Rede Cristãos Portugueses Amigos de Israël

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Rede Cristãos Portugueses Amigos de Israël Partimos da consciência histórica de quase 1700 anos de antissemitismo cristão, que contribuiu para expulsões, perseguições e discriminações contra judeus.

Nosso objetivo é facilitar e promover o diálogo entre cristãos portugueses que apoiam o Estado de Israel e a comunidade judaica, através da luta contra o antissemitismo e a teologia da substituição. Esta página existe para unir cristãos em Portugal que desejam compreender melhor o signif**ado espiritual dos acontecimentos envolvendo o Estado de Israel e o povo judeu no nosso tempo. Ao mesmo tempo, muitos cristãos reconhecem hoje que Deus preservou de forma extraordinária a identidade judaica e que o povo de Israel continua a ter um papel no plano divino, conforme inúmeras profecias do Antigo Testamento. O Concílio Vaticano II, na declaração Nostra aetate, retomou também a afirmação do apóstolo Paulo de que os dons de Deus ao povo judeu são irrevogáveis. Desde o renascimento do Estado de Israel em 1948, torna-se cada vez mais evidente que a Igreja não substituiu Israel, mas caminha ao lado dele no desígnio de Deus. Neste contexto, muitos cristãos questionam-se sobre a posição que devem adotar — de acordo com a Bíblia no plano espiritual e até político — em relação ao Estado de Israel, aos seus inimigos, aos judeus ortodoxos e aos judeus messiânicos, especialmente numa época em que Israel se tornou uma «pedra de tropeço» entre as nações, como anunciam as Escrituras. Se também sentes este chamado, esta reflexão ou esta inquietação, sê bem-vindo. Este espaço serve para partilhar perguntas, convicções, estudos e eventos, bem como para promover diálogo respeitoso e aprofundamento espiritual sobre Israel e o povo judeu. Shalom.

Sanções neerlandesas contra os produtos israelitasSegundo um artigo recente da i24NEWS (https://www.i24news.tv/en/news/i...
09/10/2026

