Associação Viver Matosinhos

Associação Viver Matosinhos 'Viver Matosinhos' é uma associação cívica sediada no município de Matosinhos. www.avmatosinhos.com

🌐 Junta-te à Associação Viver Matosinhos!Queremos ter-te do nosso lado. Criámos uma página simples e direta para facilit...
17/09/2026

🌐 Junta-te à Associação Viver Matosinhos!

Queremos ter-te do nosso lado. Criámos uma página simples e direta para facilitar o teu contacto connosco.

Acede a 👉 www.avmatosinhos.com e num minuto podes:

📩 Inscrever-te na nossa Newsletter para receberes as nossas atualizações.
🤝 Preencher a tua proposta de associado e fazer parte ativa da nossa associação.

A tua voz conta. Contamos contigo!

Newsletter mensal, convites para eventos e notícias locais. Junte-se à comunidade.

🌳 A Associação Viver Matosinhos enviou uma carta formal à presidente da Câmara Municipal de Matosinhos em julho deste an...
09/09/2026

🌳 A Associação Viver Matosinhos enviou uma carta formal à presidente da Câmara Municipal de Matosinhos em julho deste ano, onde questiona se o projeto prevê a manutenção ou substituição das cerca de 30 árvores de grande porte.

[Notícia completa no primeiro comentário]

‼️ “A Câmara Municipal de Matosinhos está a preparar o enquadramento legal para viabilizar a construção de habitação em ...
04/09/2026

‼️ “A Câmara Municipal de Matosinhos está a preparar o enquadramento legal para viabilizar a construção de habitação em altura nos 266 hectares da antiga refinaria da Petrogal, em Leça da Palmeira.”

🖋️Artigo de opinião de Jorge Machado

MATOSINHOS PREPARA-SE PARA AUMENTAR A CAPACIDADE CONSTRUTIVA DOS TERRENOS DA ANTIGA PETROGAL

Encontra-se a consulta pública desde o dia 3 de Setembro o Documento de Esclarecimento e Debate Público sobre o REOT e o Futuro Urbanístico. Poderá consultar o documento em https://www.cm-matosinhos.pt/urbanismo/planeamento-urbanistico-e-territorial/em-discussao-participacao-publica

A Câmara Municipal de Matosinhos está a preparar o enquadramento legal para viabilizar a construção de habitação em altura nos 266 hectares da antiga refinaria da Petrogal, em Leça da Palmeira. Através de alterações contidas no mais recente relatório urbanístico municipal, pretende-se transformar uma área que esteve décadas cativa da indústria pesada num megaempreendimento imobiliário, pondo em risco a oportunidade histórica de criar ali um verdadeiro parque verde à beira-mar. O futuro da nossa frente marítima não pode ficar trancado no silêncio dos gabinetes técnicos.

Nas propostas de alteração aos Artigos 42.o, 43.o e 45.o do Regulamento do PDM, a autarquia assume que as operações económicas nas grandes áreas —
mencionando expressamente a Petrogal — não avançaram e que é necessária uma "nova abordagem". Essa abordagem passa por abrir a porta à habitação e serviços residenciais onde antes existia uso estritamente industrial/económico, preparando o caminho para uma densificação urbana expressiva.

É urgente olhar de frente para o que isto representa e confrontar este rumo com os próprios dados oficiais constantes no relatório municipal:

Durante mais de 50 anos, a população suportou os fumos, a poluição, os riscos ambientais (Diretiva SEVESO) e as servidões de utilidade pública em nome do “interesse estratégico nacional".
Agora que a atividade de refinação cessou e as servidões militares foram oficialmente revogadas, o solo deve ser restituído à comunidade como um bem comum, e não capturado como um ativo para maximização de mais-valias imobiliárias privadas. A refinaria era de interesse público, a especulação residencial não é!

