Portugueses na Suíça

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A todos, um feliz Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas! 🇵🇹
10/06/2026

A todos, um feliz Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas! 🇵🇹

𝐄𝐧𝐬𝐢𝐧𝐨 𝐝𝐨 𝐩𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐮𝐞̂𝐬 𝐧𝐨 𝐞𝐬𝐭𝐫𝐚𝐧𝐠𝐞𝐢𝐫𝐨: 𝐩𝐫𝐨𝐟𝐞𝐬𝐬𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐞𝐬𝐭𝐚𝐦 𝐫𝐞𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚 𝐞 𝐭𝐞𝐦𝐞𝐦 𝐢𝐧𝐬𝐭𝐚𝐛𝐢𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞A revisão do Regime Jurídico do ...
09/06/2026

𝐄𝐧𝐬𝐢𝐧𝐨 𝐝𝐨 𝐩𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐮𝐞̂𝐬 𝐧𝐨 𝐞𝐬𝐭𝐫𝐚𝐧𝐠𝐞𝐢𝐫𝐨: 𝐩𝐫𝐨𝐟𝐞𝐬𝐬𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐞𝐬𝐭𝐚𝐦 𝐫𝐞𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚 𝐞 𝐭𝐞𝐦𝐞𝐦 𝐢𝐧𝐬𝐭𝐚𝐛𝐢𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞

A revisão do Regime Jurídico do Ensino Português no Estrangeiro (RJEPE), em preparação pelo Governo, está a gerar forte contestação entre os docentes. O tema diz diretamente respeito às famílias da comunidade portuguesa na Suíça, que dependem desta rede para que os filhos aprendam e mantenham a língua materna.

A principal alteração em causa é a introdução de um limite máximo de nove anos no mesmo posto de trabalho. Até agora, o exercício de funções no EPE em regime de comissão de serviço não tinha limite temporal, o que permitia aos professores fixar-se nas comunidades e desenvolver projetos de longo prazo. Para o Sindicato dos Professores no Estrangeiro (SPE/FENPROF), a medida representa «uma rutura com esse modelo de estabilidade» e pode deixar centenas de profissionais sem perspetivas de continuidade.

A contestação não se f**a pelo limite temporal. O novo regime aplicar-se-ia apenas aos futuros ingressos, excluindo os docentes atualmente em funções. Em vez de prever mecanismos de transição, critica o sindicato, a proposta faz cessar o regime em vigor para estes professores — algo que a estrutura sindical compara a um «despedimento coletivo». Contestada é também a possibilidade de recrutar candidatos sem habilitação profissional para a docência, que poria em causa a qualidade do ensino.

O Governo tem uma leitura oposta. O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, qualificou a proposta como uma verdadeira «revolução». Já o primeiro-ministro, Luís Montenegro, em visita ao Luxemburgo, garantiu que o executivo fará tudo para «garantir condições» a quem queira continuar a ensinar português no estrangeiro, descrevendo a língua como «o elo mais ef**az e mais vivo» para manter a ligação à comunidade.

Foi precisamente durante essa visita oficial ao Luxemburgo, que contou também com o Presidente da República, António José Seguro, que o SPE/FENPROF entregou uma carta aberta às mais altas figuras do Estado, apelando à revisão das medidas. As negociações entre o Governo e os sindicatos prosseguem, com nova reunião marcada para 15 de Junho.

Entretanto, começou a circular entre pais e professores uma petição pública contra as alterações, que apela à mobilização das famílias para travar o que os seus promotores consideram uma ameaça à continuidade do ensino da língua portuguesa no estrangeiro.

