Juventude Moçambicana unida por uma mudança

Juventude Moçambicana unida por uma mudança Este grupo visa congregar jovens que queiram ser protagonistas da sua própria história.

Para aqueles que querem uma sociedade futura baseada no mérito, na inovação, na criatividade. Para aqueles que querem uma sociedade futura baseada no mérito, na inovação, na criatividade, em suma, num modelo de sociedade em que as ideias nacionalistas sejam mais importantes que os estatutos partidários. Pretendemos um Moçambique projectado no mundo pela sua capacidade de criar que de reproduzir.

05/08/2025

ÚLTIMA HORA - 50 ANOS DE GOVERNAÇÃO DA FRELIMO

Prometeram um Metro de Superfície. Fizeram maquetes, deram entrevistas, celebraram contratos fantasmas. Hoje, a realidade que salta aos olhos é dolorosa: cidadãos transportados em tractores, como se fossem carga, num país que dizia estar a caminhar para o progresso.

O Analista da TV sucesso 06 às 09 , afirma que o Governo da Frelimo sempre fez promessas falsas, as pessoas no governo são às mesmas o Governo é o mesmo da Frelimo.

"A Frelimo deve saber que não somos objetos, estão a Governar pessoas " 👇🚨

03/08/2025

Membros da frelimo compram votos entres eles para serem alguma coisa no partido... 😳
Como governar o país assim?👇🚨🙆

03/08/2025

Resultados da intolerância política em Moçambique....
A grande música do MC-TRUFAFÃ.

BREVEMENTE nas suas plataformas digitais....

𝐏𝐆𝐑: 𝐐𝐮𝐞𝐦 𝐞́ 𝐨 𝐕𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐓𝐞𝐫𝐫𝐨𝐫𝐢𝐬𝐭𝐚?𝐏𝐨𝐫 𝐉𝐞𝐫𝐫𝐲 𝐌𝐚𝐪𝐮𝐞𝐧𝐳𝐢Nos últimos dias, o debate político em Moçambique tomou um rumo p...
03/08/2025

𝐏𝐆𝐑: 𝐐𝐮𝐞𝐦 𝐞́ 𝐨 𝐕𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐓𝐞𝐫𝐫𝐨𝐫𝐢𝐬𝐭𝐚?

𝐏𝐨𝐫 𝐉𝐞𝐫𝐫𝐲 𝐌𝐚𝐪𝐮𝐞𝐧𝐳𝐢

Nos últimos dias, o debate político em Moçambique tomou um rumo perigoso e revelador. A acusação de “terrorismo” contra o ex-candidato presidencial Venâncio Mondlane, por parte de órgãos ligados ao poder, levanta sérias dúvidas não apenas sobre o estado da democracia no país, mas sobre a manipulação do conceito de terrorismo para fins políticos. Afinal, quem é o verdadeiro terrorista?

Enquanto acusações controversas e politicamente motivadas ocupam os holofotes mediáticos, a verdadeira face do terror continua a assombrar o norte do país. Em distritos como Chiúre, milhares de famílias são forçadas a abandonar as suas casas, aldeias e machambas. Mulheres e crianças dormem ao relento, sem água, comida ou assistência médica. Escolas estão fechadas. Sonhos, interrompidos. E tudo isso, diante de um silêncio cúmplice, ou pior, de um Estado ausente.

𝐎 𝐮𝐬𝐨 𝐩𝐨𝐥í𝐭𝐢𝐜𝐨 𝐝𝐚 𝐩𝐚𝐥𝐚𝐯𝐫𝐚 “𝐭𝐞𝐫𝐫𝐨𝐫𝐢𝐬𝐦𝐨”

Acusar Venâncio Mondlane de terrorismo é, no mínimo, uma tentativa descarada de criminalizar a oposição. Em qualquer democracia madura, líderes da oposição têm o direito, e o dever, de fiscalizar, denunciar e propor alternativas. Quando esse direito é confundido com ameaça à segurança do Estado, a democracia já está sob ataque. Mas não é um ataque vindo de insurgentes armados: é um ataque interno, silencioso, feito a partir das instituições que deveriam proteger as liberdades civis.

