Odezanovedejunho

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Grupo de cidadãos preocupados com o estado da arte e da cultura, com princípios valiosos e objectivos tangíveis: desenvolver, dinamizar, promover e dignificar todas as artes, culturas e agentes.

Ontem, dia 22 de Maio, Odezanovedejunho assinalou em conjunto com a Escola Básica João de Barros o Dia Internacional da ...
23/05/2026

Ontem, dia 22 de Maio, Odezanovedejunho assinalou em conjunto com a Escola Básica João de Barros o Dia Internacional da Diversidade Biológica. A bióloga Carolina Campos realizou sessões de sensibilização na Biblioteca Escolar para quatro turmas do 5º e 6º ano, onde lhes falou da biodiversidade mundial e local, o valor das diferenças entre os seres vivos, e a importância de preservar o ambiente. Junto a uma exposição de material ligado ao tema, estiveram também expostos trabalhos de turmas do 6º ano sobre espécies em vias de extinção e poemas escritos e ilustrados pelos alunos sobre a poluição.

Fotos de Luís Brandão.

Inaugurou ontem a exposição “Rako – Da Figura ao Essencial”, organizada pelo Museu Municipal Santos Rocha em conjunto co...
19/05/2026

Inaugurou ontem a exposição “Rako – Da Figura ao Essencial”, organizada pelo Museu Municipal Santos Rocha em conjunto com Odezanovedejunho – Associação de Ideias. A retrospectiva do artista figueirense recentemente falecido, que abarca pintura, escultura, desenho, trabalhos de publicidade e caricatura, propõe uma apreciação tanto da versatilidade da sua obra como do pensamento que une todas as técnicas e meios que ele trabalhou.

Esta exposição surge integrada nas comemorações do Dia Internacional dos Museus, assinalado na abertura da inauguração pela Directora Técnica Drª Manuela Silva. Além da família de Rako, marcaram também presença com algumas palavras o seu amigo e curador da exposição Chuva Vasco, e a Vereadora da Cultura Drª Cláudia Rocha.

O evento contou com o patrocínio da gelataria Emanha e da Sol Engarrafado, e terminou com um jantar-convívio.

A exposição estará patente até 30 de Junho.

Caros amigos,Se o Rako ainda estivesse entre nós, teria, certamente, grande alegria em contar com a vossa presença na in...
13/05/2026

Caros amigos,

Se o Rako ainda estivesse entre nós, teria, certamente, grande alegria em contar com a vossa presença na inauguração da sua exposição, que se realizará na próxima segunda-feira, Dia Internacional dos Museus, às 18 horas.

E porque não prolongarmos este momento de encontro e de homenagem, num jantar após o evento?

Cá vos esperamos!

Decorreu no passado 7 de Maio a Vigília pela Paz, em Coimbra, com a presença d’Odezanovedejunho. Fruto de uma parceria c...
09/05/2026

Decorreu no passado 7 de Maio a Vigília pela Paz, em Coimbra, com a presença d’Odezanovedejunho. Fruto de uma parceria com a Comunidade de Acolhimento Cristão João XXIII, Comunidade das 11h do Seminário Maior, Casa da Esquina, GRAAL, Akto – Direitos Humanos e Democracia, Comissão Diocesana Justiça e Paz, Paróquia de Santo António dos Olivais e Paz em Movimento, este evento uniu crentes e não crentes sob a alçada de uma causa comum: a luta pela paz e contra a actual escalada de conflitos e genocídios em curso pelo mundo. O Colectivo Poético d’Odezanovedejunho marcou presença com a leitura do texto “Mais Guerras, Não”, de Alberto Uva.

O homem que se esqueceu de como pensarpor Pedro NunesHavia um homem que se esqueceu de como pensar. Não foi de uma vez –...
01/05/2026

O homem que se esqueceu de como pensar
por Pedro Nunes

Havia um homem que se esqueceu de como pensar. Não foi de uma vez – não foi um acidente, nem uma doença, nem sequer uma escolha dele.

Todos os dias entregava um pouco da sua atenção a algo que pedia com urgência, e todos os dias recebia em troca a ilusão de que estava mais informado, mais conectado, mais presente no mundo. Até que um dia, sentado num banco de jardim, deu por si sem o telemóvel na mão, e ficou em pânico. Não sabia o que fazer com o silêncio. Não estava preparado para o desconforto sem ter logo uma resposta imediata. A tecnologia tinha colonizado o seu silêncio. Tinha-se ido o silêncio e algo mais que não conseguia nomear, algo que fazia parte de nós – o intervalo entre o estímulo e a resposta onde, durante muito tempo, o pensamento aconteceu. (...)

Continue a ler este artigo da Passarola no site: https://odezanovedejunho.pt/?p=1816

No próximo dia 7 de maio, pelas 21h, terá lugar uma Vigília pela Paz no Auditório do Instituto Universitário Justiça e P...
30/04/2026

No próximo dia 7 de maio, pelas 21h, terá lugar uma Vigília pela Paz no Auditório do Instituto Universitário Justiça e Paz. Num tempo marcado por tantas inquietações, este será um momento de encontro, silêncio e reflexão partilhada, aberto a todos os que desejem parar, escutar e renovar o compromisso com a paz.
A iniciativa reúne várias comunidades e organizações, num gesto coletivo que convida à presença, à consciência e à esperança.
Vamos todos juntar-nos pela paz.