A petição pode ser assinada em :
https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT131420

𝐏𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐚𝐥 𝐢𝐧𝐬𝐩𝐞𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚 𝐚𝐜𝐭𝐢𝐯𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐦𝐢𝐥𝐢𝐭𝐚𝐫𝐞𝐬 𝐝𝐚 𝐒𝐮𝐢́𝐜̧𝐚 𝐧𝐨 𝐚̂𝐦𝐛𝐢𝐭𝐨 𝐝𝐨 𝐦𝐞𝐜𝐚𝐧𝐢𝐬𝐦𝐨 𝐎𝐒𝐂𝐄O Departamento Federal de Assuntos Exte...
08/06/2026

𝐏𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐚𝐥 𝐢𝐧𝐬𝐩𝐞𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚 𝐚𝐜𝐭𝐢𝐯𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐦𝐢𝐥𝐢𝐭𝐚𝐫𝐞𝐬 𝐝𝐚 𝐒𝐮𝐢́𝐜̧𝐚 𝐧𝐨 𝐚̂𝐦𝐛𝐢𝐭𝐨 𝐝𝐨 𝐦𝐞𝐜𝐚𝐧𝐢𝐬𝐦𝐨 𝐎𝐒𝐂𝐄

O Departamento Federal de Assuntos Externos (DFAE) suíço anunciou que uma delegação portuguesa de inspectores se encontra em território suíço desde o dia 8 de Junho para avaliar as actividades militares das Forças Armadas helvéticas, no âmbito das medidas de confiança convidas no seio da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE).

A inspecção, realizada em colaboração com a Grécia e os Estados Unidos, estender-se-á por Suíça central, Suíça do Noroeste e Mittelland, tendo uma duração máxima de 48 horas e devendo terminar até 11 de Junho. Os inspectores portugueses poderão deslocar-se livremente no sector designado, acompanhados por militares suíços, visitando unidades, escolas e quartéis-generais, com o objectivo de se informarem sobre as actividades militares em curso — cursos, escolas e exercícios.

A operação insere-se na continuidade dos mecanismos estabelecidos pelo Documento de Viena de 2011, que conferem a cada Estado-membro da OSCE o direito de realizar inspeksões no terreno para verif**ar o cumprimento das medidas de confiança e de segurança acordadas. Segundo o comunicado do DFAE, o acesso a instalações consideradas sensíveis permanece excluído.

📸 Imagem de ilustração

𝐂𝐢𝐦𝐞𝐢𝐫𝐚 𝐝𝐨 𝐆𝟕 𝐞𝐦 𝐄𝐯𝐢𝐚𝐧: 𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐦𝐮𝐝𝐚 𝐧𝐚𝐬 𝐞𝐬𝐭𝐫𝐚𝐝𝐚𝐬 𝐞 𝐟𝐫𝐨𝐧𝐭𝐞𝐢𝐫𝐚𝐬 𝐬𝐮𝐢́𝐜̧𝐚𝐬 𝐞𝐧𝐭𝐫𝐞 𝟏𝟎 𝐞 𝟏𝟗 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐧𝐡𝐨A realização da cimeira do G...
08/06/2026

𝐂𝐢𝐦𝐞𝐢𝐫𝐚 𝐝𝐨 𝐆𝟕 𝐞𝐦 𝐄𝐯𝐢𝐚𝐧: 𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐦𝐮𝐝𝐚 𝐧𝐚𝐬 𝐞𝐬𝐭𝐫𝐚𝐝𝐚𝐬 𝐞 𝐟𝐫𝐨𝐧𝐭𝐞𝐢𝐫𝐚𝐬 𝐬𝐮𝐢́𝐜̧𝐚𝐬 𝐞𝐧𝐭𝐫𝐞 𝟏𝟎 𝐞 𝟏𝟗 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐧𝐡𝐨

A realização da cimeira do G7 em Evian-les-Bains, na margem francesa do Lago Léman, entre 15 e 17 de junho, vai obrigar a um dispositivo de segurança excecional que terá impacto direto na vida de muitos portugueses residentes na Suíça romanda. Genebra é a região mais afetada, mas as repercussões estender-se-ão também aos cantões de Vaud e do Valais. As autoridades suíças aconselham toda a população do arco lemânico a adotar o teletrabalho, sempre que possível, e a evitar deslocações não essenciais entre 10 e 19 de junho.

