AMPCM Associação Moçambicana para Promoção do Cooperativismo Moderno

AMPCM Associação Moçambicana para Promoção do Cooperativismo Moderno AMPCM é uma Associação Moçambicana para a Promoção das Cooperativas Modernas, entidade sem fins lucrativos fundada em 2010. Com a sede em Maputo.

Moçambique Acolhe a Conferência do TCAMCCO 2026Temos o prazer de anunciar a realização da Conferência do Comité Técnico ...
22/05/2026

Moçambique Acolhe a Conferência do TCAMCCO 2026

Temos o prazer de anunciar a realização da Conferência do Comité Técnico da Conferência Ministerial das Cooperativas de África (TCAMCCO), que terá lugar de 9 a 11 de Junho de 2026, no Radisson Blu Hotel & Residence, Maputo - Moçambique.

Sob o tema:
“Capacitando Cooperativas para um Comércio Sustentável e Cadeias de Abastecimento em África”, o evento reunirá decisores políticos, especialistas, parceiros de desenvolvimento e líderes cooperativistas de todo o continente, com o objectivo de:

• Promover o papel das cooperativas no comércio intra-africano
• Fortalecer cadeias de valor inclusivas e resilientes
• Impulsionar a digitalização e o comércio verde
• Reforçar parcerias estratégicas

Esta conferência constitui uma plataforma continental de diálogo e ação, alinhada com a Agenda 2063 da União Africana e os ODS, posicionando as cooperativas como motores do desenvolvimento sustentável em África.

Junte-se a nós na construção de um futuro mais inclusivo e sustentável para o comércio africano!
Registe-se através do link: https://forms.office.com/e/EuCu1J9RkB

Mais informações escreva-nos através do email: [email protected]

30/04/2026

AMPCM Celebra Aprovação do Regulamento da Lei Geral das Cooperativas Após 16 Anos de Incansável Advocacia

Maputo — A Associação Moçambicana para Promoção do Cooperativismo Moderno (AMPCM) alcançou um marco histórico no seu percurso institucional e no fortalecimento do movimento cooperativo nacional: a aprovação do regulamento da Lei n.º 23/2009, de 8 de Setembro — a Lei Geral sobre as Cooperativas, a 28 de Abril de 2026, durante a 11.ª Sessão Ordinária do Conselho de Ministros.

Aprovada há 16 anos, a Lei Geral sobre as Cooperativas vigorou durante todo este período sem um regulamento que operacionalizasse de forma clara e eficaz os seus princípios, direitos e deveres. Esta lacuna normativa limitou, ao longo de anos, a plena implementação da lei e criou desafios significativos para as cooperativas e para os actores que promovem o cooperativismo em Moçambique.

Foi neste contexto que a AMPCM assumiu, de forma firme e abnegada, um trabalho contínuo de *lobby e advocacia*, dialogando com decisores políticos, instituições públicas, parceiros estratégicos e outros actores relevantes, com vista à aprovação do regulamento. Este esforço persistente, marcado por resiliência, compromisso e visão estratégica, culmina agora com a tão aguardada aprovação do instrumento regulamentar.

Para a AMPCM, esta conquista representa não apenas uma victória institucional, mas também um passo decisivo para a consolidação de um ambiente legal mais seguro, previsível e favorável ao desenvolvimento das cooperativas, reconhecidas como um pilar importante da economia social e solidária, da inclusão económica e da promoção do desenvolvimento local (OIT, FAO, PNUD).

“Este momento é de grande alegria e orgulho para a AMPCM e para todo o movimento cooperativo moçambicano. São mais de 16 anos de espera, diálogo construtivo e trabalho silencioso de influência positiva, que hoje vê os seus frutos”, refere a direcção da organização.

Apesar deste avanço significativo, a AMPCM sublinha que *a luta ainda continua. Permanece em processo um outro instrumento considerado de **extrema importância* para o sector: a *lei fiscal específica das cooperativas*. A inexistência de um regime fiscal adequado continua a constituir um entrave ao crescimento, à sustentabilidade e à competitividade das cooperativas no país.

