Ong Carreiro de Tropa - Catrop

Ong Carreiro de Tropa - Catrop Página da ONG Carreiro de Tropa - Catrop, instituição sem fins lucrativos, dedicada à preservação, difusão e valorização do patrimônio cultural tropeiro.

As primeiras idéias para criação da ONG Carreiro de Tropa – Catrop surgiram a partir da doação voluntária de material de acervo feita a uma aluna durante graduação no curso de história/UESB no período compreendido entre 1998 e 2004. Da sistematização e catalogação das doações se configurou priorizar a diversidade cultural de Vitória da Conquista-BA tendo no tropeirismo um objeto central. Desde sua

criação em 2007, esta organização tem por principal objetivo a preservação, difusão e valorização do patrimônio cultural tropeiro na região do Sertão da Ressaca atuando especialmente na busca de revitalização e sobrevivência das raízes culturais que constituem os sertões, compreendido por um local construído e transmitido na oralidade, músicas, danças, rezas, enfim pelas práticas que identif**am culturalmente o universo sertanejo tendo por base o tropeirismo.

Feijão tropeiro? Entre as tantas versões, esta é bem interessante!
12/11/2025

Feijão tropeiro? Entre as tantas versões, esta é bem interessante!

Tem publicação nova no blog e estamos falando do Saci. Vai lá ver!"No tempo em que mercadorias e informações eram dissem...
31/10/2025

Tem publicação nova no blog e estamos falando do Saci. Vai lá ver!

"No tempo em que mercadorias e informações eram disseminadas pelos tropeiros em suas rotas e pousos por esse imenso território brasileiro, à medida que as tropas adentravam os ermos dos sertões, e alcançavam povoações isoladas iam também a passos de mulas compartilhando e reintroduzindo criações mitológicas e as invencionices populares. Fabulações variadas que se somadas entre si prosseguiam caminho afora recebendo novas configurações. Assim aconteceu com a lenda do Saci Pererê, o grande homenageado da data de hoje: Dia do Saci!"

Leia mais clicando no link:
https://carreirodetropa.wordpress.com/2025/10/31/dia-do-saci-o-molecote-que-assombrava-os-tropeiros/




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por Maris Stella Schiavo Novaes** No tempo em que mercadorias e informações eram disseminadas pelos tropeiros em suas rotas e pousos por esse imenso território brasileiro, à medida que as tropas ad…

24/10/2025

👉🏽 Às vezes acontece de caminhando pelas ruas da cidade encontrar uma boa prosa e a conversa se direcionar para as memórias tropeiras. 🐎

Com o Sr. Arnaldo, foi assim.

🤷🏽‍♀️ A falta de qualidade técnica e até mesmo o vento atrapalha um pouquinho😢

Mas, vale o registro. Não vale?

Tem publicação nova no blog da Catrop. Toda sexta-feira, às 10:00 uma dica de leitura acerca do tema tropeirista. Pode s...
24/10/2025

Tem publicação nova no blog da Catrop. Toda sexta-feira, às 10:00 uma dica de leitura acerca do tema tropeirista. Pode ser um artigo, uma dissertação, uma tese, um livro "velho", um novo livro...
Esta biblioteca de acervos digitais é uma prestação de serviço que a Ong Carreiro de Tropa dedica aos pesquisadores e pesquisadoras que assim como nós, é dedicado aos estudos do Tropeirismo.

Você sabia que o comércio de queijos artesanais da Serra da Mantiqueira/MG ainda é servido pelo trabalho das tropas?

Aqui nesse artigo, as autoras Maria Eloiza Lopes Pinto; Sabrina Morais Ferreira e o pesquisador Carlos Alberto Máximo Pimenta, descrevem os estudos que fizeram sobre a participação tropeira no desenvolvimento e cultura local.

Fique ligado, que sexta-feira tem mais!


por Maria Eloiza Lopes Pinto; Sabrina Morais Ferreira e Carlos Alberto Máximo Pimenta Resumo: Propõe-se um estudo sobre a prática tropeira contemporâneo na Serra da Mantiqueira dentro do campo de c…

