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Organização da Sociedade Civil de Interesse Público Estadual.

20/08/2026
 Condições Impeditivas no Trabalho em AlturaNo trabalho em altura, condições impeditivas são situações que comprometem a...
20/08/2026


Condições Impeditivas no Trabalho em Altura

No trabalho em altura, condições impeditivas são situações que comprometem a segurança do trabalhador e que, por isso, exigem a suspensão imediata da atividade ou impedem seu início até que o risco seja eliminado ou devidamente controlado.

A seguir, apresentam-se as principais condições impeditivas identif**adas na atividade.

1. Condições meteorológicas adversas
Chuva intensa ou presença de água que torne a superfície escorregadia;
Ventos fortes ou rajadas que comprometam o equilíbrio do trabalhador;
Descargas atmosféricas (raios) ou risco iminente de tempestade;
Baixa visibilidade que dificulte a execução segura da atividade.
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2. Condições físicas e psicofísicas do trabalhador;
Mal-estar, tontura, perda de equilíbrio ou indisposição;
Fadiga excessiva capaz de comprometer atenção e movimentos;
Alteração da capacidade psicofísica para a execução segura da tarefa;
Uso de substâncias que possam comprometer a capacidade de trabalho.

3. Ausência ou inadequação dos sistemas de proteção:
Falta de sistema de proteção contra quedas, quando aplicável;
Ausência de ponto de ancoragem adequado;
Equipamentos incompatíveis com a atividade a ser realizada;
Sistema de proteção instalado de forma incorreta;
Impossibilidade de manter conexão segura durante toda a atividade.

4. Equipamentos de proteção individual em condições inadequadas:

Cinto de segurança tipo paraquedista danif**ado;
Talabarte, trava-quedas ou conectores com defeitos;
Equipamentos vencidos, sem identif**ação ou sem inspeção quando exigida;
Presença de cortes, deformações, corrosão ou outros danos que comprometam sua integridade estrutural.

5. Estrutura ou local de trabalho inseguro:
Escadas, plataformas, andaimes ou estruturas sem condições adequadas de uso;
Piso instável, frágil ou escorregadio;
Ausência de proteção contra quedas onde ela é necessária;
Aberturas ou bordas desprotegidas;
Risco de queda de materiais ou ferramentas sobre pessoas.

6. Condições elétricas perigosas:
Proximidade de instalações elétricas sem controle adequado do risco;
Possibilidade de contato com partes energizadas;
Ausência das medidas de proteção previstas para a atividade.

7. Falta de planejamento e autorização:
Atividade sem análise de risco adequada;
Ausência de procedimento ou orientação de segurança aplicável;
Trabalhador sem capacitação ou autorização compatível com a atividade;
Falta de supervisão, quando esta for necessária;
Ausência de planejamento para situações de emergência e resgate.

Considerações finais
Em síntese: sempre que houver uma condição capaz de aumentar signif**ativamente o risco de queda ou de impedir uma resposta segura em caso de emergência o trabalho em altura não deve ser iniciado ou deve ser imediatamente interrompido, até que a situação seja corrigida.

Para fins de capacitação, recomenda-se relacionar diretamente essas condições à NR-35 Trabalho em Altura, com especial atenção aos requisitos de planejamento, organização, análise de risco, sistemas de proteção contra quedas e identif**ação de condições impeditivas.

