Grito de Mulher

Grito de Mulher Vozes do mundo unidas contra a violência das mulheres. Para conhecer nosso festival e seu projeto de marca, junte-se à causa!

Festival Internacional de Poesia e Marca Grito de Mulher (Grito de Mujer®) ao tema da mulher, contra violência. Movimento Mulheres Poetas Internacional

Talvez a batalha mais feroz não seja travada em campos abertos, mas nas sombras da nossa própria intimidade. É essa guer...
20/08/2026

Talvez a batalha mais feroz não seja travada em campos abertos, mas nas sombras da nossa própria intimidade. É essa guerra silenciosa contra o medo que nos paralisa, contra a dúvida que sussurra que não somos suficientes e contra o silêncio que, durante séculos, nos foi imposto como armadura.

Hoje olhamos para trás e reconhecemos o legado das nossas ancestrais, com a sabedoria de quem compreende o caminho que nos levou ao silêncio e o quanto foi difícil recuperar a nossa voz. Entendemos que o grito de alerta não é sinal de fraqueza, mas uma das nossas mais poderosas formas de resistência.

O Grito de Mulher nos convoca para uma mobilização da alma. Porque este é o momento de transformar a dor em um rugido e reconhecer que a força que buscamos para resistir sempre esteve dentro de nós.

Levante a sua voz. Rompa o círculo. Porque você nunca mais estará sozinha nesta trincheira de esperança.

Está sendo ouvido...


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Casamento Infantil: Não é um Jogo — Evento reúne colaboradores do Festival Grito de Mujer em São Paulo.Com este evento, ...
11/07/2026

Casamento Infantil: Não é um Jogo — Evento reúne colaboradores do Festival Grito de Mujer em São Paulo.

Com este evento, seguimos apoiando nossa missão em favor da infância e contra os casamentos infantis, iniciada há dois anos.

Colaboradores e parceiros do 15° Festival Grito de Mulher () se reuniram em mais um evento da agenda do festival no Brasil, organizado por Soira Celestino (), representante e coordenadora do festival no país, com apoio da Deputada Maria Luísa e realização na Alesp.

O tema central do evento foi “Casamento Infantil: Não é um Jogo”. Segundo pesquisa realizada pela Unifecaf, o Brasil ocupa atualmente a 4ª posição no ranking de casamentos infantis formais — um dado que reforça a urgência do debate.

Soira Celestino, convidou a Presidente de a compor a mesa ao lado de , apresentando os projetos e ações da organização.

O evento contou ainda com a participação de instituições engajadas na causa, como , que apresentou seu projeto de apoio a mulheres e meninas refugiadas por meio da arte, além da Plan International Brasil e outras organizações parceiras.

Também estiveram presentes o Professor Carlos André, ativista pelos direitos da criança e escritor, e a Dra. Cleide Aparecido Vitorino, cuja fala encerrou o evento com uma reflexão profunda sobre a necessidade de combater o casamento infantil em nossa sociedade.

Agradecemos a todas as instituições, ativistas e colaboradores que estiveram presentes neste importante evento em defesa dos direitos das meninas no Brasil.

Somos grito www.gritodemujer.com

Para muitas mulheres, manter a vida entre as ruínas não é um ato de heroísmo; é a sua realidade diária.A guerra rasga a ...
24/06/2026

Para muitas mulheres, manter a vida entre as ruínas não é um ato de heroísmo; é a sua realidade diária.

A guerra rasga a terra e apaga as luzes dos seus lares, mas são as mulheres e as meninas que continuam carregando os batimentos do que resta de uma humanidade ferida. A maternidade em meio à devastação é um milagre doloroso e urgente. É embalar seus filhos ao som dos bombardeios para acalmar o medo, fugir levando ap***s o que se pode carregar através de fronteiras invisíveis e cuidar de feridas abertas sem outro remédio além do amor puro e da resistência.

As meninas veem suas infâncias desaparecerem em um instante sob as chamas da guerra, mas a força inabalável das mulheres nos lembra que a paz não é um privilégio negociável, e sim um direito fundamental que precisa ser protegido e defendido.

