AQF - Amigos da Quinta do Ferro, Associação de Proprietários e Moradores

AQF - Amigos da Quinta do Ferro, Associação de Proprietários e Moradores Juntos vamos dar dignidade a uma zona degradada, para ser transformada numa referência no centro histórico de Lisboa.

Reabilitar é reconstruir e não apenas demolir para voltar a construir. Assim é um ponto de vista míope porque a definição de reabilitar é extensa e muito abrangente. Reabilitar divide-se em duas partes – a parte material e a parte humana. Sendo a parte humana a essencial e a parte material a complementar, não podemos alterar esta ordem sob risco de falhar, como tem acontecido com projectos anterio

res, tentados desde 1967. Se um edifício precisa de alicerces também o factor humano precisa de alicerces bem sólidos, de condições que permitam um relacionamento comum, sólido e unido em defesa da vida, saúde, segurança e bem-estar social. E só criando, desenvolvendo e consolidando essas condições é que se pode partir para o desenvolvimento da parte material. Por estas razões, o grupo criador da associação de moradores e proprietários “Amigos da Quinta do Ferro”, escolheu como parceiros o ”ateliermob”, o “Clube Desportivo da Graça” e os “Urban Sketchers de Portugal”, numa fase de arranque para se candidatar ao Projecto BipZip 2016, e posteriormente a “ESEL – Escola Superior de Enfermagem de Lisboa” e o “Centro das Artes Culinárias de Lisboa”. Neste conjunto de parcerias, aberto a futuras partes com objectivos focados na Quinta do Ferro, se completam os alicerces sociais e humanos tais como: a arquitectura, o desporto, as artes, a cultura e a saúde.

Obrigado, estimada Vereadora!
24/04/2026

Obrigado, estimada Vereadora!

O edifício de habitação acessível da Rua da Veronica está quase🤗

Artigo do jornal LISBOA PARA PESSOAS:"Quinta do Ferro. Entre o Provisório e o provisório"Um pequeno festival sobre alime...
19/02/2026

Artigo do jornal LISBOA PARA PESSOAS:

"Quinta do Ferro. Entre o Provisório e o provisório"

Um pequeno festival sobre alimentação colocou-nos a reflectir sobre o passado, presente e futuro da Quinta do Ferro. Um bairro isolado e precário em Lisboa que, depois de décadas de promessas e adiamentos, está finalmente em obras.

“Por aqui, passam tuk-tuks a dizer que é a favela portuguesa”. A frase é de Miles Supico, proprietário de um terreno no número 70 da principal rua que atravessa a Quinta do Ferro, em Lisboa. Vamos conhecê-lo melhor nesta reportagem.

Já estivemos muitas vezes à entrada da Quinta do Ferro. Muitas vezes vimos aquele edifício alto de quatro andares, com janelas e portas cobertas de tijolo. Mas poucas vezes atravessámos o bairro e quando o fizemos foi sempre com o sentimento de que não pertencíamos ali. Com a sensação de que nos olhavam com alguma desconfiança, mesmo que ninguém nos estivesse a ver. No primeiro fim-de-semana de Novembro, foi diferente: entrámos na Quinta do Ferro e vivemos o bairro como nunca o tínhamos experienciado. O pretexto foi um pequeno festival que colocou a alimentação no coração do bairro para discutir o seu passado, presente e futuro.

A Quinta do Ferro f**a perto da Graça e do Campo de Santa Clara, conhecido pela Feira da Ladra. É um território “a consolidar” à luz do Plano Director Municipal (PDM) em vigor. Uma zona que, até há pouco tempo, passava despercebida mas que começou a tornar-se ponto de passagem de turistas, a pé ou em tuk-tuks. E que começou, também, a entrar no radar de comunicação da Câmara de Lisboa, que, aliás, está agora a intervir no espaço público (através da empresa municipal SRU Lisboa) com infraestruturas de mobilidade, acessibilidade, saneamento e iluminação há muito reivindicadas pelos moradores.

Esta reportagem está disponível exclusivamente na 6ª edição do Jornal LPP. Apoia o jornalismo da tua cidade/região.

Mário Rui André
Fevereiro 13, 2026

O Mirantense é uma referência valorosa a nível do associativismo e das suas actividades. Várias vezes apoiou a nossa ass...
02/02/2026

O Mirantense é uma referência valorosa a nível do associativismo e das suas actividades. Várias vezes apoiou a nossa associação em iniciativas para o desenvolvimento da Quinta do Ferro e merece toda a divulgação que lhe possa ser feita. Não percam a próxima Grande Reportagem SIC, na 5ª feira à noite. Viva a força do movimento associativo.

