O projeto "Gondomar 4LL" tem como intervenção a metodologia, estratégias e ferramentas da mediação intercultural, promovendo a interação entre comunidades (todas), entre comunidades minoritárias e as entidades públicas, numa premissa de empoderamento, inclusão e convivência cidadã. Objetivos:
a) Promover redes e parcerias capazes de criar pontes entre cidadãos e instituições;
b) Promover a mud
ança a partir dos atores presentes no território, unindo as diferentes sensibilidades, prevenindo o conflito ou, quando necessário, atuando sobre o mesmo numa atitude mediadora entre as partes, juntando todos em torno de uma mesma agenda. Objetivos específicos:
- Facilitar a relação e a comunicação entre os diferentes protagonistas da comunidade (instituições, profissionais e cidadãos/ãs);
- Aumentar a participação dos protagonistas para fortalecer e desenvolver a comunidade;
- Adequar as instituições e os serviços às características da comunidade e às suas necessidades;
- Promover a prevenção e a regulação da conflitualidade manifesta e latente da comunidade local. A Equipa de Mediação Intercultural é constituída por 1 coordenadora (CMG), 1 mediadora destinada à intervenção com as Comunidades Migrantes (CVP) e 1 mediadora destinada à intervenção com as Comunidades Ciganas (CSS), focando a sua intervenção em:
- Criar redes e espaços de diálogo entre diferentes protagonistas do território (instituições, profissionais, comunidades e cidadãos/ãs), tendo em vista respostas mais integradas, eficientes e adequadas às necessidades e especificidades das comunidades;
- Fomentar a construção de pontes e redes entre os diferentes atores locais, incentivando a participação de todos/as na vida local da comunidade e fortalecendo o sentido de pertença ao município;
- Atuar na relação entre cidadãos/ãs e profissionais de diferentes entidades, nomeadamente facilitando o acesso aos serviços e prevenindo possíveis situações de conflitualidade;
- Favorecer intervenções de proximidade, envolvendo um contacto regular com as comunidades e atores locais;
- Facilitar processos de mobilidade ascendente nas áreas temáticas de intervenção definidas em sede de diagnóstico;
- Implementar instrumentos de monitorização e avaliação regular das atividades realizadas.