ANTEM - Associação Nacional dos Técnicos de Emergência Médica

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ANTEM - Associação Nacional dos Técnicos de Emergência Médica A ANTEM representa os interesses dos profissionais e dos Serviços Médicos de Emergência

09/10/2026

🚁 🇺🇸 Não é que gostem particularmente de voar depressa… Mas o helicóptero AirHeart 2 🇺🇸 parece ter alguma dificuldade em permanecer muito tempo em terra!

Preparado, equipado e sempre pronto para entrar em ação, o AirHeart 2 🇺🇸 está à espera de uma oportunidade para pôr os rotores a trabalhar. Quando chega o alerta, é hora de levantar voo! 💨

Porque, quando cada segundo conta, estar pronto para partir faz toda a diferença.

Do voo, trata o AirHeart 2! 💙 🚁 🇺🇸

𝗣𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝗮𝗹 𝗽𝗿𝗲𝗰𝗶𝘀𝗮 𝗱𝗲 𝘂𝗺 𝘃𝗲𝗿𝗱𝗮𝗱𝗲𝗶𝗿𝗼 𝗘𝗠𝗦 - 𝗻𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝘂𝗺𝗮 𝗰𝗮𝗿𝗶𝗰𝗮𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗮𝗱𝗺𝗶𝗻𝗶𝘀𝘁𝗿𝗮𝘁𝗶𝘃𝗮 𝗱𝗲 𝗘𝗠𝗦.Há décadas que se comete o mesmo er...
07/10/2026

𝗣𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝗮𝗹 𝗽𝗿𝗲𝗰𝗶𝘀𝗮 𝗱𝗲 𝘂𝗺 𝘃𝗲𝗿𝗱𝗮𝗱𝗲𝗶𝗿𝗼 𝗘𝗠𝗦 - 𝗻𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝘂𝗺𝗮 𝗰𝗮𝗿𝗶𝗰𝗮𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗮𝗱𝗺𝗶𝗻𝗶𝘀𝘁𝗿𝗮𝘁𝗶𝘃𝗮 𝗱𝗲 𝗘𝗠𝗦.

Há décadas que se comete o mesmo erro conceptual: olhar para o Serviço Médico de Emergência como um problema de ambulâncias, escalas, transporte e recursos humanos.

Isso não é EMS.

EMS é um sistema clínico e operacional integrado.

Exige ambulâncias dedicadas, clínicos especif**amente educados para a prática da medicina pré-hospitalar, despacho clínico, comunicações robustas, protocolos, medical oversight, capacidade de suporte básico e avançado de vida, transporte diferenciado, HEMS, integração com trauma systems, acesso adequado aos hospitais, registos clínicos, indicadores, quality improvement e avaliação permanente de resultados.

E há uma regra elementar:

o sistema deve ser desenhado em função do paciente - não em função da estrutura administrativa existente.

Não se começa por perguntar que profissão já existe e depois se tenta encaixá-la na ambulância.

Começa-se por perguntar:

Que cuidados este paciente necessita antes de chegar ao hospital?

Depois define-se:

que profissional, que educação, que equipamento, que protocolo, que transporte e que supervisão são necessários para os prestar?

É assim que se constrói EMS.

Não se resolve uma emergência pré-hospitalar simplesmente colocando mais pessoas dentro de viaturas.

Não se cria capacidade clínica retirando competências ao terreno.

Não se faz system design copiando a organização hospitalar.

E muito menos se transforma EMS numa mera extensão logística do hospital.

A ambulância não é um táxi.
O clínico pré-hospitalar não é um transportador.
O CODU não é apenas uma central telefónica.
E EMS não é um serviço de transporte de pacientes.

EMS é uma disciplina própria.

Tem ciência própria.
Tem educação própria.
Tem competências próprias.
Tem gestão própria.
Tem indicadores próprios.
E, sobretudo, tem uma missão própria:

levar cuidados médicos ao paciente antes de o hospital poder fazê-lo.

Portugal não precisa de reinventar esta roda.

Precisa, isso sim, de perceber finalmente como a roda funciona.

05/10/2026
✞ NOTA DE PESAR🖤 ÚLTIMO ALARME 🕊️A ANTEM – Associação Nacional dos Técnicos de Emergência Médica manifesta o seu profund...
25/09/2026

✞ NOTA DE PESAR

🖤 ÚLTIMO ALARME 🕊️

A ANTEM – Associação Nacional dos Técnicos de Emergência Médica manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento da Bombeira Maria João Carneiro, do Corpo de Bombeiros Voluntários de Resende.

