Empty The Tanks Portugal

Empty The Tanks Portugal Empty the Tanks é um protesto mundial anual e campanha de consciencialização pública contra a indústria de cativeiro de cetáceos.

Esta é a página oficial no FB do capitulo português da organização sem fins lucrativos www.emptythetanks.org
Instagram: https://www.instagram.com/emptythetanksportugal/
https://www.instagram.com/emptythetanksworldwide/ Empty the Tanks não é um movimento radical que exige a libertação de todos os mamíferos marinhos em cativeiro na natureza. Alguns desses animais podem ser óptimos candidatos à sua libertação, mas aqueles que não o são devem ser retirados para baías, onde podem desfrutar para o resto de seus dias na água do mar, sentindo a liberdade nas ondas do oceano ao seu redor. Eles não devem trabalhar até ao fim dos seus dias e, em seguida, colocados no lixo e substituídos. Para mais informações por favor visite
www.emptythetanks.org

Empty the Tanks is an annual worldwide protest and public awareness campaign against the cetacean captivity industry. Empty the Tanks is not a radical movement demanding the release of all captive marine mammals into the wild. Some of these animals might be great candidates for release, but those that are not should be retired into sea pens, where they can enjoy the rest of their days in natural seawater, feeling the waves of the ocean around them. They should not be worked until their last breath is taken and then thrown out like trash and replaced. For more information please visit
www.emptythetanks.org

08/10/2026

O ativista 🇯🇵 Kunito Seko reporta que um grupo de baleias cabeça de melão com várias crias foram perseguidos e encurraladas na enseada onde 18 foram assassinados e levados para a casa de desmanche no porto de Taiji. Uma ou duas crias foram libertadas em alto mar à sua sorte sem a sua estrutura familiar e social.

Red Cove Day! 💔😭🐬😭💔

Contexto histórico:

Capturas de golfinhos em Taiji no Japão tiveram origem em 1969 c/abertura do museu do mar com o 1°delfinário no Japão em resultado do grande sucesso mundial em 1963 da série de televisão Norte-americana "Flipper". Esta série de TV foi o grande impulsionador da indústria global dos delfinários.

Com a convenção de Washington em 1973 (Cites), que proibiu a captura mundial de cetáceos e com o rápido crescimento da indústria global dos delfinários, Taiji passou a ser o maior supermercado do mundo. Japão não assinou convenção de Washington e desde daí, que tenta passar o falso argumento de uma tradição alimentar que nunca existiu no Japão(não confundir com o consumo de carne de baleia) tentando se colar à barbárie da tradição alimentar centenária das ilhas Faroé, onde há registos desde 1586 mas nunca capturaram golfinhos vivos para venderam para delfinários.

Esta farsa existe para perpetuar o negócio milionário da venda de golfinhos vivos p/a indústria global dos delfinários.

Onde golfinhos são perseguidos e encurralados numa pequena baía, os mais jovens e bonitos são selecionados para os delfinários enquanto o resto da sua estrutura social e familiar é morta à sua frente. A sua carne nunca foi apreciada pelos japoneses, está contaminada c/metais pesados por bio-acumulação e f**a a morrer nas prateleiras dos supermercados locais. A dada altura era doada para orfanatos locais. Mas foi proibido. Mas as mortes continuam para justif**ar a farsa.

As pessoas precisam de perceber que sempre que alguém compra bilhetes para ver ou nadar com golfinhos em delfinário seja em que lugar do mundo for está a financiar e a fomentar este crime cruel da indústria global dos delfinários.

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06/10/2026

Golfinhos na natureza não nadam sobre a barbatana caudal fora de água! Este é só mais um exemplo de comportamentos circenses antropomorfos dentro de um vasto repertório aprendido e treinado diariamente através da privação de alimentos apresentados nos 2 delfinários em Portugal para entreter turistas entediados e mal informados como se fossem comportamentos legais, naturais típicos da espécie na natureza.