A AMPCM reafirma, assim, o seu compromisso de prosseguir com o trabalho de advocacia e mobilização, até que o quadro legal e fiscal das cooperativas esteja completo, coerente e ajustado às especificidades do modelo cooperativo.

Com mais este marco alcançado, a AMPCM reforça o seu papel como uma voz activa e credível na promoção do cooperativismo moderno em Moçambique, mantendo-se firme na defesa de políticas públicas que valorizem e fortaleçam o sector cooperativo como motor de desenvolvimento inclusivo e sustentável.



Socodevi - Moçambique International Cooperative Alliance-Africa We Effect Southern Africa Norges Vel

Gôndola acolhe I Conferência Regional sobre Cooperativismo com foco no desenvolvimento inclusivo e sustentávelGôndola, M...
29/04/2026

Gôndola acolhe I Conferência Regional sobre Cooperativismo com foco no desenvolvimento inclusivo e sustentável

Gôndola, Manica – 29 de Abril de 2026 — Está a decorrer hoje, no Centro Milpark, no distrito de Gôndola, Província de Manica, a I Conferência Regional sobre Cooperativismo na Região Centro de Moçambique, um evento que reúne cooperativistas, governo, sector privado, academia e parceiros de desenvolvimento para debater o papel estratégico das cooperativas no crescimento socioeconómico do país.

Organizada pela Associação Moçambicana para Promoção do Cooperativismo Moderno (AMPCM), em parceria com a cooperativa Tinokura e o Conselho Executivo da Província de Manica, a conferência visa promover o cooperativismo como instrumento de desenvolvimento sustentável, inclusão social e dinamização das economias locais.

A sessão de abertura foi marcada pela presença de Sua Excelência Francisca Domingos Tomás, Governadora da Província de Manica, que procedeu ao discurso oficial após a recepção dos participantes e visita à exposição de produtos de cooperativas locais.

Ao longo do dia, o programa incluiu palestras magnas e painéis temáticos que abordam questões cruciais como o enquadramento legal do cooperativismo, o papel do Estado, experiências internacionais, acesso a financiamento e inovação nas cooperativas. Entre os destaques, esteve a apresentação sobre a história do cooperativismo em Moçambique e o seu papel como motor do desenvolvimento socioeconómico, bem como as experiências acumuladas ao longo de 50 anos no país.

O evento também abriu espaço para reflexão sobre os desafios enfrentados pelo sector, incluindo a necessidade de maior acesso a mercados, financiamento e capacitação técnica, fatores considerados essenciais para fortalecer o movimento cooperativo no país.

Nos painéis da tarde, os participantes discutem temas ligados à inovação, inclusão e parcerias estratégicas, com intervenções de instituições financeiras, academia e especialistas internacionais, promovendo o intercâmbio de experiências e boas práticas.

Como um dos principais resultados esperados da conferência, está a apresentação da “Declaração de Chimoio”, um documento que deverá consolidar recomendações estratégicas para o fortalecimento das cooperativas na região centro e orientar futuras intervenções no sector.

O encontro, que decorre apenas hoje, deverá encerrar ao final da tarde com a assinatura de memorandos de entendimento entre parceiros, seguida de uma síntese dos principais resultados alcançados e da sessão oficial de encerramento.

A realização desta conferência surge num contexto em que as cooperativas são cada vez mais reconhecidas, a nível nacional e internacional, como instrumentos fundamentais para a inclusão económica, geração de renda e promoção do desenvolvimento sustentável, particularmente em regiões com elevado potencial produtivo como o centro de Moçambique.

Com a participação de diversos actores nacionais e internacionais, espera-se que a iniciativa fortaleça redes de cooperação, promova novas parcerias e contribua significativamente para a consolidação do movimento cooperativo no país.