Hoje, uma farda f**a vazia.

Um lugar permanece por ocupar.

Uma voz deixa de responder à chamada.

Quando um Bombeiro parte, a perda ultrapassa a sua corporação, a sua família e os seus amigos. É sentida por toda uma comunidade que conhece o signif**ado de vestir uma farda, atender um alarme e sair para servir os outros, muitas vezes sem saber como terminará o turno.

Ser Bombeiro é assumir um compromisso com a comunidade.

É estar presente quando outros precisam.

É responder.

É servir.

É proteger.

E é também pertencer a uma família que nunca esquece aqueles que fizeram parte dela.

Hoje, em Resende, o silêncio é maior.

O rádio cala-se.

A guarnição sente a ausência.

O quartel guarda a memória.

E aqueles que partilharam consigo a missão de servir sabem que há despedidas que nenhuma palavra consegue verdadeiramente traduzir.

🖤 O ÚLTIMO ALARME FOI ATENDIDO.

🕊️ A CHAMADA FINAL FOI RESPONDIDA.

🚒 O TURNO TERMINOU.

À família e aos amigos da Bombeira Maria João Carneiro, bem como a todos os elementos do Corpo de Bombeiros Voluntários de Resende, a ANTEM apresenta as suas mais sentidas condolências e manifesta a sua inteira solidariedade neste momento de profunda dor.

Que descanse em paz.

Que a sua memória permaneça.

Que o seu serviço nunca seja esquecido.

Honrar quem serviu.
Respeitar quem partiu.
Nunca esquecer.

🖤 ANTEM – Associação Nacional dos Técnicos de Emergência Médica

🌏 O Royal College of Paramedics mantém-se firme no seu apoio e reconhecimento da prática avançada de paramédicos.
24/09/2026

🌏 O Royal College of Paramedics mantém-se firme no seu apoio e reconhecimento da prática avançada de paramédicos.

The Royal College of Paramedics remains steadfast in its commitment to supporting advanced paramedic practice and ensuring that the contribution of paramedics is accurately understood, fairly represented, and informed by evidence, clear professional standards, and the needs of patients. We are actively engaging with national partners, including the Health and Care Professions Council (HCPC) and the NHS Centre for Advancing Practice, to strengthen recognition of advanced paramedic practice within the UK healthcare system and to support ongoing discussions regarding professional recognition and potential annotation of advanced practice.

To read more, click here ➡️ https://bit.ly/47gf3O5

𝗚𝗿𝗲𝘃𝗲 𝗱𝗼 𝗜𝗡𝗘𝗠: 𝗠𝗶𝗰𝗿𝗼𝘀𝗼𝗳𝘁 𝗲𝗻𝘃𝗶𝗼𝘂 𝗼𝗶𝘁𝗼 𝗺𝗶𝗹 𝗳𝗶𝗰𝗵𝗲𝗶𝗿𝗼𝘀 𝗮𝗼 𝗣𝗮𝗿𝗹𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗺𝗮𝘀 𝗻𝗮̃𝗼 𝗶𝗻𝗰𝗹𝘂𝗶𝘂 𝗼𝘀 𝗮𝘃𝗶𝘀𝗼𝘀 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮 𝗺𝗶𝗻𝗶𝘀𝘁𝗿𝗮 𝗱𝗮 𝗦𝗮𝘂́𝗱𝗲htt...
23/09/2026

𝗚𝗿𝗲𝘃𝗲 𝗱𝗼 𝗜𝗡𝗘𝗠: 𝗠𝗶𝗰𝗿𝗼𝘀𝗼𝗳𝘁 𝗲𝗻𝘃𝗶𝗼𝘂 𝗼𝗶𝘁𝗼 𝗺𝗶𝗹 𝗳𝗶𝗰𝗵𝗲𝗶𝗿𝗼𝘀 𝗮𝗼 𝗣𝗮𝗿𝗹𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗺𝗮𝘀 𝗻𝗮̃𝗼 𝗶𝗻𝗰𝗹𝘂𝗶𝘂 𝗼𝘀 𝗮𝘃𝗶𝘀𝗼𝘀 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮 𝗺𝗶𝗻𝗶𝘀𝘁𝗿𝗮 𝗱𝗮 𝗦𝗮𝘂́𝗱𝗲

https://expresso.pt/sociedade/saude/2026-09-23-greve-do-inem-microsoft-enviou-oito-mil-ficheiros-ao-parlamento-mas-nao-incluiu-os-avisos-para-a-ministra-da-saude-0fe3f8e2?fbclid=IwY2xjawUhABhwZG9mAWV4dG4DYWVtAjExAGJyaWQRMGMxVXFacVVDY3pvQndLUDRzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeZlKzriDsuHoWl9sELRNHCDVQa7lhHFnmAu0_HfKcRJ6GaKhWID9uMR_Vm9w_aem_A0UP1q7nD7AfhcrWrDrX3A =1790178545

Mercedes-Benz Sprinter amarelas: estas são as 81 novas ambulâncias da SAMUR - Proteção Civil.A funcionalidade foi o prin...
23/09/2026

Mercedes-Benz Sprinter amarelas: estas são as 81 novas ambulâncias da SAMUR - Proteção Civil.