Sanções neerlandesas contra os produtos israelitas
Segundo um artigo recente da i24NEWS (https://www.i24news.tv/en/news/international/europe/artc-violating-dutch-ban-on-settlement-goods-could-carry-up-to-6-years-in-prison), os Países Baixos começaram a aplicar uma proibição que abrange as mercadorias provenientes das «colónias israelitas» na Cisjordânia (Judeia e Samaria), em Jerusalém Oriental e nos Montes Golã.
Estas restrições, que entraram em vigor em 22 de setembro de 2026, aplicam-se tanto às importações comerciais como aos viajantes individuais que entram no país. Até as mercadorias destinadas a uso pessoal ou oferecidas como presentes são proibidas. Entre os produtos abrangidos encontram-se, nomeadamente, o vinho, as tâmaras, o sabão e as recordações, entre outros.
A proibição estende-se igualmente às mercadorias fabricadas noutra região de Israel ou noutro país, quando contêm componentes provenientes dos colonatos abrangidos. Os viajantes são, portanto, obrigados a verif**ar a proveniência dos produtos que transportam.
Qualquer pessoa que contorne deliberadamente esta proibição f**a sujeita a processos penais e a multas elevadas ou, nos casos mais graves, a penas de prisão que podem ir até seis anos. Estas restrições proíbem igualmente a compra, a venda e os serviços de intermediação comercial relativos às mercadorias em causa.
Com tais sanções oficiais, mesmo que os tribunais acabem por não aplicar penas pesadas, os Países Baixos correm, a nosso ver, o risco de se juntar, mais uma vez, ao campo daqueles que aplicam a Israel dois pesos e duas medidas. Uma tal política parece-nos suscetível de incentivar injustamente a hostilidade contra o Estado judaico.
Falamos de «dois pesos e duas medidas» porque constatamos que o Governo neerlandês não trata da mesma maneira as mercadorias provenientes de outros territórios ocupados em violação de princípios do direito internacional.
Porque pode um viajante trazer para os Países Baixos uma recordação proveniente do Norte de Chipre, território militarmente ocupado pela Turquia desde a sua intervenção armada de 1974, onde o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos constatou violações imputáveis à Turquia e cuja proclamação de independência foi condenada pelo Conselho de Segurança da ONU?
Porque autorizam os Países Baixos a importação de produtos originários do Saara Ocidental, território cuja maior parte se encontra sob controlo militar marroquino desde 1975, quando o Tribunal Internacional de Justiça não reconheceu qualquer soberania territorial de Marrocos sobre esse território e afirmou o direito do seu povo à autodeterminação?
Os Países Baixos parecem esquecer que o Mandato para a Palestina, confiado à Grã-Bretanha pela Sociedade das Nações após a Primeira Guerra Mundial, previa expressamente, no seu artigo 6.º, facilitar o estabelecimento de judeus nas terras, nomeadamente nas terras públicas e incultas, salvaguardando simultaneamente os direitos dos outros habitantes. Esta disposição faz parte da história jurídica do território, embora o seu alcance atual seja objeto de profundas divergências de interpretação.
Os neerlandeses parecem igualmente esquecer que a Cisjordânia, que hoje pretendem preservar para um eventual futuro Estado palestiniano, foi ocupada pela Jordânia a partir de 1948 e depois anexada em 1950, sem que essa anexação tivesse obtido um reconhecimento internacional generalizado. Durante os dezanove anos que se seguiram, sob o controlo da Jordânia, um Estado muçulmano, não foi estabelecido qualquer Estado palestiniano independente nesse território.
Esquecem ainda as circunstâncias dramáticas que precederam a guerra de junho de 1967, que levou à ocupação israelita da Cisjordânia, dos Montes Golã e da Faixa de Gaza: não se tratou de uma guerra de conquista por parte de Israel, mas de uma guerra defensiva, tendo em conta as ameaças proferidas contra Israel, a concentração das forças egípcias no Sinai, a retirada das forças de emergência das Nações Unidas e o encerramento do estreito de Tiran à navegação israelita. Esta guerra, durante a qual Israel enfrentou três exércitos árabes e os seus aliados, terminou com a derrota destes últimos.
Em 1 de setembro de 1967, menos de três meses após esta guerra, a cimeira da Liga Árabe reunida em Cartum adotou uma declaração que ficou célebre pelos seus «três nãos»: não à paz com Israel, não ao reconhecimento de Israel e não às negociações com Israel. Esta declaração manifestava uma recusa da normalização das relações com o Estado judaico e contribuiu para manter um clima de confrontação que não foi ultrapassado antes da nova guerra de outubro de 1973, conhecida como Guerra do Yom Kippur.
Os Países Baixos parecem também esquecer que a Resolução 242 do Conselho de Segurança das Nações Unidas, adotada em 22 de novembro de 1967, apelava à retirada das forças israelitas de territórios ocupados durante o recente conflito, mas também ao fim de qualquer estado de beligerância e ao reconhecimento do direito de cada Estado da região a viver em paz dentro de fronteiras seguras e reconhecidas. Estas duas exigências não eram, à luz da declaração de Cartum, realizáveis nos doze anos que se seguiram.
Os neerlandeses esquecem que o tratado de paz entre Israel e a Jordânia, de 26 de outubro de 1994, estabelecia que a delimitação da fronteira entre os dois países não prejudicava o estatuto dos territórios que tinham passado para o controlo militar israelita em 1967 e não exigia a retirada prévia das forças israelitas da Cisjordânia.
Assim, receamos pelo destino dos Países Baixos, tal como pelo de qualquer país europeu que adote disposições legais que, segundo entendemos, incentivam o antissionismo e, consequentemente, o antissemitismo. Parece-nos que tais legislações reforçam a influência crescente dos movimentos do islão radical que aspiram a submeter a sociedade europeia e as suas instituições à sua conceção do islão. A Europa cristã que os nossos antepassados nos legaram corre o risco de perder progressivamente a sua liberdade e a sua identidade se renunciar a defender os princípios que moldaram a sua história.
Tragicamente, como no caso dos Países Baixos, a Europa dá por vezes a impressão de que coloca ela própria a corda ao pescoço e de que, um dia, aos movimentos islamistas mais radicais só restará empurrar a cadeira.
Mas há sempre esperança. Se, enquanto cristãos, fomos enxertados na oliveira legítima, podemos também considerar-nos abrangidos pelas palavras que Deus dirigiu a Salomão após a consagração do Templo, chamando o seu povo a voltar para Ele quando se tivesse desviado dos seus caminhos (2 Crónicas 7.14):
“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra.”
Assim, oramos e apelamos à oração por Portugal que, ao reconhecer um Estado palestiniano, recompensou, segundo a nossa convicção, o ataque terrorista do Hamas de 7 de outubro de 2023 e começou a seguir o mesmo caminho que os Países Baixos. Que as autoridades despertem, que defendam a sua herança cristã e se abstenham de se sentar no banco dos inimigos de Israel.