24/08/2025

Caminho da Bahia

O chamado Caminho da Bahia ou Caminho dos Currais do Sertão foi uma antiga via terrestre de acesso ao sertão das Minas Gerais, à época do Brasil Colônia.
O percurso exato dessa via ainda não foi inteiramente identif**ado pela pesquisa histórica. Sabe-se, entretanto, que constituía-se numa extensa rota que, a partir de fins da segunda metade do século XVII ligava a região do Recôncavo ao vale do rio das Velhas, abastecendo de gado a zona mineradora, ligando-a à então capital e maior centro urbano da América Portuguesa, Salvador.
O seu percurso iniciava-se na cidade do Salvador, em direção ao Recôncavo, onde acompanhava as margens do rio Paraguaçu até alcançar Tranqueira, na região da vila de Rio de Contas. Daí, o caminho prosseguia até às margens do rio São Francisco, na altura de Malhada, acompanhando o seu curso até Barra do rio das Velhas (atual distrito de Guaicuí, no município de Várzea da Palma). No vale deste rio, o Caminho acompanhava as suas margens até alcançar Sabará.
No início do século XVIII, anteriormente a 1709, uma extensa variante deste Caminho foi aberta pelo sertanista baiano João Gonçalves do Prado. Essa variante iniciava-se em Tranqueira, alcançando as nascentes dos rios Pardo, Gorutuba e Verde Grande, prosseguindo para o Campo da Garça (Morro da Garça), onde se reunia ao primitivo percurso, na altura do rio São Francisco.
A história do Caminho da Bahia vincula-se, ainda, à ação de pelo menos três grandes personagens da história de Minas Gerais.
Os exploradores e chefes mercenários paulistas Matias Cardoso e Antônio Gonçalves Figueira iniciaram, depois de terminada a campanha contra os Cariris no sertão do Nordeste (a chamada Guerra dos Bárbaros, na segunda metade do século XVII), o povoamento da extensa região então conhecida como dos currais da Bahia. Foram dos primeiros criadores de gado a se instalar no sertão de Minas Gerais, sendo responsáveis pela fundação das fazendas que mais tarde viriam a constituir as cidades de Montes Claros, Jaíba e Bocaiúva.
Já o emboaba Manuel Nunes Viana encontrava-se entre os primeiros colonos que chegaram, pelo Norte, à região do alto curso do rio São Francisco. Há indícios de que tenha vindo como mascate no alvorecer do século XVIII, tendo rapidamente prosperado e se tornado proprietário de fazendas de gado em Jequitaí e em Jacobina, além de lavras de ouro em Caeté e em Catas Altas. Nunes Viana chegou a administrar sesmarias que se estendiam por dez quilômetros ao longo da margem direita do São Francisco.
“Os descaminhos do ouro”
Embora não se conheça com precisão a sua origem — se aberto por paulistas em demanda da Capital, ou por criadores baianos e pernambucanos em demanda das Minas — é certo que por ele transitavam um expressivo volume de imigrantes, escravos africanos, boiadas, mercadores e os produtos europeus. Conforme o estudo dos conhecimentos de embarque das frotas anuais para o reino permite inferir, era também a principal rota de descaminho do ouro e dos diamantes, fugindo ao pagamento dos tributos que recaíam sobre a população mineradora nos Caminhos do Rio de Janeiro, mais rápidos, mas mais rigorosamente fiscalizados.
Para evitar esses descaminhos, foram expedidas ordens régias que determinavam o seu fechamento já em 1701, bem como proibiam a circulação de quaisquer mercadorias que não o gado (1702), mas que logo se revelaram inaplicáveis, pelas necessidades de abastecimento da região, cuja crescente demanda não era atendida, individual ou conjuntamente, pelas praças de São Paulo e do Rio de Janeiro. Por essa razão, em 1705 foi permitida, pela Coroa Portuguesa, a circulação de pessoas e de gado, mantendo-se a proibição do trânsito de mercadorias e de escravos. Mais do que simples tentativas de controle do fluxo populacional para a zona mineradora, as medidas objetivavam sujeitar as minas à jurisdição da Capitania do Rio de Janeiro, furtando-a à da Bahia, como pretendiam muitos na então capital do Estado do Brasil — Salvador — entre os quais o próprio Governador-geral, D. João de Lencastre.
À época, quando o metal circulava em pó, de vez que ainda não existiam as Casas de Fundição em Vila Rica (atual Ouro Preto) e no Rio das Velhas, muitos mineradores traziam o ouro para a Bahia, onde adquiriam cabeças de gado para revenda nas Minas, movimentando um expressivo comércio. Assegurado o abastecimento das Minas, os homens passaram a trazer as suas mulheres e filhos, registrando-se um rápido aumento populacional que, em poucos anos, elevava-se a 30 mil almas.
De acordo com a acurada observação de André João Antonil (1711), o Caminho da Bahia era superior às demais vias de acesso, por ser menos íngreme e mais farto em víveres e mantimentos.
O Caminho da Bahia somente teve a sua importância diminuída com a progressiva afirmação do Rio de Janeiro como principal porto de acesso e entreposto mercantil para as Minas Gerais.

O que  é o  ? 🤔☺️ Uma homenagem à professora Amelinha Barreto pelo seu legado pela memória e história da alimentação em ...
08/08/2025

O que é o ? 🤔

☺️ Uma homenagem à professora Amelinha Barreto pelo seu legado pela memória e história da alimentação em Conquista?

