Fundação Friedrich Ebert Moçambique

Fundação Friedrich Ebert Moçambique A FES está presente em Moçambique desde 1983, inspirada nos valores e ideais da social-democracia.

A Fundação Friedrich Ebert (FES – Friedrich-Ebert-Stiftung, em alemão) está presente em Moçambique desde 1983. O nosso trabalho inspira-se nos valores e ideais da social-democracia: liberdade, justiça e solidariedade. Estabelecemos parcerias com instituições governamentais, partidos políticos, organizações da sociedade civil, activistas sociais e feministas, organizações sindicais e instituições a

cadémicas. Apoiamos o processo de democratização em curso e o desenvolvimento inclusivo em todas as esferas da sociedade. A FES Moçambique está, actualmente, a trabalhar nos seguintes programas:

- Participação dos Cidadãos e Democracia
- Paz e Segurança
- Desenvolvimento e Justiça Social
- Justiça de Género, Feminismo e Transformação

01/05/2026

Em todo o mundo, as de transformam como o trabalho é organizado, regulado e valorizado. Porém, por detrás da linguagem da inovação, emerge uma realidade mais complexa: sistemas orientados por algoritmos evidenciam lacunas significativas na regulação laboral e na protecção dos trabalhadores.
📱 Dos serviços de transporte por aplicação às actividades de entrega, os trabalhadores de plataformas asseguram o funcionamento das nossas economias. Todavia, as aplicações controlam, com frequência, o acesso às tarefas, a remuneração e as classificações de desempenho, com reduzida transparência e limitada supervisão humana.
As mulheres são desproporcionalmente afectadas, auferindo, em média, rendimentos inferiores e enfrentando riscos acrescidos de assédio, condições inseguras e discriminação.
Há, assim, a necessidade de uma :

➡️Reconhecer os trabalhadores de plataformas como trabalhadores
➡️ Garantir direitos laborais, protecção social e condições de trabalho justas
➡️ Proteger o direito de organização e de negociação colectiva
✊Ao assinalarmos o de #2026, impõe‑se reafirmar um princípio fundamental: o futuro do trabalho deve assentar na dignidade, nos direitos e na justiça para todos os trabalhadores.

📢 Último dia de candidaturasSubmete já a tua candidatura e não percas esta oportunidade!
14/04/2026

📢 Último dia de candidaturas

Submete já a tua candidatura e não percas esta oportunidade!

A Friedrich-Ebert-Stiftung (FES) Moçambique está a recrutar um(a) Assistente Administrativo(a) de Projetos para integrar a sua equipa em Maputo.

08/04/2026

"Constrois pontes que transmutam a dor, reafirmas alianças milenares na mais pequena interação. És força, qual Mãe Natureza: nutres, cuidas e guardas outras, enquanto te refazes do teu próprio vento."

Foi com este tom poético que a poetisa , durante o lançamento do filme ** **, nos presenteou com um momento de profunda reflexão: que permanecem incompletas e que reformas são ainda necessárias para que nenhuma mulher fique para trás?




📢 Oportunidade de EmpregoA Friedrich-Ebert-Stiftung (FES) Moçambique está a recrutar um(a) Assistente Administrativo(a) ...
06/04/2026

📢 Oportunidade de Emprego

A Friedrich-Ebert-Stiftung (FES) Moçambique está a recrutar um(a) Assistente Administrativo(a) de Projetos para integrar a sua equipa em Maputo.

🎯 Se tem interesse em trabalhar numa organização comprometida com a democracia social, o desenvolvimento inclusivo e a justiça de género, esta pode ser a sua oportunidade.

📌 Local: Maputo
📅 Prazo de candidatura: 14 de abril de 2026

🔎 Para mais detalhes sobre a vaga e submissão de candidaturas, consulte o link a seguir https://mozambique.fes.de/noticia/anuncio-de-assistente-administrativo-de-projectos.html

Aguardamos a sua candidatura!

A Friedrich-Ebert-Stiftung (FES) Moçambique está a recrutar um(a) Assistente Administrativo(a) de Projetos para integrar a sua equipa em Maputo.