Críticas ao Estado de Israel Num talk-show realizado recentemente na Suíça, o jornalista suíço Roger Koeppel afirmou que...
08/10/2026

Críticas ao Estado de Israel

Num talk-show realizado recentemente na Suíça, o jornalista suíço Roger Koeppel afirmou que o conflito no Médio Oriente era uma guerra religiosa, com pessoas fortemente motivadas pela religião e pela ideologia, tanto do lado muçulmano como do outro lado, o judaico. Isto foi dito para explicar por que razão este conflito, ao contrário do conflito na Ucrânia, não poderia conduzir a uma guerra mundial. Podia entender-se que uma discussão se tornava supérflua, porque, de qualquer modo, conflitos desta natureza não podem ser resolvidos pela razão.
Esta é uma questão que deveria ocupar a Igreja.
1. O conflito no Médio Oriente é um conflito religioso?
2. Este conflito exige que a Igreja tome posição?
Quem alguma vez se deu ao trabalho de ler a Carta do Hamas de 1988 chega necessariamente à conclusão de que, do lado palestiniano, este conflito é entendido como uma guerra religiosa, uma guerra exigida pela religião islâmica, na qual cada crente deve participar em honra de Alá. E que esse Deus apela à destruição dos judeus na Palestina. Segundo a Irmandade Muçulmana, cuja ideologia a Carta do Hamas assume expressamente, o Islão é uma ordem abrangente para a sociedade, o direito e o Estado, cujo objetivo é ordenar a convivência humana sob o domínio islâmico. Para o Hamas, isto aplica-se em particular a toda a Palestina, que deve ser reconduzida ao domínio islâmico.
Mas será o conflito no Médio Oriente também uma guerra religiosa do lado judaico? Será exigido e atiçado por judeus motivados pela religião? Aqui, a Igreja deveria fazer uma distinção cuidadosa.
A) Entre os judeus religiosos que apoiam esta guerra não existe de modo algum a motivação de obrigar o mundo, pela força das armas, a submeter-se à sua religião judaica. Pelo contrário, o Deus dos judeus exige do seu povo que seja luz através do exemplo de uma convivência pacíf**a que ponha em prática os mandamentos de Deus. Ser luz signif**a dizer a verdade, defender a justiça e, no domínio social, seguir os Dez Mandamentos.
B) Os judeus religiosos têm a mesma motivação para pegar em armas que todos os outros judeus de Israel: não se deixarem matar. Querem sobreviver. Mas, ao contrário dos judeus seculares, entendem os seus adversários, sejam eles muçulmanos ou cristãos, como pessoas dominadas por poderes espirituais das trevas e cheias de ódio contra o Deus de Israel, o Deus de Abraão, Isaac e Jacob. Veem os seus inimigos como inimigos de Deus, segundo o Salmo 83,1–5:
Ó Deus, não permaneças em silêncio!
Não te cales, nem fiques impassível, ó Deus!
Pois eis que os teus inimigos se agitam,
os que te odeiam levantam a cabeça.
Tramam astutamente contra o teu povo
e conspiram contra aqueles que tu proteges.
«Vinde», dizem eles, «façamo-los desaparecer como nação,
e que nunca mais se recorde o nome de Israel!»
C) Quando os judeus religiosos veem os seus inimigos como inimigos de Deus, fazem-no conscientes de que os seus antepassados, ao longo da história de Israel, tal como eles próprios, muitas vezes se tornaram inimigos de Deus, e de que qualquer situação de aflição que Deus permita exige, antes de mais, que reconsiderem os seus próprios atos e a sua própria relação com Deus e com o próximo.
E aqui começa a segunda questão: como se posiciona a Igreja perante o conflito no Médio Oriente? Quererá ver nele uma guerra insolúvel, motivada pelo fanatismo religioso? Permanecerá, por isso, indiferente, porque se considera a si própria livre de qualquer fanatismo? É precisamente aqui que reside um grande perigo para a Igreja de hoje. Pois deve perguntar-se, antes de mais, se a perspetiva judaica, que explica a hostilidade contra Israel pela hostilidade contra Deus, não se aplica também a ela própria. Deve perguntar-se seriamente se os séculos de perseguição aos judeus na Europa cristã não podem ser explicados pelo facto de a própria Igreja se ter tornado inimiga de Deus. Deve perguntar-se se não foi ela própria tomada por um fanatismo religioso contra os judeus, que levou os judeus a terem de procurar na Palestina refúgio desse fanatismo.
E, se estiver disposta a responder a esta pergunta com um «possivelmente, sim», deve perguntar-se imediatamente como pode a Igreja, em determinados domínios, tornar-se inimiga de Deus.
Acredita a Igreja que o juízo de Deus sobre o ser humano, citado por Paulo em Romanos 3,9–18 — «Não há justo, nem um sequer... não há quem busque a Deus... Não há quem faça o bem, nem um sequer... Não há temor de Deus diante dos seus olhos» — se refere apenas às pessoas que estão fora da Igreja?
Teve e continua a ter consciência de que a tentação à qual Adão sucumbiu existe também para ela: querer depender apenas de si própria, decidir por si própria o que é bom e o que é mau, julgar e agir de forma independente, como Deus?
Recordou-se suficientemente do exemplo de Saulo/Paulo, que mostra que nós, seres humanos, podemos estar convencidos de que lutamos por Deus e, precisamente ao fazê-lo, agir contra a própria vontade de Deus?
Agostinho, Lutero e, de outra maneira, Karl Barth advertiram contra este perigo.
Dito de outra maneira: com que direito e com que atitude critica a Igreja Israel pela forma como se defende contra os palestinianos, quando ela própria infligiu sofrimento a inúmeros judeus quando estes não podiam defender-se, e quando foram precisamente os séculos de perseguição aos judeus na Europa e, finalmente, a Shoah que contribuíram decisivamente para que a reivindicação de um Estado judaico encontrasse apoio internacional?
Ouvi uma irmã em Cristo dizer: «No fim de contas, os próprios judeus são responsáveis pela desgraça que lhes acontece, porque rejeitaram Cristo.» Que cada um se pergunte se tais palavras podem ser agradáveis a Deus.

