de qualquer hermenêutica sobre as reais necessidades demográficas, gerou um cenário de saturação que avilta o emprego e desvaloriza o ato médico.
Entregue o dossier com estas exigências estruturais, o SMD sublinha que o tempo das dilações e das cedências terminou: ou se reforma o ensino e se regula o acesso com inequívoca coragem política, ou se perpetua a degradação de um setor vital da saúde pública portuguesa.

Sindicato dos Médicos Dentistas lança Gabinete de Apoio Psicológico em Julho​Estimados(as) Colegas,​O Sindicato dos Médi...
05/06/2026

Sindicato dos Médicos Dentistas lança Gabinete de Apoio Psicológico em Julho

​Estimados(as) Colegas,

​O Sindicato dos Médicos Dentistas (SMD) tem acompanhado com extrema atenção e preocupação um dos grandes flagelos que tem afetado a nossa classe: o desgaste emocional e a crescente necessidade de apoio psicológico entre os profissionais da medicina dentária.

​A nossa profissão, embora gratificante, acarreta uma elevada carga de stresse diário, exigência técnica e desgaste acumulado. No seguimento das iniciativas e apoios que o SMD tem vindo a desenvolver nesta matéria, consideramos que é o momento de dar um passo mais firme e estruturado na salvaguarda da saúde mental dos nossos profissionais.

​Uma resposta concreta a partir de julho

​É com um forte sentido de responsabilidade e solidariedade institucional que anunciamos a criação do Gabinete de Apoio Psicológico do SMD, que estará em pleno funcionamento já a partir do próximo mês de julho.

​Quem pode beneficiar?

Este novo serviço será totalmente gratuito e confidencial, ficando disponível para todos os associados do SMD que necessitem de acompanhamento, orientação ou de um espaço seguro de escuta ativa.

​Cuidar de quem cuida

​A saúde mental não pode ser um tabu, especialmente numa classe que cuida diariamente do bem-estar de milhares de pacientes. Para o SMD, apoiar os médicos dentistas significa olhar para o profissional como um todo, garantindo que ninguém enfrenta os momentos de maior vulnerabilidade sozinho.

​Mais Informações e Contactos

​Se deseja saber mais sobre o funcionamento do Gabinete de Apoio Psicológico, agendar uma consulta ou esclarecer qualquer dúvida, entre o contacto com o SMD

Sempre ao lado dos profissionais, a cuidar do futuro da Medicina Dentária.

04/06/2026

O SMD no debate sobre o futuro da Saúde​O Sindicato dos Médicos Dentistas (SMD) marcou presença no evento "SNS em Foco",...
03/06/2026

O SMD no debate sobre o futuro da Saúde

​O Sindicato dos Médicos Dentistas (SMD) marcou presença no evento "SNS em Foco", uma iniciativa promovida pela Fundação para a Saúde que assinalou os 50 anos da Constituição da República Portuguesa (Artigo 64.º).

​O encontro, que teve lugar no Museu Oriente, reuniu grandes nomes e especialistas do setor para debater as "Prioridades para um Pacto na Saúde".
Para o SMD, participar ativamente nestas discussões é fundamental para garantir que a Medicina Dentária e a saúde oral dos portugueses tenham o devido espaço e relevância nas políticas públicas de saúde.

​A saúde oral é um pilar indissociável da saúde geral e o fortalecimento do SNS passa, inevitavelmente, pela valorização e integração dos médicos dentistas.

​Continuamos empenhados em defender a profissão e a construir pontes para um sistema de saúde mais justo, inclusivo e de qualidade para todos.

Formação SBV-DAELOCAL:           PORTO  e  LISBOA  27 DE JUNHO 2026 (SÁBADO) 11 DE JULHO 2026 (SÁBADO)18 DE JULHO 2026 (...
02/06/2026

Formação SBV-DAE

LOCAL: PORTO e LISBOA

27 DE JUNHO 2026 (SÁBADO)

11 DE JULHO 2026 (SÁBADO)

18 DE JULHO 2026 (SÁBADO)

Possibilidade de marcação personalizada na sua clínica

Informações importantes para a formação:

- Mínimo 6 alunos por ação formativa;

- Carga horária - 7hs;

- Os formandos devem dispor de capacidades motoras adequadas à formação, nomeadamente, capacidade para ajoelhar com relativa facilidade, e realizar compressões com os braços esticados.