Cinquenta anos após a independência de   🇲🇿, quatro mulheres de diferentes gerações e contextos refletem sobre o que sig...
03/04/2026

Cinquenta anos após a independência de 🇲🇿, quatro mulheres de diferentes gerações e contextos refletem sobre o que significa liberdade hoje.

Das zonas rurais ao activismo urbano e à 🌍, as suas histórias revelam as marcas do colonialismo, a violência patriarcal e a luta contínua pela autodeterminação.

Foi com base nesta reflexão que o filme *Filhas da Liberdade* foi lançado no dia 1 de abril, integrado num cine-debate e momento de expressão artística: liberdade, território e futuro, resultante da parceria entre a Fundação Friedrich Ebert Moçambique e o Centro Cultural Moçambicano-Alemão.

No momento poético de abertura, Lucrecia Paco trouxe palavras que ecoaram profundamente:

“As constroem pontes que transmutam dor e criam alianças milenares na mais pequena interação.”

O filme convida-nos a revisitar a história 📖, a reconhecer o papel decisivo das mulheres na luta de e a reflectir sobre questões fundamentais:

Que liberdades ainda permanecem incompletas?
Que reformas estruturais são necessárias para transformar a igualdade ⚖️ em realidade em todas as comunidades de Moçambique?

Que significados damos hoje à liberdade?

🎬Filhas da Liberdade - A sétima proposta de filme da série dar e Receber e Pipocas!🍿Cinquenta anos após   ter conquistad...
01/04/2026

🎬Filhas da Liberdade - A sétima proposta de filme da série dar e Receber e Pipocas!🍿

Cinquenta anos após ter conquistado a , desigualdades estruturais sociais, económicas e culturais continuam a moldar a vida das mulheres. As perspetivas das mulheres sobre o legado colonial, a violência patriarcal e a luta contínua pela representam simultaneamente um legado e um desafio.

Inyalambi, Achia, Wonder e Emily vêm de diferentes gerações e contextos: desde um abrigo para mulheres numa zona rural até ao ativismo urbano e à . Juntas, as suas perspetivas revelam histórias do legado colonial, da violência patriarcal e da luta contínua pela autodeterminação. O documentário🎬
combina narrativas pessoais com história coletiva. O filme relembra que foram suprimidas pelo colonialismo, a apropriação de rituais, a partilha da indignação e a coragem que emerge da solidariedade.

Estas mulheres deixam claro que a não é apenas um estado histórico, mas uma luta contínua e uma prática partilhada. Ou, como diria : “Como posso ser livre, quando os outros não o são? ”No contexto do Dia Internacional da Mulher 2026, sob o tema “Dar para Receber”, Filhas da Liberdade recorda-nos que reconhecer as histórias e as vozes das mulheres é essencial para construir sociedades mais inclusivas.

O filme foi selecionado como parte da série #“Dar para Receber – e Pipocas!!”, organizada pelo Centro de Competência para Justiça de Género da . Ao revisitar os legados da liberdade e refletir sobre as desigualdades que ainda persistem, o filme incentiva a , a e a para garantir que as mulheres possam exercer plenamente os seus direitos, influenciar a tomada de decisões e participar na construção das transformações sociais, políticas e culturais do futuro.

31/03/2026

Lerato – Our Stories. A nossa sexta proposta para a série de filmes: Dar e Receber – e Pipocas! 🍿

A exclusão das mulheres dos processos de tomada de decisão perpetua desigualdades sistémicas . As suas vozes são frequentemente marginalizadas nos espaços políticos, sociais e económicos, limitando a sua influência sobre políticas públicas, normas sociais e o acesso a recursos.

Ao mesmo tempo, hierarquias de nas comunidades e nos espaços de decisão restringem a liderança feminina, enquanto mecanismos de responsabilização frágeis permitem que perpetradores permaneçam impunes. Estas , aliadas a processos de marginalização interseccionais, evidenciam a necessidade urgente de enfrentar a violência baseada no género e transformar normas sociais e institucionais.