𝐅𝐫𝐨𝐧𝐭𝐞𝐢𝐫𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐦 𝐚 𝐅𝐫𝐚𝐧𝐜̧𝐚 𝐪𝐮𝐚𝐬𝐞 𝐭𝐨𝐝𝐚𝐬 𝐞𝐧𝐜𝐞𝐫𝐫𝐚𝐝𝐚𝐬

A medida com maior impacto é o encerramento da grande maioria das passagens fronteiriças entre Genebra e a França. Das vinte e oito passagens habituais, apenas sete permanecerão abertas entre 12 e 18 de junho: Anières, Moillesulaz, Thônex-Vallard, Bardonnex, Perly, Meyrin e Ferney-Voltaire. As autoridades alertam que o atravessamento da fronteira fora destes pontos será proibido, mesmo a pé ou de bicicleta. Está prevista a entrega de dísticos especiais aos trabalhadores considerados prioritários, para lhes facilitar a passagem nos postos abertos. Para os restantes trabalhadores transfronteiriços, que são habitualmente cerca de 234 000 todos os dias, o conselho oficial é claro: teletrabalho.

𝐀𝐮𝐭𝐨𝐞𝐬𝐭𝐫𝐚𝐝𝐚 𝐀𝟏 𝐜𝐨𝐦 𝐫𝐞𝐬𝐭𝐫𝐢𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐢𝐦𝐩𝐨𝐫𝐭𝐚𝐧𝐭𝐞𝐬

A autoestrada A1 estará sujeita a restrições de circulação entre o domingo, 14, e a quarta-feira, 17 de junho. Segundo a polícia do cantão de Genebra, das 00h01 de segunda-feira até às 23h59 de quarta-feira, a A1 será encerrada em direção da plataforma de Bardonnex, com saída obrigatória em Meyrin, Vernier ou Genebra-Centro. As entradas e saídas de Bernex e de Perly/Plan-les-Ouates serão também encerradas, assim como a ligação a1ap a partir da Praille em direção a Bardonnex. No domingo, 14 de junho, a saída Vengeron–Genebra-Lago estará encerrada das 06h00 às 23h59.

𝐕𝐚𝐮𝐝 𝐞 𝐕𝐚𝐥𝐚𝐢𝐬 𝐭𝐚𝐦𝐛𝐞́𝐦 𝐚𝐟𝐞𝐭𝐚𝐝𝐨𝐬

Apesar de a medida de encerramento das fronteiras dizer apenas respeito ao cantão de Genebra, os cantões de Vaud e do Valais não serão poupados. No Valais, são esperados atrasos e perturbações nas vias que conduzem à fronteira francesa, em particular no Chablais e no eixo de Saint-Gingolph, devido à reintrodução dos controlos temporários na fronteira entre 10 e 19 de junho. Em Vaud, a Companhia Geral de Navegação (CGN) já anunciou que o tráfego dos seus barcos sofrerá perturbações importantes entre 11 e 17 de junho. O cais de Evian estará encerrado e a linha N1 Lausana–Evian será desviada para o cais de Lugrin Tourronde, sem possibilidade de estacionamento nas imediações.

𝐓𝐫𝐚𝐧𝐬𝐩𝐨𝐫𝐭𝐞𝐬 𝐩𝐮́𝐛𝐥𝐢𝐜𝐨𝐬 𝐜𝐨𝐦 𝐡𝐨𝐫𝐚́𝐫𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝐟𝐞́𝐫𝐢𝐚𝐬

Os Transportes Públicos de Genebra (TPG) vão aplicar o horário de férias em toda a rede de 15 a 17 de junho. Várias linhas transfronteiriças sofrerão modif**ações ou serão encerradas, devido ao encerramento dos postos fronteiriços. A linha 29 será encerrada de 12 a 14 de junho, e as linhas 64 e 69 não circularão durante a cimeira. As linhas 38, 40, 52, 82 e 83 terão o seu percurso limitado ao lado suíço, deixando de servir as paragens situadas em França. As linhas 60, 61 e 80 mantêm-se inalteradas. Os Caminhos-de-Ferro Federais (CFF) não anunciaram, até ao momento, alterações ao seu horário entre 15 e 17 de junho.