O documento técnico oficial apresenta diagnósticos e dados quantitativos claríssimos que desmentem a necessidade de sobrecarregar este vazio urbano
com betão:
📍Excedente de solo edificável: Matosinhos já dispõe de 977 hectares de solos vagos para edificação (23% de todo o solo urbano do concelho).
📍Capacidade habitacional instalada: A autarquia admite que já é possível construir entre 33% a 49% mais casas face ao que existe hoje, totalizando mais de 1,65 milhões de metros quadrados de nova construção aprovada.
📍Défice crónico de espaços verdes: O município tem apenas 1,4% do solo urbano afeto a espaços verdes públicos (cerca de 232 hectares para todo o território concelhio).

Se há solo edificável de sobra e um défice dramático de áreas verdes públicas, porque não transformar esta parcela histórica no maior Parque Verde e Atlântico Metropolitano do Norte do país?

O próprio relatório técnico reconhece o estrangulamento crónico da mobilidade local: a nova travessia viária Matosinhos-Leça através do porto de Leixões nunca foi executada, a A28 está permanentemente congestionada e a ponte móvel sofre inoperacionalidades recorrentes. Basta recuar dois meses para nos lembrarmos do que é ter a ponte móvel fechada ao transito e a dificuldade enorme de atravessar pela A28.

Como é admissível planear uma intervenção para acolher dezenas de milhares de novos residentes e utilizadores diários numa malha urbana litoral que já hoje se encontra no limite da sua capacidade de suporte?

O solo de Leça da Palmeira pertence à história e ao futuro de todos nós. Exige-se transparência, um debate aberto, defesa do interesse coletivo e acima de tudo coragem para renegar o básico e ver um pouco mais à frente. Leça da Palmeira precisa de qualidade de vida e não de mais betão e edificios ao alto, para más decisões urbanísticas já temos as torres construídas em frente à Exponor.

🖋️ ARTIGO DE OPINIÃO assinado por Humberto SilvaNinguém consegue ficar indiferente às imagens do Rio   na reportagem da ...
17/08/2026

🖋️ ARTIGO DE OPINIÃO assinado por Humberto Silva

Ninguém consegue ficar indiferente às imagens do Rio na reportagem da ‘Repórter Sábado’ (canal NOW).

O “pântano de dejetos humanos”, a quantidade de exutores que debitam águas residuais muito acima da capacidade de regeneração do rio, a facilidade com que populares e jornalistas alcançam as zonas críticas e, sobretudo, a forma como tudo se passa à vista de todos. A reabilitação do Rio Leça não é um problema de financiamento - estão previstos mais de 81 milhões de euros (1,7 milhões de euros por quilómetro) colocando o rio Leça num patamar incomum em matéria de investimento de recuperação, e apesar da dificuldade técnica das intervenções, não há como fugir ao busílis da questão: o esforço financeiro tem que ser direcionado para a sua despoluição.

O Rio Leça, para lá da associação de municípios criada em 2021, dos seus projetos de reabilitação das margens e dos seus prémios, continua a ser um canal de poluição severa, acumulando descargas industriais e urbanas que comprometem a sua biodiversidade, a qualidade das suas águas e a sua renaturalização ao longo de todo o seu trajeto, que termina na bacia da Praia de - e é aqui que a água do Rio Leça interage com a população - sendo um dos fatores de degradação da qualidade balnear constituindo um risco para a saúde pública.

A propósito dos desaconselhamentos/interdições, sabia que os resultados são publicados cerca de 48 horas após a colheita das amostras? Isto significa que, quando um aviso de desaconselhamento ou interdição entra em vigor, refere-se a uma contaminação de há dois dias.

Este hiato temporal, somado ao histórico desta praia, torna uma ida a banhos numa verdadeira roleta russa. Hoje estará bom? Estará mau? Não sabemos. Mas sabemos que estatisticamente o risco é grande.

A despoluição do Rio Leça exige prioridade orçamental na correção das infraestruturas e na fiscalização das descargas, sob pena de os investimentos na valorização das margens servirem apenas para contemplar um rio biologicamente degradado.

