Club de Ancas

Club de Ancas Club de Ancas O CLUB DE ANCAS tem os seus Estatutos Publicados no Diário da República III Série, n.º90, de 3 de Outubro de 2005.

Breve Apresentação do CLUB DE ANCAS – Associação de Solidariedade Social, Recreio, Formação E Cultura

Esta secular colectividade, com Sede na Freguesia de Ancas, Concelho de Anadia, Distrito de Aveiro foi fundada a 8 de Dezembro de 1904 com a designação de Club de Ancas – Associação de Instrução, Recreio, Cultura e Beneficência e teve os seus primeiros Estatutos publicados por alvará do Governo C

ivil de Aveiro, visados em 12 de Dezembro de 1939, registado a folhas vinte e oito verso, do respectivo livro de registo, pelo que desde essa data, nos termos do artigo 416º do Código Administrativo desde dessa data foi considerada pessoa colectiva de utilidade pública administrativa. No disposto no Estatuto aprovado pelo Decreto-Lei n.º 119/83, de 25 de Fevereiro, alterado pelo Decreto-Lei n.º402/85, de 11 de Outubro e no Regulamento aprovado pela Portaria n.º139/07, de 29 de Janeiro, o CLUB DE ANCAS teve o seu registo definitivo dos estatutos da instituição particular de solidariedade social pela inscrição n.º8/07, a fls. 102 verso, no Livro n.º11 das Associações de Solidariedade Social e considera-se efectuado em 12/08/2005, nos termos do artigo 13.º do Regulamento supra citado. O CLUB DE ANCAS tem a sua Sede num edifício (ícone da freguesia) cuja construção data de 1921, e f**a situado no Largo da Igreja e destaca-se pela sua fachada, construída de forma simétrica, de linhas geométricas bem vincadas. Foi construída “por um punhado de “carolas da terra”, com intenção de retirar os jovens daquele tempo das tabernas. Mais recentemente, e entre os anos de 2002 e 2004, o edifício passou por obras de restauração graças a um protocolo entre a Direcção Geral das Autarquias Locais (DGAL), a Comissão de Coordenação da Região Centro (CCRC) e o CLUB DE ANCAS. O protocolo, no âmbito do Programa de Equipamentos Associativos e Religiosos (em sede de PIDDAC) visou comparticipar, por parte do Poder Central, na execução da obra de reparação. Quando da última Grande Guerra, o CLUB DE ANCAS comprou um rádio e era na Colectividade que as pessoas se reuniam para ouvir as notícias da frente da batalha. Desde da sua constituição, e durante várias décadas, foram diversas as actividades de Recreio, Cultura e Beneficência realizadas (mais ou menos regularidade). Sendo a mais antiga Associação do Concelho de Anadia, a mesma é o reflexo da Comunidade Achense, sendo uma das poucas “Instituições” activas da freguesia. O CLUB DE ANCAS pretende ser um Projecto Comunitário, Inovador e Mobilizador.

No âmbito do evento o mundo p**a e avança... 3ª edição realizámos a Caminhada  “Ler a Lagoa do Paúl” tendo por base o tr...
07/06/2026

No âmbito do evento o mundo p**a e avança... 3ª edição realizámos a Caminhada “Ler a Lagoa do Paúl” tendo por base o trabalho de uma equipa da Universidade de Aveiro (UA) - Tiago Laranjo, orientado pelo professor Paulo Silveira e pela doutora Tânia Vidal, docentes do Departamento de Biologia (DBio) e investigadores do CESAM (Centro de Estudos do Ambiente e do Mar). Apesar do interesse, beleza natural e sinais positivos da recuperação da vegetação ripícula como o junco e o bunho, os problemas ambientais estruturais da Lagoa do Paúl mantêm-se, pelo que é necessário continuar a sensibilizar as entidades competentes para as necessárias medidas de proteção e recuperação ambiental deste ecossistema.

