PFARN - Associação Portuguesa Para A investigação da Anemia de Fanconi

PFARN - Associação Portuguesa Para A investigação da Anemia de Fanconi PFARN - Associação Portuguesa para a Investigação da Anemia de Fanconi Cromossomas de um paciente diagnosticado com Anemia de Fanconi

4.
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OBJETIVOS DA PFARN:

Promoção do diagnóstico clínico precoce e da acuidade do seguimento dos pacientes com AF, de acordo com os pontos que se seguem:

1. Levantamento epidemiológico da anemia de Fanconi (daqui em diante designada por AF) em Portugal e constituição de um registo nacional de pacientes AF, cumprindo a legalidade vigente no que respeita à proteção de dados.



2. Divulgação da AF jun

to das especialidades susceptíveis de serem confrontadas com as suas diferentes co-morbilidades no sentido de promover a acuidade diagnóstica e

combater o subdiagnóstico/diagnóstico tardio.



3. Uniformização de protocolos nacionais de procedimentos e seguimentos médicos para pacientes com AF, desde o seu diagnóstico, que sejam adequados a cada uma das fases da doença, contemplando a multidisciplinaridade que lhes é inerente. Uniformização de protocolos nacionais de transplante de me

dula óssea e promoção da colaboração entre serviços médicos e estas unidades no sentido de optimização dos procedimentos pré e pós transplante.



5. Otimização dos serviços prestados aos pacientes AF no âmbito do aconselhamento genético e diagnóstico pré-implantatório e pré-natal.



6. Levantamento e promoção da certificação e/ou acreditação de laboratórios comprometidos com o diagnóstico da AF.



7. Apoio aos pacientes AF pela coordenação de meios que facilitem o correto diagnóstico e tratamento.



6. Implementação de ações sociais nas imediações dos familiares dos pacientes AF.



8. Promoção da informação e divulgação da AF.

8.1. Criação de uma página Web com os registos da rede e informação sobre a AF.

8.2. Implementação de um plano de formação sobre a AF.

8.3. Criação de suportes audiovisuais para a divulgação e sensibilização da AF. Promoção da investigação básica e clínica em torno da AF, de acordo com os pontos que se seguem:



10. Caracterização e análise da função dos genes da AF (FANC), cumprindo a legalidade vigente no que respeita à proteção de dados e ao consentimento informado dos pacientes AF e familiares.

10.1 Caracterização do gene implicado na doença em cada caso individual (também para utilizar como complemento ao diagnóstico).

10.2. Caracterização das deleções e mutações intragénicas implicadas na doença em cada caso individual (também para utilizar como complemento ao diagnóstico).

10.3. Implicação dos genes FANC na regulação da sobrevivência celular.

10.4. Implicação da perda dos genes FANC na função dos percursores hematopoiéticos.

10.5 Análise da biologia telomérica e da sua relação com as proteínas da via AF.

10.6. Genómica e proteómica dos genes FANC.



11. Estabelecimento de fatores prognósticos.

11.1.Valor prognóstico relacionado com o grau de malformações congénitas.

11.2 Valor prognóstico associado com parâmetros analisados em sangue periférico e medula óssea.

11.3.Valor prognóstico associado com subtipagem.

11.4.Valor prognóstico relacionado com o grau de disfunção telomérica e o nível de fragilidade cromossómica, espontânea e induzida.

11.5.Valor prognóstico associado com o tipo de mutação nos genes FANC.



12. Geração de um banco de linhas celulares de pacientes com AF, cumprindo a legalidade vigente no que respeita a proteção de dados, parecer positivo por parte de uma Comissão de Ética para a Saúde (CES) e consentimento informado dos pacientes AF e familiares.

12.1 Imortalização de células primárias de sangue periférico.

12.2 Imortalização de fibroblastos de pele.



13. Investigação e desenvolvimento de procedimentos de terapia genética para o tratamento de pacientes com AF como alternativa terapêutica, cumprindo a legalidade vigente no que respeita a proteção de dados, parecer positivo por parte de uma CES e consentimento informado dos pacientes AF e familiares.

