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Sindces Sindicato Democrático do Comércio, Escritórios e Serviços do Distrito de Aveiro

Salário mínimo nacional e a realidade face aos restantes países europeus.O salário mínimo nacional em Portugal está fixa...
01/06/2026

Salário mínimo nacional e a realidade face aos restantes países europeus.

O salário mínimo nacional em Portugal está fixado em 920 euros brutos mensais para este ano de 2026. Este valor aplica-se aos trabalhadores a tempo inteiro e é pago em 14 prestações anuais, incluindo os subsídios de férias e de Natal. Em termos líquidos, após o desconto obrigatório de 11 por cento para a Segurança Social e sem retenção na fonte de IRS, este rendimento corresponde a aproximadamente 818,80 euros mensais.

Quando analisamos o panorama europeu, o fosso salarial face a outras economias vizinhas continua a ser um dos principais desafios para o mercado de trabalho nacional. Enquanto em Portugal o valor de base nominal se fixa nos 920 euros, em Espanha o salário mínimo nominal é de 1.134 euros brutos e em França atinge os 1.767 euros brutos mensais.

Esta diferença acentua a importância estrutural da negociação coletiva e da atividade sindical na exigência de uma valorização real dos salários, garantindo maior estabilidade financeira e poder de compra para quem trabalha.

O SINDCES acompanha este processo e reforça a importância de garantir uma legislação laboral mais justa e equilibrada.

Fonte: https://ec.europa.eu/eurostat/statistics-explained/index.php?title=Minimum_wage_statistics

Portugal trabalha mais, mas continua com desafios laborais acima da média europeia.Os dados mais recentes mostram uma re...
27/05/2026

Portugal trabalha mais, mas continua com desafios laborais acima da média europeia.

Os dados mais recentes mostram uma realidade contraditória no mercado de trabalho português. Portugal destaca-se pela elevada taxa de emprego jovem e pelo número de horas trabalhadas por semana, ficando acima da média da União Europeia em vários indicadores.

Em 2025, a taxa de emprego entre os 25 e os 29 anos atingiu os 82,8%, acima da média europeia. Os trabalhadores portugueses também continuam entre os que mais horas trabalham na Europa, com uma média semanal de 39,7 horas.

No entanto, estes números revelam também problemas estruturais que continuam sem resposta. Portugal mantém níveis elevados de trabalho precário e apresenta uma percentagem de trabalhadores temporários superior à média europeia.

Os dados mostram ainda um aumento significativo do trabalho por conta própria, muitas vezes associado à falta de estabilidade e à dificuldade em garantir vínculos laborais mais seguros.

Esta realidade demonstra que trabalhar mais não significa necessariamente trabalhar melhor. Continua a ser fundamental apostar em salários dignos, estabilidade profissional e valorização do trabalho.

O SINDCES defende políticas que combatam a precariedade e garantam condições de trabalho mais justas para todos os trabalhadores.

SINDCES
Pela defesa dos trabalhadores.

UGT reforça necessidade de uma reforma laboral mais justa e equilibrada.Um estudo divulgado a 25 de maio de 2026 revela ...
25/05/2026

UGT reforça necessidade de uma reforma laboral mais justa e equilibrada.

Um estudo divulgado a 25 de maio de 2026 revela que a maioria dos portugueses considera necessária uma reforma da lei laboral. No entanto, grande parte dos inquiridos mostra reservas em relação à proposta apresentada pelo Governo.

Os resultados acabam por dar força à posição que a UGT tem mantido ao longo de todo o processo negocial. A central sindical tem defendido mudanças na legislação laboral, mas sem colocar em causa direitos fundamentais dos trabalhadores nem abrir portas ao aumento da precariedade.

Ao longo dos últimos meses, a UGT insistiu na necessidade de equilíbrio, diálogo e proteção laboral, recusando aceitar medidas consideradas desajustadas da realidade dos trabalhadores portugueses.

Os dados agora conhecidos mostram que existe vontade de melhorar a legislação laboral, mas também preocupação com propostas que possam fragilizar direitos já conquistados.

O SINDCES acompanha este debate e reforça a importância de uma reforma laboral que valorize salários, estabilidade no emprego e condições de trabalho dignas.

FOTO: LUSA

UGT reforça influência após entrada da reforma laboral no Parlamento.A proposta de revisão da lei laboral deu entrada na...
21/05/2026

UGT reforça influência após entrada da reforma laboral no Parlamento.

A proposta de revisão da lei laboral deu entrada na Assembleia da República no dia 19 de maio de 2026, marcando uma nova fase do processo iniciado pelo Governo em julho do ano passado.