𝐑𝐞𝐜𝐨𝐦𝐞𝐧𝐝𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐚̀𝐬 𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞𝐬𝐚𝐬 𝐞 𝐚̀ 𝐩𝐨𝐩𝐮𝐥𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨

O Conselho de Estado de Genebra encoraja vivamente as empresas a recorrer ao teletrabalho, a privilegiar as videoconferências e a adiar as reuniões não urgentes durante o período da cimeira. As autoridades dos três cantões aconselham todos os residentes a anteciparem as suas deslocações, a evitarem as zonas próximas da fronteira e a consultarem regularmente os canais oficiais de informação.

𝐎𝐩𝐢𝐧𝐢𝐚̃𝐨 | 𝐀 𝐬𝐞𝐥𝐞𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐞́ 𝐝𝐞 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐩𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐮𝐞𝐬𝐞𝐬, 𝐦𝐞𝐧𝐨𝐬 𝐝𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐯𝐢𝐯𝐞𝐦 𝐥𝐚́ 𝐟𝐨𝐫𝐚Há anos que a RTP trata a diáspora como d...
06/06/2026

𝐎𝐩𝐢𝐧𝐢𝐚̃𝐨 | 𝐀 𝐬𝐞𝐥𝐞𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐞́ 𝐝𝐞 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐩𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐮𝐞𝐬𝐞𝐬, 𝐦𝐞𝐧𝐨𝐬 𝐝𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐯𝐢𝐯𝐞𝐦 𝐥𝐚́ 𝐟𝐨𝐫𝐚

Há anos que a RTP trata a diáspora como destinatária das sobras da grelha sempre que a seleção entra em campo. A RTP Mundo, antiga RTP Internacional, é apresentada como a janela do serviço público para quem partiu. Mas, nos momentos que mais contam, é essa janela que se fecha.

Convém separar o que se compreende do que não tem desculpa. Que um jogo de qualif**ação da UEFA ou da FIFA não passe lá fora, percebe-se: os direitos são vendidos por território. Ainda assim, importa lembrar que vários países contornam a limitação, oferecendo o mesmo sinal a residentes e a emigrantes. Não é uma fatalidade técnica, é uma escolha. E Portugal, com uma das maiores diásporas da Europa face à sua população, escolheu não a tornar prioridade.

O problema agrava-se quando saímos do terreno dos direitos e entramos no das opções editoriais. Os amigáveis são organizados pela Federação e não estão presos ao regime das grandes provas. São, precisamente, o conteúdo que a RTP poderia levar à diáspora sem grandes obstáculos. E é aí que a desigualdade salta à vista. Esta noite, 6 de junho, enquanto a RTP1 transmitia em direto o Portugal-Chile, no Jamor, a RTP Mundo enchia o mesmo horário com a gala dos PLAY (Prémios da Música Portuguesa), que decorrera a 23 de abril. Aos portugueses do país, o direto; aos do estrangeiro, um diferido com mês e meio.

A contradição atinge o ponto mais alto quatro dias depois. A 10 de junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, a RTP1 transmite o Portugal-Nigéria, último teste antes do Mundial. À diáspora, no entanto, a RTP Mundo reserva um documentário e a reposição do concurso «Joker». No próprio dia oficialmente dedicado aos emigrantes, são os emigrantes que f**am sem a seleção, trocados por um jogo televisivo em segunda mão. Difícil imaginar divórcio mais eloquente entre o discurso e a prática.

