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DESCRIÇÃO DO AUTOR:
A mulher sofre violência doméstica SIM! O homem sofre violência doméstica SIM!
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Andre Schimidt
Viamão, RS
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Atalhos
Categoria
Discriminação do Gênero Homem em face a lei Maria da Penha.
Estima-se que a maioria dos casos, que requerem a aplicação de Medidas Protetivas no Brasil são denúncias Falsas. A maioria são motivadas desde a alienação parental(Guarda dos filhos), desejo de vingança por uma rejeição, ou interesses no patrimônio. A violência contra a mulher é real e deve ser combatida, também acreditamos na lei. Contudo o comportamento na justiça e as ações das autoridades por vezes resta prejudicada, porque há uso indevido na Lei Maria da Penha, que reforça as injustiças também contra muitos homens, ou a outro parceiro, independente do gênero. Depois de geradas as denúncias falsas de Estupros, os agentes deixam de dar prioridade aos casos reais. Não há como negar que a violência domestica existe. Reafirmamos que não ap***s contra as mulheres, mas também os homens são vítimas, que vai desde a agressão física, moral, financeira, e a alienação parental, até mesmo com casos de violências se***is. Dessa forma também os filhos sofrem e passam a se tornar as novas vítimas. Como referência, a advogada Sara Próton, escritora do livro BELAS E FERAS A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA DA MULHER CONTRA O HOMEM relata fatos reais em seu livro, de escuta de experiências que teve reuniu na obra, desde agressões até denúncias falsas. A advogada tornou-se solidária à falta dos direitos dos homens nas relações judiciárias, quando em litígio. Sara Próton, por isso, tornou-se uma defensora dos direitos dos homens.
Assim como são muitas as pessoas que acreditam, que o feminicídio não é cometido ap***s por agressores contras as vítimas, mas também por homens acusados injustamente ao ver a situação da impunidade, poderiam ceder ao desejo de vingança. Posso citar a exemplo do velho ditado popular (NÃO TENHO MAIS NADA A PERDER) a injustiça é um dos fatores que incita a violência. Por outro lado está a mulher vítima real, que dizem que a lei não as protege, como exemplo posso citar a frase: “ESSA LEI NÃO VALE DE NADA, FUI AGREDIDA E NUNCA ME AJUDARAM”. A justiça e a injustiça duelam numa relação de força potencializará pela ineficácia do judiciário. Resta-nos dizer que são vítimas reais, de ambos os sexos, e o que mais preocupa são as denúncias falsas que vem crescendo e muito, confirmando os altos índices de denunciação caluniosa em sua maioria contra homens. Eu me tornei autor desse Abaixo Assinado sugerido por seguidoras do meu grupo de Whatsapp. É uma Proposta de Lei para obter a conscientização, apreço e os votos da população, que será enviado ao Senado Federal. O que proponho aqui nessa petição e na Proposta, são as seguintes possíveis mudanças na lei:
(1) O Fim da discriminação de Gênero, Substituir a Delegacia da Mulher pela criação da Delegacia da Família, com um Delegado, e uma Delegada, que atuem com imparcialidade. Agentes Investigativos, atuantes, e controle da situação com viaturas da PM checando periodicamente sem avisos, a situação das famílias assistidas.
(2) H ou M, na primeira visita à Delegacia da Família será disponibilizado botão do Pânico via aplicativo no celular, ou dispositivo, gravando áudios das agressões.