A funcionalidade foi o principal critério de design, juntamente com a ergonomia, a redução do esforço físico e a adaptação de cada tipo de veículo ao trabalho específico do serviço. Além disso, os veículos apresentam um visual exterior renovado, incorporando a cor amarela para resgatar uma tonalidade historicamente associada ao serviço.

La funcionalidad ha sido el criterio prioritario, junto con la ergonomía, la reducción de cargas físicas y la adaptación de cada tipología al trabajo real.

🚑 𝗢 𝗲𝘀𝘁𝘂𝗱𝗼 𝗱𝗼 “𝗿𝗲𝗻𝗱𝗲𝘇𝘃𝗼𝘂𝘀” 𝗻𝗮̃𝗼 𝗽𝗿𝗼𝘃𝗮 𝗾𝘂𝗲 𝗼 𝗰𝗮𝗿𝗿𝗼 𝗲́ 𝗺𝗲𝗹𝗵𝗼𝗿 𝗾𝘂𝗲 𝗮 𝗮𝗺𝗯𝘂𝗹𝗮̂𝗻𝗰𝗶𝗮Há estudos que parecem provar muito mais do...
19/09/2026

🚑 𝗢 𝗲𝘀𝘁𝘂𝗱𝗼 𝗱𝗼 “𝗿𝗲𝗻𝗱𝗲𝘇𝘃𝗼𝘂𝘀” 𝗻𝗮̃𝗼 𝗽𝗿𝗼𝘃𝗮 𝗾𝘂𝗲 𝗼 𝗰𝗮𝗿𝗿𝗼 𝗲́ 𝗺𝗲𝗹𝗵𝗼𝗿 𝗾𝘂𝗲 𝗮 𝗮𝗺𝗯𝘂𝗹𝗮̂𝗻𝗰𝗶𝗮

Há estudos que parecem provar muito mais do que realmente demonstram.

O trabalho realizado na Eslováquia, com 11.094 ocorrências, é interessante e merece ser analisado. Mas é precisamente por ser um estudo científico que devemos respeitar aquilo que os seus dados demonstram — e aquilo que não demonstram.

O estudo avaliou a substituição de uma unidade médica de transporte por uma unidade médica rendezvous, sem capacidade de transporte. O resultado mais evidente foi uma redução ajustada de 0,77 minutos — cerca de 46 segundos — no tempo de resposta da equipa médica.

E é aqui que começa o problema.

46 segundos mais cedo não signif**am melhor outcome clínico.

O estudo não demonstrou redução da mortalidade, melhoria do outcome neurológico, redução de complicações, maior sobrevivência, menor tempo até ao hospital ou superioridade clínica da viatura ligeira.

Também não demonstrou que uma ambulância possa ser substituída por um carro.

Demonstrou apenas que um médico colocado numa viatura ligeira pode chegar ligeiramente mais cedo ao local e f**ar disponível mais rapidamente para outra ocorrência.

São coisas completamente diferentes.

Mais importante ainda: o próprio modelo depende de uma ambulância separada para transportar o paciente. Portanto, não estamos perante “carro versus ambulância”. Estamos perante uma alteração da arquitectura de deployment:

médico + viatura ligeira + ambulância

em vez de

equipa médica + ambulância.

E isso muda completamente a interpretação.

O estudo é retrospectivo e antes/depois. Não é um ensaio controlado. Existem potenciais factores temporais, operacionais e de sistema que não podem ser completamente eliminados por regressão estatística.

Além disso, o aumento do tempo no local observado em várias áreas mostra precisamente porque não podemos olhar apenas para o response time.

Um SME não existe para ganhar segundos no cronómetro.

Existe para:

reconhecer → avaliar → tratar → estabilizar → transportar → entregar o paciente ao nível adequado de cuidados.

E aqui surge a pergunta que o estudo praticamente não responde:

Onde estão os paramédicos nesta equação?

