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Na Lisboa do XVIII a reforma do Estado com D.José e o Marquês de Pombal, passaram também pela contenção da excessiva inf...
20/09/2026

Na Lisboa do XVIII a reforma do Estado com D.José e o Marquês de Pombal, passaram também pela contenção da excessiva influência da Igreja na sociedade civil e nos assuntos internos do Estado, atingindo uma parte do eclesiástico, nesta passagem, entre muitas outras, ficam bem claras as intenções de mudança para o Reino.
Página 162 do Segundo Volume "Lisboa Mercantil e Maçónica, Portugal e Brasil governados pela Junta do Comércio" da Obra
"A Verdadeira Equipa do Marquês de Pombal" quatro volumes com novos enquadramentos dos factos do século iluminista em Portugal e no Império Colonial.

Site oficial com informações sobre os quatro volumes.
https://equipadomarquesdep.wixsite.com/marquesdepombal
Email para informações e encomendas.
[email protected]
O autor,
Mauro Burlamaqui Sampaio

Na Lisboa do XVIII a reforma do Estado com D.José e o Marquês de Pombal, passaram também pela contenção da excessiva influência da Igreja na sociedade civil e nos assuntos internos do Estado, atingindo uma parte do eclesiástico, nesta passagem, entre muitas outras, ficam bem claras as intenções de mudança para o Reino.

Página 162 do Segundo Volume "Lisboa Mercantil e Maçónica, Portugal e Brasil governados pela Junta do Comércio" da Obra
"A Verdadeira Equipa do Marquês de Pombal" quatro volumes com novos enquadramentos dos factos do século iluminista em Portugal e no Império Colonial.

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O autor,

Mauro Burlamaqui Sampaio

Não o senhor Ministro está errado. É uma visão limitada e distorcida.A PSU é uma boa ideia para simplificar a gestão no ...
11/06/2026

Não o senhor Ministro está errado. É uma visão limitada e distorcida.
A PSU é uma boa ideia para simplificar a gestão no Estado e contribui para a dignidade das pessoas, mas a afirmação de "incentivo ao trabalho e não desperdiçar mão de obra" é incorrecta e maniqueísta.
O trabalho obrigatório em sede social com a ideia de ser incentivo ao trabalho parece significar que estas pessoas não trabalham, absurdo, ofensivo e é falso.
Primeiro Sr Ministro; as pessoas TRABALHAM possuem actividades várias seja no trabalho informal ou nos negócios para obviamente complementar o rendimento e sobreviver, muitos destes já trabalham em serviços sociais, juntas de freguesia, Santa Casa, incluindo, o trabalho no lar e acompanhamento de crianças filhos ou de terceiros.
Segundo; relativamente a mão-de-obra a afirmação é particularmente traficante "dar-lhe este nome", na realidade "proporciona" espécie de mão-de-obra barata causando constrangimentos naturais para quem recebe o beneficiário e para o próprio.
Terceiro; Já existe muito pessoal formado na área social a prestar serviço das mais variadas formas com vínculos efectivos, e também precários.
Mais, esta discriminação à partida, gera uma segunda no ambiente de trabalho, "sugerindo" ser alguém que não foi aceite no mercado, depois, há o problema daqueles que já não possuem subsídio desemprego e nem estão na idade da reforma, adultos maduros/as com muita experiência e formação, por outras palavras, podemos dizer que: a sociedade tenta "fazer um favor" a quem excluiu, imagine-se numa empresa do Estado ou Privada onde a maioria entrou sem concurso, ou por cunhas, basicamente é estar a ser "avaliado" por quem tem menos autoridade moral, experiência, formação e competências, sim, não funciona e causa mal-estar para ambas as partes. Certamente ninguém vai fazer este "estágio" para ser "avaliado ou julgado", mas o estigma já lá está sendo potenciado e, portanto, esta ideia peca por defeito.
Então vai uma ideia; se avançar o "Estágio", que seja feito em ambiente laboral de acordo com a experiência profissional do beneficiário e onde ele possa aprender ainda mais, e não ensinar a quem excluiu. Pode parecer que não é bem assim, mas eu não tenho dúvidas que é mesmo assim. E aqui cabem todas as variantes que fazem dos trabalhadores um a um, casos particulares.
Falta cultura de trabalho, sentido de equipa e produtividade, acrescentar sentido de caridade é absolutamente dispensável, nós não estamos nos países nórdicos.
Mauro Burlamaqui Sampaio

https://www.noticiasaominuto.com/economia/3003766/governo-psu-e-incentivo-ao-trabalho-e-evita-desperdicar-mao-de-obra?fbclid=IwY2xjawSYKAhleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEepn5yJk54vOUgEXUpz0hXTgOim3QDQxLI5whSO885oLjBcsnRvAR50DIcc4o_aem_ZmFrZWR1bW15MTZieXRlcw

 

Lisboa e Viena em 1760.  Um enquadramento europeu muito diferente. O Conde Staremberg ministro enviado austríaco a Lisbo...
08/06/2026

Lisboa e Viena em 1760.
Um enquadramento europeu muito diferente.
O Conde Staremberg ministro enviado austríaco a Lisboa em 1750/1751, tinha sido colega na diplomacia de Sebastião José de Carvalho e Melo em Viena, chegou esperançado por acordos nos negócios de dimensão internacional na área mercantil. Esta vinda para Staremberg era um momento interessante para constatar o quanto Portugal e Áustria estavam em situações muito diferentes, a surpresa ao verificar a dimensão dos negócios e, sobretudo, o facto de Portugal a semelhança de Inglaterra, França e Espanha estarem envolvidos na dinâmica Atlântica, contraste absoluto com realidade austríaca sempre empenhada no jogo de influências no centro europeu com as nações de matriz Alemã. Staremberg e Sebastião, apesar da simpatia e proximidade enquanto conhecidos e colegas na diplomacia, não conseguiram avançar com projectos propostos por Staremberg facto que se deve ao domínio de outros grupos mercadores estrangeiros instalados em Lisboa há muitas décadas e de plena confiança de D. João V e D. José I.
Dois mundos diferentes que se encontram no espaço europeu bem dividido entre nações já mergulhadas e envolvidas no projecto atlântico enquanto outras do centro da Europa estavam ainda nos jogos de alianças entre cortes e coincidentemente sem impérios coloniais, todavia, na impediu que Viena continuava a ser um dos centros da cultura europeia do seu tempo e da diplomacia internacional.
Em 1745 quando Sebastião foi nomeado para a Embaixada de Viena torceu o nariz, nunca quis, e faz sentido, sabia ele, que ao contrário de Londres, Viena não era um dos centros de interesse nos negócios internacionais mercantis, o gosto pelos negócios, veio da experiência em Londres e depois pelo convívio próximo com as famílias mercadoras-banqueiras sediadas ou viventes em Lisboa e, foi as mesmas, que conseguiu mais tarde empreender as reformas económicas internas criando as companhias mercadoras estatais.
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(Nas imagens, Viena de Áustria, com pintura óleo de Bernardo Bellotto e Lisboa na gravura de Georg Balthasar Probst ambas de 1760)
Não deixe de ver o site oficial.
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Trabalho científico inteiramente documentado e ilustrado com material de época.
Mais Informações sobre o tipo de formatação, cronologia e encomendas pelo email.
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Preços especiais.
Na compra de apenas um livro - 23 euros.
Na compra de dois ou três livros - o valor é de 17 euros cada um.
Na compra dos quatros livros - o valor é de 15 euros cada um.
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Atentamente aos leitores.
Mauro Burlamaqui Sampaio

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