Pastoral La Salle-Portugal

Pastoral La Salle-Portugal A Pastoral.PT é um espaço aberto a todos aqueles que quiserem explorar o que é ser cristão nos tempos de hoje nas várias experiências que oferecemos.

É destinada a todos aqueles que desejarem participar nas nossas actividades pastorais. Somos abertos, acolhedores e esperamos a participação animada de jovens e menos jovens das mais diversas proveniências! Somos um movimento pastoral unido ao carisma Lassalista, católico, que visa evangelizar através de um projecto denominado "Pastoral.pt" ( Pastoral Para Todos). Entendemos este projecto da seguinte forma:

“Do funil dos afluentes ao leque do delta”

A Pastoral.pt, quer ser como o delta do rio Nilo no Egipto. Se reparamos numa imagem de satélite, podemos observar que no percurso do rio Nilo, fora das margens tudo é deserto, mas no fim, o rio abre-se no delta para desaguar em centenas de quilómetros da costa mediterrânica. As gotas que caíram nas montanhas, juntaram-se nos afluentes, dando assim vida aos campos e às arvores das margens, mas ficamos perplexos ao ver milhões de litros de agua inútil que não saciam tanta terra sedenta. Assim nós, podemos ficar satisfeitos e fechados no nosso rio, no nosso grande caudal e esquecer as terras baldias e as gotas que vão ficando no caminho. Podemos esquecer que há outros rios, de outras cores, com outros peixes, podendo até mesmo esquecer de onde viemos, as nossas nascentes. Por isso gostamos da imagem do delta, milhares de pequenos canais abrem-se como um leque de vida revitalizando o deserto. Agua que se espalha sem medo e se infiltra no solo árido do deserto. Que como os dedos duma mano tenta abranger até o último reduto do deserto. Nós que formamos a Pastoral.pt queremos ser como um delta que chega a todos, queremos abrir-nos, transmitir aquilo que nos dá vida, partilhar o amor que recebemos.

06/10/2026

⭐ E assim começamos...
Uma noite de reencontros, sorrisos e partilhas que nos lembrou aquilo que torna a Pastoral tão especial: as pessoas 🤍

Ouvimos histórias que fazem parte da nossa Pastoral, recordámos momentos que a marcaram e descobrimos um pouco do que está por vir.

A obra está oficialmente em andamento. E isto é só o começo 🛠️⭐

Muito mais do que um acampamento. ✨🏕️Nas últimas duas semanas, os nossos Grupos Cristãos viveram dias inesquecíveis em M...
20/07/2026

Muito mais do que um acampamento. ✨🏕️

Nas últimas duas semanas, os nossos Grupos Cristãos viveram dias inesquecíveis em Município Celorico de Basto. Entre caminhadas, jogos, desafios, momentos de oração, partilhas, risos e novas amizades, cada jovem foi convidado a descobrir que a verdadeira aventura acontece quando caminhamos juntos e com Jesus.

Foram dias intensos, cheios de vida e de compromisso, onde cada atividade ajudou a crescer na amizade, no espírito de equipa e na fé. Regressamos de mochila cheia de memórias, de coração agradecido e com a certeza de que cada um de nós é um mundo capaz de transformar o mundo dos outros. 💛💙

«O SALMISTA ORANTE… e A NATUREZA VIVA» Constatamos que são muitos os Salmos onde o orante salmista f**a admirado, assomb...
30/06/2026