A incoerência fecha-se com o futebol de clubes. A RTP leva à diáspora um jogo da I Liga por jornada: encontra forma de transmitir clubes, mas não a seleção, o único símbolo que supostamente une todos os portugueses acima do clube e do país onde vivem. Se o obstáculo fossem os direitos, valeria igualmente para o campeonato. Se for o interesse do público, a seleção é, por definição, o conteúdo mais agregador que existe. Em qualquer cenário, a opção atual sai mal.

A RTP gosta de se afirmar como a casa de todos os portugueses. Que comece pelos casos em que os direitos o permitem, a começar pelos amigáveis, e deixe de servir à diáspora os restos da grelha. Enquanto isso não mudar, f**a a sensação de sempre: a seleção é de todos os portugueses, menos daqueles que a veem de longe.

𝐌𝐨𝐭𝐨𝐜𝐢𝐜𝐥𝐢𝐬𝐭𝐚 𝐩𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐮𝐞̂𝐬 𝐦𝐨𝐫𝐫𝐞 𝐞𝐦 𝐚𝐜𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐞 𝐯𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 Um motociclista português de 54 anos morreu no passado domingo, 31...
01/06/2026

𝐌𝐨𝐭𝐨𝐜𝐢𝐜𝐥𝐢𝐬𝐭𝐚 𝐩𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐮𝐞̂𝐬 𝐦𝐨𝐫𝐫𝐞 𝐞𝐦 𝐚𝐜𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐞 𝐯𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨

Um motociclista português de 54 anos morreu no passado domingo, 31 de maio, na sequência de um acidente de viação em Bursinel, no cantão de Vaud. A vítima, residente na região, foi colhida por um automóvel ao início da tarde, segundo o comunicado oficial publicado esta segunda-feira pelas autoridades cantonais.

De acordo com o comunicado, o acidente ocorreu por volta das 14 horas, na route de Suisse, no cruzamento com a route de la Broillette. O motociclista terá sido embatido pelo veículo, conduzido por uma cidadã suíça de 74 anos, que ficou ligeiramente ferida.

As equipas de socorro chegaram rapidamente ao local e prestaram os primeiros cuidados à vítima, que foi depois transportada de helicóptero da Rega para o CHUV, em Lausana, onde acabou por falecer. As circunstâncias exatas do acidente serão determinadas pela investigação.

A estrada foi cortada à circulação durante as operações de socorro e para os trabalhos do levantamento. O Ministério Público foi informado e o procurador de serviço abriu uma instrução penal, tendo confiado as investigações aos especialistas da Unidade de Circulação da Gendarmaria de Vaud.

A operação envolveu quatro patrulhas da Gendarmaria, pessoal da Direção-Geral da Mobilidade e das Estradas (DGMR), uma ambulância e um helicóptero da Rega.

𝐅𝐚𝐦𝐢́𝐥𝐢𝐚 𝐩𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐮𝐞𝐬𝐚 𝐥𝐮𝐭𝐚 𝐩𝐨𝐫 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐬𝐞𝐠𝐮𝐫𝐚𝐧𝐜̧𝐚 𝐧𝐚𝐬 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐬𝐮𝐢́𝐜̧𝐚𝐬 𝐚𝐩𝐨́𝐬 𝐦𝐨𝐫𝐭𝐞 𝐝𝐨 𝐟𝐢𝐥𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝟏𝟓 𝐚𝐧𝐨𝐬Diego Rodrigues morr...
29/05/2026

𝐅𝐚𝐦𝐢́𝐥𝐢𝐚 𝐩𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐮𝐞𝐬𝐚 𝐥𝐮𝐭𝐚 𝐩𝐨𝐫 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐬𝐞𝐠𝐮𝐫𝐚𝐧𝐜̧𝐚 𝐧𝐚𝐬 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐬𝐮𝐢́𝐜̧𝐚𝐬 𝐚𝐩𝐨́𝐬 𝐦𝐨𝐫𝐭𝐞 𝐝𝐨 𝐟𝐢𝐥𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝟏𝟓 𝐚𝐧𝐨𝐬

Diego Rodrigues morreu a 8 de abril ao atravessar a linha férrea na estação de Allaman, no cantão de Vaud. Quase dois meses depois, a família, residente em Féchy, lançou uma petição que reuniu cerca de 1900 assinaturas em duas semanas a exigir mais segurança nas estações suíças.