O decreto de lei n°59/2003 de 1 de Abril no artigo 25° Anexo Capítulo I Artigo 1° Maneio: no seu ponto 7 - "os animais não podem ser provocados para benefício do público."
Capítulo IV secção III Artigo 22° exibição de animais: no seu PONTO 1 - "sempre que existam exibições de animais, estas devem ser baseadas no comportamento natural das respetivas espécies e qualquer informação prestada no decurso das mesmas devem ser baseadas em factos biológicos que facilitem a observação e compreensão do comportamento dos animais." PONTO 2 -" as exibições referidas no ponto anterior não podem por em causa o bem estar animal."

Como podemos chamar de educação a um espetáculo circense quando este deseduca o público sobre uma espécie selvagem que é obrigado apresentar comportamentos em cativeiro que não são observáveis na natureza? Mas sim comportamentos tipicamente de humanos.

Como podemos chamar de conservação e de preservação quando esta espécie não está em risco de extinção?

A indústria dos delfinários em Portugal diz que os delfinários estão sobre a alçada da lei dos espaços zoológicos mas nem essa lei respeita. Quando na verdade os delfinários em Portugal deveriam estar sobre a lei de proteção de animais selvagens usados em Circo. Pois foi como um circo itinerante fugido do Brasil que entrou em Portugal em 1989 com o espetáculo temporário "Golfinhos de Miami ' com um tanque amovível montado dentro do Jardim Zoológico de Lisboa com bilhetes vendidos à parte. Só em 1994 foi construído um tanque permanente.

Seria impensável hoje em dia num espaço Zoológico um espetáculo circense com público ruidoso numa bancada a bater palmas, ao som de música alta em frente de um palco com elefantes a terem comportamentos antropomorfos circense aprendidos e treinados com recurso à privação de alimentos. Ninguém acharia que seria digno para estes animais. Mas a verdade é o que acontece todos os dias com os golfinhos em Portugal, com o animal selvagem mais inteligente dos oceanos, com um cérebro de grandes dimensões e mais complexo do que o cérebro do ser humano.

Isto tem que acabar.

A única maneira de devolver a dignidade aos 35 golfinhos vítimas de exploração circense em Portugal é a sua reabilitação em santuário na natureza onde podem sentir os ritmos das marés e das ondas e ter muitos estímulos naturais da biodiversidade marinha de baixo de água e manter os mesmos cuidados médico veterinários de sempre, com os mesmos tratadores de sempre mas sem circo. Tal como está acontecer agora com os elefantes vítimas de exploração circense em Portugal e da Europa que agora podem ter uma vida mais natural e digna no Santuário Pangea no Alentejo!

Seja a favor da reabilitação de golfinhos em Santuário na natureza onde podem ter uma vida mais natural e digna sem exploração circense.

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01/10/2026

Golfinhos na natureza não nadam sobre a barbatana caudal fora de água. Este é mais um comportamento circense antropomorfo aprendido e treinado diariamente através da privação de alimentos para entreter turistas entediados e mal informados.

Este é só mais um pequeno exemplo no meio de um vasto repertório antropomorfo circense apresentado todos os dias nos 2 delfinários em Portugal como se fossem comportamentos naturais típicos da espécie na natureza.

O decreto de lei n°59/2003 de 1 de Abril no artigo 25° Anexo Capítulo I Artigo 1° Maneio: no seu ponto 7 - "os animais não podem ser provocados para benefício do público."
Capítulo IV secção III Artigo 22° exibição de animais: no seu PONTO 1 - "sempre que existam exibições de animais, estas devem ser baseadas no comportamento natural das respetivas espécies e qualquer informação prestada no decurso das mesmas devem ser baseadas em factos biológicos que facilitem a observação e compreensão do comportamento dos animais." PONTO 2 -" as exibições referidas no ponto anterior não podem por em causa o bem estar animal."

