Sindicato dos Professores da Zona Sul

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09/10/2026
NOVO GUIÃO DA FENPROF: "Como Ler o Meu Horário de Trabalho"Já está disponível o guião da FENPROF que ajuda educadores e ...
08/10/2026

NOVO GUIÃO DA FENPROF: "Como Ler o Meu Horário de Trabalho"
Já está disponível o guião da FENPROF que ajuda educadores e professores a analisar o seu horário de trabalho.
O que podes encontrar:
✅ Definição de hora letiva e tempo letivo;
✅ Organização da componente letiva e não letiva;
✅ Regras sobre Direção de Turma, intervalos e AEC;
✅ Horas extraordinárias, deslocações e trabalho noturno;
✅ Reduções de horário e apoio tutorial.
📌 Consulta o guião completo no SPZS e nas salas de professores e esclarece todas as tuas dúvidas sobre o teu horário!
Disponível no site do SPZS: www.spzs.pt

FENPROF rejeita “soluções” que baixam habilitações e aumentam alunos por turma no 1.º CEBAs declarações do Ministro da E...
08/10/2026

FENPROF rejeita “soluções” que baixam habilitações e aumentam alunos por turma no 1.º CEB

As declarações do Ministro da Educação sobre a possibilidade de recorrer a docentes com habilitação própria para assegurar turmas do 1.º Ciclo do Ensino Básico e sobre a possibilidade de aumentar o número de alunos por turma merecem da FENPROF uma firme contestação.

No 1.º CEB, não pode valer tudo para responder à falta de professores. O grupo de recrutamento 110 exige habilitação profissional específica para a docência neste nível de ensino, num ciclo e numa faixa etária em que a formação pedagógica e científica e a relação professor-aluno assumem uma importância particularmente relevante.

A FENPROF rejeita, por isso, qualquer pretensa solução que passe por baixar as exigências de formação para colocar à frente de alunos dos primeiros anos de escolaridade docentes sem a habilitação profissional específica exigida. O 1.º CEB não pode ser tratado como um nível de ensino em que, perante dificuldades de recrutamento, se possa recorrer a soluções de menor qualificação. É precisamente nesta faixa etária que a qualidade da formação docente, o conhecimento das especificidades do desenvolvimento infantil e a relação pedagógica são ainda mais determinantes para garantir aprendizagens de qualidade.

Se, todos os anos, há docentes qualificados que procuram sair do 1.º CEB, a pergunta que o governo deve responder é: porquê. A realidade dos concursos internos demonstra que muitos professores com habilitação para outros grupos de recrutamento procuram abandonar o 1.º CEB, procurando outras respostas profissionais. Esta realidade não pode ser ignorada quando se analisa a falta de professores neste setor.

As condições específicas da monodocência, a elevada componente letiva, a responsabilidade acrescida decorrente da permanência prolongada com a mesma turma, o desgaste profissional e a ausência de uma efetiva equidade nas condições de trabalho contribuem para afastar docentes do 1.º CEB.

Se há professores qualificados que procuram sair do 1.º CEB, a resposta não pode ser baixar as exigências de habilitação para quem entra. Tem, sim, de passar por melhorar as condições para quem lá está e tornar este setor uma opção profissional atrativa. Ora, isso exige vontade política e medidas concretas: redução da carga letiva, respeito pelas reduções previstas no artigo 79.º do ECD, diminuição da burocracia, valorização da carreira e reconhecimento das especificidades e do desgaste específico da monodocência.

Também não é aceitável que o governo apresente o aumento do número de alunos por turma como resposta à escassez de professores. No 1.º CEB, os limites gerais são de 24 alunos, enquanto os 30 alunos referidos pelo ministro correspondem a limites previstos para outros níveis de ensino. A legislação admite situações excecionais de ultrapassagem dos limites, mas a exceção não pode transformar-se em regra nem muito menos ser utilizada como resposta estrutural à falta de professores.

Aliás, a própria experiência das escolas demonstra os efeitos desta opção: perante a ausência de docentes, alunos são distribuídos por outras turmas, originando grupos com dimensões muito superiores às pedagogicamente adequadas. Mais alunos por turma não criam professores. Apenas transferem para as escolas, para os alunos e para os docentes as consequências de uma política que não resolve as causas da falta de professores.

As recentes notícias que dão nota do inaceitável dilema colocado a alguns diretores são prova disso mesmo: ou enviam os alunos sem professor para casa por incapacidade de acolhimento, ou distribuem os alunos sem professor pelas turmas com professor, somando estas número superior a trinta alunos em salas com capacidade máxima para 24. Ambas as soluções são pedagogicamente prejudiciais para os alunos.



