Historias de Amor e Superação

Historias de Amor e Superação Precisamos descrever a nossa vida como uma História por contar. Falar e encorajar as Pessoas a saberem amar

Título: "Entre Sommerchield e Zimpeto"Luna sempre fora a esposa exemplar do professor Duarte. Viviam em Sommerchield, nu...
30/07/2025

Título: "Entre Sommerchield e Zimpeto"

Luna sempre fora a esposa exemplar do professor Duarte. Viviam em Sommerchield, num sobrado discreto, onde o silêncio das árvores se misturava com o cheiro a café matinal e livros antigos. Duarte era respeitado, um homem de hábitos firmes e intelecto admirável. Mas com o tempo, o casamento foi-se tornando rotineiro, como um quadro bonito esquecido na parede. Luna sentia-se presa, invisível. E foi numa dessas tardes mornas que conheceu Sousa.

Sousa era um aluno finalista, morador do Zimpeto. Tímido, mas com uma inteligência crua e uma rebeldia poética nos olhos. Frequentava as aulas de Duarte na Escola Secundária 3 de Fevereiro. Ana, amiga de Luna desde os tempos do Magistério e vizinha de Sousa, foi quem os apresentou num café de bairro. “Este é o rapaz de quem te falei, que escreve poesia sobre Maputo e a vida nos becos.” Luna sorriu, sem imaginar que aquele olhar arrastado a levaria por caminhos tão proibidos.

Nos dias seguintes, começaram os encontros “casuais”. Primeiro na esplanada da baixa, depois na biblioteca da cidade, e por fim, no jardim escondido do Instituto Camões. Luna descobria em Sousa uma alma viva, inquieta, cheia de sonhos e raiva contida. Com ele, sentia-se jovem, desejada, escutada. E Sousa via nela mais do que a mulher de um professor: via refúgio, beleza e paixão. A barreira da idade e da ética dissolveu-se num beijo ao pôr do sol, entre livros esquecidos e promessas mudas.

Ana percebeu cedo demais o que estava a acontecer. Tentou avisar Luna, tentou convencer Sousa a afastar-se, mas era como tentar apagar uma fogueira com vento. “Isto não vai acabar bem”, disse ela, numa noite em que Luna lhe confessou que pensava fugir, largar tudo. Mas Luna estava cega, como quem vê o oceano pela primeira vez depois de viver no deserto. Sousa, por sua vez, começava a sentir o peso do segredo. A admiração por Duarte transformava-se em culpa.

Certa noite, Duarte chegou mais cedo a casa. Luna estava a sair apressada, maquilhada, com um brilho diferente no rosto. Ele não disse nada, apenas observou. Na manhã seguinte, Duarte entrou na sala de aula com olhos duros. Sousa evitou encará-lo, mas sabia que algo tinha mudado. Duarte passou a dar aulas mais curtas, mais frias, como se as palavras lhe doessem na boca. E Luna desapareceu por dois dias inteiros.

Ana foi a única que sabia onde Luna estava — numa pensão modesta no bairro Central, a escrever cartas que nunca enviaria. “Será que vale a pena?”, perguntava-se diante do espelho, enquanto lia os poemas de Sousa. Sabia que estava a viver um delírio, um fogo que consome rápido e deixa cinzas difíceis de varrer. Mas também sabia que, pela primeira vez em anos, sentia-se viva.

Quando Luna regressou a Sommerchield, Duarte não fez perguntas. Apenas deixou um envelope sobre a mesa. Dentro, havia uma única folha com uma frase escrita à mão: “O que é construído sobre a traição, morre no silêncio.” Luna chorou — não por arrependimento, mas por saber que o fim tinha começado ali. Sousa, ao saber da carta, deixou de ir às aulas. E ninguém mais soube dele.

Dizem que, meses depois, Luna passou a viver no Zimpeto, longe do brilho ordenado de Sommerchield. Ana nunca revelou se os dois voltaram a encontrar-se. Mas até hoje, na velha biblioteca onde tudo começou, há um livro de poesias com uma dedicatória estranha: "Para L., que me ensinou a amar o errado como se fosse o certo."

Por: Historias de Amor e Superação

ME APAIXONEI PELA SENSUALIDADE DA MINHA SOGRAEu nunca pensei que isso pudesse acontecer comigo. Depois de anos casado co...
16/04/2024

ME APAIXONEI PELA SENSUALIDADE DA MINHA SOGRA

Eu nunca pensei que isso pudesse acontecer comigo. Depois de anos casado com a minha esposa, minha vida deu uma guinada inesperada. Tudo começou quando minha sogra veio passar uns dias conosco. Desde o primeiro momento em que a vi, algo despertou dentro de mim.

Seus movimentos eram elegantes e sensuais, sua voz tinha um tom melodioso que me hipnotizava. Eu tentava a todo custo esconder meus olhares, mas era inevitável. Ela parecia emanar uma energia que me atraía como um imã. Durante o dia, eu mal conseguia me concentrar no meu trabalho, minha mente estava completamente tomada pela imagem dela.

À noite, quando nos reuníamos para jantar, eu mal conseguia desviar os olhos de suas curvas. Imaginava como seria tocá-la, beijá-la, senti-la por inteiro. Esses pensamentos me atormentavam, me fazendo me sentir culpado e confuso. Afinal, ela era a mãe da minha esposa, alguém que deveria ser sagrado e intocável para mim.

Porém, a atração era avassaladora. Eu me peguei diversas vezes idealizando situações íntimas entre nós dois. Meu corpo reagia involuntariamente sempre que ela se aproximava. Era uma luta constante para manter o controle e não fazer nenhuma loucura.

Até que um dia, num momento de fraqueza, nossos olhares se cruzaram e eu vi o mesmo brilho de desejo nos olhos dela. Naquele instante, soube que não seria capaz de resistir por muito mais tempo. Meu casamento e minha família estavam ameaçados, mas a tentação era simplesmente mais forte do que eu.

Historias de Amor e Superação
Escritor: Flávio Augusto Mangue Jr.

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