Uma experiência de memorial e lugar de encontros para exaltação à cultura conquistense? 🥰

Uma cozinha estilizada para preparação das receitas do livro? 😋

Tudo isso junto, que sob a regência e simpatia de Luciana Barreto f**a um ainda mais encantador e convidativo.

Prestigie a cultura conquistense! Siga o canal e o perfil

✍🏽 Anote em sua agenda: por iniciativa do Instituto Cayapiá e da Santa Casa de Porto Alegre/RS, no dia 12 de agosto, às ...
23/07/2025

✍🏽 Anote em sua agenda: por iniciativa do Instituto Cayapiá e da Santa Casa de Porto Alegre/RS, no dia 12 de agosto, às 19h no canal da CHC Santa Casa/ YouTube, terá a live Histórias da Saúde: Medicina Tropeira. 👩🏽‍⚕️

📜 Serão apresentados dados históricos e técnico-científicos que evidenciam a importância das plantas medicinais de uso tradicional no tratamento de diversas doenças. 🔬

🌵🌱🌿 A ênfase recairá sobre espécies nativas do sul do Brasil, documentadas por botânicos que exploraram o território nacional nos séculos anteriores. 🍀🌿🌾

👩🏽‍🔬 Palestrante: Maria das Graças Lins Brandão:

👩🏽‍⚕️Farmacêutica, doutora em Química de Produtos Naturais, professora titular aposentada da Faculdade de Farmácia da UFMG. Presidente do Instituto Cayapiá de defesa da cultura e conservação das Plantas Nativas Usadas pelo Povo Brasileiro. 👩🏽‍🔬

➡️ A Catrop divulga esse evento em:

https://carreirodetropa.wordpress.com/2025/07/23/live-historias-da-saude-medicina-tropeira/

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Anote em sua agenda: dia 12 de agosto, às 19h no canal da CHC Santa Casa/ YouTube, terá a live Histórias da Saúde: Medic...
23/07/2025

Anote em sua agenda: dia 12 de agosto, às 19h no canal da CHC Santa Casa/ YouTube, terá a live Histórias da Saúde: Medicina Tropeira.

Serão apresentados dados históricos e técnico-científicos que evidenciam a importância das plantas medicinais de uso tradicional no tratamento de diversas doenças. A ênfase recairá sobre espécies nativas do sul do Brasil, documentadas por botânicos que exploraram o território nacional nos séculos anteriores.

Palestrante: Maria das Graças Lins Brandão:

Farmacêutica, doutora em Química de Produtos Naturais, professora titular aposentada da Faculdade de Farmácia da UFMG. Presidente do Instituto Cayapiá de defesa da cultura e conservação das Plantas Nativas Usadas pelo Povo Brasileiro.

https://carreirodetropa.wordpress.com/2025/07/23/live-historias-da-saude-medicina-tropeira/

📚 A biblioteca da Catrop está sempre crescendo e adquirindo novas aquisições que preferencialmente sejam restritas ao te...
08/07/2025

📚 A biblioteca da Catrop está sempre crescendo e adquirindo novas aquisições que preferencialmente sejam restritas ao tema do tropeirismo. 🐎🐎🐎

📜 Nesta feita, chega pra nós o livro " Ranchos, Tropas e Garimpos", de Laerte da Cunha pela Editora Brasbiblos. 🐴

✍🏽 O autor inicia sua narrativa remetendo às suas memórias infanto juvenis quando atuou como "ajudante de tropa" e depois "garimpeiro", buscando ilustrar as comparações e analogias entre as duas categorias que executaram suas atividades na região do Alto Jequitinhonha. ⚒️⛏️

➡️ É uma leitura rica em detalhes na rotina tropeira, de fácil mediação entre o legado passado e a importância histórica do tropeirismo e cotidiano daqueles que se dedicaram também ao trabalho nos garimpos. 💎💰💎


"Há mais de uma década publicamos aqui no nosso sítio uma breve resenha do livro Alimentação no Planalto da Conquista: n...
07/07/2025

"Há mais de uma década publicamos aqui no nosso sítio uma breve resenha do livro Alimentação no Planalto da Conquista: no período de 1930 a 1950, de autoria de Amélia Barreto de Souza. Recentemente, a obra foi resgatada, reeditada e ressignif**ada com a criação do perfil no Instagram e um canal de divulgação das receitas no YouTube ...."

Leia mais clicando no link

por  Maris Stella Schiavo Novaes** Há mais de uma década publicamos aqui no nosso sítio uma breve resenha do livro Alimentação no Planalto da Conquista: no período de 1930 a 1950, de autoria d…

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Vitória Da Conquista, BA

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