25/09/2026
Hoje, o NeuroCEDE 2.G leva a demência para um lugar onde também precisa de ser discutida: o Direito.
Integrar a Mostra de Projetos de Inovação Social, no âmbito da conferência “Idade e vulnerabilidade: onde deve ir o Direito”, representa muito mais do que apresentar o trabalho que desenvolvemos.
É uma oportunidade para levar ao debate aquilo que encontramos todos os dias no terreno: pessoas com demência que vivem sozinhas, recusam apoio, famílias sem capacidade para responder, ausência de acompanhantes adequados, altas sem retaguarda suficiente e situações em que Saúde, área Social e Justiça precisam de encontrar respostas em conjunto.
Porque a demência não é apenas uma questão clínica.
É também uma questão de autonomia, dignidade, proteção, família e cidadania.
Estar hoje em Bragança, perante magistrados, advogados e profissionais de diferentes áreas, mostra-nos que o trabalho desenvolvido pelo NeuroCEDE começa a ultrapassar o território onde nasceu e a contribuir para uma reflexão mais ampla sobre os desafios da demência.
Do território para outros contextos.
Da intervenção para a reflexão.
Das dificuldades que encontramos para as soluções que precisamos de construir.
Quando um projeto deixa de ser apenas uma resposta local e começa a ser chamado para ajudar outros a pensar, discutir e encontrar soluções, percebemos que o caminho que estamos a fazer começa a deixar marca.
E é isso que hoje levamos connosco para Bragança.
NeuroCEDE 2.G