13/10/2026
Quem Produz a Riqueza e Quem Beneficia Dela?
À medida que os países africanos enfrentam uma pressão crescente para reembolsar a , mobilizar receitas internas e reduzir os défices orçamentais, é fundamental questionarmos os custos humanos destas escolhas fiscais. De que forma o da e as medidas de austeridade afectam a despesa pública, os salários, o emprego, as condições de trabalho, a protecção social e os recursos necessários para sustentar a vida?
🎯 As consequências não são neutras, nem são distribuídas de forma equitativa.
Os cortes na despesa pública enfraquecem os serviços essenciais, incluindo a saúde, a educação e a protecção social. O aumento da tributação e do custo de vida exerce uma pressão adicional sobre as famílias, enquanto o desemprego, as desigualdades salariais e a precariedade laboral agravam a insegurança económica.
- As e as suportam, frequentemente, uma parte desproporcional destes custos.
Esta não é apenas uma questão económica. É uma questão de poder, distribuição e justiça.
Neste sentido, uma da economia política da justiça fiscal e económica exige que revisitemos a história, questionemos as estruturas de poder existentes e examinemos de que forma as políticas económicas continuam a moldar as nossas realidades no presente.
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Who Produces Wealth, Who Benefits?
As african countries face mounting pressure to repay , mobilise domestic revenue, and reduce budget deficits, we must ask critical questions about the human cost of these . How do and public spending, wages, employment, working conditions, social protection, and the resources needed to sustain life?
🎯 The consequences are neither neutral nor equally distributed.
Cuts to public spending weaken essential services, including healthcare, education, and social protection. and the rising cost of living place additional pressure on households, while unemployment, unequal pay, and precarious working conditions deepen economic insecurity.
- and often bear a disproportionate share of these costs.
This is not simply an economic issue. It is a question of power, distribution, and justice.
As such, a feminist political analysis of fiscal and economic justice and requires us to revisit history, interrogate existing power structures, and examine how economic policies continue to shape our realities today.