A família Rodrigues, de origem portuguesa e residente em Féchy, no cantão de Vaud, vive desde o passado dia 8 de abril o luto pela morte do filho mais novo, Diego, de apenas 15 anos. O adolescente foi colhido por um comboio que passou em alta velocidade na estação de Allaman, sem parar. Quase dois meses depois, em entrevista ao jornal 24 heures, os pais, Sónia e Luís, e o irmão mais velho, Kévin, recordaram a tarde do drama e explicaram a nova luta que abraçaram: tornar as estações suíças mais seguras.

Kévin estava de mota nas imediações de Allaman quando ouviu sirenes, primeiro de um comboio, depois dos socorros. Ao chegar ao local, reconheceu amigos do irmão. «Compreendi. Foi tão chocante que não soube reagir. Estava ali, apenas a estar ali», contou ao 24 Heures. A mãe, Sónia, recorda a chegada ao local e o momento em que um polícia lhe perguntou se Diego tinha problemas. «Disse-lhe imediatamente: uma coisa é certa, era uma criança feliz», sublinhou ao mesmo jornal, afastando qualquer hipótese de ato voluntário.

A família lamenta também a forma como foi informada. De acordo com Sónia, foi pela imprensa, no dia seguinte, que soube das circunstâncias oficiais do sucedido. Desde então, segundo o seu relato, o contacto institucional resumiu-se à passagem de um polícia que entregou papéis administrativos e alguns números de telefone, entre os quais o do procurador. Posteriormente, a família recebeu por escrito, num breve parágrafo, as primeiras conclusões da autópsia: o corpo de Diego estava intacto e poderá ter sido projetado pelo sopro da passagem do comboio. O advogado da família, Astyanax Peca, citado pelo mesmo jornal, indicou que, segundo as informações que obteve junto do Ministério Público, não foi até ao momento realizada qualquer medida de instrução nem ouvidas testemunhas.

Foi através do relato espontâneo de uma jovem que estava com Diego naquela tarde que a família conseguiu perceber o que aconteceu. Segundo esse testemunho, transmitido pelo 24 Heures, os três adolescentes esperavam pela chegada de outros amigos quando dois deles terão começado a falar sobre o que seriam capazes de fazer. Foi nesse contexto, sem que se saiba ao certo porquê, que Diego terá atravessado as linhas. «O Diego fez uma asneira, mas era uma criança. A partir daí, não teve qualquer hipótese», resumiu Kévin.

Foi deste sentimento de abandono que nasceu a petição lançada pela família. O documento, que reuniu cerca de 1900 assinaturas em duas semanas, pede aos Caminhos-de-Ferro Federais (CFF) e às autoridades suíças um reforço das medidas de segurança nas estações, com particular incidência nas chamadas estações secundárias, como a de Allaman, onde os comboios passam por vezes a 140 km/h sem parar. Entre as medidas propostas estão a instalação de barreiras de segurança nos cais, anúncios sonoros à passagem dos comboios, presença de pessoal nas estações e mais sensibilização nas escolas.

Sónia, que trabalha numa empresa de limpezas, fez questão de assinalar o contraste entre as exigências de segurança noutros setores e a realidade das estações secundárias. «Eu tenho uma empresa de limpeza e, por segurança, mesmo sendo adultos, temos de calçar chinelos antiderrapantes para esfregar o chão. Tomam-se medidas em imensas áreas, mas em estações como Allaman, onde os comboios passam a 140 km/h, não há nada ou quase nada. É preciso falar disto», afirmou ao 24 Heures.

