VISÃO PARA AJUDA Humanitária

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VISÃO PARA AJUDA Humanitária Somos uma associação com fins sociais e não lucrativos.

INSCRIÇÕES ABERTAS! 🎓A VISAH promove, no mês de setembro, uma Formação em Violência Baseada no Género (VBG), centrada na...
14/08/2026

INSCRIÇÕES ABERTAS! 🎓

A VISAH promove, no mês de setembro, uma Formação em Violência Baseada no Género (VBG), centrada na prevenção, resposta e mitigação, com foco na proteção e dignidade dos sobreviventes.

📅 Inscrições: 14 a 28 de agosto

💻 Modalidade: Online

⏳ Duração: 4 semanas

📜 Certificado incluído

💰 Inscrição: 500 MT

👥 Destinada a profissionais de saúde, psicólogos, assistentes sociais, gestores de casos, agentes da justiça, técnicos de ONG/OSC/OCB, líderes comunitários e outros profissionais envolvidos na prevenção e resposta à VBG.

👉 Invista no conhecimento. Fortaleça a sua capacidade de proteger direitos, salvar vidas e restaurar a dignidade.

📞 +258 852630843

📧 [email protected] | [email protected]

Uma parceria que aproxima Brasil e MoçambiqueA Visão para Ajuda Humanitária (VISAH) e o Instituto Brasileiro de Desenvol...
13/08/2026

Uma parceria que aproxima Brasil e Moçambique
A Visão para Ajuda Humanitária (VISAH) e o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS) celebraram um Acordo de Cooperação Técnica e Institucional, estabelecendo as bases para uma parceria entre organizações de dois continentes, unidas por uma visão comum de desenvolvimento sustentável.
O memorando tem como principais objectivos promover o intercâmbio de conhecimentos e boas práticas, desenvolver estudos, pesquisas e capacitações, apoiar iniciativas e políticas de desenvolvimento sustentável e implementar projectos e soluções inovadoras adaptadas às realidades de Moçambique e do Brasil.
A cooperação poderá abranger áreas como desenvolvimento rural, agricultura de baixo carbono, gestão de recursos naturais, economia circular, igualdade de género, resposta humanitária, saúde e bem-estar e geração de renda, incluindo a mobilização conjunta de recursos para projectos em Moçambique, Brasil e outros contextos.
Brasil 🤝 Moçambique | IABS × VISAH
Unindo conhecimentos, experiências e soluções por um futuro mais sustentável e humano

IABS - Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade

18/06/2026

Um obrigado especial aos meus novos seguidores! Que entusiasmo poder contar convosco! Lino Issufo Issufo, Stela De Jesus, Fernando Traveira, Saimony Da Rosalina Francisco, Mathesva Zacarias Cleve, Herminigilda João João, Nordinobuana Buana, Rúben Domingos Florlindo, Arth Rosaa, Campo Junior Campos, Amade Matano Augusto, Banildo Tingua, Marcia Mungoi, Dom dos Anjos Dom

16/05/2026

Um obrigado especial aos meus novos seguidores! Que entusiasmo poder contar convosco! Mavie Nkhulu, Fidelino Manhique, Beto Alberto Laquimane, Andryn da Silva, Rosa Ernesto Cassimuca, Lily Simiåö, Timotio Domingos, Djurd Casaca, Gerson Ntondo, Gan Ibraihmo

HISTÓRIA DE SUCESSO PROJECTO CUIDAR - VISAH “Eu voltei a querer viver” – A história de SusanaTudo aconteceu em Mussaia, ...
15/05/2026