Falta de professores resolve-se com valorização da profissão e vontade política, não com menor qualificação dos docentes
Num momento em que o país enfrenta uma falta de professores que se prolonga e agrava, o governo deve enfrentar as causas do problema. Baixar habilitações, aumentar o número de alunos por turma, desconsiderar as reduções da componente letiva e sobrecarregar ainda mais os docentes não são soluções para a falta de professores.

A resposta passa por valorizar a profissão docente e garantir equidade entre os diferentes setores de ensino, reconhecendo as especificidades da monodocência e criando condições para que os professores permaneçam no 1.º CEB.

A falta de professores no 1.º CEB não se resolve baixando a qualificação dos profissionais que trabalham com as crianças mais novas. Resolve-se com melhores condições de trabalho, valorização profissional e vontade política para enfrentar as causas do problema.

Os alunos têm direito a professores devidamente qualificados, a turmas com dimensão pedagogicamente adequada e a uma relação professor-aluno que permita ensinar, acompanhar e aprender. É esse direito que deve estar no centro das decisões do governo.

FENPROF apresenta queixa-crime contra ministro da Educação na Procuradoria-Geral da RepúblicaFederação contesta acusaçõe...
08/10/2026

FENPROF apresenta queixa-crime contra ministro da Educação na Procuradoria-Geral da República

Federação contesta acusações de Fernando Alexandre sobre exames nacionais e exige apuramento dos factos
Na sequência das declarações proferidas pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, em 25 de setembro, nas quais acusou a FENPROF de tudo ter feito para que o processo de classificação dos exames nacionais do ensino secundário de 2025/2026 corresse mal, uma delegação do Secretariado Nacional da Federação deslocar-se-á sexta-feira, 9 de outubro, às 15:00 horas, à Procuradoria-Geral da República (PGR) para entregar uma queixa-crime contra o ministro da Educação.

A iniciativa surge na sequência de um processo de exames nacionais marcado por problemas e constrangimentos que a FENPROF denunciou publicamente, tendo exigido o seu esclarecimento e a identificação das responsabilidades, bem como o pagamento do trabalho suplementar realizado pelos docentes envolvidos na classificação das provas.

Perante as declarações proferidas pelo ministro da Educação, a FENPROF considera necessário que sejam apurados, pelas entidades competentes, os factos que sustentam tais acusações e que seja averiguada a sua eventual relevância jurídica.

A Federação rejeita, em particular, a imputação de que tenha desenvolvido qualquer ação destinada a prejudicar o processo de classificação dos exames nacionais. Pelo contrário, ao longo de todo o processo, a FENPROF identificou e denunciou problemas que afetaram docentes e escolas e reclamou soluções para situações que, na sua perspetiva, resultaram de opções e decisões tomadas no âmbito da tutela.

A apresentação desta queixa pretende, assim, dar às afirmações proferidas pelo ministro da Educação o devido enquadramento institucional e jurídico, permitindo que sejam apurados os factos e responsabilidades que lhes estejam associados.

Para a FENPROF, não é aceitável que acusações desta gravidade sejam proferidas publicamente contra uma organização sindical, sem que sejam apresentados factos que as sustentem. A defesa da Escola Pública, dos Docentes e dos seus direitos não pode ser confundida com qualquer alegada tentativa de perturbar o funcionamento das escolas ou dos processos de avaliação.

A delegação do Secretariado Nacional da FENPROF que entregará a queixa será dirigida pelos seus Secretários-Gerais.

A FENPROF dará conhecimento público da entrega da queixa e das razões que a fundamentam, desde já convidando os/as senhores/as jornalistas e os órgãos de comunicação social para que acompanhem esta ação.

SPZS presente hoje na sessão pública - “O assalto à Segurança Social Pública Universal e Solidária” promovida pela CGTP,...
07/10/2026

SPZS presente hoje na sessão pública - “O assalto à Segurança Social Pública Universal e Solidária” promovida pela CGTP, em Lisboa.

Pensões em Portugal” que consubstancia um violento ataque ao sistema previdencial de segurança social, que tem como objetivo final a substituição do actual regime público de pensões por regimes privados em regime de capitalização, para satisfazer a gula do capital financeiro e segurador, e o desmantelamento do sistema de segurança social público, universal e solidário, vamos realizar no dia 7 de Outubro, a Sessão Pública, em referência.

O actual sistema público de pensões é o mais adequado à garantia de todos a uma pensão digna e, por isso, rejeitamos qualquer tentativa de enfraquecer ou fragilizar o sistema público de pensões que vise delapidar o património dos trabalhadores e defraudar e descapitalizar o sistema público de segurança social, lesando os direitos e expetativas das atuais e futuras gerações de trabalhadores e isentando o Estado do cumprimento das suas obrigações constitucionais.