13.1 Estudos pré-clínicos em modelos animais.

13.2 Recolha de inóculos hematopoiéticos de pacientes.

13.3 Participação nos ensaios clínicos a decorrer internacionalmente.



14. Investigação e desenvolvimento de protocolos para a prevenção do agravamento das manifestações clínicas da AF, cumprindo a legalidade vigente no que respeita a proteção de dados, parecer positivo por parte de uma CES e consentimento informado dos pacientes AF e familiares.

14.1 Estudos pré-clínicos em modelos animais.

14.2 Recolha de sangue periférico de pacientes.

14.3 Implementação de ensaios clínicos.

“Helena Esteves, de 17 anos, e Henrique Esteves, de 11, já partilharam o mesmo campo por várias vezes. Ele dentro das qu...
21/06/2026

“Helena Esteves, de 17 anos, e Henrique Esteves, de 11, já partilharam o mesmo campo por várias vezes. Ele dentro das quatro linhas, a jogar futsal. Ela com o apito na mão, a dirigir a partida como árbitra.

À primeira vista, nada distingue Helena e Henrique de qualquer outro jovem. Frequentam a escola, praticam desporto e fazem planos para o futuro. Mas ambos vivem com Anemia de Fanconi, uma doença genética rara que marcou profundamente o percurso da família desde a infância dos filhos.

A história começou em 2009, com o nascimento de Helena. Durante a gravidez surgiram algumas suspeitas de que algo poderia não estar bem, mas os exames realizados não permitiram chegar a qualquer diagnóstico.

Aos seis anos, Helena começou a apresentar sinais de falência da medula, com valores muito baixos de hemoglobina, plaquetas e glóbulos brancos. Seguiu-se a procura de um dador compatível e o transplante, realizado há nove anos.

O percurso de Henrique foi diferente. Apesar da doença, era uma criança extremamente ativa e disfarçava bem o cansaço provocado pela anemia. Quando os exames revelaram uma quebra acentuada dos valores sanguíneos, foi necessário acelerar todo o processo.

O transplante acabaria por acontecer há quatro anos. Para Sandra, aqueles foram dos momentos mais difíceis da vida.

Mas a vida não é feita apenas de consultas e cuidados. Henrique encontrou no futsal uma das suas maiores paixões. Helena seguiu um caminho diferente. Decidiu tirar o curso de árbitra e começou a dirigir jogos de futsal.

Em vários encontros, os dois irmãos acabaram por partilhar o mesmo campo: Henrique como jogador, Helena como árbitra. Uma imagem simples para quem estava na bancada. Mas carregada de significado para quem conhece a história por trás dela.

Foi precisamente por isso que decidiu partilhar publicamente o percurso da família. Porque, apesar dos transplantes, das limitações e dos desafios que continuam a existir, a família nunca deixou de procurar aquilo que todos procuram:

Ser feliz. E continuar a viver normalmente.“

Reportagem: .baixatv

“Para a maioria das pessoas presentes, era apenas mais um jogo. Para a família Esteves, natural do Fundão, era muito mai...
21/06/2026

“Para a maioria das pessoas presentes, era apenas mais um jogo. Para a família Esteves, natural do Fundão, era muito mais do que isso.”

Helena Esteves, de 17 anos, e Henrique Esteves, de 11, já partilharam o mesmo campo por várias vezes. Ele dentro das quatro linhas, a jogar futsal. Ela com o apito na mão, a dirigir a partida como árbitra.

Para a maioria das pessoas presentes, era apenas mais um jogo. Para a família Esteves, natural do Fundão, era muito mais do que isso.

À primeira vista, nada distingue Helena e Henrique de qualquer outro jovem. Frequentam a escola, praticam desporto e fazem planos para o futuro. Mas ambos vivem com Anemia de Fanconi, uma doença genética rara que marcou profundamente o percurso da família desde a infância dos filhos.

“O que os distingue? Nada”, garante Sandra Esteves, a mãe dos meninos. “Só quem conhece a doença consegue identificar algumas alterações. Quem não conhece vê dois seres completamente normais.”