Quando as armas finalmente se calam e a poeira baixa, elas se levantam. Reconstruem comunidades inteiras desde seus alicerces, tecem redes invisíveis de solidariedade e erguem tetos onde antes existiam ap***s cinzas. Não são espólios de guerra nem vítimas silenciosas; são as verdadeiras arquitetas da resistência e protetoras umas das outras.

Hoje levantamos nossas vozes pelas mulheres que vivem em zonas de conflito, por sua dor, sua luta e sua extraordinária resistência.

Junte-se ao nosso grito. Deixe uma mensagem de apoio a essas mulheres corajosas nos comentários e compartilhe esta publicação para que o mundo as escute.

Somos arte e poesia em resistência. Somos GRITO.

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UM LEGADO DE VOZ E VISÃOUma notícia que nos enche de orgulho! Temos a honra de anunciar que a 11ª Feira Internacional do...
18/06/2026

UM LEGADO DE VOZ E VISÃO

Uma notícia que nos enche de orgulho! Temos a honra de anunciar que a 11ª Feira Internacional do Livro de New Jersey 2027 (FILNJ) será dedicada à nossa fundadora, Jael Uribe.

Desde 2009, Jael tem sido uma força incansável na literatura mundial, iniciando projetos que amplificam as vozes femininas e defendem a luta contra a violência voltada a mulheres e meninas. Esta prestigiada homenagem celebra décadas de seu compromisso inabalável através do Movimento Internacional Mulheres Poetas e do Festival Internacional Grito de Mulher.

Sob sua direção, Jael teceu uma rede mundial de ativistas, artistas e instituições em mais de 70 países. Ela provou que a poesia e a arte não são ap***s estéticas; são instrumentos vitais de resistência, pontes para a justiça e santuários sagrados para aquelas que mais precisam.

Celebramos este merecido tributo a uma mulher que transformou a gestão cultural em um ato profundo de coragem e amor incondicional.

O grito é ouvido...
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NO AFGANISTÃO, SER MULHER É UM CAMPO DE BATALHA.O que está acontecendo em Herat não é ap***s mais uma notícia. É o refle...
13/06/2026

NO AFGANISTÃO, SER MULHER É UM CAMPO DE BATALHA.

O que está acontecendo em Herat não é ap***s mais uma notícia. É o reflexo de um sistema com tanto medo da nossa liberdade que decide nos prender pela forma como nos vestimos ou por usar perfume. A ONU acaba de confirmar a detenção de pelo menos 30 mulheres exatamente por isso. Mas a prisão não é a pior parte; é o estigma e a violência que as esperam após a libertação.

Mesmo quando as pessoas saíram às ruas para protestar por elas, a resposta foi fogo. Há mortos e feridos porque alguém decidiu que uma mulher com voz é uma ameaça.

No Grito de Mulher, cada uma dessas histórias dói porque sabemos que esta guerra contra nós não tem fronteiras.
Não é uma questão de política; é uma questão de humanidade.

Se te indigna que uma mulher perca a sua liberdade por um pedaço de pano ou que uma criança morra num protesto pelos direitos da sua mãe, então este grito também é teu.

Não deixes que estas vozes se apaguem no silêncio da distância.

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A origem da palavra “feminismo” é uma história fascinante e cheia de reviravoltas inesperadas. Você sabia que sua primei...
10/05/2026

A origem da palavra “feminismo” é uma história fascinante e cheia de reviravoltas inesperadas. Você sabia que sua primeira aparição documentada, em Paris, em 1871, aconteceu em uma tese médica? Sim, o médico Ferdinand Valère Faneau de la Cour utilizou o termo para descrever uma suposta “patologia” em homens tuberculosos. Ele observou que alguns pacientes desenvolviam características que considerava femininas, como quadris largos ou voz aguda, e chamou esse conjunto de traços de “feminismo”, entendendo-o como uma interrupção do desenvolvimento masculino, uma feminização patológica do corpo. Ele chegou até mesmo a relacioná-lo à fraqueza de caráter, características que na época eram associadas negativamente às mulheres.

Um ano depois, a palavra deu outro salto, desta vez para o campo do insulto. O escritor Alexandre Dumas filho a utilizou de forma pejorativa em seu panfleto L’homme-femme.