Estas imagens são prova da falta de civismo e de respeito por quem trabalha para o desenvolvimento da habitação e do bai...
22/12/2025

Estas imagens são prova da falta de civismo e de respeito por quem trabalha para o desenvolvimento da habitação e do bairro.
Repare-se, da 1ª à 3ª fotografia, na retirada de barreiras e vedações que defendem os longos trabalhos executados e pagos com o erário municipal, ou seja, com os nossos descontos e impostos.

Haja um mínimo de civismo e respeito por quem trabalha para o desenvolvimento, segurança e futuro do bairro. Como não bastasse a intensidade das chuvas que têm danif**ado os solos, surgem actos de quem não sabe viver e respeitar a vida e o trabalho de quem está a lutar pela dignidade da Quinta do Ferro.

Importa salientar que as vedações e a sinalização não devem ser alteradas ou removidas, uma vez que estas medidas são essenciais para garantir a segurança da população e a boa execução da obra. Acresce que os pavimentos recentemente assentados encontram-se ainda em fase de cura, não estando totalmente estabilizados, pelo que a circulação de tráfego, em especial pesado, compromete seriamente a qualidade e durabilidade dos trabalhos executados.
Os danos na cura dos pavimentos podem pôr em perigo a estabilidade de todos os prédios,

Naturalmente, situações de emergência médica ou operacional, designadamente o acesso de ambulâncias, bombeiros ou outros meios de socorro, estão salvaguardadas e devidamente autorizadas.

Pedimos desculpa aos trabalhadores ao serviço da SRU - Sociedade de Reabilitação Urbana e da CML e afirmamos que não queremos tomar medidas mais vigorosas para evitar estes perigosos actos de autêntica barbaridade, mas estaremos vigilantes e prontos para defender, custe o que custar, o direito a um bairro de que nunca nos envergonharemos.

19/12/2025

Dada a empreitada em curso, entre os dias 20 e 31 de dezembro de 2025, existirão condicionamentos de circulação na zona da quinta do ferro, nomeadamente na área dos Arruamentos A, B e C.As ruas intervencionadas permanecerão vedadas e devidamente sinalizadas, não sendo autorizada a circulação...

No âmbito da empreitada de requalif**ação urbana em curso na Quinta do Ferro, vimos por este meio informar que, a partir...
16/12/2025

No âmbito da empreitada de requalif**ação urbana em curso na Quinta do Ferro, vimos por este meio informar que, a partir do próximo dia 20 de dezembro, verif**ar-se-á uma redução signif**ativa do volume de trabalhos em obra, decorrente do planeamento faseado da empreitada.

Durante este período, e até ao dia 31 de dezembro, as ruas intervencionadas permanecerão vedadas e devidamente sinalizadas, não sendo autorizada a circulação de veículos e movimentação, com exceção de acessos pedonais e veículos de emergência.

Este condicionamento mantém-se necessário devido ao tempo de cura e ganho de resistência das calçadas e lajetas recentemente executadas, condição técnica indispensável para garantir a durabilidade dos trabalhos e a segurança futura dos utilizadores. A abertura prematura ao tráfego poderia comprometer de forma irreversível as soluções construtivas adotadas. Solicitamos cordialmente que as baias de sinalização, fitas, PMPS e demais elementos pertencentes a empreitada, não sejam removidos ou tenham sua posição alteradas.

Os trabalhos retomam em pleno a partir do dia 5 de janeiro, estando a abertura progressiva dos arruamentos ao público prevista após a conclusão desta fase e respetiva validação técnica.

Saudamos esta iniciativa da Junta de Freguesia de São Vicente.
16/12/2025

Saudamos esta iniciativa da Junta de Freguesia de São Vicente.

10/12/2025

Queremos aqui recordar e agradecer à jovem equipa do SOW, que mostrou como o futuro nos pode sorrir e que a reabilitação não é só cimento e tijolo. A reabilitação é toda esta juventude que nos permite acreditar num futuro digno para um bairro degradado, no coração do centro histórico de Lisboa, junto a palácios e monumentos e que aguarda há cerca de 100 anos por uma mudança que muitos já julgavam impossível.
Cliquem no link https://www.beautiful.ai/player/-OfRUkf0qf1wc-5E3ubq/SOW-Ferro-e-Fogo e vejam o que se passou nos dias 1 e 2 de Novembro.
A todos os parceiros e participantes, em especial ao Arq. João Archer Pratas e à sua equipa SOW, deixamos aqui um especial OBRIGADO!

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