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15/05/2026

Néia Nantes

Com Néia Nantes – Acabei de receber o status de superfã! 🎉
04/05/2026

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19/04/2026

OS USA LIQUIDARAM COM A ECONOMIA JAPONESA

AGORA QUEREM FAZER O MESMO COM A CHINA

Em 1985, os USA liquidaram com a economia japonesa. A mesma estratégia pode estar sendo aplicada à China agora.

Muitas perguntas estão chegando. Por que a China está em silêncio? Seus aliados estão sob pressão. Linhas de energia estão sendo cortadas. Tarifas alfandegárias estão aumentando.

Por que ela não está fazendo nada? A resposta está escondida em 1985. Mas, antes, é preciso entender o que aconteceu naquela época.

No início dos anos 1980, o Japão parecia imparável. A Toyota estava destruindo a indústria automotiva americana. Sony, Canon, Panasonic haviam tomado o mercado de eletrônicos. Sete dos dez maiores bancos do mundo eram japoneses. O déficit comercial dos USA havia atingido 150 bilhões de dólares.

O Congresso estava furioso. Senadores diziam: "Vamos impor uma tarifa alfandegária de 50% ao Japão". A equipe de Reagan não queria uma solução temporária. Não queriam apenas desacelerar o Japão, queriam pará-lo. Permanentemente.

Eles fizeram um plano. Em 22 de setembro de 1985, em Nova York, cinco países sentaram-se à mesa. USA, Japão, Alemanha, França, Inglaterra.

Deixaram o Japão com uma única opção.

"Ou aceite a valorização da moeda ou o Congresso impõe uma tarifa de 50%. Escolha."

O Japão era aliado, aceitou.

Em 24 meses, o iene japonês valorizou 100%. Os produtos japoneses de repente ficaram duas vezes mais caros. Toyota, Sony, Honda começaram a ter prejuízos. As exportações caíram. O desemprego aumentou.

O Banco Central do Japão entrou em pânico. As exportações acabaram, a economia estava encolhendo. Eles tinham duas opções. Ou baixariam as taxas de juros ou assistiriam ao colapso da economia.

Eles baixaram as taxas de forma agressiva. 1985: 5%. 1990: 2,5%. 1995: 0,5%. 2000: 0,1%. 2016: -0,1%. Juros negativos.

A economia cresceu? Não.

Com juros baixos, trilhões de ienes foram impressos. Mas o dinheiro impresso não foi para a produção. Foi para bolhas de ativos.

O valor do terreno em Tóquio ficou mais caro que toda a Califórnia. A bolsa japonesa subiu de 10.000 para 38.900 em 4 anos. Em 1990, a bolha estourou. A bolsa caiu 82%. De 38.900 para 7.000. Um colapso que durou 13 anos.

Mas a verdadeira destruição veio depois. Os preços começaram a cair. 1991: 3% de inflação. 1995: 0%. 1999: -1% de deflação. 2009: -2% de deflação profunda.

Por que a deflação é tão destrutiva?

Pense assim. Há um produto que você quer comprar hoje. Mas os preços caem todo mês. Você diz: "Vou esperar, no próximo mês vai ficar mais barato". No próximo mês, cai. Você diz: "Vou esperar um pouco mais, vai ficar ainda mais barato".

Todo mundo faz o mesmo. Ninguém compra. As empresas não vendem. Não lucram. Demissões começam. O desemprego aumenta. As pessoas gastam menos.

Os preços caem ainda mais. Um ciclo vicioso. Durou 20 anos. E o pior chegou.

O carry trade. No Japão, a taxa de juros era de 0,1%. Nos USA, 5%. O que o mundo fez?

Pegaram ienes emprestados no Japão. Quase de graça. Converteram em dólares. Investiram em títulos americanos. Receberam 5% de retorno. No final do ano, pagaram a dívida. A diferença era lucro.

Todos os grandes fundos do mundo fizeram isso. O dinheiro do Japão foi usado de graça pelo mundo por 30 anos. O capital vazou continuamente para fora. Passaram-se 40 anos.

O Japão ainda não se recuperou.

Agora, pare e olhe para o presente.

A China está prestes a ultrapassar a América. Está três vezes à frente na produção de energia. Duas vezes à frente na manufatura.

A estimativa dos analistas é que, se continuar assim, a China será a maior economia do mundo em dez anos.

A América tem que pará-la. Pode forçá-la a sentar à mesa e impor um acordo como em 1985? Não.

Porque o Japão era aliado. A China não é. Então, o que está fazendo?