Chamava de “feministas” os homens que apoiavam os direitos políticos das mulheres, associando-os àquela suposta “doença” do corpo masculino. Assim, chamar alguém de feminista era acusá-lo de uma fraqueza moral e intelectual.

Mas a história não termina aí. Graças à força e à visão de mulheres corajosas como a sufragista francesa Hubertine Auclert, a palavra foi ressignificada. O que antes era um termo ofensivo transformou-se em bandeira de luta e símbolo poderoso do movimento pela igualdade de direitos entre mulheres e homens. Essa ressignificação é um ato linguístico de rebeldia: tomar uma palavra usada contra você e transformá-la em identidade.
No Grito de Mulher, celebramos essa capacidade das palavras de se rebelarem e se transformarem, assim como nós. Hoje, o feminismo é o princípio de igualdade que nos une e nos impulsiona a continuar levantando nossas vozes, sem fronteiras, por um mundo mais justo para todas e todos.

Somos grito
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Às vezes, o silêncio de uma mulher é mais estrondoso do que qualquer explosão. No coração de Beirut, uma voz que dedicou...
23/04/2026

Às vezes, o silêncio de uma mulher é mais estrondoso do que qualquer explosão. No coração de Beirut, uma voz que dedicou sua vida a decifrar o misticismo e a fragilidade humana através da poesia se apagou.

Khatoon Salma Kershet não era ap***s pesquisadora e graduada da American University of Beirut; era uma poeta, uma dessas vozes discretas e profundas que preferem a sombra da reflexão ao brilho da notoriedade. Por meio de obras como *Embracing a Waiting Woman* e *The Last Inhabitants of the Moon*, Salma explorou a dor do exílio com uma sensibilidade que ap***s aqueles que caminharam à beira do abismo podem carregar.

Sua morte, ao lado de seu marido Mohammed, em um ataque em Tallet al-Khayyat, não é ap***s uma perda biográfica. É, como já foi dito, um “massacre da linguagem”. Quando uma poeta morre dessa forma, perdemos as palavras que ainda não haviam sido escritas para nomear nosso próprio sofrimento e nossa esperança.

Salma escrevia a ferida em uma linguagem que não se parecia com nada além da verdade. Seu interesse pelo sufismo ia além do acadêmico; era uma busca por luz em meio à escuridão, uma forma de compreender que, mesmo na perda mais absoluta, existe uma essência que não pode ser destruída.

Hoje, seu nome se junta ao de tantas outras vozes silenciadas pela violência da guerra, lembrando-nos de que a cultura e a poesia são, muitas vezes, os alvos mais vulneráveis e, ao mesmo tempo, os mais resistentes. Falamos dela não ap***s para lamentar sua morte, mas para afirmar o direito de toda mulher de que sua voz, seu pensamento e sua vida sejam sagrados.

Quantas palavras ainda teremos que perder antes de entender que cada voz de mulher silenciada é uma parte da nossa própria humanidade que se apaga?

Somos poesia, somos GRITO.
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Mudar seu nome, para que saibam que você existe…Há não muito tempo, a voz de uma mulher escritora era frequentemente sil...
16/04/2026

Mudar seu nome, para que saibam que você existe…

Há não muito tempo, a voz de uma mulher escritora era frequentemente silenciada, questionada ou simplesmente ignorada. Não por falta de talento, mas pela profunda incredulidade na validade da perspectiva feminina dentro do cânone literário. As mulheres não eram levadas a sério.

Nesse cenário restritivo, Charlotte Brontë, Emily Brontë e Anne Brontë decidiram erguer suas p***s. Conscientes das barreiras, optaram por se esconder sob pseudônimos masculinos. Foi uma estratégia de sobrevivência, mais do que estética, para que suas palavras pudessem ser lidas sem serem julgadas pelo gênero.

Seus romances vão além da narrativa. São explorações profundas de conflitos humanos universais: a busca por autonomia, a complexidade do desejo, os dilemas morais e os limites rígidos impostos pela sociedade. Apresentam mulheres que, apesar de tudo, ousam pensar por si mesmas em um mundo que considerava esse ato uma ameaça à sua ordem estabelecida.