- Formação - Validade de 5 anos.

31/05/2026
CARREIRA ESPECIAL DOS MÉDICOS DENTISTAS NO SNSNo passado dia 27 de maio, estive na Assembleia da República. Não fui apen...
31/05/2026

CARREIRA ESPECIAL DOS MÉDICOS DENTISTAS NO SNS

No passado dia 27 de maio, estive na Assembleia da República. Não fui apenas como presidente do Sindicato; fui como a vossa voz na Comissão de Saúde para confrontar o poder político com uma verdade desconfortável: a medicina dentária no SNS foi abandonada, mas o tempo da submissão acabou. Muito em breve, os médicos dentistas terão a sua Carreira Especial. Não por benevolência deste Ministério da Saúde que se manteve inerte, mas porque nós desafiámos o marasmo, esgotámos as salas de reunião com os partidos e entregámos uma proposta blindada que forçou a criação dos Projetos de Lei agora em debate. Esta grelha de tempos que partilho convosco não é apenas burocracia parlamentar; é o registo do dia em que a nossa classe ocupou, por direito próprio, o centro do debate nacional.

As nossas linhas vermelhas são inegociáveis:

Não somos técnicos superiores, somos médicos: rejeitamos a tentativa ultrajante do Estado de nos catalogar como burocratas de secretaria. Exigimos uma carreira médica específica, que respeite a nossa total autonomia clínica e científica.
O absurdo dos números: Portugal tem quase o triplo do rácio de médicos dentistas recomendado pela OMS e, ao mesmo tempo, a população com pior saúde oral da União Europeia. Manter apenas 150 profissionais em todo o SNS é uma incompetência de planeamento criminosa. É uma gota no oceano.
Pacote de dignidade laboral: não aceitaremos ‘diplomas de papel’ vazios. Exigimos contratos estáveis, as 35 horas semanais, tabelas salariais justas e dedicação exclusiva opcional.
Autonomia absoluta nas ULS: exigimos um Serviço Independente de Saúde Oral, coordenado por um médico dentista. Não aceitamos ser geridos por quem não tem competência técnica na nossa área.
Fim da precariedade imoral: o Estado não pode ser o patrão mais precário e abusador do país. Exigimos a integração imediata de todos os colegas que mantêm o SNS a funcionar sob o disfarce de recibos verdes.
‘O Estado não pode lembrar-se da medicina dentária apenas quando tem uma dor de dentes aguda. É vossa responsabilidade legislar antes que a dor apareça e o utente fique desamparado à porta de um hospital’. A saúde oral em Portugal não pode continuar a ser um luxo de quem pode pagar. Continuaremos na linha da frente até que a dignidade esteja consagrada na lei.

Pela nossa classe.
Pelo orgulho na nossa profissão.

30/05/2026

Presidente do SMD na AR pela defesa da Carreira

O Sindicato dos Médicos Dentistas (SMD) enviou à nossa redação um comunicado alusivo à recente criação da carreira especial para a classe no Serviço Nacional de Saúde (SNS). O documento, assinado pelo presidente João Neto, surge na sequência da sua intervenção na Comissão de Saúde da Assembleia da República (AR), no passado dia 27 de maio, e elenca um conjunto de condições que o Sindicato considera inegociáveis no processo legislativo atualmente em debate no parlamento.

Leia o comunicado na íntegra em dentalpro.pt

𝗥𝗘𝗙𝗢𝗥𝗠𝗔 𝗨𝗥𝗚𝗘𝗡𝗧𝗘 𝗡𝗔 𝗠𝗘𝗗𝗜𝗖𝗜𝗡𝗔 𝗗𝗘𝗡𝗧𝗔́𝗥𝗜𝗔: 𝗘𝗫𝗜𝗚𝗜𝗠𝗢𝗦 𝗢 𝗥𝗘𝗚𝗥𝗘𝗦𝗦𝗢 𝗔𝗢𝗦 𝟲 𝗔𝗡𝗢𝗦 𝗗𝗘 𝗙𝗢𝗥𝗠𝗔𝗖̧𝗔̃𝗢No passado dia 27 de maio, o Sindicat...
28/05/2026