Primeiro, aplica tarifas alfandegárias. Segundo, corta as linhas de energia. A Venezuela vendia 800 mil barris de petróleo por dia para a China. Maduro foi capturado. A linha foi cortada. O Irã vendia 1,5 milhão de barris por dia. A guerra começou.

A crise de Ormuz continua. A Rússia está sob pressão com sanções. A China importa 73% do petróleo que consome. Suas fontes de energia estão sendo pressionadas uma por uma.

O ponto de conexão crítico do Projeto Cinturão e Rota, o Irã, está sendo bombardeado. Seus aliados estão sendo enfraquecidos. As rotas comerciais estão sendo perturbadas.

O que foi feito ao Japão em 1985 com um único golpe está sendo aplicado à China em quatro frentes. E enquanto tudo isso acontece, o que a China está fazendo?

Pense assim. Você vai fazer um investimento. À sua frente, há dois ativos. O primeiro tem preço muito alto. Perto do pico. Potencial de crescimento limitado. O segundo tem preço muito baixo. Potencial de crescimento enorme.

Países são assim. Todo país tem um ponto de saturação. Depois do período de crescimento, vem a desaceleração.

USA, Europa. Economias que atingiram o ponto de saturação. Crescimento lento. Dívidas altas. População envelhecendo.

E onde está o lugar com preço baixo, mas potencial enorme? África.

Estima-se que sua população chegue a 2,5 bilhões em 2050. O continente mais jovem do mundo. Rico em matérias-primas. A China viu isso.

Enquanto os USA gastavam 4 trilhões de dólares no Iraque e no Afeganistão, a China investiu em infraestrutura em 49 países africanos.

Construiu ferrovias. Ergueu barragens. Abriu portos. Teceu uma rede de telecomunicações.

Mas não é só a África. O yuan está se espalhando. Em Ormuz, o Irã cobra taxas de passagem em yuan.

Os BRICS estão se expandindo. Sistemas de pagamento alternativos estão sendo criados. As compras de ouro continuam.

A cada guerra que os USA iniciam, perdem um aliado. A cada aliado perdido, ele bate à porta da China.

Em 1985, o Japão era aliado, aceitou. Perdeu 40 anos. Em 2026, a China não é aliada. Está aguentando.

Os USA podem eliminar um rival diferente com a mesma estratégia? A resposta para essa pergunta definirá o período que está por vir.

…………..

Artigo de Nusret Köseoğlu, analista econômico e geopolítico da Turquia.

Com Sindicomerciários  Viamão – Acabei de receber o status de superfã! 🎉
02/04/2026

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03/03/2026
03/03/2026

Hoje comemoro 6 anos no Facebook. Obrigado pelo apoio contínuo de vocês, que foi indispensável para mim. 🙏🤗🎉

14/02/2026

Regilene Lopes

12/02/2026

Manifesto do Educador Social
Sou educador social.
Meu trabalho não acontece entre paredes de escritório.
Acontece na rua, na comunidade, nas vielas, nas escolas, nos abrigos, nas casas onde o Estado quase nunca chega.
Eu atuo nas frestas.
Nas brechas da vulnerabilidade.
Nos lugares onde os direitos falham, mas as pessoas continuam existindo.
Sou eu quem escuta antes da violência explodir.
Quem orienta antes da evasão acontecer.
Quem acolhe antes que alguém desista de si mesmo.
Eu previno o que nunca vira estatística.
Eu reconstruo o que já foi quebrado.
Eu crio pontes onde só havia abandono.
Ainda assim, sigo invisível.
Sem reconhecimento técnico.
Sem valorização financeira.
Sem o respeito que a complexidade do meu trabalho exige.
Mas não sou acessório.
Sou política pública viva.
Sou presença, vínculo, cuidado e transformação social em movimento.
Ser educador social não é caridade.
É profissão.
É competência.
É responsabilidade histórica.
E enquanto houver desigualdade,
enquanto houver exclusão,
enquanto alguém precisar de uma mão estendida,
nós estaremos lá.
Mesmo que insistam em não nos ver.

Valorizar o sus é defender a vida. O SUS é modelo mundial de sistema público de saúde e  nosso dever é fazer a sus imple...
09/02/2026

Valorizar o sus é defender a vida. O SUS é modelo mundial de sistema público de saúde e nosso dever é fazer a sus implementação em 100% do território nacional garantindo todos os seus princípios constitucionais. Para isso DESPRIVATIZAR o sus é uma tarefa permanente. https://www.instagram.com/p/DUcyUPlj0bb/?igsh=c3NvZXo3NXR0M2Nr

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04/02/2026

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