Cristãos perante o antissemitismoDesde o 7 de outubro de 2023, assistimos a um aumento preocupante do antissemitismo na ...
21/09/2026

Cristãos perante o antissemitismo
Desde o 7 de outubro de 2023, assistimos a um aumento preocupante do antissemitismo na Europa, também em Portugal e em muitas outras partes do mundo. Manifesta-se em numerosas manifestações pró-palestinianas, em agressões durante manifestações de apoio a Israel, nas universidades, em atos de vandalismo contra sinagogas e cemitérios judaicos, e até em ameaças de morte e assassinatos de judeus.
Que podem dizer e fazer os cristãos e as Igrejas?
Em setembro de 2025, a Aliança Evangélica Suíça (SEA, o equivalente suíço da AEP) deu uma resposta que merece ser conhecida também em Portugal. Publicou um “Documento de orientação”, de quatro páginas, que aborda as relações entre judeus e cristãos e o antissemitismo do ponto de vista teológico. O documento intitula-se: “Raízes comuns, separação dolorosa, uma nova orientação cheia de esperança.”
O documento fundamenta a relação especial da Igreja com os judeus, os desvios da teologia que contribuíram para séculos de perseguição dos judeus e que tiveram graves consequências também para a própria Igreja. Propõe uma reorientação para a Igreja da nossa época. O texto é tão denso que qualquer tentativa de o resumir acabaria por o empobrecer e mutilar.
Tradução portuguesa:
https://drive.google.com/file/d/18LSj1uw0GouGMq8az5mOByLnPLjjsOoN/view?usp=sharing
O documento não pretende entrar na discussão sobre as acusações e críticas dirigidas ao Estado de Israel, nem responder-lhes. Pelo contrário, afirma observar “também com preocupação certas tendências na política do Estado de Israel. Deve ser possível exprimir esta preocupação, e até mesmo críticas ao Governo de Israel, sem que isso seja imediatamente entendido como antissemitismo ou hostilidade contra Israel.”
Parece-nos importante reagir também em Portugal.
Nas ruas de Lisboa surgem grafítis e inscrições como “Morte aos israelenses”, “Morte ao nazi-sionismo”, “canalha sionista”, “Hamas vencerá”, “Vocês não são bem-vindos a Portugal”, “assassinos de crianças”, etc. Constituem opiniões políticas legítimas ou incitam ao ódio contra os judeus? A resposta parece-nos clara.
O silêncio das Igrejas perante esta situação corre o risco de ser interpretado como aprovação de tais manifestações de ódio contra os judeus.
Seria altamente desejável que o maior número possível de cristãos — e, antes de mais, padres, pastores e professores da Bíblia — lesse este documento. Consideramo-lo um instrumento útil para ajudar as Igrejas a refletir e a posicionar-se perante o antissemitismo e perante correntes que põem em perigo a sobrevivência e a presença do povo judeu no nosso mundo.
Fonte de imagem: Centro Cultural Judaico Rua da Judiaria/ Diário de Notícias
AC - RCPAI