Pode-se ler no Relatório:: “Mesmo com toda a biodiversidade da flora que encontramos na lagoa e na área envolvente, tanto agora, como outrora, a vegetação não é gerida da melhor forma. Com as sucessivas intervenções desde 2002, a lagoa perdeu espécies aquáticas chave e a sua bem formada galeria ripícola, permitindo a progressiva ocupação de espécies exóticas, invasoras e de algumas espécies ruderais, normais em áreas com alguma influência humana. Uma das maiores problemáticas das intervenções de 2011 foi a extração do leito da lagoa, e com este, o banco de sementes deixado pelas plantas autóctones da lagoa, impedindo a recolonização do local pelas mesmas espécies depois da intervenção (Nienhuis et al., 2002).“

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Ontem realizou-se a Oficina “Voz da Comunidade”. Para quem gosta de cantar e da música tradicional portuguesa, foi uma e...
07/06/2026

Ontem realizou-se a Oficina “Voz da Comunidade”. Para quem gosta de cantar e da música tradicional portuguesa, foi uma experiência riquíssima. Dirigida pelo professor José Miguel Pinho e com a colaboração musical de Rui Lopes (viola braguesa), do Eduardo Santos (violino), e com a surpreendente Carolina Rocha (adufe, voz e dança), o ensaio comunitário espontâneo foi muito alegre e bonito. Arriba Monte (Beira Alta), Labuta, Coro das Maçadeiras (Viana do Castelo, Minho) e Milho Verde (Beira Baixa) foram os temas ensaidos. Houve canto, música, dança, convívio, comunidade e a visualização de excerto do registo de Michel Giacometti "Cantos de Trabalho" entoados pelas pop**ações rurais durante a lavoura, como mote para os temas a trabalhar.

"Arriba monte arriba monte
Arriba monte, arriba monte

Vá lá vá lá vá lá vá
Vá lá vá lá vá lá vá

Santo António leva o monte
Santo António leva o gado
Santo António leva a mim"

Com a participação de membros dos grupos Músicas Sem Idade do Club de Ancas, da “Poeta Cavador” - Orquestra Comunitária da Junta Freguesia da Moita - Anadia, do grupo de cantares da Adabem e Sons de Avelãs da Casa do Povo de Avelãs de Caminho, o resultado da sessão não podia ter sido mais positivo. Tanto é assim, que já ficou agendada nova sessão “Voz da Comunidade” para o próximo dia 9 de julho, na Casa Povo Avelãs Caminho, no âmbito do FOLK ANCAS-Anadia_18ª edição, e novos projetos foram falados.

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7JUN26 > Domingo > 13h00Almoço "Migas com...." Cozinha do Mundoo mundo p**a e avança... 3ª ediçãoQuinta Convivial, Club ...
07/06/2026

7JUN26 > Domingo > 13h00
Almoço "Migas com...." Cozinha do Mundo
o mundo p**a e avança... 3ª edição
Quinta Convivial, Club de Ancas

"Migas com...." este convívio gastronómico servirá de mote para juntar Avós e Netos e toda a comunidade que queira aderir. Este ano vamos tentar integrar a comunidade imigrante na aldeia de Ancas - que cresceu muito nos últimos anos - promovendo um convite personalizado. De forma a facilitar este acolhimento o almoço contemplará alguns sabores do mundo. Pelo meio teremos muita animação na Quinta Convivial do Club de Ancas.

