Associação Pais António Gedeão

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26/02/2026

Apesar de tentar separar a minha interpretação enquanto EE e enquanto presidente da associação de pais de toda esta situação, por vezes não é fácil
No entanto acho que chegamos ao limite da paciência e alguma coisa tem que ser feita em relação as condições da nossa escola.

Os problemas são muitos e graves
E infelizmente a desvalorização dos graves problemas por parte das entidades competentes é gritante.

Salas onde não se podem fechar as janelas porque caiem , salas onde chove como se fosse na rua, tomadas das salas onde cada vez que chove não podem ser usadas porque pinga água , salas em que o chão já só é cimento , pilares que sustentam os telheiros em risco de ruir , casas de banho fechadas por falta de condições de funcionamento, refeitório com tetos e paredes cheios de fissuras e de bolor , monoblocos colocados em outubro onde chove dentro dos mesmos, onde cada vez que chove alaga todo o acesso aos mesmos impossibilitando o acesso.
Pavilhão desportivo que quando chove os alunos ou não tem educação física ou têm que partilhar o espaço com os baldes que se encontram espalhados para amparar a água.

Estes são só alguns dos muitos problemas que a nossa escola está a atravessar.

A ação de protesto amanhã é a primeira etapa para demonstrar as entidades competentes que algo tem que ser feito e feito já.

F**a na consciência de cada um o que amanhã devem fazer.

15/02/2026
14/02/2026

Pais, encarregados de educação, alunos e restante comunidade educativa são convocados a unirem-se numa manifestação no próximo dia 27 de fevereiro, entre as 7h30 e as 9h da manhã, em frente à Escola Secundária António Gedeão.

A ação é promovida por um grupo de estudantes do secundário contando com o apoio da Associação de Estudantes, da Direção, da equipa docente e da Associação de Pais. A comunicação social foi informada da realização desta iniciativa, tendo sido solicitada a sua presença para dar visibilidade à situação vivida pela comunidade escolar.

A escola enfrenta há demasiado tempo graves problemas ao nível das condições estruturais, situação que se agravou significativamente com as recentes condições meteorológicas. Existem espaços degradados, infiltrações e zonas que representam um risco real para quem ali estuda e trabalha. Ao longo dos últimos tempos, têm ocorrido acidentes com alunos e docentes, alguns com consequências graves, o que demonstra que a situação ultrapassou o nível do incómodo e passou a colocar em causa a segurança física de toda a comunidade escolar.

Não se trata de casos isolados, mas de um problema sério e contínuo que expõe diariamente alunos, professores e funcionários a perigos que não deveriam existir num espaço educativo. Nos últimos dias, têm sido divulgadas nas redes sociais várias fotografias que mostram o estado preocupante de algumas zonas da escola, aumentando o sentimento de insegurança e a preocupação geral.

A Associação de Pais já fez vários apelos formais à Câmara Municipal de Almada, alertando para a urgência de intervenção, mas até ao momento a situação mantém-se sem resolução concreta.

Esta é uma causa que diz respeito a todos. É pelos nossos filhos, pelos nossos jovens e por todos os profissionais que ali trabalham diariamente. Uma escola deve ser um lugar seguro, e neste momento essa segurança está a ser posta em causa. Só com união, presença e voz ativa será possível exigir as mudanças necessárias.

Apela-se à participação de todos. Comparecer é um gesto de responsabilidade, de cuidado e de defesa da dignidade de quem vive a escola todos os dias. Juntos, mostramos que esta situação não pode continuar a ser ignorada e que a segurança vem sempre em primeiro lugar.

12/02/2026

Vamos a meio do ano letivo 2025 / 2026 e os problemas persistem em não desaparecer.

A nossa escola precisa de uma intervenção urgente, tanto de requalificação como de ampliação. Obra essa da responsabilidade do município mas que infelizmente nada faz.

Primeiro ia ser feito com verbas do PRR , depois já era com verbas do BEI, e simplesmente nada.

O ano letivo começou com a interdição da cozinha do nosso refeitório, interdição essa feita no dia 9 de setembro na vistoria realizada pelo delegado de saúde e pela proteção civil de Almada, nessa mesma vistoria foi referenciado a necessidade de uma intervenção urgente no bloco A , pois bem o que fez a câmara municipal?

Nada, estávamos a um mês das eleições autárquicas e era desconfortável estar naquele momento a fazer o que quer que fosse.

Após as eleições e a reeleição do executivo camarário a tomada de posição foi interditar de imediato o bloco A , essa interdição veio trazer enormes constrangimentos para toda a comunidade tanto da nossa escola como da escola comandante Conceição e Silva , com a passagem dos alunos de 5 e 6 ano para essa escola de pré escolar e primeiro ciclo.

Nas reuniões realizadas entre as diversas entidades, direção de agrupamento, Cordenadora da escola Conceição e Silva, associações de pais de ambas as escolas e câmara municipal, foi-nos prometido pela autarquia que iriam demolir o bloco A e iniciarem a tão esperada obra de requalificação e ampliação da António Gedeão.
Pois mas infelizmente a única ação efetuada foi de facto a demolição do famoso bloco A.

Para além deste problema, existem outros de tamanha importância como o já relatado, os monoblocos colocados junto ao pavilhão desportivo da António Gedeão encontram-se com problemas gravíssimos , desde chover dentro dos monoblocos até a falta de segurança no acesso aos mesmos , como a impossibilidade de acesso cada vez que chove mais do que o normal.

Restantes edificados da escola com muitas limitações, falta de casas de banho a funcionar para tantos alunos, não esquecer que com o encerramento da escola básica do Alfeite e a passagem dos pré escolar e primeiro ciclo para a escola comandante Conceição e Silva , o segundo ciclo que existia na Conceição e Silva foi transferido para a escola António Gedeão levando a um aumento de quase 360 alunos, refeitório sem espaço e condições para quem traz almoço de casa, por vezes os alunos após aquecerem a sua alimentação têm que a consumir sentados no chão, salas de aula insuficientes para o número de alunos existentes, salas de aula em que o chão neste momento é só o cimento , janelas de salas de aula que nem sequer fecham o que leva aos alunos passarem frio dentro das salas, falta de espaços para os alunos permanecerem quando têm um furo , escola sem um único sítio que não esteja cheio de agua, pavimento exterior ao pavilhões completamente degradado,enfim uma série de problemas estruturais graves mas que a câmara fecha os olhos ou empurra com a barriga.
Basta desta falta de respeito existente por parte da câmara municipal para com a comunidade escolar.

A paciência tem limites mas na opinião da associação de pais esses limites já foram amplamente ultrapassados.

Esperamos uma resposta concreta da câmara municipal com prazos e verbas definidas para a tão necessária requalificação e ampliação da nossa escola.

Os nossos alunos precisam e têm o direito de ter una escola digna que permita a sua aprendizagem e evolução como homens e mulheres.
Eles são o nosso futuro.

A direção da AP

Endereço

Alameda Guerra Junqueiro
Almada
2814-503LARANJEIRO

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