📌 "Câmaras de vigilância não substituem a eficácia da farda na rua. É urgente que o poder político e as chefias das forç...
06/08/2026

📌 "Câmaras de vigilância não substituem a eficácia da farda na rua. É urgente que o poder político e as chefias das forças de segurança parem de camuflar o problema com soluções de cosmética tecnológica e assumam, de forma imediata, o reforço real e efetivo de polícias no terreno."

Artigo de opinião de Orlando Silva, membro fundador da Associação Viver Matosinhos:

🚨Segurança em Matosinhos: Entre a Ilusão Tecnológica e a Realidade das Ruas 🚨

A segurança pública em Matosinhos enfrenta hoje um desafio complexo que vai além das estatísticas de criminalidade violenta. O verdadeiro desgaste no sentimento de segurança dos cidadãos nasce da micro criminalidade e do vandalismo quotidiano, materializados em furtos no interior de viaturas, assaltos a estabelecimentos comerciais e na degradação do espaço público. São episódios que afetam diretamente a rotina de quem aqui vive, trabalha ou investe, alimentando uma sensação crescente de vulnerabilidade e impunidade.

Para responder a este cenário, o plano das autoridades locais assenta em dois eixos principais: a expansão dos sistemas de videovigilância e o anúncio do reforço do policiamento de proximidade. Embora estas medidas gozem de grande aceitação pública e pareçam robustas à primeira vista, uma análise mais atenta revela fragilidades estruturais que comprometem a sua eficácia a longo prazo.

Em primeiro lugar, o investimento tecnológico nas câmaras de vigilância padece de uma limitação conceptual: a tecnologia é reativa. Uma câmara regista o crime e ajuda na investigação posterior, mas não tem a capacidade de o impedir no imediato.

Além disso, a videovigilância gera frequentemente o fenómeno de "deslocação do crime". Ao blindar eletronicamente as artérias principais e as zonas turísticas, a criminalidade não desaparece; migra simplesmente para as ruas paralelas, mais escuras e desprotegidas, transferindo o problema em vez de o resolver.

Em segundo lugar, a estratégia do policiamento de proximidade esbarra na dura realidade da escassez crónica de efetivos nas forças de segurança, nomeadamente na PSP e na GNR. Sem recursos humanos motivados, rejuvenescidos e em número suficiente, a promessa de ter o "polícia do bairro" presente nas ruas arrisca-se a ser uma intenção flutuante, visível apenas em momentos de maior pressão mediática.

Câmaras de vigilância não substituem a eficácia da farda na rua. É urgente que o poder político e as chefias das forças de segurança parem de camuflar o problema com soluções de cosmética tecnológica e assumam, de forma imediata, o reforço real e efetivo de polícias no terreno.

Exige-se de Matosinhos uma postura combativa que force o Governo central a dotar as esquadras locais de recursos humanos e meios dignos. A segurança dos cidadãos não pode continuar refém de promessas flutuantes ou de orçamentos curtos; exige investimento sério, policiamento preventivo e punição eficaz para quem desafia a ordem pública. Chegou a hora de exigir soluções estruturais antes que o sentimento de impunidade se instale em definitivo nas nossas ruas.

Afinal, uma cidade verdadeiramente segura não se mede pelo número de câmaras que nos vigiam, mas sim pela quantidade de polícias que nos protegem.

🚱"A recuperação dos nossos cursos de água é urgente e necessária. Está em causa o Ambiente e a saúde pública, mas não tr...
13/07/2026

🚱"A recuperação dos nossos cursos de água é urgente e necessária. Está em causa o Ambiente e a saúde pública, mas não troquemos a substância pela pressa."

Artigo de opinião de Humberto Silva Presidente do Conselho Consultivo da Associação Viver Matosinhos na crónica "Matosinhos em Falta":

tem por hábito começar os projetos pelo telhado — é o caso do rio Leça e da Ribeira da Riguinha.

