ACEC ACEC _Associação Círculo de Estudos do Centralismo

Quem Somos
A ACEC – Associação Círculo de Estudos do Centralismo é uma associação sem fins lucrativos, constituída por escritura pública lavrada em 29 de abril de 2022, outorgada por 39 personalidades em cerimónia no Salão Nobre da Câmara Municipal de Miranda do Douro. Onde Estamos
O Círculo tem a sua Sede em Miranda do Douro, mas a sua atividade abrangerá o Território Nacional através da utilizaç

ão dos meios digitais hoje disponíveis, nomeadamente este Portal e as Redes Profissionais

Objetivos
O objeto estatutário do Círculo tem como referência e pretende aprofundar o n.º 1 do artigo 6.º da Constituição da República Portuguesa (CRP), que se transcreve:

“O Estado é unitário e respeita na sua organização e funcionamento o regime autonómico insular e os princípios da subsidiariedade, da autonomia das autarquias locais e da descentralização democrática da administração pública.“

Neste quadro legal da CRP, macroestrutura político-jurídica que constitui a Lei fundamental do País, é objeto estatutário do Círculo contribuir para o desenvolvimento harmonioso do Território através do fomento e divulgação de estudos sobre a sua organização político-administrativa, abrangendo duas vertentes fundamentais complementares: a dos princípios de organização, em que se inserem estudos relativos ao centralismo e ao princípio da subsidiariedade, e a das formas de organização, em que se incluem estudos relativos a fenómenos da centralização e da descentralização. Esta, a descentralização, é tomada como regionalização e municipalização nos seus diferentes graus, ou, em formas mitigadas, como delegação, deslocalização e desconcentração, ou é tomada pelo seu antitético que é o centralismo e a centralização em suas diversas formas e decorrências – uma perspetiva inversa, séria, porventura inédita em alguns campos do saber.

Para ler no Jornal de Noticias 👇'Carlos Tavares: "Não houve verdadeiras políticas para o Interior, apenas declarações de...
03/06/2026

Para ler no Jornal de Noticias 👇

'Carlos Tavares: "Não houve verdadeiras políticas para o Interior, apenas declarações de afeto"

O ex-ministro e presidente da Associação Círculo de Estudos do Centralismo, Carlos Tavares, considera que o combate à desertificação do Interior falhou porque nunca existiram políticas "coerentes e persistentes" de coesão territorial. Critica os incentivos fiscais "irrelevantes", o encerramento de serviços públicos e a concentração do investimento no litoral. Defende uma forte redução do IRS para quem se fixe no Interior, mais investimento produtivo e uma discriminação positiva das regiões esquecidas.'

Para ler no Sol. 👇O lado B de Carlos Tavares, Presidente do Círculo de Estudos do Centralismo.“Teria sido um profissiona...
30/05/2026

Para ler no Sol. 👇

O lado B de Carlos Tavares, Presidente do Círculo de Estudos do Centralismo.

“Teria sido um profissional diferente se não fosse a música”.

‘Entre a exigência da vida profissional e a paixão pela música, Carlos Tavares foi construindo um percurso paralelo feito de poemas, melodias e amizades. No álbum ‘O Canto dos Poetas’, lançado recentemente, reúne duetos e histórias que mostram como a música moldou também o homem por detrás do economista. O antigo gestor e ex-ministro revela o lado mais pessoal de uma paixão que diz ter sido ‘um complemento indispensável’ à vida profissional.’

O Círculo de Estudos do Centralismo, ACEC, convida entidades públicas e privadas a juntarem-se à associação como associa...
25/05/2026

O Círculo de Estudos do Centralismo, ACEC, convida entidades públicas e privadas a juntarem-se à associação como associadas institucionais.

Juntos, promovemos estudo, reflexão e debate sobre o centralismo e os seus impactos no território, na economia e na sociedade.

Pensar a organização administrativa e política do país precisa de vozes diversas e compromisso coletivo.

Contacte-nos para saber como pode ser associado institucional da ACEC. Saiba mais em www.acec.pt.

Portugal continua a apresentar fortes desigualdades regionais.Grande parte do investimento público, dos serviços e das o...
19/05/2026

Portugal continua a apresentar fortes desigualdades regionais.

Grande parte do investimento público, dos serviços e das oportunidades concentra-se nas áreas metropolitanas, enquanto vastas regiões enfrentam desafios de despovoamento, envelhecimento e menor dinamismo económico.

O centralismo pode contribuir para esta concentração, limitando a capacidade de resposta local e a adaptação das políticas às realidades específicas de cada território.

Compreender estes impactos é essencial para pensar em soluções.

👉 Que efeitos sente na sua região?

📍 A descentralização e a regionalização voltam ao centro do debate nacional.No próximo dia 21 de maio, a Sedes - Associa...
15/05/2026

📍 A descentralização e a regionalização voltam ao centro do debate nacional.

No próximo dia 21 de maio, a Sedes - Associação para o Desenvolvimento Económico e Social promove, na Casa da Música, a conferência “55 Anos a pensar o NORTE”, integrada num ciclo de conferências dedicado aos desafios da descentralização e da regionalização em Portugal.