A e a , através do Grupo de Trabalho Womxn (VAW) e Women in Film, colaboraram para documentar as experiências vividas por mulheres no Botswana afetadas pela violência . O poderoso filme 🎥 “Lerato – Our Stories” amplifica vozes que, com demasiada frequência, permanecem silenciadas.

A obra honra sobreviventes, reforça que a violência contra mulheres é estrutural e exige ação coletiva, e cria espaço para processos de partilha de verdades que são simultaneamente coletivos e transformadores.

No contexto do Dia Internacional da Mulher #2026, sob o tema “Dar para Receber” 🎁, este filme recorda-nos que, quando as experiências das mulheres inspiram novas realidades, ganhamos consciência, solidariedade e o impulso necessário para transformar normas e instituições.

Acabar com a violência baseada no género não é apenas uma questão de proteção — é garantir que as mulheres possam viver em , exercer plenamente os seus e participar ativamente nas e que moldam as suas vidas.

O filme foi selecionado como parte da série “Dar para Receber – e Pipocas!” 🍿, organizada pelo Centro de Competência para Justiça de Género da FES. Ao partilhar este filme, reafirmamos o nosso compromisso com um mundo onde as mulheres estejam seguras, sejam ouvidas e empoderadas — porque quando as mulheres ganham segurança e voz, toda a sociedade avança em justiça e solidariedade.

Silence Mortel – Quinta proposta da série “Dar e Receber – e Pipocas!” 🎬Profundamente enraizada em desigualdades sistémi...
27/03/2026

Silence Mortel – Quinta proposta da série “Dar e Receber – e Pipocas!” 🎬

Profundamente enraizada em desigualdades sistémicas, a violência baseada no género é frequentemente reforçada por normas patriarcais, leis discriminatórias e práticas socioculturais que enfraquecem os . Sobreviventes enfrentam estigma, silêncio e marginalização, enquanto as suas vozes são muitas vezes ignoradas nas decisões que afetam a sua segurança e dignidade. A fraca responsabilização e a ausência de sistemas de apoio permitem que a violência persista, com impactos de longo prazo na vida das mulheres.

Mortel, da e realizado por Joël Kouame Kongo, é uma poderosa longa-metragem da Costa do Marfim que confronta esta realidade persistente. A narrativa acompanha as vidas interligadas de três mulheres — Fitia, Aude e Kia — cada uma enfrentando diferentes formas de abuso, desde violência doméstica, exploração sexual por figuras de autoridade e até casamento forçado.

As suas histórias revelam não só os impactos devastadores da violência, mas também a coragem necessária para quebrar o silêncio e recuperar a autonomia.

Produzido por organizações comprometidas com os direitos das mulheres, o filme vai além do drama — é um chamado à . Mostra como normas sociais enraizadas e o silêncio perpetuam a violência, ao mesmo tempo que celebra a resiliência e o poder transformador das sobreviventes quando se pronunciam.

Selecionado para a série “Dar para Receber – e Pipocas!!”, organizada pelo Centro de Competência para Justiça de Género da FES no âmbito do Dia Internacional da Mulher 2026, Silence Mortel lembra-nos que amplificar a voz das sobreviventes 📢, investir em prevenção e apoiar sistemas eficazes beneficia toda a sociedade 🌍. Com compreensão e , fortalecemos comunidades e aproximamo-nos de um futuro em que todas as mulheres e raparigas possam viver livres do medo e da injustiça.

🎯Veja o trailer do filme dos comentários.


A nossa série de filmes🍿 **Dar e Receber – e Pipocas** continua com a sua quarta proposta: On Becoming a Guinea FowlA op...
24/03/2026

A nossa série de filmes🍿 **Dar e Receber – e Pipocas** continua com a sua quarta proposta: On Becoming a Guinea Fowl

A opressão das mulheres — através da violência, da vulnerabilidade e da marginalização — está profundamente enraizada nas estruturas sociais e nas instituições que perpetuam a desigualdade e o patriarcado ⚖️. Sistemas comunitários que protegem perpetradores, uma cultura de silêncio que silencia as vozes das mulheres e lacunas na proteção legal permitem que a violência persista ao longo de gerações — moldando tanto as dinâmicas comunitárias como as identidades individuais.

