20/05/2026
🚨 O Sudão do Sul atingiu um ponto de rutura.
Num espaço de pouco mais de um ano, ataques indiscriminados contra a população e infraestruturas civis, recrutamento forçado e violência sexual tornaram-se realidades diárias. A escalada do conflito deixou cerca de 762 mil pessoas sem acesso a cuidados médicos vitais.
📢 “Fugi com a minha criança. Conseguia ver a aldeia a arder ao longe […]. As pessoas mais velhas ficaram para trás, não conseguiam fugir connosco. Mataram as pessoas mais velhas.” O testemunho desta mulher deslocada, que foi atendida pela MSF no estado de Jonglei, reflete a o dia a dia da população.
No novo relatório "Mataram-nos enquanto fugíamos", a MSF documenta o impacto devastador desta crise. Apenas entre janeiro de 2025 e abril de 2026, as nossas equipas e instalações de saúde sofreram 12 ataques diretos.
🛑 Apelamos ao governo do Sudão do Sul, às forças da oposição e a todos os grupos envolvidos para que respeitem o direito internacional humanitário e protejam a população. A assistência médica e as pessoas nunca devem ser um alvo.
Saiba mais sobre a escalada de violência no Sudão do Sul e leia o relatório completo no nosso site. 👇
"Mataram-nos enquanto fugíamos": novo relatório da MSF revela o impacto devastador da escalada do conflito e da violência no Sudão do Sul