HISTÓRIA DE SUCESSO PROJECTO CUIDAR - VISAH
“Eu voltei a querer viver” – A história de Susana
Tudo aconteceu em Mussaia, a cerca de 25 km da vila de Maganja da Costa. Uma comunidade localizada numa região de difícil acesso, mas habitada por pessoas simples e resilientes. Aqui, depende-se maioritariamente da agricultura para sobreviver. A chuva, que deveria ser bênção, muitas vezes torna-se motivo de preocupação: quando não chove, chora-se pela falta de alimentos, quando chove demais, grita-se pelos prejuízos.
Não é para menos. Quando as chuvas são intensas, as machambas ficam inundadas, as culturas são levadas pela corrente, os diques rompem-se e os caminhos tornam-se intransitáveis. Nessas alturas, Mussaia isola-se, instala-se o desespero, e até as equipas humanitárias têm dificuldade em levar consigo a apoio que muda rostos e transforma famílias.
Foi exatamente isso que aconteceu entre os meses de janeiro e fevereiro. As águas subiram rapidamente e levaram quase tudo o que tínhamos.
Levaram a casa, as machambas e tudo o que foi conseguido com esforço de anos. Mas o que mais doeu a Susana não foi apenas a perda material — foi o silêncio que ficou depois.
O meu nome é Susana. Sou mãe solteira e vivo no bairro de reassentamento de Mussaia, no distrito de Maganja da Costa, província da Zambézia. Antes das inundações, a minha vida era simples, mas digna. Trabalhava nas minhas machambas e conseguia alimentar os meus filhos. Tínhamos pouco, mas era nosso.
Depois das cheias, fiquei sem nada. A dor das perdas e o peso das responsabilidades foram difíceis de suportar. “Sentia-me sem saída, sem apoio e sem esperança”, recorda Susana. “Houve momentos em que pensei em acabar com tudo.”
Na sua língua materna, ela partilha uma memória difícil: “muzizi muindyene guiubuwela yowila guidhumeye enumba na aymaga”. Traduzido significa: “por várias vezes pensei em arder a casa junto com as minhas crianças.”
A mudança começou num dia comum, durante uma actividade comunitária promovida pela VISAH no centro de reassentamento de Mussaia, em Maganja da Costa. Foi ali que Inusso, activista comunitário formado em MHPSS e PFA, se aproximou dela. Não trouxe promessas vazias. Trouxe algo simples, a escuta.
“Ele não me julgou. Só me ouviu”, diz Susana.
Inusso explicou-lhe sobre as brigadas móveis de Saúde Mental e Apoio Psicossocial implementadas no âmbito do projecto CUIDAR. Com cuidado e respeito, ajudou-a a entrar em contacto com o psicólogo da equipa.
Nas sessões de apoio psicológico encontrei, pela primeira vez, um espaço onde pude falar livremente sobre a minha dor.
“Aos poucos, fui aprendendo a compreender os meus sentimentos e a encontrar formas de seguir com a vida.” Disse a Susana, visivelmente emocionada.
Hoje, Susana ainda vive no reassentamento. Ainda enfrenta desafios. Mas já não enfrenta sozinha. Ela voltou a cultivar uma pequena machamba. Participa nas sessões comunitárias sobre direitos das mulheres e prevenção da violência baseada no género. E, acima de tudo, voltou a cuidar de si.
No final a Susana disse: “Agora, quando sinto a tristeza chegar, eu sei o que fazer. Já não penso em morrer. Penso em lutar pelos meus filhos.”
A história de Susana é uma entre muitas apoiadas pelo projecto CUIDAR, que leva serviços integrados de Saúde Mental e Apoio Psicossocial aos centros de acolhimento de Nomiua, Mussaia e Landinho, no distrito de Maganja da Costa, província da Zambézia.
As cheias mudaram a vida de Susana. Mas não definiram o seu fim, já integra o grupo de mulheres do centro, aprendeu sobre saúde mental, sobre violência baseada no género e sobre onde buscar apoio. Já é capaz de apoiar outras pessoas e se sente líder social local. Hoje, quando olha para os filhos a brincar, ela respira fundo e diz:
“Eu pensei que tudo tinha acabado. Mas ainda estou aqui. E enquanto eu estiver aqui, há esperança.”
E é nessa esperança silenciosa, mas firme que a VISAH com financiamento da OIM/RRF apoia a verdadeira reconstrução.

29/04/2026

Um obrigado especial aos meus novos seguidores! Que entusiasmo poder contar convosco! Delirio Nhantumbo, Yola Mario, Negrinha Gilayne Muxlhanga, Bottxrs Marrtketsr, Armindo Otchaly, Joaquim Joaquim, Arsenio Francisco Victor

22/04/2026

Um obrigado especial aos meus novos seguidores! Que entusiasmo poder contar convosco! Marta Salimo, Jeremiah Chinyoka, Armindo Alberto Vinica

22/04/2026
21/04/2026

No âmbito da implementação do projecto CUIDAR, uma intervenção de Saúde Mental e Apoio Psicossocial (MHPSS) em 3 centros de acolhimento de vítimas de ciclones no distrito da Maganja da Costa, província da Zambézia, Moçambique, promovendo o bem-estar emocional, a resiliência comunitária e a protecção de grupos vulneráveis. Temos o prazer de partilhar o resumo das intervenções, lições e desafios.

IOM - UN Migration

Endereço

Zambézia-Quelimane
Quelimane
2400

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