A banalização da acusação de terrorismo revela algo mais profundo: 𝐨 𝐩𝐨𝐝𝐞𝐫 𝐭𝐞𝐦 𝐦𝐞𝐝𝐨 𝐝𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐩𝐨𝐩𝐮𝐥𝐚𝐫.E diante desse medo, transforma a crítica em crime, a discordância em perigo nacional. Venâncio Mondlane, com todas as suas limitações, representa um apelo legítimo de muitos moçambicanos por um país mais justo, inclusivo e livre. Ao acusá-lo, estão, na verdade, a tentar silenciar todos os que ousam pensar diferente.

𝐎 𝐯𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐭𝐞𝐫𝐫𝐨𝐫𝐢𝐬𝐦𝐨: 𝐟𝐨𝐦𝐞, 𝐝𝐞𝐬𝐥𝐨𝐜𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐞 𝐚𝐛𝐚𝐧𝐝𝐨𝐧𝐨

Enquanto isso, o verdadeiro terror continua a ser vivido em Cabo Delgado. Em Chiúre, crianças estão em risco de morte não por causa de balas, mas por falta de comida, água potável e medicamentos. Famílias inteiras vivem amontoadas em abrigos precários, com doenças a alastrar-se entre os deslocados. As escolas estão fechadas. Os professores fugiram. As crianças que sobrevivem ao conflito não têm garantias de futuro. Isso é ou não é terrorismo?

Se entendermos o terrorismo como um acto sistemático de violência que coloca populações em pânico, desestrutura comunidades e destrói as bases de uma vida digna, então é necessário olhar com mais seriedade para a situação humanitária em curso no norte. O abandono deliberado de milhares de cidadãos à própria sorte, sem protecção adequada do Estado, é uma forma brutal e contínua de violência institucional.

𝐃𝐞𝐬𝐥𝐨𝐜𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨, 𝐞𝐱𝐜𝐥𝐮𝐬𝐚̃𝐨 𝐞 𝐫𝐞𝐜𝐫𝐮𝐭𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐟𝐨𝐫𝐜̧𝐚𝐝𝐨

Essa violência não é apenas imediata. Ela é estrutural. Crianças e jovens expostos ao sofrimento extremo tornam-se alvos fáceis para os grupos armados. Sem escola, sem comida, sem horizonte, muitos são obrigados, ou convencidos, a juntar-se às fileiras da guerra. O terror, assim, não é apenas aquilo que mata, mas também aquilo que deixa viver num estado de sofrimento permanente.

Quem não tem acesso à educação, saúde, alimentação e dignidade é constantemente lembrado que sua vida vale pouco. Esse tipo de negligência é o terreno mais fértil para o radicalismo. Portanto, se quisermos verdadeiramente combater o terrorismo, o primeiro passo é garantir condições de vida básicas para todos os moçambicanos. É construir a paz a partir da justiça social, e não da repressão política.

𝐂𝐫𝐢𝐦𝐢𝐧𝐚𝐥𝐢𝐳𝐚𝐫 𝐯𝐨𝐳𝐞𝐬 𝐨𝐮 𝐬𝐚𝐥𝐯𝐚𝐫 𝐯𝐢𝐝𝐚𝐬?

O Estado moçambicano enfrenta hoje uma escolha histórica: pode continuar a perseguir opositores e alimentar o autoritarismo com narrativas de medo, ou pode investir seriamente na protecção da sua população, especialmente no norte, onde o sofrimento se tornou norma.

A perseguição a figuras da oposição, como Venâncio Mondlane, é um erro trágico de cálculo político. Ele não é o inimigo. Ao contrário, é um irmão, um filho da pátria, com ideias divergentes, mas que fazem parte do tecido democrático. Transformá-lo num “terrorista” enquanto verdadeiros crimes contra a humanidade acontecem no norte é uma inversão perversa da realidade.

A verdadeira ameaça ao Estado não são as críticas. É a fome. É o deslocamento forçado. É o abandono. É o uso selectivo da justiça. É o silêncio diante do sofrimento dos moçambicanos comuns.