Como podemos chamar de educação a um espetáculo circense quando este deseduca o seu público sobre uma espécie que é vítima de exploração circense apresentado comportamentos nunca observados na natureza?

Como podemos chamar de conservação e de preservação quando esta espécie não está em risco de extinção?

A indústria dos delfinários em Portugal diz que os delfinários estão sobre a alçada da lei dos espaços zoológicos mas nem essa lei respeita. Quando na verdade os delfinários em Portugal deveriam estar sobre a lei de proteção de animais selvagens usados em Circo. Pois foi como um circo itinerante fugido do Brasil que entrou em Portugal em 1988/89 com o espetáculo temporário "Golfinhos de Miami ' com um tanque amovível montado dentro do Jardim Zoológico de Lisboa com bilhetes vendidos à parte. Só em 1994 foi construído um tanque permanente. Dentro do espaço zoológico, golfinhos são a única espécie sujeitos a um espetáculo circense com público numa bancada, música alta e um horário de atuação artística circense num palco.

Seria impensável hoje em dia num espaço Zoológico um espetáculo circense com público ruidoso numa bancada a bater palmas , ao som de música alta em frente de um palco com leões, ou elefantes ou mesmo ursos a terem comportamentos antropomorfos circense aprendidos e treinados com recurso à privação de alimentos. Ninguém acharia que seria digno para estes animais. Mas a verdade é o que acontece todos os dias com os golfinhos em Portugal, com o animal selvagem mais inteligente dos oceanos, com um cérebro de grandes dimensões e mais complexo do que o cérebro do ser humano.

Isto tem que acabar.

A única maneira de devolver a dignidade aos 35 golfinhos vítimas de exploração circense em Portugal é a sua reabilitação em santuário na natureza onde podem finalmente sentir os ritmos das marés e das ondas e ter muitos estímulos naturais da biodiversidade marinha de baixo de água e manter os mesmos cuidados médico veterinários de sempre com os mesmos tratadores de sempre mas sem circo.

Não seja conivente com esta crueldade. Não compre bilhetes para ver ou nadar com golfinhos em cativeiro.

Seja a favor da reabilitação de golfinhos em Santuário na natureza onde podem ter uma vida mais natural e digna sem exploração circense.

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27/09/2026

O ativista 🇯🇵 Kunito Seko reporta que um grande grupo de baleias cabeça de melão foram perseguidos mas conseguiram se dividir em vários pequenos grupos mas um deles foi encurralado na enseada onde todos (16) incluindo uma cria foram assassinados e levados para a casa de desmanche no porto de Taiji.

Red Cove Day! 💔😭🐬😭💔

Contexto histórico:

Capturas de golfinhos em Taiji no Japão tiveram origem em 1969 c/abertura do museu do mar com o 1°delfinário no Japão em resultado do grande sucesso mundial em 1963 da série de televisão Norte-americana "Flipper". Esta série de TV foi o grande impulsionador da indústria global dos delfinários.

Com a convenção de Washington em 1973 (Cites), que proibiu a captura mundial de cetáceos e com o rápido crescimento da indústria global dos delfinários, Taiji passou a ser o maior supermercado do mundo. Japão não assinou convenção de Washington e desde daí, que tenta passar o falso argumento de uma tradição alimentar que nunca existiu no Japão(não confundir com o consumo de carne de baleia) tentando se colar à barbárie da tradição alimentar centenária das ilhas Faroé, onde há registos desde 1586 mas nunca capturaram golfinhos vivos para venderam para delfinários.

Esta farsa existe para perpetuar o negócio milionário da venda de golfinhos vivos p/a indústria global dos delfinários.

Onde golfinhos são perseguidos e encurralados numa pequena baía, os mais jovens e bonitos são selecionados para os delfinários enquanto o resto da sua estrutura social e familiar é morta à sua frente. A sua carne nunca foi apreciada pelos japoneses, está contaminada c/metais pesados por bio-acumulação e f**a a morrer nas prateleiras dos supermercados locais. A dada altura era doada para orfanatos locais. Mas foi proibido. Mas as mortes continuam para justif**ar a farsa.