Nampula: Jovens empreendedores brilham na Exposição do Projecto YEFFAA Associação Moçambicana para Promoção do Cooperati...
28/04/2026

Nampula: Jovens empreendedores brilham na Exposição do Projecto YEFFA

A Associação Moçambicana para Promoção do Cooperativismo Moderno (AMPCM), no âmbito do Projecto YEFFA, financiado pela AGRA, promoveu uma exposição no Hotel Millennium, na cidade de Nampula, que reuniu jovens empreendedores agrícolas beneficiários da iniciativa.

A actividade criou um espaço de partilha de experiências, promoção de produtos e serviços e geração de contactos comerciais, dando maior visibilidade aos negócios liderados por jovens e reforçando o contributo do projecto para a economia local.

O Projecto YEFFA visa impulsionar a transformação económica e social, criando oportunidades de emprego para jovens e mulheres e fortalecendo as cadeias de valor da castanha de caju e do gergelim. No âmbito da implementação, a AMPCM tem promovido formações em empreendedorismo, marketing digital e gestão financeira, apoiando os beneficiários na transição da produção primária para o processamento e a agregação de valor.

Entre os resultados já observados destacam-se o acesso a mercados mais estruturados, a melhoria da organização financeira e a capacidade de mobilizar poupanças para investir em equipamentos, reforçando a sustentabilidade dos negócios.

Jovens em destaque

Durante a exposição, Alito Quinionane Selemane Ali, 26 anos, membro da Cooperativa Jovens em Progresso, apresentou mudas de castanha de caju, evidenciando conhecimento técnico e uma visão empreendedora orientada para a produção sustentável.

Por sua vez, Virgínia Marcelino António José, 26 anos, da Cooperativa Agrária das Mulheres de Nametil Sede, levou à mostra produtos transformados de gergelim e castanha de caju, ilustrando a evolução para um modelo de negócio com maior valor acrescentado.

Antes vendíamos apenas matéria-prima no mercado informal. Hoje já processamos, melhoramos a qualidade, gerimos melhor as finanças e temos acesso a mercados estruturados. Estamos a poupar para comprar equipamentos que vão aumentar a produção e o rendimento”, afirmou Virgínia.

Impacto regional

Até ao momento, o Projecto YEFFA beneficiou 26.063 pessoas nos distritos de Mogovolas, Moma, Angoche e Meconta. Deste total, 12.178 são mulheres e 12.881 são jovens (49% dos beneficiários).
A AMPCM reafirma o compromisso de continuar a investir em iniciativas que fortalecem capacidades, criam oportunidades e promovem o desenvolvimento sustentável das comunidades locais em Nampula e no país em geral.

AMPCM PROMOVE TROCA DE EXPERIÊNCIAS ENTRE COOPERATIVAS DA REGIÃO NORTE, EM ANGOCHE - NAMPULA A Associação Moçambicana Pa...
14/04/2026

AMPCM PROMOVE TROCA DE EXPERIÊNCIAS ENTRE COOPERATIVAS DA REGIÃO NORTE, EM ANGOCHE - NAMPULA

A Associação Moçambicana Para Promoção do Cooperativismo Moderno (AMPCM) implementa desde Setembro de 2024, o projecto Cooperar – Fortalecendo os Meios de Subsistência da Mulher no Norte de Moçambique, o qual se enquadra no Programa ALCANCE, liderado pela We Effect, com apoio financeiro da Embaixada da Suécia, em Moçambique.

O projecto Cooperar tem como objectivo principal, mobilizar, capacitar e organizar mulheres, homens e jovens, em cooperativas de modo que possam tomar medidas colectivas enquanto agentes-chave de mudança no combate à injustiça climática e à desigualdade de género.

A primeira fase do projecto foi implementada no período de Setembro de 2024 a Dezembro de 2025, nos distritos de Ancuabe, na província de Cabo Delgado; Metarica, Mecanhelas e Cuamba, na província de Niassa e Mecuburi e Muecate, na Província de Nampula.