Ementa: Migas com Rojões/Febras ou Moamba de galinha –sobremesa e Bebidas
Inscrições Grátis, limitadas às vagas existentes.
15,00€ - adultos e +12 anos e take away (embalagem pessoal)
7,50€ - crianças 6-12 anos
(Reservas: Natália – 913877753; Helena – 926561298; Joaquim – 933374039 - por mensagem privada ou email [email protected])

As “migas” são um prato típico de algumas regiões da Península Ibérica, principalmente do centro e do sul, mas com expressão gastronómica na totalidade do território nacional e em particular na Bairrada. As migas bairradinas mais comuns são confecionadas à base de broa (ou aproveitamento sobras de pão duro), couve, e pequenos pedaços de bacon, podendo levar ou não feijão. As migas têm muitas semelhanças com cuscuz do Norte de África, muito também porque a palavra migas quer dizer algo míudo ou muito dividido como pão picado. Já a Moamba de galinha (escreve-se também muamba) é um prato típico da culinária angolana. Constitui um dos pratos mais pop**ares do país. A sua confecção envolve, para além da galinha, amendoim ou, óleo de palma, quiabos, gindungo, cebola, e alho. A moamba é servida com pirão ou funge, que consiste em farinha de milho ou de mandioca cozida.

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Concerto Robs Angels_”Da Poesia à Canção”6JUN26| 21h30X Festival Gastronómico da Freguesia de Santo Varão, Montemor-o-Ve...
06/06/2026

Concerto Robs Angels_”Da Poesia à Canção”
6JUN26| 21h30
X Festival Gastronómico da Freguesia de Santo Varão, Montemor-o-Velho

Os Robs Angels vão levar o seu novo espetáculo ”Da Poesia à Canção” até ao X Festival Gastronómico da Freguesia de Santo Varão, Montemor-o-Velho.

Sinopse - “Da Poesia à Canção” é um espetáculo musical que celebra a palavra como origem e destino da música portuguesa. Atravessando séculos de criação literária, o espetáculo propõe um diálogo vivo entre a poesia escrita e a poesia cantada, unindo autores clássicos e contemporâneos que moldaram a identidade cultural de Portugal. De Luís de Camões a Fernando Pessoa, passando por Sérgio Godinho, Jorge Palma, Carlos Tê, Ary dos Santos, Miguel Esteves Cardoso e outros grandes letristas, o espetáculo revela como os versos ganham nova vida quando encontram a melodia, transformando-se em canções que atravessam gerações. Entre música, declamação, vídeos, luz e breves momentos narrativos. O público é assim conduzido por temas universais como o amor, a saudade, a liberdade, o tempo e a condição humana; e por músicos ou grupos musicais como Cristina Branco, Zeca Afonso, 7ª Legião, Mafalda Arnauth, José Cid, Dulce Pontes, Heróis do Mar, Jafu’Mega ou mesmo Xutos e Pontapés. Mais do que um concerto, “Da Poesia à Canção” é uma viagem sensível pela língua portuguesa, onde a palavra dita e a palavra cantada se entrelaçam, mostrando que, em Portugal, a poesia nunca deixou de ser música - apenas mudou de voz.

Constituição do grupo (maio 2026): Berta Leitão (Voz), Inês Freire (Voz), Cláudia Ribeiro (Voz), Miguel Santos (Sintetizadores), José Pedro Negrão (2ªs vozes e bateria), Ângelo Rafael (baixo), Jürgen Wischert (guitarra), Jorge Sousa (Piano, 2ªs Vozes, direção artística e videografia), Isabel Joaquim (grafismo, legendagem e vídeos), Jorge Lobo (luz) e Artur Castro (Produção), Zé Bigorna (Declamador).

Os Rob's Angels são um grupo musical originalmente formado por antigos e atuais alunos e colaboradores da Escola de Música do Club de Ancas (IPSS), como homenagem a José Roberto Silva, músico, amigo e professor, falecido em 2013, elemento da direção deste club, fundador da escola e do estúdio de gravação. Pretende-se criar uma sonoridade própria em que se conciliam instrumentos acústicos com instrumentos elétricos usualmente utilizados em grupos mais genéricos. O seu último espetáculo "50 Anos de Liberdade" subiu a diversos palcos durante os dois últimos anos, tendo passado por Mortágua, Mealhada, Luso, Anadia, Coimbra e Montemor-o-Velho.