As pessoas precisam de perceber que sempre que alguém compra bilhetes para ver ou nadar com golfinhos em delfinário seja em que lugar do mundo for está a financiar e a fomentar este crime cruel da indústria global dos delfinários.

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26/09/2026

Ativista 🇯🇵 Kunito Seko reporta que depois de um grande grupo de golfinhos terem passados a noite presos, cerca de 7 golfinhos nariz de garrafa foram sentenciados a penas perpétuas pela indústria dos delfinários. 2 foram levados para o porto de Taiji e 5 para a baía de Moriura onde vão ser quebrados e treinados pela indústria cruel dos delfinários.

Contexto histórico:

Capturas de golfinhos em Taiji no Japão tiveram origem em 1969 c/abertura do museu do mar com o 1°delfinário no Japão em resultado do grande sucesso mundial em 1963 da série de televisão Norte-americana "Flipper". Esta série de TV foi o grande impulsionador da indústria global dos delfinários.

Com a convenção de Washington em 1973 (Cites), que proibiu a captura mundial de cetáceos e com o rápido crescimento da indústria global dos delfinários, Taiji passou a ser o maior supermercado do mundo. Japão não assinou convenção de Washington e desde daí, que tenta passar o falso argumento de uma tradição alimentar que nunca existiu no Japão(não confundir com o consumo de carne de baleia) tentando se colar à barbárie da tradição alimentar centenária das ilhas Faroé, onde há registos desde 1586 mas nunca capturaram golfinhos vivos para venderam para delfinários.

Esta farsa existe para perpetuar o negócio milionário da venda de golfinhos vivos p/a indústria global dos delfinários.

Onde golfinhos são perseguidos e encurralados numa pequena baía, os mais jovens e bonitos são selecionados para os delfinários enquanto o resto da sua estrutura social e familiar é morta à sua frente. A sua carne nunca foi apreciada pelos japoneses, está contaminada c/metais pesados por bio-acumulação e f**a a morrer nas prateleiras dos supermercados locais. A dada altura era doada para orfanatos locais. Mas foi proibido. Mas as mortes continuam para justif**ar a farsa.

As pessoas precisam de perceber que sempre que alguém compra bilhetes para ver ou nadar com golfinhos em delfinário seja em que lugar do mundo for está a financiar e a fomentar este crime cruel da indústria global dos delfinários.

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Agora que os elefantes vitimas de exploração circense em Portugal e da Europa puderam ter uma vida mais natural e digna ...
25/09/2026

Agora que os elefantes vitimas de exploração circense em Portugal e da Europa puderam ter uma vida mais natural e digna em um Santuário/refúgio na natureza e manter os mesmos cuidados médico veterinários de sempre, chamado Pangea no Alentejo, está na altura de devolver a dignidade roubada também aos golfinhos que também são vitimas de exploração circense em Portugal. 🐬 🐘

SE OS ESPETÁCULOS COM ANIMAIS SELVAGENS TERRESTRES ACABARAM, PORQUE CONTINUAM OS ESPETÁCULOS COM ANIMAIS SELVAGENS AQUÁTICOS?

Os golfinhos, e outros mamíferos marinhos, são seres sencientes, inteligentes e profundamente sociais.

Em cativeiro são condicionados a executar comportamentos para entretenimento humano.

Se Portugal reconheceu que os animais selvagens terrestres não devem ser utilizados em circos/espetáculos de entretenimento, deve aplicar-se o mesmo princípio aos animais selvagens aquáticos.

Junte-se a esta causa. Partilhe esta mensagem.

25/09/2026

O ativista 🇯🇵 Kunito Seko reporta que um grande grupo de golfinhos nariz de garrafa foram perseguidos e encurralados na enseada onde todos vão passar a noite. Caçadores montaram duas redes e holofotes. Amanhã reportaremos o seu destino às mãos da indústria global dos delfinários.

