Vamos Salvar o Jamor

Vamos Salvar o Jamor Movimento de cidadãos mobilizado contra o Plano de Pormenor da Margem Direita da Foz do Rio Jamor. Adquiriu o estatuto de ONGA em 2016.

Movimento de cidadãos mobilizado contra o Plano de Pormenor da Margem Direita da Foz do Rio Jamor

Citizens movement mobilized against the Jamor River Right Bank Detailed Plan

Abate total de várias dezenas de árvores e desmatação completa do terreno dos ex-Fermentos Holandeses! No local ou no si...
27/08/2026

Abate total de várias dezenas de árvores e desmatação completa do terreno dos ex-Fermentos Holandeses! No local ou no site da CMO não há nenhuma informação à população. Não tendo sido divulgado qualquer licenciamento da operação de loteamento de Porto Cruz, com que base legal a proprietária Aziprime abateu estas árvores, na sua maioria de espécies autóctones, revolveu solos com potenciais contaminantes decorrentes da atividade industrial e retirou a vegetação que tinha um papel mitigador dos efeitos daqueles resíduos? Tudo isto sem quaisquer medidas de proteção da população perante a difusão de poeiras com potenciais contaminantes. A Associação colocou todas estas questões à CMO ciente de que a autarquia tem responsabilidade neste processo.

A CMO lançou uma nova revisão do Plano Diretor Municipal que tem como objetivos anunciados criar o enquadramento territo...
22/07/2026

A CMO lançou uma nova revisão do Plano Diretor Municipal que tem como objetivos anunciados criar o enquadramento territorial para transformar solos rústicos em urbanos para, alegadamente, responder à crise habitacional e instalar um hospital central; e, igualmente, criar o enquadramento territorial para a implementação do famoso Ocean Campus no terrapleno de Algés.
Por outro lado, o novo Plano terá de integrar-se nas novas orientações gerais para delimitação da REN e incluir novas normas decorrentes do Plano de Gestão de Riscos de Inundação (2º ciclo) para a nossa Região Hidrográfica.
Decorre, por isso, até 13/08, a Consulta Pública sobre os Termos de Referência do novo processo de revisão, na qual é importante participar e que pode aqui consultar

https://www.oeiras.pt/-/alteracao-pdm-participacao-preventiva-jul-26

A nossa Associação faz hoje 11 ANOS! Em 14 de julho de 2015 foi registada, na Conservatória do Registo Comercial de Casc...
14/07/2026

A nossa Associação faz hoje 11 ANOS! Em 14 de julho de 2015 foi registada, na Conservatória do Registo Comercial de Cascais, pelos sócios fundadores Margarida Novo, José Vale Henriques (já falecido) e Miguel Pinto. A mobilização já tinha começado há, pelo menos, um ano antes, aquando da aprovação do Plano de Pormenor de Porto Cruz, mas em 2015 houve um salto na organização, dinamização e legalização da Associação. Já são 11 anos de caminhada de uma Associação que, com apoio dos seus sócios e simpatizantes e a parceria de outros coletivos, tem lutado pela preservação e desenvolvimento do Jamor com independência, dedicação e firmeza. A foto é das primeiras ações de mobilização.

Mais uma ação pela floresta autóctone e de controlo de invasoras no passado sábado! Na mata nordeste do Jamor, as acácia...
21/06/2026

Mais uma ação pela floresta autóctone e de controlo de invasoras no passado sábado! Na mata nordeste do Jamor, as acácias que secáramos há três e quatro anos despontaram com força. Fizemos cortes de anéis das suas cascas para as controlarmos. Houve também que desbastar o silvado denso para identificar e sinalizar largas dezenas de carvalhos – carrascos, cerquinhos e alvarinhos – semeados nos últimos invernos e que cresciam, incógnitos, por baixo de silvas, acácias, acantos, tintureiras e espanta-lobos.

No   2026, que hoje, 5 de junho, se celebra, as alterações climáticas estão no centro do apelo do Programa das Nações Un...
05/06/2026

No 2026, que hoje, 5 de junho, se celebra, as alterações climáticas estão no centro do apelo do Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA) que convida todos a agir . Nesse sentido, matas como a do Jamor, ajudam a estabilizar o clima e devem por isso ser valorizadas e preservadas. E projetos como o de Porto Cruz, na foz do Jamor ou ambições de colocar uma faculdade na foz da Ribeira de Algés vão em contraciclo com os sinais urgentes que a Terra envia e a Ciência interpreta, nomeadamente através da subida do nível médio do mar e de eventos climáticos intensos cada vez mais frequentes.

