Apipe - Associação Portuguesa dos Industriais de Pirotecnia e Explosivos

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Prorrogação da vigência do Despacho n.º 8400-B/2026, publicado no Diário da República, 2.ªsérie, n.º 126, suplemento, de...
07/07/2026

Prorrogação da vigência do Despacho n.º 8400-B/2026, publicado no Diário da República, 2.ªsérie, n.º 126, suplemento, de 2 de julho de 2026, até às 23h59 do dia 9 de julho de 2026,mantendo-se a declaração da situação de alerta, devido ao risco de incêndio rural, nos seguintes distritos: Vila Real, Bragança, Guarda, Viseu, Castelo Branco, Beja, Santarém, Portalegre, Évora eFaro.

⚠️ Situação de Alerta prolongada em 10 distritos até quinta-feira​O Governo prolongou a Situação de Alerta devido ao ris...
06/07/2026

⚠️ Situação de Alerta prolongada em 10 distritos até quinta-feira

​O Governo prolongou a Situação de Alerta devido ao risco extremo de incêndios rurais e às temperaturas elevadas até às 23h59 da próxima quinta-feira (9 de julho).

​Os distritos sob restrições são: Vila Real, Bragança, Guarda, Viseu, Castelo Branco, Santarém, Portalegre, Évora, Beja e Faro.

​Esta medida implica limitações e proibições específicas em espaços florestais e rurais para salvaguarda da segurança pública. Apela-se ao cumprimento rigoroso das orientações das autoridades.

​Acompanhe todos os detalhes na notícia:
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Governo avisa que previsões meteorológicas ainda são de “grande adversidade”. São esperadas temperaturas superiores a 30ºC, humidade inferior a 20%, ocorrência de trovoada seca e ventos com rajadas até 40 km/h.

🚨 SITUAÇÃO DE ALERTA CONTINENTALDevido ao risco elevado de incêndios rurais, o Governo declarou o estado de alerta das 0...
02/07/2026

🚨 SITUAÇÃO DE ALERTA CONTINENTAL
Devido ao risco elevado de incêndios rurais, o Governo declarou o estado de alerta das 00h00 de sexta (03/07) às 23h59 de segunda (06/07).

🚫 Proibidas queimas, utilização de fogo-de-artifício, artefactos pirotécnicos ou balões com mecha acesa.

Governo declara situação de alerta em todo o território continental

29/01/2026

⚠️ Governo arrisca travar obras estratégicas com nova lei dos explosivos

A ANEPE, a ANIET, a AP3E e a APIPE, associações representativas dos setores da pirotecnia e dos explosivos, assim como a indústria extrativa e transformadora, afirmam que a forma como o Governo está a conduzir a revisão do enquadramento legal do setor coloca em risco imediato a atividade económica, o emprego e a execução de investimentos estruturantes financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), podendo comprometer o fornecimento de matérias-primas essenciais a obras como o TGV e outras grandes infraestruturas nacionais.

As associações manifestam profunda preocupação com o facto de o Executivo ter solicitado contributos sobre um documento ferido de fragilidades estruturais graves, técnicas e jurídicas, ao ponto de não ser passível de correção pontual. Trata-se de um texto que exige uma reformulação de raiz, incompatível com o calendário imposto pelo Governo.

Este procedimento coloca as entidades representativas numa posição insustentável: pronunciar-se sobre um diploma que, pela sua natureza e qualidade, não pode ser remendado, muito menos dentro dos prazos definidos.

Mais grave ainda, a eventual entrada em vigor do documento apresentado pelo Governo poderá conduzir à paralisação efetiva de várias atividades económicas críticas. Em particular, as empresas de explosivos que operam em articulação com pedreiras, minas e outras atividades enfrentam um risco real de bloqueio operacional, com impactos diretos na cadeia produtiva, no emprego e no fornecimento de matérias-primas essenciais.

Este bloqueio poderá comprometer obras estruturantes para o país, incluindo projetos como o TGV e outras infraestruturas financiadas pelo PRR. O risco não é teórico. É operacional e imediato.

Importa sublinhar que os setores da pirotecnia e dos explosivos representam cerca de 12% do PIB, sendo fundamentais para a construção, mineração, indústria transformadora, eventos culturais e turismo. A sua paralisação teria um impacto sistémico na economia nacional.

As associações consideram inaceitável que o Governo queira aprovar um documento que ignora todos os contributos dados pelo setor desde 2018, além de entrar em contradição com diplomas atualmente em vigor, criando um quadro legal incoerente, potencialmente inexecutável e gerador de insegurança jurídica para empresas e autoridades.

O documento apresentado pelo Governo falha, desde logo, na distinção elementar entre o setor pirotécnico e o setor dos explosivos, tratando atividades com naturezas, riscos, cadeias produtivas e regimes de fiscalização distintos como se fossem realidades homogéneas. Esta abordagem revela desconhecimento técnico e compromete seriamente a eficácia regulatória.

