CHEGA Portugal great again

CHEGA  Portugal great again portugueses apoiantes do partido Chega

21/02/2026
Espero que muitos mais países da Europa sigam com este exemplo
19/02/2026

Espero que muitos mais países da Europa sigam com este exemplo

Que esquerda tão democrática 🤣 hipocrisia
18/02/2026

Que esquerda tão democrática 🤣 hipocrisia

Acho que toda a gente já começou a perceber que os votos são completamente alterados!!! O Senhor António José Seguro nun...
14/02/2026

Acho que toda a gente já começou a perceber que os votos são completamente alterados!!! O Senhor António José Seguro nunca será meu presidente, mas sim será considerado como um intruso em Belém!!!!

Hoje sinto uma grande indignação com o resultado das eleições e com a derrota de André Ventura. Independentemente das opiniões de cada um, não se pode negar que houve muitos portugueses que depositaram esperança numa mudança e numa voz diferente na política nacional. Para quem acreditava nesse projeto, este resultado traz frustração, desilusão e a sensação de que certas preocupações continuam sem resposta.

Além disso, é impossível não questionar como é que, com metade do país debaixo de água devido às condições meteorológicas, as eleições não foram adiadas. Para mim, isso é inacreditável e inadmissível. Em situações excecionais, a prioridade deveria ser sempre a segurança das pessoas e garantir que todos tenham condições justas e iguais para votar. Quando muitos cidadãos enfrentam dificuldades graves, deslocações perigosas ou impossibilidade de participar, é legítimo sentir que algo falhou.

Sinto também que o Senhor António José Seguro, na minha opinião, só ganhou porque mais de 50% das pessoas não puderam votar, e para mim ele acabou por vencer através da desgraça que afetou Portugal e limitou a participação de muitos cidadãos.

A democracia vive da diversidade de ideias e do debate saudável, e é importante reconhecer que cada voto representa cidadãos reais, com expectativas e preocupações legítimas. Perder faz parte do processo democrático, mas não deixa de ser difícil aceitar quando sentimos que aquilo em que acreditamos não teve o reconhecimento esperado.

Resta agora refletir, continuar a expressar a nossa opinião e participar ativamente na vida política, porque a democracia constrói-se todos os dias — não apenas nas vitórias, mas também na forma como lidamos com as derrotas.

FORÇA CHEGA 👊🏻
André Ventura

Ainda não deu para entender estes resultados,  80% das pessoas como quem falo , votou André Ventura.  Onde terá o tó zer...
13/02/2026

Ainda não deu para entender estes resultados, 80% das pessoas como quem falo , votou André Ventura. Onde terá o tó zero ido buscar os seus votos ? 🤣

Se Dinamarca consegue , em Portugal também será possível!??
13/02/2026

Se Dinamarca consegue , em Portugal também será possível!??

Acho que somos o país da europ com mais corrupção
13/02/2026

Acho que somos o país da europ com mais corrupção

Porque é que tantos portugueses na Suíça votaram no Chega?Tenho lido nas redes sociais que nós, emigrantes na Suíça, par...
11/02/2026

Porque é que tantos portugueses na Suíça votaram no Chega?

Tenho lido nas redes sociais que nós, emigrantes na Suíça, parecemos “extraterrestres” por termos votado no Chega. Há quem diga que nos esquecemos de que também somos emigrantes e que apoiamos um partido acusado de xenofobia. Essa leitura é simplória e ignora a história de quem aqui vive e trabalha.

Muitos de nós (as primeira gerações) chegámos à Suíça quando ainda existiam as autorizações sazonais. Entrávamos por poucos meses, quase sem direitos, sujeitos a exames médicos humilhantes e a um controlo rígido. Fomos tratados, durante anos, como mão de obra descartável. Mesmo assim ficámos, porque a vontade de trabalhar e de construir em Portugal aquilo que lá nos era impossível era mais forte do que a saudade. Primeiro era preciso provar valor para depois conquistar respeito e finalmente adquirir direitos, mas sempre acompanhados de deveres.

Essas experiências marcaram profundamente a comunidade portuguesa. Talvez por isso sejamos dos grupos que menos participam nas eleições locais: o sistema helvético, tão organizado e exigente, ensinou-nos a continuar a desconfiar das instituições e a viver de forma discreta, no nosso canto.

Apesar disso, integrámo-nos à nossa maneira e ajudámos a erguer este país. Somos parte do cliché suíço da limpeza e das obras, mas a verdade é que, sem o trabalho dos emigrantes, muita da Suíça seria apenas betão por acabar – tal como grande parte de Portugal teria ficado sem sustento. Somos ao final entre gerações tantos como vos todos senão mais…

Ainda hoje existe, aqui no estrangeiro, um certo elitismo que olha para o “povo português” como pouco interessado pela política ou pouco instruído em democracia. Esses elitistas, vêm exactamente das mesmas castas que ai em baixo com o que eles se chamam sem se chamar, portugueses de primeira. Esquecem-se de que esse mesmo povo (os de segunda) se levanta cedo, trabalha oito ou nove horas por dia, muitas vezes acumula um segundo emprego e sustenta famílias dos dois lados da fronteira. Democracia também é isto: a dignidade de quem trabalha e sobretudo saber ter respeito e saber reconhecer que sem a Maria e o José de segunda muitos não tinham o sabor de se sentir em primeira.

Quando muitos portugueses na Suíça votam no Chega, não o fazem por ódio ao estrangeiro ou aos emigrantes. Fazem-no porque acreditam que sem regras claras e exigência as comunidades estrangeiras tendem a isolar-se e a repetir erros que nós próprios conhecemos.

A nossa história de emigrante ensinou-nos que nada se constrói sem disciplina, responsabilidade e sobretudo regras. Podemos discordar da maneira como o discurso politico é feito, pois é directo duro e sem papas na lingua. Exactamente como o sistema das poursuites aqui! Não pagas, fazes dividas? Oh Zé continua mas não te esqueças que se não pagas agora pagas mais tarde.

Continuo a lutar sempre que posso para que a minha comunidade perca o medo e participe mais na vida política local. Não é um caminho fácil, mas é necessário.

O resultado eleitoral na Suíça orgulha-me porque mostra que, mesmo longe, queremos intervir no destino de Portugal. Como escreveu Camões, “Ó mar salgado, quanto do teu sal são lágrimas de Portugal” – fomos feitos por esse chamamento do mar e dos descobrimentos, por essa vontade de partir sem deixar de pertencer.

Que ninguém nos peça para escolher entre ser emigrante e ser português. Somos as duas coisas, com memória do passado, esperança no futuro e sobretudo sempre pragmáticos no presente.

Bem haja.

Se pagassem um ordenado digno aos nossos Portugueses em portugal , nós não teríamos que emigrar , e portugal não precisa...
11/02/2026

Se pagassem um ordenado digno aos nossos Portugueses em portugal , nós não teríamos que emigrar , e portugal não precisaria imigrantes para serem explorados com o ordenado vergonhoso

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