03/06/2026
Mais uma campanha do Banco Alimentar contra a Fome finalizada. Nos dias 30 e 31 de maio, foi assim, em divesas superfícies comerciais em Gouveia e também em Vila Nova e Tazem. Gouveia marca presença,neste mapa nacional da solidariedade, através do Banco Alimentar da Cova da Beira, que opera nesta região e em que, a nível local, as gerações mais jovens, dos Escuteiros do 256 CNE, do AEG e da Associação Reencontro, acompanhadas por adultos com responsabilidades em cada uma delas, bem como alguns elementos voluntários da sociedade cívil, puseram a campanha em marcha, durante o período em que a mesma decorria, durante o horário de abertura das superfícies. Não queremos no entanto, fechar esta nossa partilha, sem uma pequena nota. O nosso agrupamento tem atualmente a responsabilidade que decorreu do nosso envolvimento voluntário nas campanhas, de ser chefe de loja e agente mobilizador de vontades e voluntários. Por vezes achamos que só este passo, já acarreta um grau de compromisso, que não está na génese das nossas competências. Trabalhamos com jovens, que estão no movimento escutista, para aprenderem o método escutista e dele retirarmos os melhores valores e ensinamentos para a vida, à luz da fé cristã. A participação em campanhas como o banco alimentar, não é um fim em si mesmo, nem faz parte do nosso plano de competências ou atividades. É apenas uma forma de alcançarmos determinados objetivos e valores éticos, morais, sociais... ao nível daquilo que consideramos ser a boa ação e exemplo de cidadania. É uma oportunidade educativa. Tão importante para nós, como será para cada jovem que trabalha para estes valores da formação social e critsã, seja na escola, seja no próprio plano familiar. A coordenação deste tipo de campanhas é uma tarefa para adultos, gente ativa, com a devida disponibilidade, conhecimentos e responsabilidade. O agrupamento de escuteiros, tem cerca de 15 crianças/jovens, 9 dos quais com idades abaixo de 12 anos... Tem igualmente alguns adultos a acompanhar o desenvolvimento destas crianças e jovens (entre chefes e auxiliares). Entendemos que temos , ou teremos tanta responsabilidade, como qualquer cidadão tenha, perante os cenários de dificuldades económicas, sociais, que muitas das famílias que são apoiadas , por este tipo de instituições têm. O envolvimento dos escuteiros, neste tipo de campanhas, deriva da responsabilidade social, que os seus chefes adultos, enquanto cidadãos, entendem que devem ter, passando depois para os mais jovens estas ditas "oportunidades formativas", espírito de serviço e compromisso, perante quem mais necessita (solidariedade). Não temos nada a haver, com o armazenamento, gestão ou entrega destes recursos. Estas sim são as ditas responsabilidades, inerentes a quem se constitui para esses fins ou protocolou estas conpetências. Como cidadãos adultos deste agrupamento, entendemos que estas campanhas trazem também , algum aproveitamento económico a algumas superfícies onde as mesmas decorrem e como parte não interessada a este nível, também nos preocupa ver, que algumas superfícies não foram mobilizadas para a campanha, não que não tivessem dado autorização, mas porque não houve recursos sufientes para as cobrir. Da nossa parte, atentos que estamos a estes desiquilibrios, apelamos a uma maior participação de voluntários nas próximas edições (a nossa mobilização foi quase total), por forma a que todos se sintam parte deste compromisso, não desequilibrando socialmente/economicamente os próprios espaços comerciais, sendo que se esta rede não tiver a adesão suficiente, seremos obrigados a tomar estas decisões de ocupação, em consciência e passaremos aos nossos jovens todos estes mesmos valores. Forte canhota.