«O SALMISTA ORANTE… e A NATUREZA VIVA»
Constatamos que são muitos os Salmos onde o orante salmista f**a admirado, assombrado, espantado, ao contemplar (ou imaginar) a Criação de Deus!... Sim, descobre-se que, nesta Criação, existe “algo vivo”; embora sujeito ao ciclo - repetitivo e contínuo - de ‘nascer, crescer e morrer’. Ou seja, o salmista admira-se do próprio dinamismo da Criação, mesmo daquela parte dessa criação que se considera ‘inerte’, inanimada, sem vida.
Porém, o seu louvor preferente vai principalmente para a outra parte, que constitui a Natureza Viva, o conjunto de todos os “seres vivos”, em contínuo movimento dinâmico. Incluindo-se, como é evidente, a si próprio, “o ser humano”… Cá está, por exemplo, o (Salmo 8). “Quando contemplo os céus, obra das tuas mãos, a Lua e as estrelas que Tu criaste: que é o homem para te lembrares dele, o filho do homem para com ele te preocupares? Quase fizeste dele um ser divino; de glória e de honra o coroaste. Deste-lhe domínio sobre as obras das tuas mãos, tudo submeteste a seus pés…” (Sl 8,4-7). Ou seja, ao contemplar as próprias obras ‘inertes’ (“os céus, a Lua, as estrelas”…) não deixa de f**ar admirado, espantado, ao pensar, ao mesmo tempo, no ser humano, como algo de superior (“quase um ser divino”). E então, é lógico reconhecer que lhe tenha “dado o domínio sobre as obras das Suas mãos…”. Assim, um ser vivo (não inerte), como é o ser humano (!), é capaz de “pôr em movimento” - dar vida, ‘vivif**ar - todos os seres inanimados (inertes) (!?)…
Ou, então, o (Salmo 19/18), onde, curiosamente, transforma a criação inerte em qualquer coisa que se mobiliza, que se mexe, que se comunica (‘as coisas, umas às outras’) e até põem-se “a falar”(!) e a transmitir-se ‘mensagens’… “Os céus proclamam a glória de Deus; o firmamento anuncia a obra das suas mãos. Um dia passa ao outro esta mensagem e uma noite dá conhecimento à outra noite. Não são palavras nem discursos cujo sentido se não perceba. Mas o seu eco ressoou por toda a terra…” (Sl 19,2-5). Quer dizer, apesar de se tratar de ‘seres inertes’, a sua “linguagem” é perfeitamente inteligível: “o seu eco ressoa por toda a terra”(!).
Aliás, o nosso ‘orante salmista’ é capaz também de passar para outras criaturas inertes, mas estas já ‘obras das mãos do homem’ inspirado por Deus, que já têm um signif**ado… E então, temos aqui: “o templo”, “as moradas de Deus”, “os átrios da Casa do Senhor”, “os altares do Senhor do universo”... Observamos isto, por exemplo, no (Salmo 84/83): “Como são amáveis as tuas moradas, ó Senhor do universo! A minha alma suspira e tem saudades dos átrios da Casa do Senhor”…
Todavia, e além disso, convida-se outros seres vivos (estes já animados) para louvar o Senhor. Uma atitude, aliás, que aparece noutros vários Salmos, onde se anima e convida às aves, o aos insetos, o até aos grandes cetáceos e ‘monstros’ do mar (Sl 104,24-30)… para louvarem o seu Criador e Senhor!
Ora bom, nesse mesmo (Salmo 84) aparece-nos a curiosa e simpática atitude de algumas aves (‘pássaros’) que ‘aprenderam’(!?) a utilizar a Casa de Deus (“junto dos teus altares”) e ao abrigo dos seus telhados, um sítio adequado e próprio para construir o lar, o ‘seu ninho’, e acolher e criar os seus filhotes… Diz assim o Salmo 84: “Até os pássaros encontram abrigo e as andorinhas um ninho, para os seus filhos, junto dos teus altares, Senhor do universo, meu rei e meu Deus (Sl 84,2-4). Parece como se estes ‘piedosos salmistas’, fossem capazes de captar e admirar a ‘atitude religiosa’ (?) ou o ‘sentido do sagrado’(?) destes animalzinhos (pardais, ou andorinhas, ou os simpáticos ‘aviões’ de voo elegante…), todos, ‘amigos’ igualmente dos seres humanos (!).