Apesar de o Executivo ter avançado sem acordo na concertação social, a versão entregue ao Parlamento acabou por incluir várias alterações defendidas pela União Geral de Trabalhadores ao longo de cerca de nove meses de negociações.

O Governo reconheceu mesmo que o documento final sofreu mais de 50 revisões face ao anteprojeto inicial, incluindo propostas apresentadas pela UGT. Esta evolução demonstra o peso e a influência da central sindical durante todo o processo negocial.

Ainda assim, a UGT mantém críticas a várias medidas que considera prejudiciais para os trabalhadores, sobretudo em matérias relacionadas com contratos a prazo, outsourcing e organização do tempo de trabalho.

A central sindical continua a defender que a legislação laboral deve garantir mais estabilidade, melhores condições e maior proteção para quem trabalha, recusando soluções que possam aumentar a precariedade.

Com a proposta agora em discussão no Parlamento, a posição da UGT continua a assumir importância decisiva no debate sobre o futuro da lei laboral em Portugal.

O SINDCES acompanha este processo e reforça a necessidade de continuar a defender os direitos dos trabalhadores.

Foto: António Cotrim - Lusa

Portugal continua atrás da média europeia nos salários e na produtividade.Os dados mais recentes mostram uma realidade p...
19/05/2026

Portugal continua atrás da média europeia nos salários e na produtividade.

Os dados mais recentes mostram uma realidade preocupante para os trabalhadores portugueses. Apesar do esforço diário e das longas jornadas de trabalho, Portugal continua bastante abaixo da média da União Europeia em áreas fundamentais como os salários e a produtividade.

Em 2024, o salário médio mensal em Portugal situava-se nos 2068 euros brutos, enquanto a média europeia ultrapassava os 3317 euros. Uma diferença significativa que demonstra a desvalorização do trabalho em Portugal.

Também na produtividade por trabalhador o país continua em desvantagem. Portugal apresenta cerca de 48 mil euros por trabalhador, muito abaixo da média da União Europeia, que ultrapassa os 73 mil euros. Estes números colocam o país entre os últimos lugares do ranking europeu.

Os dados revelam ainda diferenças no trabalho a tempo parcial, mostrando que Portugal continua longe dos padrões europeus em várias dimensões do mercado de trabalho.

Esta realidade demonstra que os trabalhadores portugueses continuam a produzir e a trabalhar sem o devido reconhecimento salarial e profissional.

O SINDCES defende políticas que valorizem verdadeiramente o trabalho, aumentem os salários e garantam melhores condições para todos os trabalhadores.

Governo aprova reforma laboral.O Governo aprovou no dia 14 de maio de 2026 a nova proposta de revisão da lei laboral, de...
14/05/2026

Governo aprova reforma laboral.

O Governo aprovou no dia 14 de maio de 2026 a nova proposta de revisão da lei laboral, depois de vários meses de negociações intensas com os parceiros sociais.

Apesar de não existir acordo final da União Geral de Trabalhadores, a versão aprovada acabou por integrar várias alterações defendidas pela UGT ao longo do processo negocial. A pressão exercida pela central sindical levou o Governo a rever diferentes medidas inicialmente previstas.

Durante cerca de nove meses de reuniões, a UGT manteve uma posição firme na defesa dos trabalhadores, insistindo em mudanças relacionadas com despedimentos, organização do tempo de trabalho, contratação coletiva e combate à precariedade.

O resultado final demonstra que o Governo foi obrigado a fazer ajustes importantes perante as críticas e propostas apresentadas pela UGT, reconhecendo o peso da central sindical nas negociações.

Mesmo com a aprovação do diploma, a UGT continua a defender que ainda existem matérias que precisam de melhorias para garantir maior proteção e valorização do trabalho.

Foto: Manuel de Almeida - Lusa

Portugal trabalha mais, mas continua longe da média europeia nos salários.Portugal representa cerca de 5,3 milhões de tr...
14/05/2026

Portugal trabalha mais, mas continua longe da média europeia nos salários.

Portugal representa cerca de 5,3 milhões de trabalhadores, o equivalente a aproximadamente 2,5% da força de trabalho da União Europeia. Apesar disso, os dados mais recentes mostram que continuam a existir diferenças profundas entre a realidade portuguesa e a média europeia.

Os trabalhadores portugueses destacam-se pela elevada participação no mercado de trabalho, pelas longas jornadas semanais e por uma forte presença do emprego jovem. No entanto, essa dedicação não se reflete na valorização salarial nem nas condições laborais.