𝐂𝐨𝐧𝐜𝐥𝐮𝐬𝐚̃𝐨: 𝐓𝐞𝐫𝐫𝐨𝐫𝐢𝐬𝐦𝐨 𝐞́ 𝐧𝐞𝐠𝐚𝐫 𝐡𝐮𝐦𝐚𝐧𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞

Terrorismo não é apenas o acto violento cometido com armas. É também negar humanidade. É manter crianças fora da escola. É deixar mães sem abrigo. É assistir ao sofrimento de um povo e responder com propaganda. E, talvez o mais cruel, é usar o medo para silenciar os que querem mudança.

𝐇𝐨𝐣𝐞, 𝐞𝐦 𝐌𝐨𝐜̧𝐚𝐦𝐛𝐢𝐪𝐮𝐞, 𝐨𝐬 𝐯𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞𝐢𝐫𝐨𝐬 𝐭𝐞𝐫𝐫𝐨𝐫𝐢𝐬𝐭𝐚𝐬 𝐧𝐚̃𝐨 𝐬𝐚̃𝐨 𝐚𝐪𝐮𝐞𝐥𝐞𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐪𝐮𝐞𝐬𝐭𝐢𝐨𝐧𝐚𝐦 𝐨 𝐩𝐨𝐝𝐞𝐫, 𝐦𝐚𝐬 𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐮𝐬𝐚𝐦 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐬𝐮𝐟𝐨𝐜𝐚𝐫 𝐚 𝐞𝐬𝐩𝐞𝐫𝐚𝐧𝐜̧𝐚 𝐝𝐞 𝐮𝐦 𝐩𝐨𝐯𝐨. 𝐄𝐬𝐭𝐚́ 𝐧𝐚 𝐡𝐨𝐫𝐚 𝐝𝐞 𝐦𝐮𝐝𝐚𝐫 𝐨 𝐟𝐨𝐜𝐨 𝐝𝐚 𝐠𝐮𝐞𝐫𝐫𝐚. 𝐀 𝐥𝐮𝐭𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐫𝐞𝐚𝐥𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐢𝐦𝐩𝐨𝐫𝐭𝐚 𝐞́ 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐚 𝐚 𝐩𝐨𝐛𝐫𝐞𝐳𝐚, 𝐚 𝐞𝐱𝐜𝐥𝐮𝐬𝐚̃𝐨 𝐞 𝐚 𝐢𝐧𝐝𝐢𝐟𝐞𝐫𝐞𝐧𝐜̧𝐚.

03/08/2025

𝐏𝐑𝐄𝐒𝐈𝐃Ê𝐍𝐂𝐈𝐀𝐒 𝐕𝐈𝐑𝐓𝐔𝐀𝐈𝐒 - 𝐏𝐫𝐨𝐯𝐢́𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐒𝐨𝐟𝐚𝐥𝐚 (𝐂𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐚 𝐁𝐞𝐢𝐫𝐚) - 𝟎𝟐. 𝟎𝟖. 𝟐𝟎𝟐𝟓

02/08/2025

𝐌𝐞𝐬𝐚 𝐫𝐞𝐝𝐨𝐧𝐝𝐚 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐣𝐮𝐯𝐞𝐧𝐭𝐮𝐝𝐞 𝐞 𝐝𝐢𝐚́𝐥𝐨𝐠𝐨 𝐢𝐧𝐜𝐥𝐮𝐬𝐢𝐯𝐨 𝐝𝐞𝐢𝐱𝐚 𝐜𝐫í𝐭𝐢𝐜𝐚𝐬 𝐪𝐮𝐚𝐧𝐭𝐨 𝐚̀ 𝐞𝐱𝐜𝐥𝐮𝐬𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐯𝐨𝐳𝐞𝐬 𝐟𝐮𝐧𝐝𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐚𝐢𝐬

Realizou-se recentemente uma mesa redonda sob o tema “𝐉𝐮𝐯𝐞𝐧𝐭𝐮𝐝𝐞, 𝐏𝐫𝐢𝐨𝐫𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐞 𝐂𝐨𝐦𝐩𝐫𝐨𝐦𝐢𝐬𝐬𝐨 𝐏𝐨𝐥í𝐭𝐢𝐜𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐮𝐦 𝐃𝐢𝐚́𝐥𝐨𝐠𝐨 𝐍𝐚𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥 𝐈𝐧𝐜𝐥𝐮𝐬𝐢𝐯𝐨”, promovida pelo Instituto para a Democracia Multipartidária (IMD). O evento visava reunir jovens líderes e actores políticos para refletirem sobre o papel da juventude na construção de consensos e na promoção da paz em Moçambique.