Há, ainda, Salmos que são uma rica fonte de reflexão sobre a vida e a morte: acerca da brevidade da vida e da certeza da morte…; é o caso do (Salmo 90) atribuído a Moisés…
Mas observemos o (Salmo 22/21), que é considerado como o “Salmo da paixão do justo”, como o reflete um dos seus versículos: “Eu, porém, sou um verme e não um homem, o opróbrio dos homens e o desprezo da plebe”. Ao mesmo tempo, não deixa de nos surpreender com esta filial e sentida oração dirigida ao Senhor: “Na verdade, Tu me tiraste do seio materno; puseste-me em segurança ao peito de minha mãe. Pertenço-te desde o ventre materno; desde o seio de minha mãe, Tu és o meu Deus” (22,7.10-11).
E já agora, por falar em “verme”, larva ou lagarta… É evidente que os salmistas daqueles tempos não eram capazes de descobrir e sentir ‘outras realidades’, como nós hoje, como fruto da investigação e das descobertas da Ciência através dos tempos…
=> Vamos, então, imaginar que somos - qualquer um de nós - um “salmista de hoje”(?). O que é que sentiríamos ao descobrir, na ‘Natureza Viva’: por exemplo, a maravilha que é o fenómeno conhecido em Biologia como a “Metamorfose” (nos Insetos). [ -> ‘Imagem’ inicial ]. E como é que poderia ser, então, a nossa “Oração Sálmica”, dirigida ao Deus, que é o Criador do tal prodígio biológico!
Para já, dispomos da ‘Internet’ como meio de investigação e descrição do fenómeno, que nos ajudará a conhecer e ampliar o que é interessante saber… Transcrevemos aqui, porém, o que é fundamental para o nosso caso: Neste processo cíclico, o novo ser vivo – que afinal vai ser uma bela e colorida borboleta – passa por várias ‘fases’ (ovo > larva > crisálida), até sofrer uma mudança, ‘no interior’ desta crisálida ou ‘casulo’ (e de um modo ‘misterioso’(?) ainda não explicado ou esclarecido pelos cientistas!), e passar para uma alteração mais radical, que transforma – ao que parece(!) – “um ser vivo” (larva ou verme ou lagarta) num “outro ser vivo”, de um nível essencialmente superior: a tal «Borboleta»… E tudo, através dessa “metamorfose” (= transformação) misteriosa e, até agora, inexplicável!...
Moral da história: Somos levados a pensar que este processo natural parece signif**ar, simbolizar (se for aplicado à nossa espécie humana) a passagem da vida terrena (mortal) para a Vida Eterna (imortal). Ou seja, este facto vem substituir à mal chamada ‘morte’(?), realidade inevitável! (*)
É verdade. A nossa «oração sálmica», aqui e agora, poderia ser um reflexo do próprio (~Salmo 8): «Quando contemplo, ó Deus, esta maravilha da Metamorfose, que Tu criaste… leva-me a pensar: O que é o homem para te lembrares dele, o filho do homem para lhe dares esse poder?... Sim. Quase fizeste dele um ser divino; de glória e de honra o coroaste…».
(*). Diga-se, de passagem, que temos alguma experiência acerca do impacto positivo, e bem interpretado, que este ‘simbolismo’ tem entre a gente que participa, celebra e vive a «Páscoa jovem», ano após ano, quando lhes é apresentada esta “comparação”, que se aplica, como é evidente, quer à «Morte e Ressurreição de Cristo Jesus» quer à «nossa própria morte e ressurreição».
(30-06-2026)
// Para REFLEXÕES afins aos Tempos Litúrgicos, e outras, ABRIR o ‘BLOG’:
http://palavradeamorpalavra.sallep.net