Nesta primeira fase, as actividades do Programa ALCANCE estiveram centradas principalmente, em 5 áreas de intervenção nomeadamente:

(i) Meios de Vida Sustentáveis, que visava promover uma maior adopção de práticas de Agricultura Sustentável Adaptada ao Clima (SALMA) e a diversificação das actividades de geração de renda, por meio de negócios ambientalmente sustentáveis, contribuindo simultaneamente para o reforço da paz e da estabilidade.

(ii) Mudanças Climáticas, que incidiu no fortalecimento das organizações parceiras, capacitando-as para actuar a nível local e global, com vista à promoção de resultados duradouros e sustentáveis nos esforços em prol da justiça climática.

(iii) Igualdade de Género, com acções destinadas ao fortalecimento das capacidades das organizações parceiras para enfrentar, nas comunidades onde actuam, as desigualdades de género, com enfoque na transformação de normas sociais nocivas que limitam a liderança das mulheres e o seu acesso e controlo sobre recursos e bens;

(iv) Habitação Adequada, que integrou actividades orientadas para o reforço das organizações parceiras com vista à redução da vulnerabilidade dos titulares de direitos face às alterações climáticas, promovendo o acesso equitativo e justo a uma habitação condigna e por fim,

(v) Fortalecimento Organizacional, com foco como no apoio as organizações parceiras para que se tornassem agentes eficazes e sustentáveis de mudança transformadora.

Como resultado da operacionalização destas 5 areas de intervenção, a AMPCM através do projecto Cooperar facilitou a criação de 50 Cooperativas nos 6 distritos cobertos (3 em Niassa, 2 em Nampula e 1 em Cabo Delgado), tendo alcançado 2.458 detentores de direitos direitos, dos quais 1.483 mulheres e 975 homens, incluindo 643 jovens raparigas e 370 jovens rapazes.
No total, 12.290 detentores de direitos, entre beneficiários directos e indirectos, foram abrangidos pelo projecto, nas 3 provincias.

Para consolidação destes resultados, iniciou-se em Janeiro passado a fase de extensão do programa e do projecto, com duração de 6 meses (até 30 de Junho de 2026) cujo foco é consolidar as aprendizages da fase 1 como forma de garantir melhor sustentabilidade da intervenção.

AMPCM e Tailândia assinam memorando de entedimentoA Associação Moçambicana para Promoção do Cooperativismo Moderno - AMP...
17/03/2026

AMPCM e Tailândia assinam memorando de entedimento

A Associação Moçambicana para Promoção do Cooperativismo Moderno - AMPCM assinou ontem (16) um Memorando de Entendimento com a Thai AgriTech Consortium (TAC) e a Fundação Universitária da UEM, válido por cinco anos que visa fortalecer as cooperativas do sector de agronegócio em Moçambique. A parceria prevê identificação de novos mercados, desenvolvimento de programas de formação e acesso a mecanismos de financiamento para aquisição de equipamento.
Segundo o Director Executivo da AMPCM, Lourenço Moio, este é um marco importante para o movimento cooperativo, trazendo soluções inovadoras desde a produção e mecanização até ao processamento e desenvolvimento de mercados.

A cooperação inclui também intercâmbio de experiências entre produtores moçambicanos e tailandeses, especialmente na produção de arroz, contribuindo para a segurança alimentar, o crescimento económico e a transformação agrícola do país.

A AMPCM celebra 16 anos de existência, congregando mais de 500 cooperativas em todo o território nacional.

AMPCM Defende Transformação Estrutural da Agricultura para Consolidação do Agronegócio em MoçambiqueNo dia 02 de Março d...
03/03/2026

AMPCM Defende Transformação Estrutural da Agricultura para Consolidação do Agronegócio em Moçambique

No dia 02 de Março de 2026, na cidade de Maputo, durante o lançamento da Iniciativa AgriConnect Moçambique, a Associação Moçambicana para Promoção do Cooperativismo Moderno (AMPCM) apresentou a sua posição institucional sobre as reformas e investimentos necessários para transformar a agricultura num agronegócio competitivo, inclusivo e sustentável. A intervenção destacou que a agricultura continua a empregar cerca de 70 a 80% da população activa do país, sendo predominantemente praticada por pequenos produtores familiares com baixos níveis de produtividade.

