Instituto OST Portugal

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Reuniões não estruturadas que estimulam o pensamento “out of the box"

A Metodologia de Reunião em Espaço Aberto, ou Open Space Technology (OST), é uma técnica de facilitação de reuniões, que assenta na auto-organização dos sistemas complexos e se baseia nos trabalhos de Harrison Owen e de uma larga comunidade de facilitadores em todo o mundo. O Espaço Aberto potencia os efeitos positivos da complexidade e do caos, constituindo-se assim como um momento de transformação organizacional, e de aprendizagem individual e colectiva, podendo produzir resultados significativos na definição de objectivos, no desenvolvimento de projectos, bem como no networking, inovação e colaboração empenhada entre os participantes. As Reuniões em Espaço Aberto são reuniões não estruturadas, onde não existem apresentações formais de oradores, estimulam o pensamento “out of the box” e a emergência de perspectivas inovadoras que, noutros tipos de reuniões mais formais, não se formam naturalmente.

A importância das abelhas e de outros polinizadores 🐝🦋🐞Posted  •  “Quando as abelhas desaparecerem, o homem só viverá ma...
20/05/2024

A importância das abelhas e de outros polinizadores 🐝🦋🐞

Posted • “Quando as abelhas desaparecerem, o homem só viverá mais quatro anos.” Albert Einstein

A ONU estima que as várias espécies de abelhas enfrentam, atualmente, um risco 100 a 1000 vezes superior de extinção, devido ao impacto humano na natureza:
- alteração do uso do solo, com as áreas extensas de monoculturas;
- intensificação dos sistemas agrícolas, com recurso a uma maior utilização de fitofármacos;
- introdução de espécies exóticas invasoras;
- alterações climáticas.

As abelhas e os outros polinizadores são extremamente importantes para a biodiversidade do planeta, para a manutenção de ecossistemas saudáveis e para garantir a maior parte dos alimentos que consumimos.

Só em Portugal, temos mais de 700 espécies de abelhas silvestres, de diferentes tamanhos, cores e estratégias de nidificação, em risco de extinção.

Como ajudar?

- escolhe sempre plantas nativas, pois estão mais adaptadas ao nosso clima e solos e os nossos polinizadores dependem delas;

- seleciona espécies com floração em épocas diferentes, de forma a garantir flores (fonte de néctar e pólen) ao longo do ano, com tamanhos, cores e formas variadas, que irão atrair uma maior diversidade de polinizadores;

- planta plantas aromáticas (alecrim, tomilho, hortelã, sálvia, alfazema e funcho), árvores de fruto (arruda, rosmaninho, cistáceas), madressilvas, pilriteiro, murta, medronheiro, favas, couve, pepinos, cenouras e cebolas (úteis para ti e para as abelhas);

- não uses fitofármacos (ex. pesticidas e herbicidas);

- corta menos, para permitir que as plantas espontâneas cresçam até produzirem semente, assegurando a sua continuidade e também a sua diversidade;

- deixa parcelas com vegetação natural e sem intervenção, onde possam crescer plantas anuais e plurianuais (borragem, cardos, trevos, chicória, soagem, malvas, alhos, compostas, etc.);

- participa em iniciativas cidadãs de mitigação das alterações climáticas.

https://www.biodiversity4all.org/projects/polinizadores-de-portugal

A importância das abelhas e de outros polinizadores.
20/05/2024

A importância das abelhas e de outros polinizadores.

“Quando as abelhas desaparecerem, o homem só viverá mais quatro anos.” Albert Einstein

A ONU estima que as várias espécies de abelhas enfrentam, atualmente, um risco 100 a 1000 vezes superior de extinção, devido ao impacto humano na natureza:
- alteração do uso do solo, com as áreas extensas de monoculturas;
- intensificação dos sistemas agrícolas, com recurso a uma maior utilização de fitofármacos;
- introdução de espécies exóticas invasoras;
- alterações climáticas.

As abelhas e os outros polinizadores são extremamente importantes para a biodiversidade do planeta, para a manutenção de ecossistemas saudáveis e para garantir a maior parte dos alimentos que consumimos.

Só em Portugal, temos mais de 700 espécies de abelhas silvestres, de diferentes tamanhos, cores e estratégias de nidificação, em risco de extinção.

Como ajudar?