Você já parou para imaginar no que Deus pensa o dia todo? Para onde Ele leva a Sua atenção? Há umas semanas, li um artig...
07/08/2026

Você já parou para imaginar no que Deus pensa o dia todo? Para onde Ele leva a Sua atenção? Há umas semanas, li um artigo de Shira Shechter (https://theisraelbible.com/what-god-does-every-day/) e ela compartilhou este versículo: Deuteronômio 11:12, É uma terra pela qual Yahweh, teu Deus, zela com carinho. Os olhos do SENHOR estão sempre fixos sobre ela, do início ao fim do ano”, referindo-se à terra de Israel. Na semana passada, este versículo foi lido por todos os que seguem a leitura semanal da Torá. E me pus a pensar…
O Eterno Deus não somente está continuamente com os seus olhos na terra de Israel, mas também olha para os habitantes desta terra que Ele deu em perpetuidade para os judeus: “Fixarei meus olhos sobre eles, para o seu bem, e os trarei de volta a esta terra. E os edif**arei, e não os demolirei; plantarei e não os arrancarei mais. Eu lhes darei um coração capaz de conhecer-me e de compreender que Eu Sou Yahweh, o SENHOR. Serão o meu povo e Eu serei o seu Deus, pois eles se voltarão para mim de todo o coração”.
Eu fiquei a meditar: se Deus se preocupa em olhar para a terra de Israel desde o princípio até ao fim do ano e por ela “zela com carinho”, e se Ele fixa Seus olhos sobre seus moradores, não deveríamos nós também termos este cuidado? Não deveríamos estar a orar para que essas palavras se cumpram em nossos dias?

O Rabino Pessach Wolicki compartilhou algo contundente em sua apresentação na Cimeira de Emergência da ICEJ (Embaixada I...
15/07/2026