A história começou em 2009, com o nascimento de Helena. Durante a gravidez surgiram algumas suspeitas de que algo poderia não estar bem, mas os exames realizados não permitiram chegar a qualquer diagnóstico.

A confirmação surgiria apenas quando a menina tinha seis anos.

“É um ruir de castelo de cartas. É ficar sem chão”, recorda a mãe. “Tudo o que idealizamos para a nossa vida e para a nossa família deixa de existir. É reescrever a história. É começar a viver um dia de cada vez.”

A Anemia de Fanconi é uma doença genética rara que afeta os mecanismos de reparação do ADN e compromete a produção normal das células sanguíneas. Além de provocar malformações congénitas, pode causar falência da medula óssea e aumentar significativamente o risco de desenvolver outras doenças ao longo da vida.

No caso de Helena, a doença manifesta-se pela ausência do polegar esquerdo. Henrique nasceu com uma malformação no ouvido esquerdo, que lhe reduziu a audição e o obriga a utilizar um aparelho auditivo específico.

Quando recebeu o diagnóstico da filha, Sandra percebeu rapidamente que o filho mais novo poderia também ser portador da doença.

“Quando descobrimos o que a Helena tinha, o Henrique tinha um ano. Depois de sabermos o que era a Anemia de Fanconi, olhámos para ele e percebemos que era preciso muita sorte para também não ser portador.”

A confirmação chegaria mais tarde.

A doença é hereditária e transmite-se de forma recessiva. Isto significa que ambos os pais são portadores de alterações genéticas associadas à patologia sem apresentarem sintomas, existindo uma probabilidade de 25% de os filhos nascerem com a doença.

“Não havia qualquer sinal. Nunca imaginámos que isto pudesse fazer parte das nossas vidas”, admite Sandra.

Mas compreender a origem genética da doença não apagou o impacto emocional do diagnóstico.

“Foi um choque muito grande”, recorda. “Naquela altura pensei: ‘Bem, isto é um castigo de Deus. Que mal é que eu fiz? Que mal é que o pai dos meus filhos fez para nós merecermos isto?’ Porque nós só queríamos filhos com saúde e ter uma vida normal.”

Foram perguntas sem resposta imediata. Como muitos pais confrontados com uma realidade inesperada, Sandra procurou durante algum tempo perceber porquê.

Com o passar dos anos, porém, a família encontrou uma nova forma de olhar para aquilo que lhes aconteceu.

“Este passou a ser o nosso normal.”

E foi a partir dessa aceitação que começou uma nova etapa.

“Desistir não é opção. Para a frente é que é caminho.”

Com o passar dos anos, tanto Helena como Henrique acabariam por necessitar de um transplante de medula óssea.

Aos seis anos, Helena começou a apresentar sinais de falência da medula, com valores muito baixos de hemoglobina, plaquetas e glóbulos brancos. Seguiu-se a procura de um dador compatível e o transplante, realizado há nove anos.

O percurso de Henrique foi diferente.

Apesar da doença, era uma criança extremamente ativa e disfarçava bem o cansaço provocado pela anemia. Quando os exames revelaram uma quebra acentuada dos valores sanguíneos, foi necessário acelerar todo o processo.

“Precisou de transfusões durante dez meses. Tivemos alguns apertos porque ele é alérgico a plaquetas e a hemácias”, recorda a mãe.

O transplante acabaria por acontecer há quatro anos.

Para Sandra, aqueles foram dos momentos mais difíceis da vida.

“Tivemos que levar os nossos filhos a transplante de medula óssea. Não deve ser das coisas mais difíceis da vida, mas é muito difícil para um pai e para uma mãe. É colocar tudo em causa.”

Toda a vida familiar teve de ser reorganizada em função da doença.

“É aprender a viver”, resume. “É aprender a brincar com a nossa condição de família.”

Depois dos transplantes começou uma nova fase, marcada por cuidados permanentes e vigilância médica constante.

O maior perigo passou a ser o risco de infeções.

“Nós vivemos em Covid desde 2017”, resume Sandra.

