Comissão de Trabalhadores da Super Bock

Comissão de Trabalhadores da Super Bock Comissão de Trabalhadores da Super Bock Bebidas S.A

**Hoje fecha-se um turno… mas abre-se uma página da história da Super Bock.**O camarada Maurício Ramos terminou esta noi...
29/05/2026

**Hoje fecha-se um turno… mas abre-se uma página da história da Super Bock.**

O camarada Maurício Ramos terminou esta noite o seu último serviço antes da reforma. Entrou na empresa em 1974, ainda muitos dos colegas de hoje nem eram nascidos, e desde então nunca conheceu outro local de trabalho. Foram mais de 50 anos de dedicação, camaradagem, esforço e milhares de histórias vividas dentro desta casa.

Nasceu a 29 de agosto de 1959, mas há quem diga que o Maurício nasceu mesmo foi “já trabalhador”. Porque há pessoas que parecem fazer parte da própria fábrica, das máquinas, dos corredores e das memórias de gerações inteiras de colegas.

Foi operador, companheiro, amigo, conselheiro, exemplo de profissionalismo… e também protagonista de muitas gargalhadas, histórias repetidas “só mais uma vez”, cafés demorados e conversas que resolviam metade dos problemas do turno.

O primeiro trabalhador da área fabril a sair para a reforma nos últimos 30 anos merece uma despedida à altura: com respeito, emoção e também aquele espírito bem-disposto que sempre trouxe consigo.

Nas fotografias vemos duas versões do Maurício:
📸 o jovem trabalhador dos anos 80, de bigode forte e fato de treino que parecia pronto para ganhar os Jogos Olímpicos da Super Bock;
🏃 e o Maurício de hoje, que continua a andar mais depressa do que muitos novos e que provavelmente ainda faz mais quilómetros num turno do que alguns fazem numa semana.

Mais do que os anos de casa, f**am os valores que transportou todos estes anos: humildade, solidariedade, dedicação ao trabalho e respeito pelos colegas.

A Comissão de Trabalhadores da Super Bock Bebidas deixa ao Maurício Ramos uma enorme homenagem e um agradecimento sincero por tudo aquilo que deu à empresa e aos trabalhadores ao longo de mais de meio século.

Agora começa uma nova etapa. Sem picar cartão. Sem noites. Sem horários. Mas esperamos que continue com a mesma energia, o mesmo sorriso e a mesma pedalada de sempre.

Obrigado por tudo, Maurício.
A fábrica f**a mais pequena sem ti. 🍻✊

Tomaram hoje posse os novos órgãos da Comissão de Trabalhadores para o triénio 2026-2029.A todos eles, os votos de um tr...
07/05/2026

Tomaram hoje posse os novos órgãos da Comissão de Trabalhadores para o triénio 2026-2029.

A todos eles, os votos de um trabalho digno e comprometido com os interesses dos Trabalhadores.

01/04/2026
Esteve quem trabalha...
06/12/2025

Esteve quem trabalha...

As Comissões de Trabalhadores da região do Porto, reunidas em plenário regional no dia 30 de outubro, reafirmaram de for...
30/10/2025

As Comissões de Trabalhadores da região do Porto, reunidas em plenário regional no dia 30 de outubro, reafirmaram de forma clara e determinada a unidade da classe trabalhadora e a sua rejeição total ao pacote laboral do governo PSD + CDS, considerando-o um violento ataque aos direitos, à democracia nos locais de trabalho e às conquistas de Abril.

Este plenário, que decorreu em simultâneo com a eleição da nova Comissão Coordenadora das Comissões de Trabalhadores do Distrito do Porto para o triénio 2025–2028, aprovou uma moção que define o reforço da cooperação entre as CTs e as estruturas sindicais, como caminho para elevar a força reivindicativa e consolidar a luta pela valorização do trabalho e dos salários.

As CTs da região sublinharam ainda a importância da regionalização como instrumento de desenvolvimento equilibrado e de reindustrialização do distrito, assente em emprego com direitos, investimento público e justiça social.

O plenário foi unânime em considerar que o pacote laboral do atual governo procura reverter décadas de conquistas dos trabalhadores, abrindo caminho à precariedade generalizada e à fragilização da ação coletiva.

As CTs afirmaram que não aceitarão retrocessos e que estarão na linha da frente da luta em defesa dos direitos laborais e da dignidade de quem trabalha.