Em On Becoming a Guinea Fowl 🎬, a realizadora Rungano Nyoni conta a história de Shula, uma mulher que regressa a casa após a morte repentina do seu tio, apenas para confrontar verdades não ditas que marcaram a sua família durante anos. À medida que os rituais fúnebres se desenrolam , emergem também histórias enterradas de silêncio, cumplicidade e trauma geracional — especialmente nas experiências de mulheres e raparigas .

A metáfora central do filme, a galinha-do-mato — uma ave que emite um forte alerta quando o perigo se aproxima — convida à reflexão 💭: o que acontece quando os avisos são ignorados? Qual é o custo do silêncio? E o que é necessário para quebrar ciclos que prejudicam mulheres e raparigas?

🎯 confronta o abuso sexual e a cultura de silêncio que protege perpetradores dentro das famílias e comunidades. O filme também expõe o trauma geracional, o patriarcado e a cumplicidade coletiva — mostrando como normas sociais frequentemente pressionam mulheres e raparigas a permanecer em silêncio para preservar a reputação familiar.

📢🌍No contexto do , sob o tema “Dar para Receber”, este filme lembra-nos que dar voz a verdades difíceis cria a possibilidade de transformação coletiva. Quando as vozes das mulheres são amplificadas , quando as comunidades escolhem a responsabilização em vez da negação, e quando investimos em proteção e empoderamento, todos ganhamos — espaços mais seguros, instituições mais fortes e futuros mais justos.

🎥🍿O filme foi selecionado como parte da série “Dar para Receber – e Pipocas!” . Ao selecioná-lo, convidamos à reflexão sobre como cada um de nós pode escolher ser o “alarme” , o sistema de apoio e o agente de mudança rumo a uma sociedade com justiça de género.

Encontre o link aqui 👉 https://www.youtube.com/watch?v=P5BWTLZjYR0&t=4s

SUBSCRIBE: http://bit.ly/A24subscribeFrom writer/director Rungano Nyoni and starring Susan Chardy, Elizabeth Chisela, Henry B.J. Phiri, Roy Chisha, and Bless...

ECOS 🎬, a terceira proposta de filme na série da FES - Dar para Receber - e Pipocas 🍿Em ECOS, um filme produzido e de pr...
18/03/2026

ECOS 🎬, a terceira proposta de filme na série da FES - Dar para Receber - e Pipocas 🍿

Em ECOS, um filme produzido e de propriedade de Gigliola Zacara e Centro de Recreação Artística, a câmara entra no Estabelecimento Penitenciário Preventivo da Cidade de Maputo — conhecido como Cadeia Civil — para trazer à luz os testemunhos corajosos de mulheres sobreviventes de violência baseada no género que se encontram atualmente encarceradas.O filme oferece um olhar poderoso — e por vezes desconfortável — sobre a interseção entre violência, justiça e desigualdade sistémica.

Através de relatos pessoais profundos, revela como o percurso de muitas destas mulheres até à prisão está enraizado em histórias de abuso, marginalização e proteção limitada. Ainda assim, para além das dificuldades, é também uma história de resiliência — de mulheres que continuam a resistir, refletir e inspirar justiça de género, apesar de circunstâncias opressivas.

🎯No contexto do este filme desafia-nos a refletir sobre o verdadeiro significado de Justiça.

Quando vozes que raramente são ouvidas partilham as suas experiências e perspetivas, quando investimos em proteção, prevenção e reabilitação em vez de silêncio e estigma, ganhamos uma sociedade mais e .






👉Veja o link para trailer nos comentários.

Governança inclusiva.Acção colectiva.2 elementos essenciais para o acesso das mulheres aos lugares de tomada de decisão....
17/03/2026

Governança inclusiva.
Acção colectiva.

2 elementos essenciais para o acesso das mulheres aos lugares de tomada de decisão.

Endereço

Avenida Tomas Nduda 1313
Maputo

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 17:00
Terça-feira 08:00 - 17:00
Quarta-feira 08:00 - 17:00
Quinta-feira 08:00 - 17:00
Sexta-feira 08:00 - 13:00

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