Muito antes da pandemia, a família já estava habituada a desinfetar tudo o que entrava em casa, a evitar multidões e a limitar contactos sociais para proteger os filhos.

Durante os períodos de recuperação, Helena esteve afastada da escola durante cerca de 20 meses. Henrique durante 11.

Apesar disso, nenhum deles perdeu um único dia de aulas.

Graças ao empenho das professoras, as salas de aula passaram para dentro de casa através de videochamadas. Mesmo durante os internamentos, os dois irmãos continuaram a acompanhar as matérias e a participar nas aulas.

“Os colegas deles passaram a ter um computador como colega”, recorda Sandra. “A Helena e o Henrique tiveram uma escola dentro de um quarto.”

Hoje, a vigilância continua a fazer parte da rotina familiar. A exposição solar é limitada devido ao risco acrescido de complicações dermatológicas e oncológicas.

Sandra aprendeu até a lidar com algumas dessas limitações através do humor.

“Eu costumo dizer que somos uma família de morcegos”, conta entre sorrisos. “Só saímos à noite.”

Mas a vida não é feita apenas de consultas e cuidados.

Henrique encontrou no futsal uma das suas maiores paixões. Durante muito tempo, Sandra procurou travar o entusiasmo do filho, receosa dos riscos que a prática desportiva pudesse representar. A decisão acabou por ficar nas mãos dos médicos.

“Eu dizia sempre que tinham de ser eles a autorizar”, recorda.

Quando recebeu luz verde para jogar, Henrique não hesitou. A mãe acabou por convencê-lo a trocar o futebol pelo futsal, uma modalidade praticada em espaços fechados e menos exposta ao sol e às condições climatéricas.

Desde então, a bola tornou-se uma presença constante.

“A partir do momento em que ele pôde pôr uma bola nos pés, é a alegria dele”, conta Sandra.

Mas há uma condição que nunca muda.

“Joga se for com alegria. Se não for com alegria, não vale a pena jogar.”

Helena seguiu um caminho diferente. Decidiu tirar o curso de árbitra e começou a dirigir jogos de futsal.

Foi assim que surgiu um dos momentos mais especiais para a família.

Em vários encontros, os dois irmãos acabaram por partilhar o mesmo campo: Henrique como jogador, Helena como árbitra.

Uma imagem simples para quem estava na bancada.

Mas carregada de significado para quem conhece a história por trás dela.

“Não é todos os dias, com esta história toda, que conseguimos ver os nossos filhos juntos a fazer uma coisa de que gostam”, afirma Sandra, orgulhosa daquilo que os filhos já conseguiram conquistar.

Foi precisamente por isso que decidiu partilhar publicamente o percurso da família.

Habitualmente reservada em relação à doença, acredita que a história dos filhos pode ajudar outras crianças e outras famílias a enfrentar momentos difíceis.

“Quero que eles possam ser exemplo para outras crianças e para outros jovens que às vezes se veem privados da vida normal”, explica.

A mãe acredita que o percurso dos filhos prova que é possível continuar a sonhar, mesmo perante uma doença rara.

“Não é para desistir. Consegue-se dar a volta e ter uma vida aparentemente normal.”

Porque, apesar dos transplantes, das limitações e dos desafios que continuam a existir, a família nunca deixou de procurar aquilo que todos procuram.

Ser feliz.

E continuar a viver normalmente.

O 3º Encontro Científico Anual da FA Europe, aconteceu no último mês de maio, na Universidade Médica de Gdansk, na Polón...
08/06/2026

O 3º Encontro Científico Anual da FA Europe, aconteceu no último mês de maio, na Universidade Médica de Gdansk, na Polónia. A programação abrangeu uma ampla gama de tópicos, desde a experiência dos doentes até a investigação científica.

Este ano, 14 países europeus estiveram representados, assim como os Estados Unidos e o Canadá e várias oportunidades e compromissos de colaboração foram assumidos durante o evento.