A ANEPE, a ANIET, a AP3E e a APIPE reiteram a sua total disponibilidade para colaborar na construção de um novo enquadramento legal sério, rigoroso e tecnicamente sólido. Contudo, deixam um aviso claro: Insistir neste processo é abrir caminho a um texto que não passará de uma manta de retalhos, comprometendo a qualidade legislativa e ignorando o conhecimento técnico do setor.

Face à ausência de resposta por parte da Ministra da Administração Interna, apesar de inúmeras diligências, as quatro associações já solicitaram a intervenção direta do Primeiro-Ministro, na expectativa de que este processo seja reavaliado com o rigor, a ponderação e o sentido de responsabilidade que o país exige.

ANEPE - Associação Nacional de Empresas de Produtos Explosivos
ANIET – Associação Nacional da Indústria Extractiva e Transformadora
AP3E - Associação Portuguesa de Estudos e Engenharia de Explosivos
APIPE - Associação Portuguesa dos Industriais de Pirotecnia e Explosivos

⚠️ Nova revisão legal coloca em risco o futuro da pirotecnia e explosivos em Portugal.A APIPE e associações do setor den...
29/01/2026

⚠️ Nova revisão legal coloca em risco o futuro da pirotecnia e explosivos em Portugal.

A APIPE e associações do setor denunciam que o documento do Governo tem “fragilidades estruturais graves, técnicas e jurídicas”.

Estas associações mostraram-se preocupadas com o facto de o Governo ter pedido contributos sobre um documento “ferido de fragilidades estruturais graves, técnicas e jurídicas”, sublinhando que este exige uma reformulação de raiz.

GOVERNO PROPÕE NOVA LEI PARA O SETOR DOS EXPLOSIVOS.Uma lei retrograda, incoerente e incompleta, já rejeitada em 2023 pe...
29/01/2026

GOVERNO PROPÕE NOVA LEI PARA O SETOR DOS EXPLOSIVOS.
Uma lei retrograda, incoerente e incompleta, já rejeitada em 2023 pelo setor.

O actual Governo decidiu, surpreendentemente, retomar nos seus exactos termos a Proposta de Lei nº 58/XV sobre produtos explosivos e pirotécnicos que havia sido elaborada pelo Governo do Dr. António Costa.

E diz-se que esta atitude é surpreendente, porquanto aquando das reuniões que a APIPE e outras associações do sector mantiveram com os diversos Grupos Parlamentares, os deputados do PSD (que suporta o actual Governo) manifestaram sérias reservas, para não dizer que estavam contra, quanto ao conteúdo daquela Proposta de Lei e das soluções nela previstas.
Reunidas ontem em Coimbra, as associações representativas do sector - a APIPE, a ANEPE, a AP3E e a ANIET - mostraram completa identidade de pontos de vista quanto à condenação da Proposta de Lei nº 58/XV e manifestaram a recíproca vontade de agirem em conjunto na tomada de posições sobre esta matéria.

A iniciativa legislativa do Governo não serve os interesses do sector, contendo soluções inaceitáveis, do ponto de vista jurídico, técnico e económico.

Coloca em causa a sobrevivência do sector, a subsistência de milhares de postos de trabalho e a continuidade de muitas empresas.
A APIPE, interpretando o sentir de todo o sector que representa, apela a todos os interessados - desde empresários a trabalhadores permanentes e colaboradores eventuais - que manifestem a sua adesão à unidade demonstrada por estas associações.

Na reunião de ontem entre as quatro Associações representativas das empresas do setor ficou definido tomar uma oposição enérgica, conjunta, contra a intenção do Governo de fazer aprovar uma lei retrograda, incoerente e incompleta, agindo diretamente nos Ministérios da Administração Interna, Ministério do Ambiente, Ministério da Reforma do Estado e da Administração Pública, Ministério da Economia e Direção Nacional da PSP, não deixando de envolver nesta contenda o Senhor Primeiro Ministro, a Presidência da República e os diversos Grupos Parlamentares. Afinal o setor da pirotecnia e dos Explosivos têm um peso significativo na economia e emprego nacional. Ficou ainda definido na reunião efetuar um “press release” em conjunto da APIPE, ANEPE, AP3E e ANIET.

Faremos valer a nossa força.

A Direção da APIPE
Associação Portuguesa dos Industriais de Pirotecnia e Explosivos

APIPE em reunião com o Governo.A preparar o Verão, com os olhos no futuro, uma delegação da APIPE teve uma reunião na Se...
15/01/2026

APIPE em reunião com o Governo.
A preparar o Verão, com os olhos no futuro, uma delegação da APIPE teve uma reunião na Secretaria de Estado da Protecção Civil, onde foram discutidas as opções de combate aos fogos florestais para o corrente ano. Na mesma ocasião, a representação da APIPE teve ainda oportunidade de marcar a sua posição quanto à futura legislação que está a ser preparada para o sector.

28/12/2025

Tradição e Segurança: O Fogo de Artifício na Passagem de Ano

Endereço

Felgueiras
4615-454

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
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Sexta-feira 09:00 - 17:00

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