Apesar da relevância do tema, o encontro gerou críticas de alguns participantes, como o activista social 𝐉𝐨𝐧𝐚𝐭𝐡𝐚𝐧 𝐒𝐮𝐥𝐞𝐦𝐚𝐧𝐞, que expressou a sua frustração em relação à composição do painel e à profundidade do debate. Segundo ele, ."𝒔𝒆 𝒐 𝒐𝒃𝒋𝒆𝒄𝒕𝒊𝒗𝒐 𝒆́ 𝒓𝒆𝒂𝒍𝒎𝒆𝒏𝒕𝒆 𝒄𝒐𝒏𝒔𝒕𝒓𝒖𝒊𝒓 𝒖𝒎 𝒅𝒊𝒂́𝒍𝒐𝒈𝒐 𝒊𝒏𝒄𝒍𝒖𝒔𝒊𝒗𝒐 𝒆 𝒑𝒂𝒄𝒊𝒇𝒊𝒄𝒂𝒅𝒐𝒓, 𝒏𝒂̃𝒐 𝒔𝒆 𝒑𝒐𝒅𝒆 𝒊𝒈𝒏𝒐𝒓𝒂𝒓 𝒇𝒊𝒈𝒖𝒓𝒂𝒔 𝒑𝒐𝒍í𝒕𝒊𝒄𝒂𝒔 𝒒𝒖𝒆 𝒄𝒂𝒓𝒓𝒆𝒈𝒂𝒎 𝒇𝒐𝒓𝒕𝒆 𝒂𝒑𝒐𝒊𝒐 𝒑𝒐𝒑𝒖𝒍𝒂𝒓, 𝒄𝒐𝒎𝒐 𝑽𝒆𝒏𝒂̂𝒏𝒄𝒊𝒐 𝑴𝒐𝒏𝒅𝒍𝒂𝒏𝒆."

Para Sulemane, a ausência de Mondlane, um dos líderes mais influentes e vocalmente activos na actual conjuntura política moçambicana, compromete a credibilidade e a eficácia de qualquer iniciativa que se diga inclusiva. “𝑁𝑎̃𝑜 𝑠𝑒 𝑝𝑜𝑑𝑒 𝑓𝑎𝑙𝑎𝑟 𝑑𝑒 𝑟𝑒𝑐𝑜𝑛𝑐𝑖𝑙𝑖𝑎𝑐̧𝑎̃𝑜 𝑛𝑎𝑐𝑖𝑜𝑛𝑎𝑙 𝑒 𝑒𝑥𝑐𝑙𝑢𝑖𝑟 𝑝𝑒𝑐̧𝑎𝑠 𝑓𝑢𝑛𝑑𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑎𝑖𝑠. 𝑆𝑒 𝑞𝑢𝑒𝑟𝑒𝑚𝑜𝑠 𝑝𝑎𝑧 𝑣𝑒𝑟𝑑𝑎𝑑𝑒𝑖𝑟𝑎, 𝑡𝑜𝑑𝑎𝑠 𝑎𝑠 𝑣𝑜𝑧𝑒𝑠 𝑐𝑜𝑚 𝑙𝑒𝑔𝑖𝑡𝑖𝑚𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑝𝑜𝑝𝑢𝑙𝑎𝑟 𝑑𝑒𝑣𝑒𝑚 𝑠𝑒𝑟 𝑜𝑢𝑣𝑖𝑑𝑎𝑠, ” sublinhou o activista.

O evento, embora bem intencionado, acabou por levantar questões sérias sobre os critérios de inclusão e representatividade no processo de diálogo político nacional, deixando claro que sem uma abordagem realmente plural, o caminho para a paz continuará a ser incompleto.