Ao longo de dois dias, a reunião abordou temas como:
· Transplante de estaminais hematopoiéticas
· Cancro e vigilância do cancro
· Terapias novas e emergentes
· Biologia da anemia de Fanconi
· Transição para a idade adulta e cuidados
· Experiência do doente e qualidade de vida

A PFARN esteve representada pela sua presidente Beatriz Porto .beatriz.porto e pela sócia Cláudia Oliveira, que inclusive apresentou uma comunicação oral intitulada “Dysfunctional antioxidant response in RBCs from FA patients: GSTP1, GPx and MnSOD as potential endotype biomarkers”.

Assim, Portugal continua integrado em eventos internacionais no âmbito da anemia de Fanconi e a PFARN reitera o seu compromisso em partilhar todas as informações e ações com os doentes e familiares portugueses.

A PFARN esteve presente nas Comemorações do Dia das Doenças Raras no i3S (Instituto de Investigação e Inovação em Saúde,...
02/03/2026

A PFARN esteve presente nas Comemorações do Dia das Doenças Raras no i3S (Instituto de Investigação e Inovação em Saúde, Universidade do Porto), no último dia 27 de fevereiro.

Com o tema: “O papel central dos doentes na investigação”, a iniciativa teve por objetivo criar espaços de diálogo entre pesquisadores, pacientes e associações de doentes raros, além de marcar o Dia das Doenças Raras de 2026.

A PFARN tem a honra de ter como participante ativa da associação uma doente adulta de anemia de Fanconi e investigadora no ♥️

Nas imagens:
1. Francisca Brás, Nádia Neto, Beatriz Porto e Cláudia Oliveira.
2. Agenda do encontro realizado.

Sabia que a anemia de Fanconi é uma doença genética rara? Estamos no mês mundial das doenças raras e precisamos dar visi...
25/02/2026

Sabia que a anemia de Fanconi é uma doença genética rara?

Estamos no mês mundial das doenças raras e precisamos dar visibilidade para a nossa causa.

07/02/2026

Fevereiro é o mês dedicado às Doenças Raras.

No ano passado, conseguimos inserir o tema em reportagem nacional, para além de destacar a anemia de Fanconi, que se configura como uma doença rara.

Vale a pena rever a reportagem do Jornal da Tarde da RTP de 22 de fevereiro de 2025 e continuar a trazer o assunto para um debate mais profundo.

Imagens: RTP

28/01/2026

“Uma pessoa não é o seu diagnóstico”

Um vídeo feito por Beatriz - psicóloga da Espanha que acompanha doentes Fanconi - e que traz uma mensagem importante para todos:

‼️ conheçam mais sobre a doença para que possam ser mais compreensíveis e empáticos com quem tem anemia de Fanconi! ‼️

Obrigado e pelo trabalho incrível que realizam ♥️

14/01/2026

Sabrina é alemã e mãe de dois meninos com anemia de Fanconi. Neste momento a família está à procura de um dador de medula e ela tem feito campanhas nas redes sociais para que essa busca termine o quanto antes.

Traduzimos e legendamos a parte 1 do vídeo em que ela explica o que é a doença porque acreditamos que essa informação é importante e deve chegar a mais pessoas.

Compartilhe o vídeo com a sua rede de contactos e acompanhe o perfil da .bckr para podermos ajudá-los♥️

A Associação Portuguesa para a Investigação da Anemia de Fanconi - PFARN - deseja a todos um Natal de renascimento, espe...
22/12/2025

A Associação Portuguesa para a Investigação da Anemia de Fanconi - PFARN - deseja a todos um Natal de renascimento, esperança, união, amor e muita saúde!!!

Até 2026!

Novamente, a nossa associação muito bem representada por , mas desta vez na 29• Reunião Anual da  ♥️Considerado o maior ...
21/11/2025

Novamente, a nossa associação muito bem representada por , mas desta vez na 29• Reunião Anual da ♥️

Considerado o maior evento de Genética Humana em Portugal, o programa conta com mais de 15 palestrantes e vai debater diversos temas dentro da genética e das doenças raras. Por isso, a importância de levar a anemia de Fanconi a estas discussões.

Obrigada, Francisca, por mais uma vez representar tão bem a PFARN!

Endereço

Porto/Coimbra/
Lisbon

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