Já concorreram ao concurso Árvore do Ano da nossa União de Freguesias, propondo uma árvore do Jamor? A fase de aceitação...
29/05/2026

Já concorreram ao concurso Árvore do Ano da nossa União de Freguesias, propondo uma árvore do Jamor? A fase de aceitação de candidaturas termina já em 1 de junho, cf. link abaixo. Nas fotos, no sentido dos ponteiros do relógio: 1) Uma das araucárias da Quinta da Graça; 2) Cupressus macrocarpa, em frente à piscina; 3) Grevillia robusta na alameda de acesso à canoagem; 4) Brachychiton junto ao miradouro em frente da FMH
https://www.facebook.com/groups/desafiaralges/permalink/4345665812373205

O Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável, com base em novo estudo “Reflexão sobre Gestão Sustent...
20/05/2026

O Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável, com base em novo estudo “Reflexão sobre Gestão Sustentável da Zona Costeira”, conclui que, face ao agravamento de várias tendências ambientais no litoral: mais tempestades, subida do nível do mar e falta de sedimentos, o Estado não deve continuar a suportar os custos de construções privadas em zonas de risco. E, segundo o coordenador do estudo, existe um conflito entre o interesse privado e o bem público de que é evidente o regime dos “direitos adquiridos” que continua a permitir a construção em zonas de risco, pois, para Henrique Queiroga, “Há direitos de construção atribuídos há 20, 30 ou 40 anos que hoje já não fazem sentido”.
https://shorturl.at/lbNua

No passeio que realizámos este mês, identificámos muitas plantas do Jamor e suas utilizações. Hoje aqui falamos de duas:...
24/04/2026

No passeio que realizámos este mês, identificámos muitas plantas do Jamor e suas utilizações. Hoje aqui falamos de duas:
Capuchinhas ou Chagas (Tropaeolum majus L.) possuem propriedades antibióticas, anti-inflamatórias benéficas para tratar tosse, catarro, bronquite, desobstruindo as vias nasais, as bagas são ricas principalmente em vitamina C. Podem comer-se as folhas, flores e sementes que têm um sabor forte a agrião.
Malvas (Malva sylvestris L.), muito utilizadas na antiguidade e ainda hoje em lavagens e infusões no tratamento de problemas do foro digestivo e inflamações cutâneas, podem comer-se as folhas tenras, as flores e os pequenos frutos em forma de queijinhos que são ricos em mucilagem ajudando a proteger as mucosas da boca e tratando as aftas

Grande participação no passeio do passado sábado, dia 11 de abril, para identificação e conhecimento das muitas plantas ...
13/04/2026

Grande participação no passeio do passado sábado, dia 11 de abril, para identificação e conhecimento das muitas plantas silvestres existentes no Jamor, seus usos terapêuticos e alimentares entre outros. No esplendor da primavera visitámos as Malvas (Malva sylvestris L.), muito utilizadas na antiguidade e ainda hoje em lavagens e infusões no tratamento de problemas do foro digestivo e inflamações cutâneas, as Capuchinhas ou Chagas (Tropaeolum majus L.) que possuem propriedades antibióticas e anti-inflamatórias benéficas para tratar as vias nasais, as Labaças (Rumex crispus L.) muito utilizadas em sopas de feijão, principalmente no Alentejo onde chamam Catacuzes e que têm ação diurética, purificadora do sangue e também as Serralhas (Sonchus oleraceus L.), o Amor de Hortelão (Galium aparine L.), o Espargo bravo (Asparagus acutifolius L.), a Acelga brava (Beta maritima L.), o Cardo Mariano (Silybum marianum L.). Muitas outras, de que falaremos mais aprofundadamente noutras publicações, estiveram no nosso passeio.
São ofertas da natureza para nós, para os insetos, aves e outros seres que nos rodeiam, que nos envolvem numa paisagem de serenidade e cujos ecossistemas nos prestam serviços. E que interrogam as roçagens drásticas e as práticas a que chamam a “limpeza” das florestas. Se os decisores soubessem....talvez não as fizessem.

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