Lei Confirma MP de Socorro Emergencial a Vítimas de Desastres Climáticos.Norma foi sancionada a partir de medida provisó...
20/08/2026

Lei Confirma MP de Socorro Emergencial a Vítimas de Desastres Climáticos.
Norma foi sancionada a partir de medida provisória editada em maio e havia sido aprovada pelo Congresso na semana passada
Entrou em vigor a Lei 15.488, de 2026, que destina R$ 305 milhões ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional para ações emergenciais voltadas a vítimas de desastres naturais. Os recursos devem custear socorro imediato às populações atingidas, assistência humanitária e o restabelecimento de serviços essenciais nas áreas afetadas.
A lei foi publicada no Diário Oficial da União na segunda-feira (17).
Origem na medida provisória.
A norma tem origem na MP 1.356/2026, editada pelo governo federal em maio deste ano. Ao justif**ar a proposta, o Executivo citou a sequência de eventos climáticos extremos registrados no primeiro semestre de 2026, entre eles, estiagens prolongadas e chuvas acima da média em diferentes regiões do país.
Na exposição de motivos que acompanhou o texto, o governo apontou que o período entre janeiro e abril foi marcado por desastres de diferentes naturezas, com destaque para o excesso de chuvas, que atingiu com maior intensidade as regiões Sul e Sudeste e resultou em dezenas de mortes. A justif**ativa também mencionou a necessidade de garantir segurança alimentar e hídrica diante dos desastres de seca e estiagem em curso no semiárido brasileiro.
Segundo dados apresentados pelo governo, os desastres climáticos atingiram cerca de 5 milhões de pessoas em todo o país. Desse total, aproximadamente 203 mil f**aram em situação de deslocamento forçado. Ao todo, cerca de 1.240 municípios das cinco regiões brasileiras foram afetados.
Tramitação no Congresso
Após ser editada em maio, a MP 1.356/2026 foi analisada por uma comissão mista criada especif**amente para examinar o texto no Congresso Nacional. A relatoria da matéria coube à senadora Tereza Cristina (PP-MS), que apresentou parecer favorável à proposta.
Em seu relatório, a senadora chamou atenção para a importância de que a execução dos recursos leve em conta desastres naturais ocorridos em todas as regiões do país, incluindo estiagens, queimadas e incêndios florestais, fenômenos que atingem periodicamente estados do Centro-Oeste e o bioma Pantanal.
O texto foi aprovado pelo plenário da Câmara dos Deputados em 12 de agosto e, no dia seguinte, pelo plenário do Senado Federal, concluindo a tramitação no Congresso e abrindo caminho para a sanção presidencial e a promulgação da nova lei.
Fonte: Agência Senado

20/08/2026


Técnicas de Imobilização de Improviso:
Entre tantas técnicas existe também,
Amarração Diamante. uma técnica de improviso, recomendada como última alternativa que usa uma única corda comprida para prender uma vítima com segurança em uma prancha ou maca de resgate.
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O nome vem do desenho em zigue-zague que a corda faz sobre o corpo da pessoa, formando várias figuras que lembram o formato de um losango ou diamante.
Como ela funciona?Segurança total:
A corda passa pelos buracos das laterais da prancha, abraçando o corpo da vítima dos ombros até os pés.Sem sufocar: Ela prende a pessoa firmemente para que ela não caia para os lados ou escorregue, mas sem apertar o peito e a barriga, deixando a pessoa respirar normalmente.
Fácil de fazer:
O resgatista começa amarrando a corda perto da cabeça da vítima, vai trançando de um lado para o outro e termina prendendo tudo nos pés.

20/08/2026
20/08/2026


Sistema de Resposta Contra Incêndio.
O sistema destinado ao combate inicial a incêndios, visa garantir o fornecimento contínuo de água com pressão adequada para a atuação das equipes de emergência.
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Seus Principais componentes São:

Reservatório: armazena a água destinada ao combate a incêndios.
Bomba de reforço:
aumenta a pressão da água quando o sistema é acionado.

Válvula gaveta:
permite isolar trechos da tubulação para manutenção.

Válvula de retenção:
impede o retorno da água, protegendo a bomba e a instalação.

Hidrantes e mangotinhos:
pontos de utilização para combate ao incêndio.

Hidrante de recalque: possibilita que o Corpo de Bombeiros abasteça a rede da edif**ação em uma emergência.

