Associação Património Histórico PH

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Grupo de Estudos

A Associação Património Histórico PH – Grupo de Estudos iniciou a sua atividade em 1990 como unidade de produção cultural da Casa da Cultura, adquirindo estatuto jurídico autónomo em 1993, e tem-se dedicado à promoção, valorização e defesa do património, bem como ao seu estudo rigoroso, nesta região. A ação do PH – Grupo de Estudos tem-se pautado pela colaboração com entidades públicas e privadas, com destaque para a prestação de serviços ao nível da inventariação patrimonial, da organização de arquivos documentais, da realização de pesquisas e da publicação de estudos de carácter histórico e cultural. Além disso, tem-se caracterizado por dinamizar ações de formação que permitam o conhecimento e valorização do património local e regional, bem como por promover iniciativas suscetíveis de interessar públicos diversificados, tais como cursos, colóquios, conferências e exposições.

Hoje!
31/07/2026

Hoje!

APRESENTAÇÃO DE LIVRO DO AUTOR MANUEL MARTINS
Amanhã (sexta-feira) às 18h00 na Biblioteca Municipal.

24/04/2026

📚 Lançamento de Livro | Cultura em destaque nas Caldas da Rainha

A União de Freguesias convida toda a comunidade para um momento especial de partilha e reflexão histórica.

“Brevíssima História da Revolução dos Cravos”, de Luís Nuno Rodrigues, é apresentado num encontro que promete revisitar um dos momentos mais marcantes da nossa democracia.

🗓 26 de abril de 2026
🕔 17h00
📍 Céu de Vidro – Parque D. Carlos I

🎤 Sessão com apresentação e conversa com o autor, numa oportunidade única para aprofundar conhecimentos e celebrar a liberdade.

🌹 Porque Abril é memória, mas também futuro - junte-se a nós.

O PH está presente na exposição "Um 100 número de Gazetas"!
20/04/2026

O PH está presente na exposição "Um 100 número de Gazetas"!

18/04/2026

Um 100 número de Gazetas 📰

Integrada nas Comemorações para o Centenário do jornal Gazeta das Caldas, a exposição, Um 100 número de Gazetas reúne um conjunto de fotografias e de pequenos textos noticiosos publicados por este semanário.

Uma parceria com o La Vie das Caldas da Rainha, com curadoria de Paula Nobre e a colaboração da Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro.

De 20 de abril a 8 de maio no La Vie das Caldas da Rainha

15/04/2026

Na próxima sexta-feira, dia 17 de Abril, às 18h, pegue num cravo e junte-se a nós para uma celebração digna do mês de Abril: o lançamento da «Brevíssima História da Revolução dos Cravos», de Luís Nuno Rodrigues, no ISCTE-IUL, Edifício 4, Auditório 302.

O livro será apresentado por Helena Carreiras e Maria Inácia Rezola. Contamos com a sua presença 🙌

Saiba mais sobre a «Brevíssima História da Revolução dos Cravos» em https://tintadachina.pt/produto/brevissima-historia-da-revolucao-dos-cravos/

O nosso associado João Martins Pereira promoverá, no âmbito do Festival Latitudes - Literatura & Viajantes, a exposição ...
15/04/2026

O nosso associado João Martins Pereira promoverá, no âmbito do Festival Latitudes - Literatura & Viajantes, a exposição "Gente que Lê", que estará patente na Biblioteca Municipal de Óbidos - Casa José Saramago a partir da próxima quinta-feira, dia 16 de abril, primeiro dia do festival, até ao final de maio, entre as 10h e as 18h.

TERTÚLIAS PH | CULTURA É CAPITAL. A cidade vista e revista por quem lhe dá valor | 19 de marçoA última sessão, deste pri...
02/04/2026

TERTÚLIAS PH | CULTURA É CAPITAL. A cidade vista e revista por quem lhe dá valor | 19 de março

A última sessão, deste primeiro trimestre do ano, teve como convidados Dóris Santos, diretora do Museu Nacional do Traje; Fernando Mora Ramos, diretor artístico, ator e encenador do Teatro da Rainha; e Mário Branquinho, diretor geral e de programação do CCC, tendo como moderadora Rita Sáez, membro da Direção do PH.
Dóris Santos, cujo percurso profissional tem profunda ligação à cidade das Caldas da Rainha, falou da sua relação com a mesma, destacando o fascínio que sentiu desde sempre pelo Parque e pelo Museu José Malhoa. Fascínio este determinante para o seu futuro ligado a vários museus nacionais. Analisou a expressão “cultura é capital”, título da tertúlia, pensando em “capital” como “central”, como “recurso” (financeiro e não só), ou ainda, enquanto adjetivo, algo que é “fundamental”. Destacou ainda, na sua intervenção, a conjuntura, que tão bem estudou, associada à elevação das Caldas da Rainha a cidade, em 1927, especialmente a ação de António Montês na construção da identidade desta como uma cidade de cultura. Chamou ainda a atenção para a necessidade de as associações e outros organismos e instituições caldenses, ligadas à cultura, desenvolverem uma programação articulada, alargando o “valor” da sua ação.
Fernando Mora Ramos, iniciou a sua intervenção com a ideia “arquitetura é cultura”. Articulou, em torno desta, a vivência dos espaços urbanos onde residiu: Lisboa, Lourenço Marques, Évora e Caldas da Rainha, comparando-os. Em relação a Lourenço Marques, destacou as arquiteturas exatas, algo que considerou importante para o seu trabalho de encenador, marcado pelo rigor. Analisou a cidade contrastante dos seus arredores. A escala das vizinhanças determinava noites animadas, mas também a vigência de costumes como os que levavam a que as senhoras não entrassem no Café Portugal. Em Évora, após o 25 de abril de 1974, colaborou para que o Teatro Garcia de Resende foi resgatado da situação de abandono. “Uma cidade faz-nos, no sentido em que não lhe escapamos”, foi uma das suas conclusões.
Já na discussão, destacou a necessidade de haver dois planos de intervenção cultural: o formativo e o de criação. No âmbito do primeiro, considera fundamental chegar às escolas, colocar as crianças num percurso imaginativo, com atividades de maturação lenta. Quanto à criação, comparou o caso nacional com o inglês, em que há um teatro nacional em cada terra. A palavra “capital” trouxe à sua reflexão as regiões do país que estão completamente abandonadas, a necessidade de criar uma verdadeira rede, em vez de cavalgar as ondas atuais, em que prevalece o teatro de “vaudeville”.
Mário Branquinho iniciou a sua intervenção com a seguinte ideia: “Uma cidade vale pelas pessoas que tem”, valorizando a mediação. Inseriu a estratégia do CCC na ligação com as instituições e associações da cidade, parcerias a partir das quais nascem novos públicos. Congratulou-se pelo apoio concedido ao CCC pela DGArtes. Destacou, entre outras iniciativas, o Fórum participativo de maio, os Laboratórios de participação artísticos, os “Dias do Jazz”, o Festival de Piano do Oeste, os concertos de Orquestras nacionais noutros espaços culturais da cidade e as sessões de cinema, tanto no próprio CCC, como ao ar livre. Neste âmbito, o CCC surge como uma estrutura de referência na região e no país, contribuindo para a projeção da cidade das Caldas da Rainha como marca. Mário Branquinho, em discussão, considerou que os espetáculos mais comerciais, de entretenimento, também têm (e devem ter) o seu lugar, diversificando os públicos e regiões de onde este provém.

Endereço

Rua Vitorino Frois, Praça Da Universidade Polo 1
Caldas Da Rainha
2500-256

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