01/08/2025

𝐎 𝐃𝐞𝐥𝐞𝐠𝐚𝐝𝐨 𝐏𝐨𝐥𝐢́𝐭𝐢𝐜𝐨 𝐃𝐢𝐬𝐭𝐫𝐢𝐭𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐌𝐚𝐮𝐚́, 𝐒𝐫. 𝐀𝐯𝐞𝐥𝐢𝐧𝐨 𝐒𝐚𝐥𝐯𝐚𝐝𝐨𝐫, 𝐝𝐞𝐬𝐥𝐨𝐜𝐨𝐮-𝐬𝐞 𝐚𝐨 𝐩𝐨𝐯𝐨𝐚𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐐𝐮𝐚𝐫𝐞𝐚-𝟏, 𝐧𝐨 𝐏𝐨𝐬𝐭𝐨 𝐀𝐝𝐦𝐢𝐧𝐢𝐬𝐭𝐫𝐚𝐭𝐢𝐯𝐨 𝐝𝐞 𝐌𝐚𝐲𝐚𝐤𝐚, 𝐨𝐧𝐝𝐞 𝐦𝐚𝐧𝐭𝐞𝐯𝐞 𝐮𝐦 𝐞𝐧𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐨 𝐜𝐨𝐦 𝐨𝐬 𝐦𝐞𝐦𝐛𝐫𝐨𝐬 𝐞 𝐚𝐩𝐨𝐢𝐚𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐥𝐨𝐜𝐚𝐢𝐬 , 𝐬𝐞𝐧𝐝𝐨 𝐪𝐮𝐞, 𝐬𝐞𝐠𝐮𝐧𝐝𝐨 𝐝𝐚𝐝𝐨𝐬 𝐥𝐨𝐜𝐚𝐢𝐬, 𝐜𝐞𝐫𝐜𝐚 𝐝𝐞 𝟗𝟓% 𝐝𝐚 𝐩𝐨𝐩𝐮𝐥𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐬𝐞 𝐝𝐞𝐜𝐥𝐚𝐫𝐚 𝐯𝐞𝐧𝐚𝐧𝐜𝐢𝐬𝐭𝐚.

Durante o comício, a população expôs diversas dificuldades enfrentadas no povoado, com destaque para a perseguição e a intolerância política que se vêm agravando contra os cidadãos, como também foi sublinhado pelo Delegado Distrital em seu discurso.

No final, em uníssono e com firmeza, o povo deixou clara a sua vontade, através de uma mensagem forte e simbólica:

"Papa Venâncio hiyo nimpavela wera onnwele ekhatera!"

(Em português: "Papa Venâncio, nós, o povo, queremos que tome o poder!")

01/08/2025

Simpatizantes do Projecto Político de VM7 em pemba 𝐞𝐱𝐢𝐠𝐞𝐦 𝐫𝐞𝐬𝐩𝐞𝐢𝐭𝐨 𝐩𝐞𝐥𝐨𝐬 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐢𝐭𝐨𝐬 𝐝𝐞𝐦𝐨𝐜𝐫𝐚́𝐭𝐢𝐜𝐨𝐬

Num gesto de firmeza e consciência cívica, os simpatizantes do projecto político de Venâncio Mondlane, na cidade de Pemba, província de Cabo Delgado, ergueram a voz para exigir o respeito pelos direitos democráticos e pelas liberdades consagradas na Constituição da República de Moçambique.

A iniciativa surge em resposta às recentes perseguições políticas protagonizadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que tem vindo a imputar acusações injustas ao Presidente do Povo, Eng. Venâncio Mondlane. Para os simpatizantes, trata-se de uma tentativa desesperada de silenciar a oposição e travar o avanço de um projecto político que representa a esperança real para milhões de moçambicanos.

“Estamos cansados de ver os verdadeiros lesa-pátria protegidos pelo sistema, enquanto aqueles que lutam pelo bem do povo são perseguidos, caluniados e arrastados para os tribunais por crimes que nunca cometeram,” declarou um dos participantes.

Os simpatizantes sublinharam que Moçambique é, ou deveria ser, um Estado de Direito, onde todos os cidadãos, independentemente da sua filiação política, gozam de direitos e liberdades fundamentais. No entanto, segundo afirmam, essa não tem sido a realidade para os que se opõem ao regime vigente.

Exigiram, por isso, que a justiça moçambicana comece a agir com imparcialidade e que sejam levados a julgamento os verdadeiros saqueadores da pátria, e não os homens e mulheres que dedicam a sua vida a servir o povo e a lutar por um país mais justo, livre e democrático.

01/08/2025

Pode-se cabular um manifesto, copiar ideias, mas nunca se pode cabular o amor de um povo.

By Anamalala ✌️

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