- escolhe sempre plantas nativas, pois estão mais adaptadas ao nosso clima e solos e os nossos polinizadores dependem delas;

- seleciona espécies com floração em épocas diferentes, de forma a garantir flores (fonte de néctar e pólen) ao longo do ano, com tamanhos, cores e formas variadas, que irão atrair uma maior diversidade de polinizadores;

- planta plantas aromáticas (alecrim, tomilho, hortelã, sálvia, alfazema e funcho), árvores de fruto (arruda, rosmaninho, cistáceas), madressilvas, pilriteiro, murta, medronheiro, favas, couve, pepinos, cenouras e cebolas (úteis para ti e para as abelhas);

- não uses fitofármacos (ex. pesticidas e herbicidas);

- corta menos, para permitir que as plantas espontâneas cresçam até produzirem semente, assegurando a sua continuidade e também a sua diversidade;

- deixa parcelas com vegetação natural e sem intervenção, onde possam crescer plantas anuais e plurianuais (borragem, cardos, trevos, chicória, soagem, malvas, alhos, compostas, etc.);

- participa em iniciativas cidadãs de mitigação das alterações climáticas.

https://www.biodiversity4all.org/projects/polinizadores-de-portugal

31.10 a 02.11.2024
16/03/2024

31.10 a 02.11.2024

Home Open Space Technology World Gathering October 31 – November 2 in Istanbul – Turkey Open Space on Open Space (OSonOS) Conferences are gatherings of Open Space Technology practitioners, their clients, curious people, business people, scientists, community activists, and others, all with some ...

Meu comentário:Mas porque não estão todas as terras a fazer isto, ou, se não têm cisternas, a cavá-las e fazê-las já, co...
08/12/2023

Meu comentário:

Mas porque não estão todas as terras a fazer isto, ou, se não têm cisternas, a cavá-las e fazê-las já, como tarefa urgente - a mais urgente, em verdade – como os romanos já sabiam e faziam? E não é para regar jardins, mas, dentro de pouco tempo, para uso humano e para regar as hortas- de onde sairá o essencial do que as populações comerão! Estão todos cegos?

O artigo do Público:

«Alterações climáticas impõem reactivação das históricas cisternas de Évora

A Câmara de Évora procura combater a escassez de água armazenando a que vem do céu no Inverno para a utilizar nos períodos de estiagem na rega de jardins e de outros espaços verdes.

Carlos Dias
8 de Dezembro de 2023

De entre as cidades mais antigas de Portugal, Évora é das que estão implantadas mais longe de um curso de água, detalhe que durante séculos forçou à abertura de centenas de poços e fontes,

originando um complexo sistema hidráulico de captação a partir dos lençóis freáticos, que prevaleceu até aos anos 30 do século XX. Os poços eram na sua maioria privados e estavam localizados nos pátios ou no interior das casas. Nas residências mais abastadas foram instaladas cisternas para guardar as águas pluviais. O abastecimento público era assegurado a partir de poços e pelos aguadeiros que distribuíam a água pela cidade.

Deste património que foi preenchendo o casco urbano do centro histórico de Évora, prevalecem inúmeros poços particulares no interior das casas, muitos deles tapados, e algumas cisternas. A autarquia pretende agora mapear e estudar duas dezenas deste tipo de estruturas hídricas. Até agora foram confirmadas seis em “relativo bom estado de conservação, das quais cinco foram consideradas de interesse relevante.”

Maria da Conceição Rodrigues, técnica municipal, referiu, durante a apresentação do projecto As Cisternas do Centro Histórico de Évora, decorrida recentemente no Palácio D. Manuel, que a origem da cidade “poderá estar associada à água”. Com efeito, parte do aglomerado urbano é atravessado pelo aquífero de Évora-Montemor-Cuba.

Mesmo assim, o lençol freático “não é muito espesso, o que significa que pode baixar de nível com uma seca prolongada ou a abertura de furos”, salientou António Chambel, investigador da Universidade de Évora, na sequência de vários trabalhos de campo realizados, sobretudo, a partir do ano 2002.

Assim se explica que a escassez de água prevaleça uma constante na história de Évora. Nas primeiras décadas do século XVI, o abastecimento público à cidade era manifestamente insuficiente, principalmente nos meses de Verão. Uma das consequências da falta de água reflectia-se no aparecimento de surtos de peste, como os que ocorreram com trágicas repercussões em 1495, 1509 e 1523.

O crescimento do aglomerado urbano incentivou a instalação de chafarizes, mas Évora precisava de um aqueduto para suprir as carências de água, uma vez que os recursos disponibilizados pelas reservas subterrâneas se haviam tornado insuficientes. O historiador Francisco Bilou, que escreveu o livro O Aqueduto da Água da Prata, em Évora. Para uma síntese histórico-arqueológica da obra e dos seus protagonistas (c.1490-1571), salienta que “foi o rei D. João II quem primeiro pensou e ordenou trazer a água da Fonte da Prata à cidade.”