Estão oficialmente convidados para o grande Sunset do Mundial! Nesta noite especial celebraremos o encerramento da Pasto...
12/06/2026

Estão oficialmente convidados para o grande Sunset do Mundial!

Nesta noite especial celebraremos o encerramento da Pastoral, com momentos de convívio, muita animação, espírito de equipa e, claro, muita comida e bebida para todos! Não faltem!!!

O dress code será inspirado no Mundial: veste as cores da tua seleção favorita e vem preparado para representar o teu país com orgulho!

O preço é 7 euros (crianças com menos de 12 anos pagam apenas 3,5 euros).

Convidamos todos a trazer uma entrada ou uma sobremesa para partilhar!

Dia 20 às 18:30h, no La Salle

Traz também muita energia, boa disposição e espírito de equipa para celebrarmos juntos o encerramento da Pastoral numa verdadeira festa mundial!

Têm até quarta-feira, dia 17, para se inscreverem no link: https://shorturl.at/1u0Ub

«PENITENTES… PENITÊNCIA… PRECISA-SE!» Penitência, palavra que deriva de ‘pena’ ou penas, e que supõe: sofrimento, puniçã...
30/05/2026

«PENITENTES… PENITÊNCIA… PRECISA-SE!»
Penitência, palavra que deriva de ‘pena’ ou penas, e que supõe: sofrimento, punição, castigo, corretivo… E mais: O que é “remorso”? Porque é que se sente o remorso?... Todos estes termos e questões exigem uma reflexão meditada…
Aliás, quem carrega uma culpa diz-se culpado, isto é, tem consciência de haver pecado (‘transgredido uma lei’), sente a necessidade de sair desse estado e situação… E cá está a palavra-chave: “consciência”; aquela que dizemos “voz interior” ou “voz de Deus”. E é voz comum (valha a redundância?) que não deixa de se ouvir no mais profundo do nosso ser, seja para ‘acusar’, ‘culpar’, ou então para ‘felicitar’, ‘congratular’, ‘aplaudir’. Todos temos experiência disto. E nenhum ser humano normal pode dizer que não ‘sente’ esta voz inexorável, ou que ‘não tem consciência’, ou que ‘não é consciente’… Todos temos, todos sentimos!
Ora bom, na sequência das nossas reflexões acerca dos Salmos, temos de informar, antes de mais, que no Livro dos Salmos da Bíblia (que são 150) encontramos alguns, ao menos uma meia dúzia (incluindo o Sl 51(50) já visto anteriormente) que nos ajudam a refletir nesta situação do “ser humano pecador” e “penitente”; e a sair dessa situação da melhor maneira e tão célere quanto possível…
Mesmo quando alguém se sinta ‘justo’ (sem pecado-?) será provado igualmente!… Por exemplo, testado através de uma doença. O (Salmo 6) é precisamente a (“Oração de um justo em provação”). Esta pessoa poderia talvez pensar em poder resolver a questão com aquele desabafo: ‘Meu Deus, mas o que é que eu fiz para merecer isto?’… Porém, ele acaba por reconhecer que também é pecador e que deve aceitar com fé essa doença, e ‘transformá-la numa forma de expiar o seu pecado’. “Tem compaixão de mim, Senhor, porque desfaleço; cura-me, Senhor, porque me sinto abalado”. E, voltando-se para ‘a realidade da morte’, vai ajuntando invocações: “Salva a minha vida; livra-me, pela tua misericórdia; no sepulcro, ninguém se lembrará de Ti; na mansão dos mortos, quem te louvará?”…
Quanto ao (Salmo 38), semelhante ao anterior como indica o seu título (“Oração de um salmista doente”), vê-se que, neste caso, o ‘orante’, atingido por uma doença grave, começa por aceitá-lo: “os meus pecados pesam sobre a minha cabeça e como fardo excessivo me oprimem”, e ao mesmo tempo, sente-se ‘ imbuído de espírito penitencial’.
Mas ele é consciente, em todo o momento, de que o mal (‘doença’) que padece foi causado pelo seu pecado (!). “As minhas chagas são fétidas e purulentas, por causa da minha loucura. Por isso, confesso a minha culpa, estou inquieto por causa do meu pecado”. E conclui, como é frequente nos Salmos, com uma súplica ao Deus Salvador: “Vem depressa socorrer-me, Senhor, minha salvação!”.
A oração do salmista pode ser causada por uma aflição qualquer, como no caso do (Salmo 102), cujo título é (“Oração do Aflito”). Ainda que a causa dessa aflição parece ser também a presença de uma doença grave, que vai causar a morte: “«Meu Deus, eu te peço: não me leves a meio dos meus dias!»; os meus dias são como a sombra que declina e eu vou secando como a erva”. E, em contraste com esta finitude da vida humana, reconhece a eternidade da vida divina. “Mas Tu permaneces sempre o mesmo, os teus anos não têm fim”.
E finalmente, una súplica de perdão, mas não para ele, mas para Sião (lugar Santo de Jerusalém e/ou as pessoas que o representam): “Levanta-Te, tem piedade de Sião; já é tempo de lhe perdoares”. Ou seja, é interessante constatar que aquela ‘súplica individual’ (feita em espírito de penitência) que constitui o início deste salmo, acaba sendo um “eu” coletivo, que fala em plural: “Os filhos dos teus servos hão de viver tranquilos e a sua descendência perdurará na tua presença” (v. 29).
E o que dizer do (Salmo 32) que proclama, já no seu título, (“A felicidade do perdão”)? Na realidade, é um salmo individual de ação de graças, que tem algo a ver com os salmos penitenciais, mas pelo facto de constituir uma espécie de reflexão sobre ‘o valor e a felicidade que existe em saber arrepender-se’; ou então, ‘uma lição sobre o próprio arrependimento’. Tanto assim, que os autores-classif**adores originais deram-lhe o título hebraico de “maskil”, que se pode traduzir por “poema didático” (para ensinar, sobretudo, às gerações jovens).
Porém, não deixam de abundar, no próprio texto do Salmo, expressões de felicidade e alegria como estas: “Feliz aquele a quem é perdoada a culpa”… “A quem confia no Senhor, o seu amor o envolve”… “O Senhor disse-me: «Vou ensinar-te e mostrar-te o caminho que deves seguir; serei o teu conselheiro»”. Para concluir: “Exultai todos vós, que sois retos de coração!”.
(30-05-2026)
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A Pastoral Lassalista convida-te para uma noite diferente, onde a luz fala mais alto que as dificuldades. Junta-te a nós...
18/04/2026