O Rabino Pessach Wolicki compartilhou algo contundente em sua apresentação na Cimeira de Emergência da ICEJ (Embaixada Internacional Cristã de Jerusalém - junho de 2026). O texto abaixo foi traduzido pela IA e revisto por Vera Garcia, baseado literalmente nas palavras do Rabino Pessach Wolicki, um rabino que não crê que Jesus é o Messias, mas que mantém uma relação de estreita amizade com os cristãos. Ele faz parte, além de outras iniciativas do ISRAEL 365 – https://israel365.com/ – uma amizade entre judeus e cristãos.
Nesta parte de sua palestra encontrada no YouTube (https://www.youtube.com/watch?v=61RC53sFTdc&t=870s), ele enfatiza como o inimigo acredita que somos um judeus e crentes das nações (infelizmente mais do que nós [o Corpo do Messias] mesmos…
“Precisamos prestar atenção nos nossos inimigos. Acontece 7 de outubro de 2023. Um mês e meio depois, ocorreu o evento anual na Rockefeller Plaza, em Nova York, da iluminação da árvore de Natal. Sabe a grande iluminação da grande árvore de Natal na Rockefeller Plaza, grande evento público, as pessoas trazem suas famílias. Mas em outubro de 2023, durante a acender a árvore de Natal na Rockefeller Plaza, houve um violento motim de manifestantes pró-Hamas anti-Israel que gritavam do rio ao mar, para que o Natal fosse cancelado até que a Palestina fosse livre. E eles o atrapalharam. Virou um motim violento. A polícia teve que vir. Não sei se algum de vocês lembra desse evento. Eles atrapalharam o acendimento da árvore de Natal na Rockefeller Plaza.
Algumas semanas depois, começamos a ver que em Londres, a mesma coisa estava acontecendo. No Piccadilly Circus, Oxford Street, Camden Market, distrito comercial no centro de Londres, houve manifestações em massa pró-Hamas, entoando slogans contra o Natal em nome da Palestina. E depois na Ópera La Scala em Roma, onde todo ano há uma encenação de Natal, uma grande apresentação natalina. Na Ópera La Scala, em Roma, em dezembro de 2023, durante a apresentação de Natal, foi interrompida por manifestantes pró-Hamas anti-Israel. Eles jogaram sangue falso no palco, e tinham bandeiras palestinas. Eles subiram no palco. Eles interromperam essa ópera tradicional, a ópera de Natal, em nome do ódio a Israel e do apoio aos nossos inimigos, o Hamas. E então, alguns meses depois, na Catedral de São Patrício em Nova York, no domingo de Páscoa, a missa do Domingo de Páscoa foi interrompida por manifestantes pró-Hamas anti-Israel.
E vou dizer o óbvio. Judeus não celebram Natal e Páscoa. E Israel tem uma minoria cristã de 2%, o que, aliás, é interessante porque os Estados Unidos têm uma minoria judaica de 2%. Mas Israel tem uma minoria cristã próspera. Eles celebram o Natal e a Páscoa. Vou formular uma pergunta de forma bem deliberada. Estou escolhendo minhas palavras com muito cuidado. Por que faz sentido para os inimigos de Israel atacarem o Natal e a Páscoa em nome do ódio deles ao Estado judeu? Estou fazendo a pergunta de propósito. Por que faz sentido para eles? E se você acha que eles são apenas idiotas, ah, maricas são a Palestina, são uns tolos. Devemos parar de ridicularizar seus inimigos. Porque quando você faz isso, para de prestar atenção no que eles realmente estão fazendo.
Por que faz sentido para os inimigos de Israel atacarem o cristianismo em nome do ódio que têm a Israel? E sei que alguém mencionou antes a frase: primeiro os de sábado, depois os de domingo. Discordo dessa formulação. Eles estão nos atacando simultaneamente. Não existe mais primeiro e segundo. O que aconteceu em 7 de outubro em Israel acontece mensalmente na Nigéria contra os cristãos pelo mesmo motivo, o que signif**a que as distinções entre nós, nossas diferenças sobre quem Jesus é e sobre a Divindade, etc., quaisquer que sejam as distinções que tenhamos entre nós, eu prometo, para nossos inimigos, e isso é tanto a esquerda progressista secular que odeia a Bíblia, ou os islamistas – para todos eles, nossas diferenças são diferenças internas entre um grupo de pessoas que basicamente são um. Pense bem, eles odeiam Israel, então atacam a iluminação da árvore de Natal e uma missa de domingo de Páscoa.
Precisamos acordar. Estamos juntos nessa, e se pensarmos que não estamos juntos, isso só ajuda nossos inimigos. Por que acham que estamos juntos nessa? Eles sabem que estamos juntos nessa. Não há nada que eles temam mais do que evidências de que a Bíblia é verdadeira. O que eles fariam com isso? E, por isso, eles atacam todos nós. Nós somos o povo da Bíblia. É assim que o Islã realmente nos chama. O povo das Escrituras refere-se aos cristãos e aos judeus juntos. Somos um grupo para eles. É tudo igual. Judeus e cristãos precisam acordar para isso.”
https://www.youtube.com/watch?v=61RC53sFTdc&t=870s

Petição para combater o vandalismo antissemita no centro de LisboaEmbora Portugal, em comparação com a França ou a Ingla...
02/07/2026