Porque existe uma diferença fundamental entre discutir:

“Como faço chegar um médico mais rapidamente?”

e discutir:

“Como construo um sistema capaz de prestar cuidados avançados rapidamente?”

São problemas diferentes.

Num sistema baseado em EMT/Paramedic + protocolos clínicos + medical oversight, muitos dos cuidados que justif**am uma resposta ALS podem ser iniciados directamente pela equipa que chega ao paciente.

Nesse contexto, o médico pode ser utilizado de forma selectiva, para situações que realmente necessitam da sua intervenção, em vez de se construir toda a arquitectura do sistema à volta da deslocação física do médico.

É precisamente aqui que este estudo deve ser colocado no seu devido lugar.

📌 O artigo é relevante para discutir deployment médico.

📌 Não é evidência de superioridade clínica de viaturas ligeiras sobre ambulâncias.

📌 Não demonstra que ambulâncias sejam desnecessárias.

📌 Não demonstra que a substituição de ambulâncias por carros melhore os resultados dos pacientes.

📌 E não pode ser utilizado isoladamente para justif**ar uma reforma estrutural de um Serviço de Emergência Médica.

A diferença entre uma análise científ**a séria e uma narrativa pré-construída está precisamente aqui:

não basta encontrar um número estatisticamente signif**ativo. É necessário demonstrar que esse número representa um benefício clinicamente relevante para o paciente.

Um sistema de SME não deve ser desenhado para que o médico chegue mais depressa.

Deve ser desenhado para que o paciente receba o cuidado certo, pela equipa certa, no local certo, no tempo certo — e tenha capacidade de transporte adequada quando dela necessita.

Um carro pode transportar um médico.

Uma ambulância transporta o paciente.

Confundir estas duas funções é confundir deployment de recursos com prestação de cuidados de emergência.

E esse é precisamente o erro que este estudo não permite cometer.

Efficient allocation of physician-staffed emergency medical services (EMS) is crucial for optimal resource use in urban prehospital systems. The rendezvous model differs fundamentally from the traditional ambulance model: It deploys a lighter, ...

O INEM continuará a acumular problemas enquanto não existir uma verdadeira compreensão daquilo que é, na sua complexidad...
18/09/2026

O INEM continuará a acumular problemas enquanto não existir uma verdadeira compreensão daquilo que é, na sua complexidade, um Serviço Médico de Emergência (SME).

A ANTEM tem vindo a alertar para uma realidade que não pode continuar a ser ignorada: os problemas do INEM não resultam de uma única decisão, de uma única estrutura ou de uma única pessoa.

Resultam da conjugação de múltiplas variáveis - governação, planeamento, organização dos recursos, formação, competências operacionais, gestão operacional, capacidade de resposta, avaliação de desempenho e conhecimento especializado sobre a arquitetura de um SME moderno.

Há quem não queira ouvir, há quem não saiba o que anda a fazer e há também quem não tenha conhecimento técnico suficiente para compreender a realidade pré-hospitalar e as consequências das decisões que são tomadas. É uma questão de competência, governação e responsabilidade perante um sistema crítico, onde decisões inadequadas têm consequências reais na capacidade de resposta e na segurança dos pacientes. Um Serviço Médico de Emergência não pode ser gerido por perceções, improvisação ou decisões administrativas isoladas.

Tem de ser gerido com ciência, evidência, dados, indicadores de desempenho (KPIs), planeamento operacional, avaliação de resultados e conhecimento profundo da realidade pré-hospitalar. Enquanto as diferentes componentes do sistema continuarem a ser "analisadas" de forma fragmentada, continuar-se-á a atuar sobre os sintomas sem resolver as causas.

Portugal precisa de discutir seriamente o futuro do seu Serviço Médico de Emergência. Precisa de uma arquitetura coerente, operacionais devidamente preparados, educação e treino adequados, competências claramente definidas, recursos dimensionados às necessidades da população e uma governação baseada em conhecimento técnico, evidência e resultados.

A ANTEM defende que esta discussão não pode ser exclusivamente administrativa ou política. Tem de ser técnica, científ**a e baseada em evidência, envolvendo quem conhece verdadeiramente a Medicina Pré-Hospitalar e os modelos de EMS internacionalmente reconhecidos.

O país não precisa apenas de reorganizar estruturas. Precisa de garantir que quem desenha, governa e gere o Serviço Médico de Emergência compreende verdadeiramente o sistema que está a gerir.

Sem conhecimento não há competência. Sem competência não há sistema. E sem um sistema robusto, não há cuidados médicos de emergência de qualidade.

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Lisbon

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