O Rio traz consigo um histórico de poluição que lhe valeu a distinção de um dos rios mais poluídos da Europa; no entanto, a sua reabilitação começou pelas margens. O rio está com uma imagem mais digna, mais convidativa, mais fotografável, mas a estética esbarra com a realidade quando vemos, quase diariamente, imagens chocantes nas redes sociais de água poluída a entrar no rio sem qualquer tratamento. Os resultados químicos da água confirmam o problema: níveis de E. coli até 50 vezes acima do limite balnear, cádmio, zinco, fluoranteno, terbutrina (pesticida), entre outros.

O problema não é a falta de diagnóstico — é a dificuldade legal, e às vezes a falta de coragem, de resolver efetivamente os problemas. Será implementada uma rede de monitorização permanente, uma medida excelente, mas monitorizar sem consequências reais não passa de um exercício teórico.

A Ribeira da segue a tendência. Foram anunciados 8,9 milhões de euros para prolongar o exutor cerca de 650 metros. Reparemos bem no que isto significa: investe-se quase 9 milhões para executar um projeto que devia ser feito após a despoluição, não em vez dela.

Começar pelo exutor é o equivalente ambiental a varrer o lixo para debaixo do tapete. Perdem-se as referências visuais e olfativas que ajudam a detetar descargas e que, na última década, têm motivado as queixas. Vamos ter menos queixas — não necessariamente menos poluição. Quantas ligações ilegais se poderiam eliminar com 9 milhões de euros? O impacto ambiental seria certamente mais positivo e mais duradouro.

Mas ainda há outro dado importante: a APA terá isentado o exutor de Avaliação de Impacto Ambiental — um precedente perigoso.

Como se vincula legalmente a responsabilidade pelos impactos da obra? E onde serão disponibilizados publicamente os estudos técnicos que sustentam a decisão de avançar?

Perante essa condição, quem assumirá as medidas compensatórias ou indemnizatórias se algo correr mal? Este é um projeto importante de mais para a nossa praia para ser feito em cima do joelho.

A recuperação dos nossos cursos de água é urgente e necessária. Está em causa o Ambiente e a saúde pública, não troquemos a substância pela pressa.

🚨"Quem ganha as eleições, invariavelmente, não são as ideias nem os candidatos. Quem ganha é o monstro do sistema instal...
30/06/2026

🚨"Quem ganha as eleições, invariavelmente, não são as ideias nem os candidatos. Quem ganha é o monstro do sistema instalado"

No crónica quinzenal "Matosinhos em Falta" temos o artigo de opinião do Sócio Fundador e deputado à Assembleia de Freguesia de Matosinhos Carlos Alberto:

O Parasitismo Orçamental em Matosinhos: O Sistema que se Alimenta do Teu Voto

Digo-o hoje, amanhã e continuarei a espetar esta verdade desconfortável na cara de quem governa até ao dia em que for para a cova: em , o ato de votar é uma mera ilusão democrática. Quem ganha as eleições, invariavelmente, não são as ideias nem os candidatos. Quem ganha é o monstro do sistema instalado. Uma máquina voraz que vive, engorda e sobrevive exclusivamente à custa do orçamento municipal e dos impostos dos matosinhenses.

Vamos deixar a hipocrisia de lado, desde 2009 que o Partido Socialista (PS) em Matosinhos abdicou de qualquer réstia de ideologia. Transformou-se, sem pudor, num mero instrumento e testa-de-ferro ao serviço desses interesses instalados. Criou-se uma teia clientelar asfixiante, onde os tachos, os favores e a dependência financeira do erário público garantem a perpetuação do poder. É uma engrenagem viciada: o orçamento alimenta as clientelas e as clientelas garantem a maioria nas urnas. O sistema joga em casa, com as cartas marcadas, e ganha sempre.Contudo, esta fortaleza de interesses tem um calcanhar de Aquiles muito claro: a sua própria ganância.

