Somos uma Associação sem fins lucrativos, constituída por um grupo de Antigos Oficiais, em 20 de Setembro de 1994 sob a denominação de Associação de Antigos Oficiais de Lanceiros (AAOL); por alteração Estatutária, ocorrida em Março de 2010, passou a designar-se ASSOCIAÇÃO DE LANCEIROS, abrindo a admissão, como Associados Efectivos, a TODOS os Militares que prestam ou prestaram serviço no R.L. 2,
no Centro de Instrução de Polícia do Exército (CIPE), no Regimento de Cavalaria 7 e no Exército Português,
ou que se encontrem destacados em vários teatros de operações ou missões oficiais (incluindo as de paz), tanto em território Nacional, como no Estrangeiro. Face a posterior alteração Estatutária ocorrida em 2016, a Associação está aberta para além dos atrás mencionados, a TODOS os Militares de Cavalaria e demais Lanceiros nas situações de Activo, Reserva, Reforma ou outra, que tenham prestado Serviço Militar no âmbito e por nomeação do Regimento de Lanceiros 2 e/ou Exército Português/ MDN. Estabelecemos adequada comunicação com os nossos associados, através da publicação de revistas e outras de cariz militar, promovemos encontros regulares e diversificados, aí se incluindo também a prática desportiva com outras Unidades Militares e reforçamos os laços de camaradagem e de solidariedade, para além de celebrarmos as efemérides da história do Regimento de Lanceiros 2,incluindo as relativas à Arma de Cavalaria da qual a maioria dos Associados é oriunda e à qual pertence, bem como às do Exército a nível nacional, ramo das Forças Armadas em que se integra a Unidade. Mantemos vivo ,na sociedade portuguesa, o culto e o respeito pela prática e seus valores militares, como expressão mais elevada dos próprios deveres cívicos, contribuindo para a existência de um salutar clima de confiança, amizade, compreensão, abertura e de mútuo entendimento entre o País, a Sociedade civil e as suas Forças Armadas. Promovemos e participamos em acções e parcerias de interesse social, sem qualquer objectivo financeiro e/ou contrapartida material para a Associação, de forma a apoiar, em cada momento e desinteressadamente, os mais carenciados e desfavorecidos (militares ou civis) em conformidade com as disponibilidades materiais da Associação e pelos meios mais convenientes e adequados aos critérios de contribuição e de distribuição definidos pela Direcção Nacional quanto à sua selecção e atribuição.