Apesar deste cenário, Moçambique possui elevado potencial em cadeias de valor estratégicas como caju, amendoim, gergelim, soja, milho, arroz, feijões, horticultura e fruteiras, podendo desempenhar um papel decisivo na segurança alimentar, geração de emprego e industrialização rural.

A AMPCM sublinhou que o principal desafio nacional consiste na transição da agricultura de subsistência para um modelo de agronegócio orientado para o mercado, baseado em produtividade, qualidade, agregação de valor e integração nas cadeias formais de comercialização.

Entre os principais constrangimentos identificados destacam-se o acesso limitado ao financiamento agrícola adequado, a fraca organização produtiva, insuficiências em infraestruturas rurais como irrigação, armazenamento e estradas, elevadas perdas pós-colheita, problemas de qualidade incluindo contaminação por aflatoxinas, bem como um ambiente político, legal e fiscal ainda pouco adaptado às especificidades das cooperativas. Acresce ainda a crescente vulnerabilidade do sector às mudanças climáticas.

Neste contexto, a AMPCM reafirmou que as cooperativas agrícolas constituem um instrumento estruturante para a modernização do sector. Ao organizarem produtores familiares, as cooperativas promovem economias de escala, facilitam o acesso colectivo a insumos e tecnologias, agregam produção para atender mercados formais, fortalecem o poder de negociação, ampliam o acesso ao financiamento e promovem a inclusão económica de mulheres e jovens.

Para além disso, desempenham um papel relevante na certificação de produtos, cumprimento de normas de qualidade e implementação de sistemas de rastreabilidade, factores essenciais para competir em mercados nacionais e internacionais.

A associação apresentou igualmente a sua experiência prática no apoio à organização e capacitação de cooperativas agrícolas, com destaque para iniciativas como a produção de amendoim livre de aflatoxinas através do Aflasafe, o desenvolvimento de sistemas agroflorestais, viveiros de caju e fruteiras, a promoção da digitalização agrícola e a formação em gestão empresarial, governação cooperativa e empreendedorismo rural. Estes programas têm contribuído para o aumento da produtividade, melhoria do rendimento dos produtores e criação de emprego nas zonas rurais.

No plano das reformas, a AMPCM defende a implementação de medidas estruturadas em três eixos fundamentais: reformas institucionais que assegurem a regulamentação efectiva da Lei das Cooperativas e a simplificação do licenciamento agrícola; reformas financeiras que promovam linhas de crédito adaptadas à realidade rural, fundos de garantia e incentivos fiscais ao investimento no agronegócio cooperativo; e reformas de mercado que estimulem contratos estruturados entre produtores e agro-indústrias, bem como sistemas robustos de certificação e controlo de qualidade.

Paralelamente, recomenda-se investimento prioritário em irrigação e resiliência climática, infraestruturas de armazenamento e processamento, centros cooperativos de serviços agrícolas, produção de sementes melhoradas e digitalização do sector.

A mensagem institucional foi clara:

Moçambique dispõe de políticas adequadas, mas é necessário acelerar a sua implementação, remover bloqueios legais e assegurar financiamento apropriado ao produtor rural. A agricultura familiar organizada em cooperativas modernas, bem reguladas e tecnicamente capacitadas representa um pilar decisivo para a geração de emprego, fortalecimento da segurança alimentar, dinamização do comércio interno e consolidação de um agronegócio competitivo, sustentável e inclusivo.

A AMPCM reafirma, assim, o seu compromisso contínuo com a promoção do cooperativismo moderno como instrumento estratégico do desenvolvimento económico nacional.