Contactados pelo jornal, os CFF começaram por endereçar condolências à família, descrevendo o sucedido como um acidente trágico que abalou igualmente o seu pessoal. O porta-voz Jean-Philippe Schmidt sublinhou que atravessar as vias é perigoso e que a empresa continua a apostar na prevenção, nomeadamente através de um «comboio escola» que sensibiliza cerca de 18 000 alunos por ano em todo o país. A família, contudo, lamenta a quase ausência de contacto direto: segundo Kévin, o único telefonema recebido dos CFF serviu para pedir que o memorial colocado no cais em homenagem a Diego fosse deslocado, por estar a incomodar. «Senti-o como uma verdadeira ferida», afirmou.

Já o Departamento Federal dos Transportes (OFT), enquanto autoridade de supervisão, recordou que os transportadores têm de avaliar regularmente a situação e decidir as medidas adequadas, tendo em conta a sua exequibilidade, os efeitos esperados e os recursos disponíveis. Quanto à instalação sistemática de barreiras nos cais, semelhantes às que existem em algumas redes de metro, o OFT considera que a medida «não é um meio adequado e proporcionado», invocando custos elevados, constrangimentos técnicos e tempos de paragem mais longos. Idêntica resposta foi dada quanto ao reforço sistemático da sinalização sonora, alegando o organismo que os utilizadores deixam de ser recetivos a esses avisos passado algum tempo.

Em 2025, segundo dados do mesmo OFT, registaram-se na Suíça treze acidentes em estações — sete dos quais mortais — resultantes de «erros humanos» ao atravessar as linhas ou ao permanecer no espaço livre. Estas travessias não autorizadas, dentro e fora das estações, causaram oito mortes e sete feridos graves no último ano, embora estejam, segundo o organismo, em queda há uma década.

Apesar das respostas pouco encorajadoras, Sónia Rodrigues continua a acreditar no impacto da petição. «Esta ideia veio-nos muito depressa. Era preciso agir, eu sentia-o, para que o Diego não tivesse partido em vão. Já não podemos banalizar estes dramas quando existem soluções. Não podem dizer que não há nada a fazer», afirmou ao 24 Heures.

🗞️Fonte: 24 Heures. Os testemunhos reproduzidos foram dados pela família Rodrigues àquele jornal.
📸Foto: Marie-Lou Dumauthioz / Tamedia

𝐏𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐮𝐞̂𝐬 𝐝𝐞𝐭𝐢𝐝𝐨 𝐧𝐚 𝐒𝐮𝐢́𝐜̧𝐚 𝐞𝐱𝐭𝐫𝐚𝐝𝐢𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐚𝐥 𝐚𝐩𝐨́𝐬 𝐭𝐞𝐧𝐭𝐚𝐭𝐢𝐯𝐚 𝐝𝐞 𝐡𝐨𝐦𝐢𝐜𝐢́𝐝𝐢𝐨 𝐞𝐦 𝐕𝐢𝐬𝐞𝐮A Polícia Judiciária concre...
29/05/2026

𝐏𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐮𝐞̂𝐬 𝐝𝐞𝐭𝐢𝐝𝐨 𝐧𝐚 𝐒𝐮𝐢́𝐜̧𝐚 𝐞𝐱𝐭𝐫𝐚𝐝𝐢𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐚𝐥 𝐚𝐩𝐨́𝐬 𝐭𝐞𝐧𝐭𝐚𝐭𝐢𝐯𝐚 𝐝𝐞 𝐡𝐨𝐦𝐢𝐜𝐢́𝐝𝐢𝐨 𝐞𝐦 𝐕𝐢𝐬𝐞𝐮

A Polícia Judiciária concretizou a extradição, a partir da Suíça, de um homem de 29 anos fortemente indiciado pela prática de um crime de homicídio na forma tentada, ocorrido em Viseu em março. A operação decorreu no âmbito da execução de um mandado de detenção europeu, segundo comunicado da PJ.

