31/07/2026
Foi assim que um grupo de senhoras decidiu que sabia tudo sobre dinheiro... e descobriu que não sabia nada. A Associação de Moradores do Campo Grande lá organizou a visita ao Museu do Dinheiro, e foi um espanto: notas antigas, moedas romanas, cofres enormes — e nem uma delas dava para levar para casa, por mais que os olhos brilhassem.
Houve quem tentasse negociar com a guia um desconto no bilhete "porque já percebemos de finanças, veja lá as contas do supermercado". Não resultou. Houve quem perguntasse, muito séria, se aquele cofre gigante servia para guardar a coleção de sapatos. Também não resultou.
Mas ficou tudo esclarecido: sabemos agora a diferença entre inflação e a inflação do nosso entusiasmo por um café bem forte. Ficámos todas muito mais cultas, muito mais instruídas... e com uma fome desalmada.
Resultado: rumo à Baixa Pombalina, onde a verdadeira economia se praticou — em pastéis, cafés e sumos naturais que, esses sim, valorizaram a tarde instantaneamente. Nenhuma nota do museu se comparou ao valor daquele lanche.
Saímos todas mais cultas. E, sem dúvida, mais deliciosas. 💰🥐