A verdadeira conquista não está ap***s no fato de terem conseguido publicar suas obras, mas na compreensão do contexto opressor em que isso aconteceu. Foram forçadas a se adaptar a um sistema que negava sua identidade como autoras legítimas. Deixaram uma marca indelével, um legado que continua a ressoar com força.

Talvez hoje já não precisemos nos esconder atrás de nomes falsos para escrever, mas a luta não terminou. Persistem pressões sutis, e nem tão sutis assim, sobre como a expressão feminina deve se manifestar, quais temas são considerados aceitáveis e até onde nos é permitido incomodar com a nossa verdade.

Por isso, ao evocarmos as irmãs Brontë, não estamos olhando para o passado com nostalgia romântica. Estamos reconhecendo uma história de limitações e resistências que ainda ecoa no presente e nos obriga a uma reflexão profunda: o quanto realmente avançamos na verdadeira emancipação da voz feminina?

Somos voz de mulher que atravessa os séculos.
Somos GRITO.

05/04/2026

No passado mês de março, derrubamos muros.

Ao encerrar esta temporada da décima sexta edição do Grito de Mulher 2026 (Grito de Mujer), sob o lema Sem Fronteiras, não queremos falar de números nem de eventos, mas dos encontros reais e próximos que aconteceram em cada lugar onde o nosso grito foi ouvido.

Queremos agradecer a cada ser humano que se aproximou para compartilhar sua luz, sua escuta e seu tempo com esta causa que nos une e nos torna melhores habitantes do mundo.

Gratidão a quem colocou o corpo e o coração na organização, a quem abriu portas e espaços, e a quem, com sua presença silenciosa ou palavra acolhedora, nos lembrou que ninguém está sozinho quando decide levantar a voz e lançar o seu GRITO.

Este festival vive graças a essa centelha de humanidade, transformando o medo em arte e o exílio em uma canção compartilhada.

Vimos barreiras caírem. Sentimo-nos próximas, muito próximas, apesar das distâncias, porque a dor e a esperança das mulheres e meninas migrantes encontraram neste festival um lar onde são ouvidas com respeito.
Sigamos caminhando de mãos dadas! Seu apoio é o sopro que nos permite continuar sonhando.

Foi ouvido, forte e claro.

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(Canção: Poema musicado “Cartografía de Pies Descalzos”, de Marcela Barrientos, desde Hurlingham, Argentina)



No dia 30 de março, estivemos em Itapevi, pelo segundo ano consecutivo, na Escola EE Prof. Ignês Amélia Oliveira Machado...
04/04/2026

No dia 30 de março, estivemos em Itapevi, pelo segundo ano consecutivo, na Escola EE Prof. Ignês Amélia Oliveira Machado, que acolheu o Festival Grito de Mulher 2026: Sem Fronteiras.

Neste ano, refletimos sobre um tema urgente: o feminicídio, uma das causas que tem impulsionado a migração de mulheres e meninas.

Junto com a advogada Dra. Simone Henrique e a promotora legal Maria Paula Pelagardi, conversamos com turmas do 7º, 8º ano e ensino médio. Encontramos jovens receptivos, participativos e corajosos, muitos deles compartilhando suas vozes no microfone aberto.

Registramos mensagens de apoio às mulheres vítimas de violência doméstica e homenagens às que já não estão mais entre nós. Palavras escritas em folhas e corações formarão um mural na escola.

Foi especialmente significativo ver o acolhimento dos rapazes, conscientes de seu papel na construção de uma sociedade sem violência.

O manifesto de Jael Uribe foi recebido com aplausos por todas as turmas.

Esses jovens são gigantes. Com eles, construiremos uma nova história.

Agradecimentos ao diretor Eduardo Márcio Beatrici, à querida Antonia Evanilcia Lima (Eva), pela coordenação exemplar, a Lucilene e Eliane pelo apoio, e à equipe que nos recebeu com tanto cuidado.

Nosso reconhecimento também à Secretária de Direitos Humanos de Itapevi, Renata Simões, pelo apoio contínuo, e a todos que tornam essa ação possível.

Coordenação: Soira Celestino 🇧🇷

Gritamos em Itapevi. E fomos muitas vozes juvenis.

Dirección

Santo Domingo
22000

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