De acordo com a mesma fonte, os factos terão tido origem numa discussão num estabelecimento de diversão nocturna, no decurso da qual a vítima foi atingida no pescoço com um copo partido. Sofreu ferimentos de extrema gravidade que puseram a sua vida em risco. O episódio ocorreu no dia 22 de março, no NB Club Viseu, no centro da cidade, e envolveu duas pessoas, de 23 e 29 anos. A vítima foi transportada para o Hospital de Viseu para receber tratamento.

Após a alegada agressão, o suspeito saiu do estabelecimento e pôs-se em fuga para o estrangeiro. Foi mais tarde localizado em território suíço, no âmbito da cooperação policial internacional, e detido naquele país no dia 19 de maio, dando-se então início ao processo de entrega às autoridades portuguesas.

Já em Portugal, foi presente a primeiro interrogatório judicial, tendo-lhe sido aplicada a medida de coacção mais gravosa: prisão preventiva.

Nesta fase do processo, vigora o princípio da presunção de inocência.

𝐀𝐭𝐚𝐪𝐮𝐞 𝐜𝐨𝐦 𝐟𝐚𝐜𝐚 𝐞𝐦 𝐖𝐢𝐧𝐭𝐞𝐫𝐭𝐡𝐮𝐫 𝐟𝐚𝐳 𝐭𝐫𝐞̂𝐬 𝐟𝐞𝐫𝐢𝐝𝐨𝐬Na manhã de quinta-feira, 28 de maio de 2026, a cidade suíça de Winterthu...
28/05/2026

𝐀𝐭𝐚𝐪𝐮𝐞 𝐜𝐨𝐦 𝐟𝐚𝐜𝐚 𝐞𝐦 𝐖𝐢𝐧𝐭𝐞𝐫𝐭𝐡𝐮𝐫 𝐟𝐚𝐳 𝐭𝐫𝐞̂𝐬 𝐟𝐞𝐫𝐢𝐝𝐨𝐬

Na manhã de quinta-feira, 28 de maio de 2026, a cidade suíça de Winterthur foi palco de um violento ataque com arma branca que deixou três pessoas feridas, uma delas em estado grave. O incidente ocorreu por volta das 8h30 na estação ferroviária local, um dos principais pontos de transporte da região de Zurique.

De acordo com as autoridades, o agressor — um cidadão suíço de 31 anos — atacou várias pessoas em diferentes pontos nas imediações da estação, utilizando uma faca. As vítimas, homens com idades entre os 28 e os 52 anos, foram rapidamente assistidas e transportadas para o hospital.

Testemunhas no local descreveram momentos de pânico generalizado. Vários relatos indicam que o suspeito terá gritado “Allahu akbar” durante o ataque, embora esta informação ainda não tenha sido oficialmente confirmada pela polícia.

O ataque ocorreu numa altura de grande movimento, incluindo a presença de crianças em idade escolar. Segundo relatos, uma professora terá tentado proteger os alunos, enquanto passageiros e transeuntes fugiam do local em pânico.

A polícia cantonal de Zurique respondeu rapidamente, detendo o suspeito no local e isolando a área durante várias horas para permitir a investigação. Até ao momento, o motivo do ataque permanece desconhecido, não estando ainda confirmado se se trata de um ato isolado ou com motivações ideológicas.

🇵🇹🇨🇭Uma novidade para a comunidade portuguesa na Suíça.A Insparya — clínica de referência em transplante capilar na Euro...
27/05/2026

🇵🇹🇨🇭Uma novidade para a comunidade portuguesa na Suíça.

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