As intenções do governo, que corporizam um tremendo retrocesso social e o desmantelamento da Segurança Social Pública, terão da parte dos trabalhadores e da população um combate firme na defesa do direito à Segurança Social.

MANIFESTAÇÃO NACIONAL: 17 DE OUTUBRONo próximo dia 17 de outubro, as ruas vão gritar por dignidade. É hora de lutar por ...
07/10/2026

MANIFESTAÇÃO NACIONAL: 17 DE OUTUBRO

No próximo dia 17 de outubro, as ruas vão gritar por dignidade. É hora de lutar por um país mais justo para todos os trabalhadores e trabalhadoras.

🔴 As nossas exigências:
✅ Mais Salário
✅ Melhores Pensões e Serviços Públicos
✅ Contra o Aumento do Custo de Vida
✅ Defender o SNS e a Segurança Social

📍 CONCENTRAÇÕES:
🔹 Porto: 10h30 | Praça da Batalha / Praça D. João I
🔹 Coimbra: 10h30 | Rotunda Portugal dos Pequenitos / Praça 8 de Maio
🔹 Lisboa: 14h30 | Cais do Sodré / Rossio

A LUTA VAI CONTINUAR!

Queremos ouvir os professores e os educadores!Defender a profissão docente no Ensino Particular e Cooperativo, IPSS e Mi...
07/10/2026

Queremos ouvir os professores e os educadores!
Defender a profissão docente no Ensino Particular e Cooperativo, IPSS e Misericórdias

A desvalorização da profissão docente atinge de forma acentuada todos os setores do Ensino Particular e Cooperativo, IPSS e Misericórdias:

Baixos salários;
Horários sobrecarregados;
Carreiras com longa duração;
Precariedade;
Atribuição de funções fora do conteúdo profissional dos docentes;
Falta de fiscalização do financiamento público atribuído às escolas/instituições.
Por tudo isto, a FENPROF continua a lutar pela uvalorização e dignificação da profissão através da contratação coletiva, sendo fundamental auscultar os docentes sobre a realidade atual nestes setores e a aplicação dos Contratos Coletivos de Trabalho vigentes.

A sua participação neste inquérito é fundamental para reforçar a posição da FENPROF na negociação coletiva, definir ações de luta e sinalizar incumprimentos das convenções coletivas.

QUESTIONÁRIOS (ESCOLHA O SETOR EM QUE SE INTEGRA)

EPC - Ensino Particular e Cooperativo
https://dados.fenprof.pt/index.php/250901?lang=pt
EP - Ensino Profissional
https://dados.fenprof.pt/index.php/250902?lang=pt
EAE - Ensino Artístico Especializado
https://dados.fenprof.pt/index.php/250903?lang=pt
IPSS - Instituições Particulares de Solidariedade Social
https://dados.fenprof.pt/index.php/250904?lang=pt
O preenchimento demora cerca de 10 a 12 minutos.

Se precisar de interromper, use o botão «Continuar mais tarde»: escolhe um nome e uma palavra-chave e, quando voltar a este endereço, retoma onde parou com «Carregar formulário não terminado». Se fechar a página sem o fazer, as respostas que já deu perdem-se.

É importante agir!
É importante continuar a lutar!
Divulgue junto dos colegas da sua Escola/Instituição!

Defender a profissão docente no Ensino Particular e Cooperativo, IPSS e Misericórdias A desvalorização da profissão docente atinge de forma acentuada todos os setores do Ensino Particular e Cooperativo, IPSS e Misericórdias. Por tudo isto, a FENPROF continua a lutar pela valorização e d...

NOVO GUIÃO DA FENPROF: "Como Ler o Meu Horário de Trabalho"Já está disponível o guião da FENPROF que ajuda educadores e ...
06/10/2026

NOVO GUIÃO DA FENPROF: "Como Ler o Meu Horário de Trabalho"

Já está disponível o guião da FENPROF que ajuda educadores e professores a analisar o seu horário de trabalho.

O que podes encontrar:
✅ Definição de hora letiva e tempo letivo;
✅ Organização da componente letiva e não letiva;
✅ Regras sobre Direção de Turma, intervalos e AEC;
✅ Horas extraordinárias, deslocações e trabalho noturno;
✅ Reduções de horário e apoio tutorial.

📌 Consulta o guião completo no SPZS e nas salas de professores e esclarece todas as tuas dúvidas sobre o teu horário!

Disponível no site do SPZS: www.spzs.pt

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Évora
7000-744ÉVORA

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 18:00
Sexta-feira 09:00 - 18:00

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