Anunciaram ainda a sua participação ativa na Marcha Nacional contra o Pacote Laboral, no próximo dia 8 de novembro, em Lisboa, apelando à mobilização de todas as CTs e trabalhadores do distrito para uma resposta unida e firme.

“Nenhum pacote governamental travará a força de quem trabalha. No Porto, a resposta é de unidade, resistência e luta”, afirmou o plenário.

A CT da Super Bock esteve, como se vê, representada.

Mais um ano, mais medidas de um governo que insiste em atacar os trabalhadores, retirando direitos conquistados e entreg...
16/09/2025

Mais um ano, mais medidas de um governo que insiste em atacar os trabalhadores, retirando direitos conquistados e entregando cada vez mais poder à exploração patronal. O novo pacote laboral não é uma simples reforma: é uma escolha política contra quem trabalha, atingindo todos os setores, todas as profissões e todas as famílias. Está em causa a dignidade no trabalho, a segurança no emprego e o futuro de quem trabalha todos os dias por uma vida justa e digna.
No dia 20, é hora de mostrarmos a nossa união e deixarmos claro que não aceitamos retrocessos laborais que só beneficiam alguns à custa do sacrifício de muitos.

Por isso, para tornar claro o que está em jogo, foram selecionadas algumas das medidas que mais nos podem influenciar, mostrando como estas alterações se podem refletir no nosso dia a dia:
• Reposição integral do banco de horas individual e grupal, com a revogação do banco de horas instituído por referendo, visando facilitar ainda mais a sua implementação.
→ Consequência: alargamento do tempo de trabalho sem compensação adicional imediata, desregulação acentuada dos horários e maior dificuldade em conciliar vida pessoal e profissional.

• Isenção do horário de trabalho com o alargamento das categorias abrangidas.
→ Consequência: mais trabalhadores f**am sujeitos a regimes de isenção, o que signif**a aumento não remunerado da carga horária (ou pago de forma indevida), sem controlo rigoroso e com deterioração da qualidade de vida.

• Introdução de faltas até dois dias por ano antes ou depois das férias, mas com perda de retribuição.
→ Consequência: penaliza os trabalhadores financeiramente sem trazer novos direitos, transformando uma suposta “benesse” em perda real de rendimento.

• Pagamento do subsídio de férias e de Natal em duodécimos.
→ Consequência: dilui montantes que têm funções específ**as (tempo anual de recuperação e repouso com qualidade e apoio às épocas festivas, tão importantes para a família), mascarando os baixos salários e dificultando a gestão financeira dos trabalhadores.

• Revogação da proibição de recorrer à terceirização após despedimento coletivo ou extinção de posto de trabalho.
→ Consequência: facilita o outsourcing, permitindo substituir trabalhadores por serviços mais baratos e precarizando ainda mais as relações laborais.

• Alterações que dificultam a reintegração do trabalhador após despedimento ilícito.
→ Consequência: torna mais difícil o pedido de reintegração quando o trabalhador recorre ao tribunal para contestar um despedimento que considera ilegal. Esta medida retira um direito fundamental de defesa, incentiva práticas abusivas por parte das entidades patronais e fragiliza ainda mais a segurança no emprego.

• Alterações ao regime da parentalidade.
→ Consequência: redução da dispensa para amamentação até aos dois anos da criança, exigindo atestado inicial renovável de seis em seis meses; obrigação de ajustar horários flexíveis ou trabalho a tempo parcial às necessidades da empresa, incluindo turnos noturnos, fins de semana e feriados; e revogação do direito ao luto gestacional. Estas mudanças submetem os direitos dos trabalhadores e dos seus filhos aos interesses empresariais, aprofundando o desequilíbrio entre vida profissional e familiar, prejudicando a saúde, o bem-estar mental e a estabilidade social dos trabalhadores.

Estas medidas são um ataque frontal aos trabalhadores e não podem ser aceites em silêncio. Quem f**a calado aceita a exploração. Só a luta travou alguns retrocessos e só a luta pode travar o resto. No dia 20, temos de estar juntos, mostrar força e unidade, e deixar claro que não recuamos nem cedemos.

A manifestação está marcada para as 10h30 do dia 20 de setembro, na praça do Marquês.
A comissão de trabalhadores estará lá representada e conta com a tua presença. Qualquer dúvida podem contactar os membros da Comissão de Trabalhadores.

Endereço

Via Norte
Matosinhos
4465-749

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