A iniciativa pretende lançar um novo impulso cívico, promovendo a escuta ativa, o pluralismo de perspetivas e uma reflexão séria sobre a organização do Estado e a coesão territorial.

Especial destaque para o painel das 14h30 sobre ‘O Papel do Planeamento nos Anos 70 na Regionalização’ que conta com a intervenção do Presidente da ACEC. Carlos Tavares, José Roquette, Valente de Oliveira e Miguel Cadilhe. A moderação será de Carlos Alves.

Ao longo da tarde, outras personalidades das áreas da política, economia, cultura, educação e poder local irão debater o papel do planeamento, das autarquias e das regiões administrativas no futuro do país.

Esta iniciativa da SEDES reforça a importância de promover um debate aberto, participado e informado sobre um tema absolutamente decisivo para o desenvolvimento equilibrado do território nacional.

📅 21 de maio de 2026
📍 Casa da Música — Porto
🕑 Início às 14h15

Programa detalhado em www.sedes.pt.

07/05/2026

'Afinal, os jovens rurais não querem fugir para a cidade.

O Relatório europeu liderado pelo investigador português Francisco Simões, do CIS-Iscte, contraria ideia de abandono do Interior. Os mais novos querem ficar nas suas terras, mas exigem transportes e emprego digno. A ideia de que os jovens estão a abandonar em massa o Interior pode estar profundamente desatualizada. Um relatório europeu recente conclui que 76% dos jovens rurais querem permanecer nas suas terras de origem, um dado que desafia décadas de narrativa sobre o êxodo rural e levanta uma questão central: afinal, o problema está nos territórios ou na falta de condições para neles viver?'

O artigo é do Jornal de Notícias e foi tema de debate do Fórum TSF - Rádio Notícias desta manhã.

🎧 Ouça aqui a participação do Presidente da ACEC, Carlos Tavares.

📰 A notícia do Jornal de Notícias pode ser lida em www.jn.pt.

Nascemos com um objetivo muito claro, promover o estudo, a reflexão e o debate sobre a organização do Estado e os seus e...
05/05/2026

Nascemos com um objetivo muito claro, promover o estudo, a reflexão e o debate sobre a organização do Estado e os seus efeitos no desenvolvimento do país.

Num contexto em que as assimetrias territoriais continuam a marcar Portugal, acreditamos na importância de analisar, de forma rigorosa, o papel do centralismo nas decisões políticas, económicas e sociais.

Este é um espaço aberto a todos os que queiram pensar o país de forma crítica e fundamentada.

Acompanhe o nosso trabalho e junte-se à reflexão.

👉 Siga as nossas plataformas digitais, Facebook e www.acec.pt

No Dia da Mãe, celebramos o papel fundamental das mães na sociedade.Contudo, importa reconhecer que experiência da mater...
03/05/2026

No Dia da Mãe, celebramos o papel fundamental das mães na sociedade.

Contudo, importa reconhecer que experiência da maternidade não é igual em todo o território.

O acesso a cuidados de saúde, aos serviços de apoio, às oportunidades de trabalho e a redes de suporte varia significativamente entre regiões.

Em muitas zonas do país, ser mãe implica enfrentar maiores distâncias, menos respostas públicas e desafios acrescidos na conciliação entre vida profissional e familiar.

Estas diferenças refletem, em parte, a forma como o território está organizado e como os recursos são distribuídos.

Pensar o país é também pensar nas condições de vida, trabalho e cuidados. Porque a maternidade não deveria depender do lugar onde se vive.

Feliz Dia da Mãe!

Num país marcado por desigualdades territoriais, falar de trabalho é também falar de território.Neste Dia do Trabalhador...
01/05/2026

Num país marcado por desigualdades territoriais, falar de trabalho é também falar
de território.

Neste Dia do Trabalhador, importa reconhecer que o acesso ao emprego, aos salários mais qualificados e às oportunidades de progressão não está distribuído de forma igual em Portugal.

A concentração de investimento e decisão em determinadas áreas do país contribui para que vastas regiões enfrentem maiores dificuldades na criação de emprego e na fixação de talento.

O resultado é óbvio, territórios com menos oportunidades, menor dinamismo económico e desafios acrescidos para quem lá vive e trabalha.

Refletir sobre o trabalho em Portugal é, por isso, efletir também sobre a forma como o país está organizado. Porque as oportunidades não deveriam depender das regiões.

👉 Que realidade sente na sua região?

Um território mais equilibrado constrói-se com decisões mais próximas, conhecimento sólido e instituições comprometidas....
27/04/2026

Um território mais equilibrado constrói-se com decisões mais próximas, conhecimento sólido e instituições comprometidas.

Autarquias, empresas e fundações têm um papel fundamental na reflexão sobre o modelo de desenvolvimento do país.

O Círculo de Estudos do Centralismo, ACEC, é um espaço aberto a todas as entidades que querem pensar Portugal para além do centro.

👉 Associe a sua entidade à ACEC.
Saiba como em em www.acec.pt.

Endereço

Rua José Inácio Pinto, S/N
Miranda Do Douro
5210-004

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