Aqueduto recuperado
A construção foi iniciada, por ordem de D. João III, em 1532 e terminada em 1537. Foram feitos 18,5 quilómetros de aqueduto desde a Herdade do Divor, onde se encontra o ponto de fornecimento de água, que era deslocada para o centro de Évora, até onde está a actual fonte da Praça do Giraldo. As canalizações e arcadas de granito de estilo renascentista assentam, muito provavelmente, sobre o antigo aqueduto romano, admite Francisco Bilou, que faz referência a “uma estrutura hidráulica de cronologia romana.”

A água transportada pelo aqueduto Águas da Prata contribuiu para o abastecimento do centro histórico de Évora, completando a função de centenas de poços e nascentes. Nesta complexa obra de engenharia hidráulica renascentista, as cisternas urbanas passaram a integrar uma importante rede hídrica que incluía a recolha, a canalização e a distribuição da água no espaço público e privado.

Este sistema funcionou até aos anos 30 do século XX, quando o aglomerado urbano se estendeu para bairros periféricos. Com o aparecimento dos sistemas eléctricos utilizados na captação e transporte de água, a Câmara de Évora passou a dispor de melhores condições para utilizar as reservas de furos e barragens. A partir de então, a maioria das cisternas foi desactivada e votada ao abandono. O acesso à água deixou de ser um problema desde o momento que Évora passou a ser abastecida a partir da albufeira de Alqueva, mas as alterações climáticas vieram mudar este figurino.

“A chuva chega de forma mais intensa e mais concentrada, não se infiltra no solo e desperdiça-se muita água”, salientou Marta Azevedo, especialista em arquitectura paisagista, durante a apresentação do projecto de aproveitamento das cisternas existentes no centro histórico de Évora.

“Como vai ser o futuro num território cada vez mais árido”, quando aumentam os consumos, bem como as perdas de água por evapotranspiração, a partir das albufeiras, foi a questão colocada durante o debate.

As cisternas, além de constituírem uma reserva de água para usos que não estejam associados ao consumo humano, podem ainda aliviar os sistemas de drenagem pela sua capacidade de encaixe “nos primeiros minutos de uma chuvada forte”, representando, assim, um “importante contributo na amortização dos caudais”, assinala Marta Azevedo.

Também o aqueduto Águas da Prata já foi recuperado e está em condições de transportar água até um ponto onde o seu caudal, que circula por gravidade, possa ser reencaminhado sob pressão para os sistemas de rega de jardins e de outros espaços verdes.
A situação que se vive na região sul do país, mesmo com o Alqueva, “exige, mais do que nunca, soluções para poupança e reaproveitamento” das águas pluviais, conclui o município eborense. »

A Câmara de Évora procura combater a escassez de água armazenando a que vem do céu no Inverno para a utilizar nos períodos de estiagem na rega de jardins e de outros espaços verdes.

Realizar reuniões criativas, em qualquer tipo de organização, sempre que existe um tema ou projecto complexo e relevante...
30/11/2023

Realizar reuniões criativas, em qualquer tipo de organização, sempre que existe um tema ou projecto complexo e relevante para a mesma!

"In this second episode of the Open Space Living Room, sponsored by the Open Space Institute-U.S., Harold Shinsato and R...
01/08/2023

"In this second episode of the Open Space Living Room, sponsored by the Open Space Institute-U.S., Harold Shinsato and Rijon Erickson interview Peggy Holman. Peggy has been opening space since 1996. She is a co-founder of the Open Space Institute-U.S. and a current emeritus board member."

In this second episode of the Open Space Living Room, sponsored by the Open Space Institute-U.S., Harold Shinsato and Rijon Erickson interview Peggy Holman. ...

A próxima World Open Space on Space (WOSonOS) terá lugar em Berlim de 18 a 21 de Outubro. As inscrições estão abertas!  ...
22/06/2023

A próxima World Open Space on Space (WOSonOS) terá lugar em Berlim de 18 a 21 de Outubro. As inscrições estão abertas!

The World Open Space on Open Space 2023 takes place in Berlin from October 18 through 21, 2023. It's the annual worldwide meeting of Open Space practitioners which moves from continent to continent every year. After 2000 and 2010 we have the pleasure to host the WOSonOS in Berlin for the 3rd time.

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