Acionador manual:
permite ligar a bomba quando necessário.
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Importância:
Quando corretamente instalado, inspecionado e mantido, o sistema assegura o abastecimento de água com vazão e pressão suficientes para o combate ao incêndio, contribuindo para a proteção da vida, do patrimônio e para o apoio às operações do Corpo de Bombeiros.

20/08/2026


Dominar os Equipamentos de Combate a Incêndio é Essencial
Em uma emergência, não há espaço para improvisos. Conhecer e dominar os equipamentos de combate a incêndio pode fazer a diferença entre controlar um princípio de incêndio e permitir que ele evolua para uma ocorrência de grandes proporções.
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Extintores, mangueiras, esguichos, hidrantes, sistemas de alarme e outros recursos precisam ser conhecidos não apenas na teoria, mas também em sua aplicação prática. O profissional deve saber qual equipamento utilizar, como utilizá-lo, quais são suas limitações e quais riscos estão envolvidos na operação.
A familiaridade com esses equipamentos proporciona mais segurança, rapidez na tomada de decisão e eficiência durante uma emergência.
Equipamento disponível não signif**a equipamento pronto para uso. Capacitação, treinamento e prática transformam recursos em capacidade real de resposta.
Na emergência, conhecimento salva tempo. E tempo salva vidas.

Máscara PFF2: Proteção Respiratória Que Salva VidasA máscara PFF2 é um importante Equipamento de Proteção Individual (EP...
20/08/2026

Máscara PFF2: Proteção Respiratória Que Salva Vidas
A máscara PFF2 é um importante Equipamento de Proteção Individual (EPI) destinado à proteção das vias respiratórias contra poeiras, névoas, fumos e partículas presentes em diferentes ambientes de trabalho. Sua capacidade mínima de filtragem é de 94%, desde que utilizada corretamente e com adequada vedação ao rosto.
Quando utilizar a PFF2?
A PFF2 é indicada em atividades que possam gerar partículas e contaminantes, como corte, lixamento e perfuração de materiais, trabalhos com concreto e argamassa, processos que produzem poeira de sílica e ambientes com partículas suspensas.
Como utilizar corretamente?
Para garantir a proteção, a máscara deve cobrir completamente o nariz, a boca e o queixo. Os elásticos devem ser ajustados conforme o modelo, o clipe nasal deve ser moldado para melhorar a vedação e, antes da exposição ao risco, deve-se verif**ar se não existem vazamentos pelas laterais.
Sem vedação adequada, a proteção f**a comprometida.
Como escolher e quando substituir?
Antes do uso, verifique se o respirador possui Certif**ado de Aprovação (CA), se é realmente uma PFF2 e se está íntegro. A substituição deve ocorrer quando houver danos, deformações, perda de vedação, elásticos comprometidos, contaminação incompatível com a reutilização ou dificuldade para respirar devido à saturação do filtro.
A presença de barba ou outros fatores que impeçam o contato adequado do respirador com o rosto também pode comprometer signif**ativamente a vedação.
Proteção respiratória exige mais do que uma máscara
O uso da PFF2 deve estar integrado às medidas previstas no Programa de Proteção Respiratória (PPR), incluindo seleção adequada do respirador, treinamento, ajuste e verif**ação da vedação, orientação durante a exposição, conservação e higienização quando aplicável.
Use o respirador corretamente. A proteção começa pela escolha certa e depende da vedação adequada.

19/08/2026


Vidas Também se Aprende na Infância

Ensinar uma criança a agir diante de uma emergência é muito mais do que ensinar uma técnica. É despertar, desde cedo, o senso de responsabilidade, solidariedade e cuidado com a vida.

Conhecer atitudes simples, como reconhecer uma situação de perigo, pedir ajuda e acionar corretamente o socorro, pode fazer uma grande diferença.

Salvar vidas também se aprende na infância. Educar hoje é preparar cidadãos capazes de proteger e cuidar do próximo amanhã.
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Viamão, RS
94475-000

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