10/07/2026
Ao companheiro Jorge Lucas Coelho
Usando a minha costumada frontalidade, estou a tomar a atitude de escrever o que se segue, após ter tomado conhecimento, através da pessoa do presidente da Câmara Municipal de Peniche, da pretensão que lhe apresentou para que a edilidade financiasse a substituição do telhado do centro de férias que é propriedade do Rotary Club de Peniche.
Também faço a afirmação que na véspera da sua vinda me telefonou dizendo que vinha a Peniche tratar de um assunto na câmara municipal e gostava de saber a situação do clube de Peniche para estar informado.
Agora vamos à análise do que foi a atitude do, então Governador do Distrito 1960.
Não teve a delicadeza de me referir que o assunto, afinal, dizia respeito exclusivamente à situação do clube local e muito menos de se preocupar com o acompanhamento de um dos três rotários que ainda permanecem registados em Rotary International.
Quem vos está a escrever, publicamente, é o rotário João Marques Petinga Avelar, que fez diligências junto do anterior Governador, do Clube de Caldas da Rainha e outros no sentido de ser tomada uma atitude colectiva que garantisse a desejada manutenção em serviço do centro de férias.
Esgotadas estas primeiras tentativas, estamos neste momento, a procurar concretizar a entrega do património, que os rotários de Peniche pagaram do seu bolso, antigamente era assim, e escolhemos como futura beneficiária do mesmo, a Santa Casa da Misericórdia de Peniche, entidade que já pratica a permuta de utentes em tempo de férias com outras congéneres e ali poderá, também, instalar outras valências de carácter social.
No pré-entendimento com a Misericórdia está dito que ela ficará como fiel depositária do arquivo do clube, seus artefactos e lembranças, por um período de cinco anos, salvaguardando a hipótese de se vir a reativar o Rotary Club de Peniche.
F**a feito um ponto de situação e o futuro dirá o que se vai seguir.