A Pastoral Lassalista convida-te para uma noite diferente, onde a luz fala mais alto que as dificuldades. Junta-te a nós na Vigília da Esperança!
Vamos ter connosco o Félix Lungu, da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS). Ele traz-nos um testemunho real, forte e inspirador sobre coragem e fé em lugares onde ser cristão é um verdadeiro desafio.
Desafia-te a sair da rotina e vem fazer parte desta corrente de esperança. 🌍🕯️
🗓 Data: Sábado, 25 de abril
⏰ Hora: 21h30
📍 Local: Colégio La Salle Barcelos

Contamos contigo! Aparece. 🙏💛

✝️ Com Jesus Ressuscitado revivemos e partilhamos alguns momentos da nossa Páscoa Jovem 2026
12/04/2026

✝️ Com Jesus Ressuscitado revivemos e partilhamos alguns momentos da nossa Páscoa Jovem 2026

«A ‘PAIXÃO DO JUSTO’» [Sl 22 (21)] …                   E «O ‘CÂNTICO DO SERVO’» [Is 53] … Apresentamos, desta vez (e já ...
30/03/2026

«A ‘PAIXÃO DO JUSTO’» [Sl 22 (21)] …
E «O ‘CÂNTICO DO SERVO’» [Is 53] …
Apresentamos, desta vez (e já dentro do Tempo Litúrgico da “Semana Santa-2026”) um paralelismo “intercalado” ou interposto, entre:
(«) [ Salmo (22 / 21), que é a «Paixão do justo» ], e
(») [ Profecia de Isaías (c. 53), que é o «4º Cântico do Servo» ].
Mas (na história da Bíblia) qual é que foi ‘antes’, e qual foi ‘depois’? Historicamente é praticamente impossível determiná-lo… Porém, a lógica humana – e a espiritual – supõem e aceitam que fosse a Profecia primeiro, e o Salmo (a Oração) depois. Mesmo assim, na realidade, e para a Teologia Bíblica, não faz diferença (!) qual fosse primeiro e qual depois…
Contudo, não podemos esquecer que foi o próprio Cristo (o Messias Salvador, Deus e homem) quem ‘fez sua’ essa ‘exclamação’, quando estava já “pregado na Cruz”, e prestes a exalar o último suspiro. (Mt 27,46 ou Mc 15,34) É evidente que Jesus conhecia muito bem este Salmo 22(21), que teria rezado muitas vezes durante a sua vida… Também devia conhecer, por ter lido e meditado (tantas vezes!) o c. 53 do Profeta Isaías na sinagoga da sua aldeia de Nazaré…
Então, começa o salmista, o orante, com esse “grito desgarrado(?)” de quem – diante de Deus – ‘sente-se como que abandonado’ no meio de terríveis dores e sofrimentos… E, logo a seguir, segue, sucessivamente, o tal “paralelismo” intercalado:
(«) Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste (Mc 15,34)
rejeitando o meu lamento, o meu grito de socorro?...
…Em ti confiaram os nossos pais
e Tu os libertaste; a ti clamaram e foram salvos…
(») Ao servo do Senhor… vimo-lo sem figura nem beleza,
sem aspeto atraente… como alguém cheio de dores,
habituado ao sofrimento… diante do qual se tapa o rosto…
(«) Eu sou um verme e não um homem,
o opróbrio dos homens e o desprezo da plebe…
(») Na verdade, ele tomou sobre si as nossas doenças,
carregou as nossas dores.
Nós o reputávamos como um leproso,
ferido por Deus e humilhado.
Mas foi ferido por causa dos nossos crimes,
esmagado por causa das nossas iniquidades.
O castigo que nos salva caiu sobre ele,
fomos curados pelas suas chagas…
(«) … Na verdade, Tu me tiraste do seio materno,
puseste-me em segurança ao peito de minha mãe.
Pertenço-te desde o ventre materno;
desde o seio de minha mãe, Tu és o meu Deus.[Sl 22(21),10-11] (*)
(») Todos nós andávamos desgarrados
como ovelhas perdidas,
cada um seguindo o seu caminho.