Portugal continua abaixo da média europeia em áreas essenciais como:
• Salários médios
• Produtividade por trabalhador
• Qualidade do emprego
• Estabilidade laboral

Os números mostram uma realidade preocupante, trabalha-se mais horas, mas ganha-se menos. Ao mesmo tempo, persistem níveis elevados de precariedade e dificuldades na valorização do trabalho.

Esta comparação demonstra que o esforço dos trabalhadores portugueses continua sem o reconhecimento adequado, tornando urgente apostar em melhores salários, mais estabilidade e condições de trabalho mais dignas.

O SINDCES defende políticas que valorizem verdadeiramente quem trabalha e aproximem Portugal dos padrões sociais e laborais europeus.

SINDCES
Pela defesa dos trabalhadores.

UGT mantém firme oposição ao pacote laboral do Governo.UGT mantém pressão enquanto Governo continua sem consenso para o ...
12/05/2026

UGT mantém firme oposição ao pacote laboral do Governo.

UGT mantém pressão enquanto Governo continua sem consenso para o pacote laboral.

O pacote laboral continua sem acordo político e social, numa altura em que o Governo procura apoios para avançar com a proposta no Parlamento.

Depois de vários meses de negociações, a União Geral de Trabalhadores mantém uma posição firme, recusando aceitar alterações à lei laboral que considera insuficientes para garantir proteção e estabilidade aos trabalhadores.

A rejeição da proposta por parte da UGT acabou por fragilizar a estratégia do Governo, que continua sem conseguir assegurar um consenso sólido em torno do diploma. Apesar da pressão para concluir rapidamente o processo, persistem divergências importantes em matérias como despedimentos, contratação coletiva, tempo de trabalho e combate à precariedade.

A central sindical tem defendido que qualquer reforma laboral deve traduzir-se em mais direitos e melhores condições de trabalho, recusando soluções que possam representar retrocessos sociais.

O SINDCES acompanha este processo e reforça a importância de uma lei laboral mais justa, equilibrada e centrada na defesa dos trabalhadores.

SINDCES
Pela defesa dos trabalhadores.

Foto: MANUEL DE ALMEIDA

Concertação Social termina sem acordo no pacote laboral.A reunião da concertação social realizada no dia 7 de maio termi...
07/05/2026

Concertação Social termina sem acordo no pacote laboral.

A reunião da concertação social realizada no dia 7 de maio terminou sem acordo sobre o pacote laboral, mantendo-se várias divergências entre a União Geral de Trabalhadores, o Governo e as confederações patronais.

Apesar de alguns avanços nas negociações ao longo das últimas semanas, a UGT considerou que continuam por resolver matérias fundamentais para a proteção dos trabalhadores. A central sindical manteve uma posição firme, recusando validar propostas que considera insuficientes ou desequilibradas.

Ao longo de vários meses de negociações, a UGT pressionou o Governo a rever diferentes medidas relacionadas com despedimentos, organização do tempo de trabalho, contratação coletiva e direitos sindicais, conseguindo obrigar a novas aproximações em alguns pontos.

Mesmo perante a insistência do Governo em fechar rapidamente o processo, a UGT defendeu que não pode existir acordo sem garantias concretas para os trabalhadores.

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Foto António Cotrim - Lusa

Trabalho em Portugal, comparação com a União Europeia.Os dados mais recentes mostram que Portugal tem cerca de 5,3 milhõ...
06/05/2026

Trabalho em Portugal, comparação com a União Europeia.

Os dados mais recentes mostram que Portugal tem cerca de 5,3 milhões de trabalhadores, representando aproximadamente 2,5% do total da União Europeia, que conta com mais de 208 milhões de trabalhadores.

Apesar de alguns indicadores positivos, a realidade do trabalho em Portugal revela desafios importantes quando comparada com a média europeia.

Por um lado, existem áreas onde o país se destaca:
• Maior taxa de emprego jovem, com valores acima da média europeia
• Mais horas de trabalho por semana, cerca de 39,7 horas face às 37 horas na UE
• Percentagem mais elevada de trabalho precário
• Mais trabalhadores por conta própria

Por outro lado, os dados mostram fragilidades significativas:
• Salários bastante abaixo da média europeia, com uma diferença superior a um terço.
• Produtividade por trabalhador inferior, colocando Portugal no final do ranking europeu.
• Menor peso do trabalho a tempo parcial face à média da UE.

Esta realidade demonstra um desequilíbrio claro, os trabalhadores em Portugal trabalham mais, mas ganham menos e produzem em contextos mais frágeis.

O SINDCES defende que é urgente valorizar o trabalho em Portugal, com melhores salários, mais estabilidade e condições dignas, aproximando o país dos padrões europeus.

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Pela defesa dos trabalhadores.

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