Um ano em revistapor Carolina CamposA Passarola faz um ano hoje. Achámos que fazia sentido ela levantar voo neste dia, c...
25/04/2026

Um ano em revista
por Carolina Campos

A Passarola faz um ano hoje. Achámos que fazia sentido ela levantar voo neste dia, com um artigo simbólico e tudo. Assim é neste dia que todos os anos olhamos (olharemos) à nossa volta e fazemos um balanço. Da Passarola e não só. Vamos lá ver.

Há duas eleições atrás conseguimos um feito impressionante como país: tantos deputados de extrema-direita no parlamento como anos passados desde o 25 de Abril. Hoje, aos cinquenta e dois anos de democracia, a extrema-direita já a ultrapassou, com sessenta deputados. José Mário Branco teve a generosidade para com os descontentes do futuro de incluir no FMI frases para tudo, e a que se podia citar aqui é: “Uma p***a pá, um autentico desastre o 25 de Abril”. Ou então estas: “As conquistas de Abril! Eram só paleio a partir do momento que tas começaram a tirar e tu ficaste quietinho, né filho? E tu fizeste como o avestruz, enfiaste a cabeça na areia. Não é nada comigo, não é nada comigo, né? E os da frente que se lixem.”

Pois aqui estamos. (...)

Continue a ler este artigo da Passarola no site: https://odezanovedejunho.pt/?p=1809

A Exopotâmia sur-mercrónica de um sultanato no deserto sem notíciaspor Fernando CamposSegundo o estudo "Desertos de Notí...
15/04/2026

A Exopotâmia sur-mer
crónica de um sultanato no deserto sem notícias
por Fernando Campos

Segundo o estudo "Desertos de Notícias Europa 2025", coordenado em Portugal pelo Laboratório de Comunicação da Universidade da Beira Interior (UBI), mais de metade do território nacional não tem fontes de informação confiáveis e regulares sobre a realidade do próprio concelho. Mais de 80 municípios não têm actualmente um único jornal e 74 não têm uma única rádio. Este fenómeno tem sido acompanhado por um fortalecimento dos gabinetes de comunicação dos municípios.
(...)
O que se segue é o relato de alguns sucessos num concelho onde as únicas notícias que se publicam são as redigidas ou autorizadas pelo gabinete de comunicação do município. A sua leitura talvez sirva para elucidar almas gentis como Bárbara Reis mas, como é óbvio, não dispensa a consulta dos resultados eleitorais. (...)

Continue a ler este artigo da Passarola no site: https://odezanovedejunho.pt/?p=1804

O Triunfo do Caminhantepor Chuva VascoO sujeito-artista que caminha é aquele que descobre e se maravilha, se deslumbra c...
11/04/2026

O Triunfo do Caminhante
por Chuva Vasco

O sujeito-artista que caminha é aquele que descobre e se maravilha, se deslumbra com a natureza das coisas, e das pessoas. O sujeito-artista que caminha é aquele que explicita para o mundo a sua mundividência, lógica para si, antinómica para os outros. Para ele, a obra de arte não é uma ideia que surge do nada, ou resultante da inspiração brilhante de um indivíduo isolado. Ele desacredita o conceito de génio e, ao contrário, insiste nas influências do passado que alimentam o processo de cada criador. Toda a história, todo o passado nos precede, e o artista só tira desta tradição viva, um conjunto de referências pré-existentes, já pensadas e modeladas pelos seus antecessores. Por isso, Rako (1946-2026) é esse sujeito caminhante, que nutre uma fervorosa paixão pelas coisas belas, um amor mútuo pela arte e pelo material, uma admiração inefável pelo passado, pela história e a história da arte em particular. (...)

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Biodiversidade figueirense: Almirante-vermelho (Vanessa atalanta)texto e fotos por Carolina CamposO nome comum vem da se...
04/04/2026

Biodiversidade figueirense: Almirante-vermelho (Vanessa atalanta)
texto e fotos por Carolina Campos

O nome comum vem da semelhança do padrão com um uniforme da Marinha americana. É das maiores borboletas da Europa e comum em Portugal, especialmente no litoral, e voa tanto de dia como de noite. Tem duas tácticas de camuflagem: no meio de campos floridos mantém as asas abertas para se confundir com as cores das flores, e em rochas fecha as asas para ficar visível a sua parte de baixo, que tem uma coloração mais parda. Alimenta-se de urtigas em larva e de néctar e fruta podre em adulta. Deixa humanos chegar perto dela mas é muito territorial: os machos estabelecem territórios ovais de até 7x12m que patrulham várias vezes por hora e voam às voltas para desnortear qualquer macho que lá entre. É uma espécie referida em várias obras de Nabokov.

Veja este artigo da Passarola no site: https://odezanovedejunho.pt/?p=1797

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