26/05/2026
Um acordo entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), acertado manhã de segunda-feira, 25/05 poderia ter resolvido essa questão do fim da escala 6x1, com redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas semanais. mas não deu certo ainda. Mais de 170 deputados federais da extrema direita que não querem o fim da escala. Eles querem aumentar a jornada para 52 horas semanais, reduzir o repasse das empresas ao FGTS de 8 para 4% e só permitir as 40 horas daqui a 10 anos.
Mota e Lula entraram um acordo e propuseram o novo texto acabando com a escala 6x1 em 60 dias, com redução da jornada para 42 horas, e depois de 12 meses a jornada cairia para 40 horas semanais. Isso para dar um tempo para as empresas se adaptarem. Uma transição escalonada: 60 dias após a promulgação da PEC, a jornada cairia de 44 para 42 horas semanais e os trabalhadores passam a ter direito a dois dias de repouso semanal remunerado, sendo um deles preferencialmente aos domingos. Em até 12 meses após essa primeira etapa, a jornada atingiria o teto definitivo de 40 horas semanais.
A CUT pede que cada um de nós faça pressão nos deputados federais que elegemos. Aqui no ES quadro deles se posicionaram contra os trabalhadores para aumentar a jornada em 52 horas semanais, com redução do repasse das empresas ao FGTS de 8 para 4% e 10 anos de transição. Só 1936 seriam 40h. São eles: Amaro Neto, Evair de Melo, Messias Donato e Da vitória. Alguns já recuaram diante da pressão feita pelos trabalhadores. Mas é preciso pressionar!
Como pressionar
Outra forma de pressão são as redes sociais e a ferramenta da CUT “Na Pressão”. Pelo celular, tablet ou computador, você pode mandar seu recado para os deputados pela plataforma Na Pressão, da CUT. Veja como pressionar os deputados para que votem a favor do fim da escala 6X1.