Black Cove Day!

Contexto histórico:

Capturas de golfinhos em Taiji no Japão tiveram origem em 1969 c/abertura do museu do mar com o 1°delfinário no Japão em resultado do grande sucesso mundial em 1963 da série de televisão Norte-americana "Flipper". Esta série de TV foi o grande impulsionador da indústria global dos delfinários.

Com a convenção de Washington em 1973 (Cites), que proibiu a captura mundial de cetáceos e com o rápido crescimento da indústria global dos delfinários, Taiji passou a ser o maior supermercado do mundo. Japão não assinou convenção de Washington e desde daí, que tenta passar o falso argumento de uma tradição alimentar que nunca existiu no Japão(não confundir com o consumo de carne de baleia) tentando se colar à barbárie da tradição alimentar centenária das ilhas Faroé, onde há registos desde 1586 mas nunca capturaram golfinhos vivos para venderam para delfinários.

Esta farsa existe para perpetuar o negócio milionário da venda de golfinhos vivos p/a indústria global dos delfinários.

Onde golfinhos são perseguidos e encurralados numa pequena baía, os mais jovens e bonitos são selecionados para os delfinários enquanto o resto da sua estrutura social e familiar é morta à sua frente. A sua carne nunca foi apreciada pelos japoneses, está contaminada c/metais pesados por bio-acumulação e f**a a morrer nas prateleiras dos supermercados locais. A dada altura era doada para orfanatos locais. Mas foi proibido. Mas as mortes continuam para justif**ar a farsa.

As pessoas precisam de perceber que sempre que alguém compra bilhetes para ver ou nadar com golfinhos em delfinário seja em que lugar do mundo for está a financiar e a fomentar este crime cruel da indústria global dos delfinários.

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22/09/2026

Homenagem singela ao gigante que também apoiou o fim da exploração circense de golfinhos em Portugal.

E era a favor da reabilitação de golfinhos em Santuário/refúgio na natureza onde podem sentir os ritmos das marés e das ondas e ter muitos estímulos naturais da biodiversidade marinha de baixo de água.

Só num Santuário/refúgio na natureza podem ter uma vida mais natural e digna.

A reabilitação em um Santuário/refúgio na natureza é a solução mais ética onde podem viver com dignidade, sem exploração circense, sem música alta, sem interações forçadas, sem paredes de cimento pintadas de azul num ambiente estéril sem qualquer estímulo natural da biodiversidade marinha, sem habilidades circenses antropomorfas aprendidas e treinadas diariamente com base na privação de alimentos para entreter turistas mal informados.

Só num Santuário na natureza podem expressar a sua verdadeira natureza que lhes foi roubada.

A forma como tratamos o ser mais inteligente dos Oceanos, com um cérebro de grandes dimensões e mais complexo do que o do ser humano revela muito sobre nós como indivíduos e como nação.

Está na hora de devolver a dignidade aos 35 golfinhos vítimas de exploração circense em Portugal.

A reabilitação em Santuário/refúgio na natureza é uma realidade testada onde vão continuar a ter os mesmos cuidados médico veterinários de sempre com os mesmos tratadores de sempre mas sem circo, com apenas comportamentos naturais típicos da espécie na natureza onde evoluíram durante milhões de anos.

A união faz a força! Seguimos juntos e cada vez mais fortes por um mundo melhor para todos os animais humanos e não humanos!

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RIP Jorge Palma
Obrigado por tanto que nos deste!
🙏🏼🐬🌊 💫 🌍 🕊️

15/09/2026

A orca Nakhod foi filmada a ter comportamentos repetitivos que revelam zoocoses num delfinário Chinês. Estes comportamentos não são observáveis na natureza pois são comportamentos de stress extremo devido ao cativeiro!