Mais informações sobre os Rob's Angels: https://sites.google.com/view/robsangels/in%C3%ADcio

Américo Santiago Santos 17/02/1939 - 05/06/2026O Club de Ancas e a comunidade da nossa aldeia está mais pobres. O Sr. Am...
06/06/2026

Américo Santiago Santos
17/02/1939 - 05/06/2026

O Club de Ancas e a comunidade da nossa aldeia está mais pobres. O Sr. Américo Santiago partiu do nosso mundo fisico. Pessoa conhecida, querida e respeitada pelas “gentes da Bairrada”, com intervenção cívica na nossa aldeia - foi bancário de profissão, dirigente e antigo Presidente da ACBL - Associação Ciclismo Beira Litoral (sua paixão) e fervoroso (mas discreto) sócio desde sempre do seu Sporting Clube de Portugal (60 anos) e também do Club de Ancas, instituição onde também foi dirigente - deixa para trás uma vida repleta de memórias e “conquistas simples”, aquelas que verdadeiramente interessam registar e recordar. Ao longo dos últimos anos, ajudou a nossa associação com a sua presença e discreta e importante ação benemérita.

O funeral realizar-se-á amanhã - domingo - dia 07.06.2026na Igreja Paroquial de Ancas (Anadia) pelas 16:00 donde seguirá para jazigo familiar no cemitério local de Ancas, onde se juntará à sua esposa, a saudosa professora Lígia.

À família do Sr. Américo Santiago e em particular aos seus filhos Ligia Portovedo e Américo Jorge Seabra dos Reis Santiago dos Santos (Joca), os nossos mais sinceros sentimentos.

A cantautora Alice Ruiz escreve canções que vão buscar inspiração ao folclore celta e ao cancioneiro pop**ar português. ...
06/06/2026

A cantautora Alice Ruiz escreve canções que vão buscar inspiração ao folclore celta e ao cancioneiro pop**ar português. Uma fusão, com letras em português e inglês, com influências de vários artistas, desde Tom Waits e Marianne Faithful a Filipa Pais e Zeca Afonso. E ontem, no Club de Ancas, num concerto intimista e de grande proximidade com o público presente, a sua voz encantou.

Neste concerto a Alice foi acompanhada pelos excelentes músicos Vasco Pimentel (piano), Samuel Dias (bateria), Miguel Sobral Curado (guitarra) e Francisco Nogueira (contrabaixo) num quinteto de grande cumplicidade.

Ao público e aos técnicos que asseguraram a produção do concerto (João Pinto no som, Josué Ferreira na Luz e Susana Batista na produção) o nosso muito obrigado!

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7JUN26 > DOMINGO > 9h00Ler a Lagoa do Paúl - Caminhadao mundo p**a e avança... 3ª ediçãoFonte do MouchãoEntre 2022 e 202...
06/06/2026

7JUN26 > DOMINGO > 9h00
Ler a Lagoa do Paúl - Caminhada
o mundo p**a e avança... 3ª edição
Fonte do Mouchão

Entre 2022 e 2023 uma equipa da Universidade de Aveiro (UA) realizou um trabalho exaustivo de caraterização, avaliação, contribuindo para a reabilitação da Lagoa do Paúl, em Ancas. Tiago Laranjo, orientado pelo professor Paulo Silveira e pela doutora Tânia Vidal, docentes do Departamento de Biologia (DBio) e investigadores do CESAM (Centro de Estudos do Ambiente e do Mar) realizaou a “Caraterização da Lagoa do Paúl”. Será com base nesse relatório que desafiamos os interessados a fazerem uma caminhada, desde a “nascente” na “Aborrida” até à Lagoa, lendo a flora, a fauna e o circuito da água, para melhor compreender este exlibris da Aldeia de Ancas.