Mas o Senhor carregou sobre ele todos os nossos crimes.
Foi maltratado, mas humilhou-se e não abriu a boca,
como um cordeiro que é levado ao matadouro…
(«) …todos os meus ossos se desconjuntaram;
o meu coração tornou-se como cera
e derreteu-se dentro do meu peito.
A minha garganta secou-se como barro cozido…
reduziste-me ao pó da sepultura…
trespassaram as minhas mãos e os meus pés:
posso contar todos os meus ossos…
Repartem entre si as minhas vestes
e sorteiam a minha túnica.
(») Foi suprimido da terra dos vivos…
por causa dos pecados do meu povo ele foi ferido.
Foi-lhe dada sepultura entre os ímpios,
e uma tumba entre os malfeitores…
embora não tenha cometido crime algum,
nem praticado qualquer fraude.
Mas aprouve ao Senhor esmagá-lo com sofrimento,
para que a sua vida fosse um sacrifício de reparação…
(«) O Senhor não desprezou nem desdenhou
a aflição do pobre, nem desviou dele a sua face;
mas ouviu-o, quando lhe pediu socorro…
(») O servo foi contado entre os pecadores,
tomando sobre si os pecados de muitos…
ele, o justo, justif**ará a muitos,
porque carregou com o crime deles…
ele próprio entregou a sua vida à morte
e sofreu pelos culpados…
(«) Mas Tu, Senhor, não te afastes de mim!
És o meu auxílio: vem socorrer-me depressa!...
Então anunciarei o teu nome aos meus irmãos
e te louvarei no meio da assembleia...
(») Terá uma posteridade duradoura e viverá longos dias,
e o desígnio do Senhor realizar-se-á por meio dele…
ser-lhe-á dada uma multidão como herança,
há de receber muita gente como despojos,
Por causa dos trabalhos da sua vida verá a luz.
O meu servo f**ará satisfeito com a experiência que teve.
(«) Hão de lembrar-se do Senhor
e voltar-se para Ele todos os confins da terra;
hão de prostrar-se diante dele
todos os povos e nações…
porque ao Senhor pertence a realeza.
Ele domina sobre todas as nações…
Uma nova geração o servirá
e narrará aos vindouros as maravilhas do Senhor…
Então, verificou-se que – após tantos “acontecimentos aflitivos” e “sofrimentos terríveis” – a «história» conclui em Vitória e em Glória; quer na ‘Profecia’ quer no ‘Salmo’. Como não podia ser doutro modo!
E… já agora: Talvez não repararam, nessa parte do Salmo onde se alude à “mãe do justo”?... E então – no caso do «Justo, Messias Salvador, Jesus Cristo», a quem toda a «história»(!) ‘prefigura’, quem é que representam estas expressões: “seio materno… ao peito de minha mãe… o ventre materno… desde o seio de minha mãe”? [ Ver: (*) ]
Está bem claro que é uma referência profética, do Salmo, à Virgem Maria de Nazaré, a Mãe de Jesus Cristo e, portanto, nossa Mãe! Tenho dito.
(30-03-2026)
// Para REFLEXÕES afins aos Tempos Litúrgicos, e outras, ABRIR o ‘BLOG’:
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Já sentes o espírito da Páscoa Jovem? 🫂Junta-te a nós dias 2, 3 e 4 de abril no Colégio S. Caetano Braga Inscreve-te já ...
25/03/2026

Já sentes o espírito da Páscoa Jovem? 🫂
Junta-te a nós dias 2, 3 e 4 de abril no Colégio S. Caetano Braga
Inscreve-te já 🤍

Não deixes que te contem … vem fazer parte ⭐️Inscreve-te já na PÁSCOA JOVEM ‘26 no link do primeiro comentário 🤍✝️
17/03/2026

Não deixes que te contem … vem fazer parte ⭐️
Inscreve-te já na PÁSCOA JOVEM ‘26 no link do primeiro comentário 🤍✝️

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