ZOOCOSE: conjunto considerável de distúrbios comportamentais apresentados em animais selvagens em cativeiro. Inclui comportamentos compulsivos, repetitivos, depressivos, auto-mutilação ou demenciais.
Comportamentos estereotipados em cativeiro devido à frustração por falta de espaço, interações sociais e familiares e falta de estímulos naturais da biodiversidade típico do seu habitat natural.

O cativeiro nega na totalidade a sua natureza evolutiva de milhões de anos pois por maior que seja o tanque nunca será a imensidão e complexidade dos oceanos!

Para quem chegou agora, f**a uma vez mais a história escondida pelo Zoomarine como esta indústria circense cruel entrou em Portugal. Após a morte prematura da Orca NANDO em 1988 no Playcenter em São Paulo no Brasil, orca capturada nas águas geladas da Islândia e morreu prematuramente num país tropical. Conseguiram entrar em Portugal através do Jardim Zoológico de Lisboa onde montaram um tanque amovível com o espetáculo circense temporário "Golfinhos de Miami" com bilhetes vendidos à parte do jardim zoológico de Lisboa. O temporário virou permanente com a construção do atual delfinário inaugurado em 1995 e foi assim que escaparam à lei de proteção de animais selvagens usados em Circo.

Apesar da lei n°59 de 1 de Abril de 2003 que regula os espaços zoológicos em Portugal não permite tais comportamentos antropomorfos circenses em espaços zoológicos eles acontecem com total impunidade.

A Indústria que lucra milhões com a exploração circense de golfinhos em Portugal ficou de fora e só os circos pobres têm de respeitar a lei de proteção de animais selvagens usados em Circo!

Ninguém aceitaria o mesmo espetáculo circense com leões ou elefantes em espaços zoológicos com bancadas cheias de público pagante a bater palmas a cada habilidade circense antropomorfa com música alta.

PARTILHEM!✊🏻📢🐬🌊🌍🕊️





11/09/2026

Ativista 🇯🇵 Kunito Seko reporta que cerca de 4 golfinhos pintados tropicais foram levados para o porto de Taiji onde vão ser quebrados, treinados e sentenciados a penas perpétuas pela indústria global dos delfinários. Os restantes foram libertados. Isto ainda é só o início deste inferno que dura 6 meses! De 1 de Setembro até ao fim do mês de Fevereiro!

Contexto histórico:

Capturas de golfinhos em Taiji no Japão tiveram origem em 1969 c/abertura do museu do mar com o 1°delfinário no Japão em resultado do grande sucesso mundial em 1963 da série de televisão Norte-americana "Flipper". Esta série de TV foi o grande impulsionador da indústria global dos delfinários.

Com a convenção de Washington em 1973 (Cites), que proibiu a captura mundial de cetáceos e com o rápido crescimento da indústria global dos delfinários, Taiji passou a ser o maior supermercado do mundo. Japão não assinou convenção de Washington e desde daí, que tenta passar o falso argumento de uma tradição alimentar que nunca existiu no Japão(não confundir com o consumo de carne de baleia) tentando se colar à barbárie da tradição alimentar centenária das ilhas Faroé, onde há registos desde 1586 mas nunca capturaram golfinhos vivos para venderam para delfinários.

Esta farsa existe para perpetuar o negócio milionário da venda de golfinhos vivos p/a indústria global dos delfinários.

Onde golfinhos são perseguidos e encurralados numa pequena baía, os mais jovens e bonitos são selecionados para os delfinários enquanto o resto da sua estrutura social e familiar é morta à sua frente. A sua carne nunca foi apreciada pelos japoneses, está contaminada c/metais pesados por bio-acumulação e f**a a morrer nas prateleiras dos supermercados locais. A dada altura era doada para orfanatos locais. Mas foi proibido. Mas as mortes continuam para justif**ar a farsa.

As pessoas precisam de perceber que sempre que alguém compra bilhetes para ver ou nadar com golfinhos em delfinário seja em que lugar do mundo for está a financiar e a fomentar este crime cruel da indústria global dos delfinários.

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