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Oficina “Voz da Comunidade” por José Miguel Pinho📆 6JUN26 > Sábado_20h30 o mundo p**a e avança... 3ª edição📍Club de Anca...
06/06/2026

Oficina “Voz da Comunidade” por José Miguel Pinho
📆 6JUN26 > Sábado_20h30
o mundo p**a e avança... 3ª edição
📍Club de Ancas
sessão Debaixo d’Árvore

A Oficina “Voz da Comunidade” é um projeto artístico e comunitário que explora o canto coletivo como espaço de encontro, identidade e pertença, a partir da música tradicional. Dirigida pelo professor José Miguel Pinho e com a colaboração musical de Rui Lopes (viola braguesa) e do Eduardo Santos (violino), a pop**ação em geral e os grupos, cantatas de música tradicional e coros de Anadia serão desafiadas a se encontrar num único “ensaio coletivo”, recaindo a escolha em três canções que simbolizem o trabalho diário, o suor, a coletividade e a resistência do povo trabalhador, especialmente no meio rural. A sessão será no espaço público, no âmbito do programa Debaixo d Árvore.

José Miguel Pinho é músico e professor, com atividade centrada na música tradicional e no trabalho artístico em contexto comunitário. Licenciado em Estudos Musicais Aplicados pela Escola Superior de Educação de Coimbra, exerce funções como ensaiador e diretor musical da Orquestra Comunitária da Freguesia da Moita- Poeta Cavador. Desenvolve igualmente trabalho na preparação de repertório, coordenação de grupos e formação de músicos, lecionando também diversos instrumentos e formação musical em várias instituições. Paralelamente, desenvolve atividade na área técnica e de produção de espetáculos em diferentes contextos e entidades, incluindo salas como o Salão Brazil (Coimbra), bem como trabalho em contexto de estúdio.

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⚠️Hoje!⚠️5JUN26 > SEXTA FEIRA > 22h00concerto_Alice Ruizo mundo p**a e avança... 3ª edição📍Club de AncasAlice Ruiz (cant...
05/06/2026

⚠️Hoje!⚠️
5JUN26 > SEXTA FEIRA > 22h00
concerto_Alice Ruiz
o mundo p**a e avança... 3ª edição
📍Club de Ancas

Alice Ruiz (cantautora) escreve canções que vão buscar inspiração ao folclore celta e ao cancioneiro pop**ar português. Uma fusão, com letras em português e inglês, com influências de vários artistas, desde Tom Waits e Marianne Faithful a Filipa Pais e Zeca Afonso. Neste concerto é acompanhada por Vasco Pimentel (piano), Samuel Dias (bateria), Miguel Sobral Curado (guitarra) e Francisco Nogueira (contrabaixo).

Entrada: 3,00€

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O cinema encanta! E a dupla sessão de ontem do o mundo p**a e avança... 3ª edição, pelo CineClub Bairrada, com a exibiçã...
05/06/2026

O cinema encanta! E a dupla sessão de ontem do o mundo p**a e avança... 3ª edição, pelo CineClub Bairrada, com a exibição do documentário "Somos Os Daqui Também Somos Água" e o Cineconcerto “The Boat” de Buster Keaton, surpreendeu quem marcou presença.

Conhecemos a história de Buster e da sua família à volta do barco "Damfino" (uma variação de "Damn if I know") numa viagem marítima absurda, num filme mudo de 1921 trazido para o nosso tempo através da guitarra do Jurgen Wischert. Antes tivemos a possibilidade de reviver a Residência Artística "Somos Os Daqui Também Somos Água" (2024) da autoria de Ana Maria Pintora, um projeto que teve como objetivo a ação criativa valorizando a memória e as vivências de cada um mas pretendendo, também, articular o todo, o coletivo e o espírito de colaboração numa realidade que é o valor da água, tudo integrado também num processo de pesquisa da autora.

📷 Club de Ancas e Pedro Galante

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Largo Da Igreja, Nº2
Ancas
3780-051

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