Este parasita só sobrevive enquanto o hospedeiro tiver sangue. A verdadeira mudança em Matosinhos nunca virá por via do debate político civilizado ou de campanhas eleitorais cosméticas. O castelo de cartas só vai desmoronar no dia em que uma grave crise financeira fulmine as contas da Câmara Municipal. Quando a "mama" pública secar, o orçamento encolher e o bolo não chegar para todos, a lealdade partidária vai evaporar-se. Quando esses mesmos que hoje vivem à sombra do poder forem obrigados a morder-se uns aos outros e a lutar ferozmente por uma mísera côdea de pão, o sistema implodirá por dentro.

Só a escassez absoluta e o salve-se-quem-puder trarão a rutura. Até lá, Matosinhos continuará refém de uma elite que não serve o concelho — serve-se dele.

🗣️ "Esta sobreposição de obras não é dinamismo, é o reconhecimento tardio e desesperado de anos de inércia, lançado sobr...
16/06/2026

🗣️ "Esta sobreposição de obras não é dinamismo, é o reconhecimento tardio e desesperado de anos de inércia, lançado sobre os ombros dos cidadãos"

Artigo de opinião do sócio Fundador e actual Presidente da Direção Jorge Machado na crónica "Matosinhos em Falta":

encontra-se numa encruzilhada histórica. Dez anos são o tempo de uma geração, tempo suficiente para projetar, estruturar e consolidar o futuro de um concelho. Sob a liderança da Dra. Luísa Salgueiro, faltou a grande visão estrutural, faltou planeamento de fundo e faltou a coragem de enfrentar os problemas com a seriedade que mereciam. O culminar desta ausência de rumo manifesta-se hoje no flagelo urbano que sofremos: a concentração desordenada de empreitadas simultâneas que asfixia as nossas artérias e rouba aos matosinhenses tempo e paz de espírito, ambos vão sem voltar, pelo menos iguais.

Esta sobreposição de obras não é dinamismo, é o reconhecimento tardio e desesperado de anos de inércia, lançado sobre os ombros dos cidadãos num calendário cautelosamente escolhido para uma transição suave do trono camarário, onde, curiosamente, o sucessor já tem nome e rosto.

Os mandatos de Luísa Salgueiro em Matosinhos revelam uma governação que confunde o volume de despesa pública com visão estratégica para o concelho, caracterizando-se por uma gestão de cosmética urbana e manutenção do edificado existente que falha em apresentar marcas ou infraestruturas próprias.

Embora o executivo se gabe de investimentos avultados na reabilitação de escolas e bairros municipais, estes fortemente alavancados pela descentralização de competências e pelos fundos do PRR, a ausência de um planeamento de mobilidade a longo prazo culminou no atual sufoco das vias públicas.

Um dado curioso é que o vereador para a mobilidade é Carlos Mouta que nos últimos meses tem andado a dar a cara e aparecer (por vezes de forma caricata) insistentemente em todo o lado como o tal rosto da sucessão do actual executivo, no entanto não aparece para dar a cara pela falta de soluções nas áreas que são da sua responsabilidade tornando-o no principal responsável pelo estado da mobilidade em Matosinhos.

A gravidade da situação atinge o seu expoente máximo no isolamento do Norte do concelho com o encerramento da nossa ponte móvel por três longos meses onde deixa de ser um mero transtorno logístico. É um atentado à coesão do nosso território, uma barreira física e económica que impõe um calvário diário a milhares de trabalhadores e famílias. Governar é, acima de tudo, prever e proteger. Isolar as freguesias a Norte do Porto de Leixões desta forma é a prova inequívoca da desconexão entre quem decide e a realidade daqueles que diariamente tentam fazer a sua vida pelo concelho.