Petição para combater o vandalismo antissemita no centro de Lisboa
Embora Portugal, em comparação com a França ou a Inglaterra, ainda tenha sido relativamente poupado, o número de atos de caráter antissemita — como vandalismo, graffitis, autocolantes, mensagens de ódio, ameaças e discursos intimidatórios que incitam à violência e ao terrorismo contra Israel — aumentou drasticamente desde 7 de outubro de 2023. Foi isso que motivou esta petição dirigida às autoridades da cidade de Lisboa para que implementem um sistema de videovigilância pública e reforcem a presença policial na Rua da Judiaria e na Praça de São Domingos, dois locais de grande valor histórico que são regularmente alvo de atos de vandalismo e degradação do património. A petição solicita igualmente a restauração dos monumentos comemorativos do bairro e a implementação de um plano permanente de segurança e preservação, para combater a crescente sensação de insegurança sentida pelos habitantes do centro da cidade de Lisboa. Seria oportuno que os cristãos apoiassem esta petição. Se quiser assinar a petição, pode fazê-lo aqui.
Se não tiverem a certeza se é adequado para um cristão assinar este tipo de petições, podem ler as 10+1 razões da série de razões bíblicas que podem levar-nos, como cristãos portugueses, a interessar-nos e a preocupar-nos com o destino dos judeus e do Estado de Israel, que foram publicadas nesta página facebook e se encontram aqui.

Jerusalem Summit de Emergência da ICEJ (junho de 2026): o Rabino Pesach Wolicki explica por que razão judeus e cristãos ...
01/07/2026

Jerusalem Summit de Emergência da ICEJ (junho de 2026): o Rabino Pesach Wolicki explica por que razão judeus e cristãos precisam de se unir.

Nesta página anunciámos que a Embaixada Cristã Internacional de Jerusalém (ICEJ) organizou, de 9 a 11 de junho de 2026, o Jerusalem Summit, uma conferência internacional de emergência dirigida a pastores, líderes cristãos e responsáveis de igrejas. Entre os temas abordados estiveram o antissemitismo, a teologia da substituição de Israel pela Igreja, as decisões do Concílio de Niceia (325 d.C.) e do imperador Constantino, bem como o sionismo cristão.
Todas as intervenções — a grande maioria verdadeiramente memorável — estão disponíveis no YouTube. Os nomes dos oradores podem ser ser consultados em:
https://jerusalemsummit.icej.org/en/
Como exemplo, deixamos aqui a ligação para a intervenção (em inglês) do Rabino Pesach Wolicki:
https://www.youtube.com/watch?v=61RC53sFTdc
O Rabino Pesach Wolicki é uma das figuras mais conhecidas do judaísmo ortodoxo no campo das relações entre judeus e cristãos.
Na sua conferência, descreve os progressos signif**ativos alcançados nos últimos anos no diálogo entre judeus e cristãos, mas também os equívocos e as insensibilidades que ainda existem de ambos os lados e que precisam de ser ultrapassados para que esse diálogo se torne mais profundo e frutífero.
Como exemplo, explica que os judeus recebem a sua identidade por serem herdeiros de uma história ininterrupta iniciada com Abraão, enquanto muitos cristãos não compreendem porque deveriam sentir-se responsáveis pelos erros cometidos pelos seus antepassados há quinhentos ou mil anos. Por outro lado, refere também um equívoco frequente entre muitos judeus: a ideia de que os cristãos apenas apoiam Israel porque desejam acelerar o arrebatamento e os acontecimentos escatológicos.
O rabino mostra ainda que os inimigos de Israel são hoje, em larga medida, os mesmos inimigos dos cristãos. Segundo ele, tanto o islamismo radical como uma parte da esquerda progressista secular fazem pouca distinção entre judeus e cristãos. No pensamento islâmico, ambos pertencem ao mesmo grupo: o «Povo do Livro». Recorda que os massacres perpetrados pelos terroristas islamistas em Israel a 7 de outubro de 2023 são semelhantes aos ataques que, praticamente todos os meses, vitimam comunidades cristãs na Nigéria pelo mesmo ódio religioso.
Refere igualmente vários casos em que manifestações pró-palestinianas perturbaram importantes celebrações cristãs do Natal e da Páscoa em cidades como Nova Iorque, Londres e Roma. Perante estes acontecimentos, coloca uma pergunta fundamental: «Porque faz sentido, para os inimigos de Israel, atacar o Cristianismo em nome do seu ódio por Israel?» E lança um apelo veemente: «Judeus e cristãos precisam de acordar!»