📍 Nampula acolhe reunião do Grupo de Trabalho de AmendoimNos dias 11 e 12 de fevereiro de 2026, realiza-se em Nampula a ...
11/02/2026

📍 Nampula acolhe reunião do Grupo de Trabalho de Amendoim

Nos dias 11 e 12 de fevereiro de 2026, realiza-se em Nampula a reunião do Grupo de Trabalho de Amendoim, dedicada à harmonização de contributos para o Regulamento de Alimentos Seguros de Moçambique.
A actividade está inserida no Projecto Aflasafe e digitalização do programa Growing Resilience, financiados pelo Governo da Noruega, através da NORAD e da Norges Vel, e implementados pela AMPCM.
O encontro reúne instituições públicas, universidades e parceiros do sector, reforçando o compromisso nacional com a segurança alimentar, a redução das aflatoxinas e a valorização sustentável da cadeia de valor do amendoim em benefício dos produtores e consumidores moçambicanos.

With IPEME – I just got recognized as one of their top fans! 🎉
05/02/2026

With IPEME – I just got recognized as one of their top fans! 🎉

Visita do Parceiro Norges Vel à Cooperativa Agrária Nova Família de SireteneNo dia 02 de Fevereiro de 2026, a Associação...
03/02/2026

Visita do Parceiro Norges Vel à Cooperativa Agrária Nova Família de Siretene

No dia 02 de Fevereiro de 2026, a Associação Moçambicana para Promoção do Cooperativismo Moderno (AMPCM) recebeu uma visita do seu parceiro Norges Vel, no âmbito do programa Growing Resilience.

O programa tem como objectivo geral o aumento da segurança alimentar através do fortalecimento de cadeias de valor locais sustentáveis na Tanzânia e em Moçambique, sendo implementado em Moçambique nas províncias de Nampula e Zambézia, com uma duração prevista de 5 anos (2024–2028), com financiamento do Governo da Noruega atraves da NORAD e Norges Vel.

A visita teve lugar na província de Nampula, distrito de Angoche, Posto Administrativo de Aube, na localidade de Siretene, onde o parceiro visitou a Cooperativa Agrária Nova Família de Siretene. A cooperativa é composta por 250 membros, dos quais 82 mulheres e 168 homens, reflectindo um compromisso com a inclusão e participação equitativa.

Durante a visita, o parceiro inteirou-se das actividades de estabelecimento e gestão de um microviveiro, dedicado à produção de mudas de cajueiro, fruteiras e outras espécies florestais, bem como da instalação de um furo de água, destinado à irrigação do microviveiro e ao abastecimento de água aos membros da cooperativa e à comunidade local.

No ano em curso, a cooperativa produziu cerca de 5.000 mudas de diversas espécies, destinadas à venda aos seus membros, à comunidade envolvente e a outros interessados.

Esta actividade constitui uma importante fonte de geração de rendimento para os membros da cooperativa, ao mesmo tempo que contribui para a disponibilização de mudas de qualidade, promovendo a massificação do plantio de árvores de valor económico e a protecção do meio ambiente.

Para além do impacto económico, esta iniciativa gera emprego local, beneficia directamente os membros da cooperativa e cria oportunidades de trabalho temporário para a comunidade, reforçando a resiliência económica e social local.

A intervenção contribui directamente para vários Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), nomeadamente:
• ODS 1 – Erradicação da Pobreza;
• ODS 2 – Fome Zero e Agricultura Sustentável;
• ODS 5 – Igualdade de Género;
• ODS 6 – Água Potável e Saneamento;
• ODS 8 – Trabalho Digno e Crescimento Económico;
• ODS 13 – Acção Climática;
• ODS 15 – Vida Terrestre.

Esta experiência demonstra o papel estratégico das cooperativas como instrumentos eficazes de desenvolvimento local sustentável, alinhando ganhos económicos, inclusão social e protecção ambiental.

Endereço

Avenida Samora Machel 442
Maputo
1100

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 17:00
Terça-feira 08:00 - 17:00
Quarta-feira 08:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 08:00 - 01:00

Telefone

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