Esperemos que pelo menos se aproveitem estes meses de desespero para que a CMM e a APDL se sentem à mesa a negociar os horários de não abertura da ponte para que a transição pós obras não seja mais aberturas em horários de ponta.

A promessa eleitoral do actual executivo de uma 'terceira travessia' entre Matosinhos e Leça da Palmeira é o exemplo claro da política de ilusão, um projeto fantasma que nunca existiu sendo a sua única utilidade enganar mais uns quantos milhares de tolos em plena altura eleitoral.

A alternativa a este modelo de sobressalto constante não assenta em promessas fáceis, mas sim no compromisso com a competência, com a transparência e com uma visão de longo prazo que devolva o orgulho ao nosso concelho. É tempo de erguer os olhos para o futuro e reconstruir o rumo da nossa terra.

Senhor de Matosinhos: A tradição está de volta!É com grande satisfação que anunciamos o início da Romaria do Senhor de M...
14/05/2026

Senhor de Matosinhos: A tradição está de volta!

É com grande satisfação que anunciamos o início da Romaria do Senhor de Matosinhos. De 15 de maio a 7 de junho, a nossa cidade recebe uma das maiores e mais importantes festas populares de Portugal.

Estão todos convidados a celebrar connosco.

Aproveitamos para dar uma nota positiva à autarquia pela atenção demonstrada às sugestões apresentadas por esta associação e pelos munícipes, focadas na mitigação dos constrangimentos de mobilidade e na redução de eventuais transtornos durante o decorrer das festividades.

Desejamos a todos umas excelentes festas!

🛑 Matosinhos e Leça: A nossa casa ou o recinto de festas do Norte?O verão está a chegar e a nossa associação olha para a...
05/05/2026

🛑 Matosinhos e Leça: A nossa casa ou o recinto de festas do Norte?

O verão está a chegar e a nossa associação olha para a agenda cultural dos próximos meses com enorme preocupação. Senhor de Matosinhos, Rally de Portugal, MEO Marés, Beach Party, Primavera Sound, Festival Continente, entre outras que aparecem na última hora.

Todos gostamos de ver a nossa terra com vida, dinâmica e a celebrar. Mas não ficamos indiferentes à situação de milhares de munícipes que vivem em Matosinhos e Leça da Palmeira. Qual é o custo social - e também financeiro - suportado individualmente por todos aqueles que vivem diariamente estes constrangimentos?

Com uma cidade cada vez mais cheia não podemos ignorar o que se passa na "época alta":

🚗 O Caos Diário: Numa cidade já de si caótica e em obras, o trânsito colapsa. O estacionamento desaparece. O simples ato de voltar do trabalho para casa vira um teste de paciência.

😴 O Fim do Descanso: Te**es de som à tarde, concertos até de madrugada e o ruído nas ruas. O direito ao descanso das famílias e dos trabalhadores é atropelado semana após semana.

🗑️ Falta de Higiene e Civismo: É triste ver as nossas ruas, cantos e passeios transformados em urinóis a céu aberto, acompanhados de lixo acumulado e barulho de quem regressa das festas a altas horas.

Perguntamos:

👉 Qual é o real retorno financeiro deste acumular brutal de eventos para a nossa economia? E, mais importante: esse retorno compensa o sacrifício do bem-estar, da segurança e da sanidade mental dos munícipes? Onde está o investimento para mitigar estes impactos no dia a dia?

Não somos contra a cultura, a música ou as feiras. Somos, sim, a favor do EQUILÍBRIO. Limites, planeamento sério, reforço de limpeza e policiamento eficaz.

Matosinhos e Leça não podem ser apenas o "parque de diversões" de quem nos visita; têm de ser, acima de tudo, a casa de quem cá vive!

Endereço

Matosinhos

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviamos-lhe um e-mail quando Associação Viver Matosinhos publicar novidades e promoções. O seu endereço de e-mail não será utilizado para nenhum outro fim e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Atalhos

Partilhar