𝗥𝗘𝗙𝗢𝗥𝗠𝗔 𝗨𝗥𝗚𝗘𝗡𝗧𝗘 𝗡𝗔 𝗠𝗘𝗗𝗜𝗖𝗜𝗡𝗔 𝗗𝗘𝗡𝗧𝗔́𝗥𝗜𝗔: 𝗘𝗫𝗜𝗚𝗜𝗠𝗢𝗦 𝗢 𝗥𝗘𝗚𝗥𝗘𝗦𝗦𝗢 𝗔𝗢𝗦 𝟲 𝗔𝗡𝗢𝗦 𝗗𝗘 𝗙𝗢𝗥𝗠𝗔𝗖̧𝗔̃𝗢

No passado dia 27 de maio, o Sindicato dos Médicos Dentistas reuniu-se com a Secretária de Estado do Ensino Superior, Prof. Doutora Cláudia Sarrico, numa audiência de elevada importância institucional para o futuro da Medicina Dentária em Portugal.

Foi uma reunião marcada pela frontalidade, pela responsabilidade e pela firme convicção de que o país já não pode continuar a adiar uma reforma estrutural profunda no setor.

Transmitimos, com absoluta clareza, a nossa crescente apreensão perante o estado de degradação progressiva da profissão, consequência direta de anos de ausência de visão estratégica, incapacidade regulatória e sucessivas cedências políticas que conduziram a Medicina Dentária portuguesa a um ponto de saturação insustentável.

O Sindicato denunciou o desajustamento gritante entre o número de vagas no Ensino Superior e as reais necessidades do país. Portugal apresenta atualmente um número de Médicos Dentistas largamente superior aos rácios internacionalmente recomendados pela OMS, realidade que compromete a sustentabilidade da profissão, fragiliza a qualidade formativa e potencia fenómenos de precarização inaceitáveis.
Perante este cenário, fomos inequívocos: exigimos uma reforma séria, corajosa e imediata dos cursos de Medicina Dentária em Portugal, bem como o regresso ao modelo de formação de 6 anos, condição indispensável para devolver exigência, diferenciação, maturidade clínica e verdadeira autonomia profissional aos futuros Médicos Dentistas.

A redução da formação teve consequências profundas.

Hoje assistimos à perda progressiva da autonomia clínica dos jovens colegas, frequentemente lançados num mercado saturado, desregulado e marcado por relações laborais indignas, exploração e crescente desvalorização da profissão.
Alertámos igualmente para indicadores profundamente alarmantes: cerca de 57% dos recém-licenciados pondera emigrar e aproximadamente 40% dos estudantes de Medicina Dentária admite querer abandonar o curso ao confrontar-se com a realidade do exercício profissional em Portugal.

A precariedade, o desemprego qualificado, a emigração forçada, a erosão da dignidade profissional e outras situações particularmente gravosas não surgiram por acaso. São o resultado direto de anos de inação política e da ausência de reformas estruturais que sucessivos governos optaram por evitar.
Os problemas estão diagnosticados há muito. O país conhece-os. As instituições conhecem-nos. A tutela conhece-os.
O que falta já não é conhecimento. Falta coragem política para reformar.

Hoje, o Sindicato dos Médicos Dentistas esteve representado pela colega Luciana Coutinho na II Conferência “Trabalhar (n...
18/05/2026

Hoje, o Sindicato dos Médicos Dentistas esteve representado pela colega Luciana Coutinho na II Conferência “Trabalhar (n)o Futuro”, realizada na Assembleia da República, por iniciativa do Grupo Parlamentar do LIVRE.

Num momento em que tantas profissões enfrentam desafios profundos, precariedade, desvalorização, desgaste humano e exigências crescentes, torna-se essencial levar ao espaço público e político a realidade laboral da nossa classe.

Discutir o futuro do trabalho é, também, discutir condições dignas, reconhecimento profissional e equilíbrio entre dedicação e qualidade de vida.

A presença do SMD neste debate traduz a convicção de que o futuro constrói-se com voz, participação e defesa intransigente dos Médicos Dentistas.

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