Fala também de Charlie Kirk, um conhecido influenciador cristão junto dos estudantes universitários, assassinado em setembro de 2025 por um homem que, segundo as autoridades, se radicalizou no ambiente da esquerda progressista secular. Kirk tinha desenvolvido ideias importantes sobre a forma como judeus e cristãos poderiam responder mais ef**azmente à guerra de informação movida pelos seus adversários, mas morreu antes de conseguir concretizá-las. Na sequência das suas ideias, o Rabino Pesach Wolicki e vários colaboradores criaram a Israel Truth Network (https://theisraeltruthnetwork.org) (inscrição gratuita), uma organização destinada a responder rapidamente às falsas informações e acusações difundidas na Internet contra Israel, os judeus e também os cristãos. O objetivo é reunir os factos, divulgá-los rapidamente e colocá-los nas mãos de influenciadores, jornalistas, líderes e pessoas com plataformas públicas, criando uma rede capaz de responder ef**azmente às campanhas de desinformação.
Na parte final da conferência, o Rabino Pesach Wolicki aborda um tema particularmente interessante: as dificuldades que enfrentam os cristãos por não poderem ler a Bíblia no texto hebraico original. Explica que o hebraico bíblico contém milhares de construções gramaticais aparentemente incorretas e palavras aparentemente inadequadas, escolhidas deliberadamente por Deus para transmitir uma mensagem específ**a. No entanto, muitos tradutores, procurando tornar o texto mais elegante ou mais natural na língua de chegada, acabam por «corrigir» essas expressões, fazendo desaparecer nuances importantes da mensagem bíblica. Como exemplo, analisa Sofonias 3:9: « Porque, então, darei lábios puros aos povos, para que todos invoquem o nome do Senhor, para que o sirvam com um mesmo espírito» (ARC). Muitas traduções apresentam esta última expressão como «de comum acordo» ou «ombro a ombro». Contudo, o texto hebraico diz literalmente: «Servi-Lo um só ombro». O rabino explica a enorme diferença que esta pequena alteração produz. Se servimos Deus “com um mesmo espírito “ ou «ombro a ombro», continuamos a ser pessoas separadas. Cada um transporta a sua parte da carga. Se um sente dor ao carregar esse peso, o outro pode nem sequer o perceber. E, terminado o trabalho, cada um segue o seu próprio caminho. Mas, pergunta ele, e se todos servirmos Deus « um só ombro»? Nesse caso, a dor de um torna-se imediatamente a dor de todos. Não somos apenas colaboradores; passamos a formar um único corpo. E, quando o trabalho termina, não seguimos caminhos separados, porque permanecemos unidos.
É precisamente essa a visão que o Rabino Pesach Wolicki exprime para o futuro das relações entre judeus e cristãos: uma unidade muito mais profunda do que uma simples cooperação, uma comunhão criada pelo próprio Deus, na qual ambos aprendem a carregar juntos o mesmo fardo, como se possuíssem «um só ombro».
Para quem preferir uma versão portuguesa escrita e mais curta desta conferência do Rabino Pesach Wolicki, preparámos também um resumo em português, disponível em:
https://drive.google.com/file/d/1GCCT5GXWJd8iyM9bKxGR2CJqy8AuHyLF/view?usp=sharing

Não se tornem Edom: por que os cristãos não devem voltar-se contra Israel numa altura em que Jacó está ferido. https://a...
08/06/2026

Não se tornem Edom: por que os cristãos não devem voltar-se contra Israel numa altura em que Jacó está ferido.
https://allisraelnews.com/fr/blog/do-not-become-edom-why-christians-must-not-turn-against-israel-in-the-hour-of-jacobs-wound
Desde 7 de outubro, muitos cristãos sentem-se desorientados. Vêem imagens de guerra. Ouvem acusações contra Israel. Lamentam o sofrimento dos civis. Sentem-se repugnados pelos slogans políticos. Sentem o esgotamento moral de um conflito demasiado antigo para respostas fáceis e demasiado sangrento para respostas simplistas.
Há 3 dias “All Israel news” publicou um artigo de Emir Phillips que procura convencer, com a Bíblia na mão, de que esse sentimento nos obriga a estar atentos ao estado do nosso coração e aos nossos sentimentos para com o povo judeu. Está disponível em inglês, espanhol ou francês. Recomendamos a sua leitura.
"All Israel news" é um site cobrindo notícias e eventos que afetam Israel e o Médio Oriente para o mundo evangélico, seguido por mais de 155 000 pessoas.

S'appuyant sur le livre d'Abdias et sur Romains 11, ce commentaire exhorte les chrétiens à rejeter l'antisémitisme, à se tenir aux côtés d'Israël et à ne pas devenir l'Édom des temps modernes.

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