Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata - CTA

Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata - CTA O CTA desenvolve e amplia o conhecimento e a prática da agroecologia desde 1987.

Suas ações têm o compromisso com a sustentabilidade e a valorização do trabalho no campo. O Centro de Tecnologias Alternativas desenvolve e amplia o conhecimento e a prática da agroecologia na Zona da Mata de Minas Gerais desde 1987. Realizadas em conjunto com os agricultores e as agricultoras da região, suas ações têm o compromisso com a sustentabilidade e a valorização do trabalho no campo. O CT

A promove atividades em escolas da zona rural, encontros de mulheres, iniciativas voltadas para a juventude, projetos de incentivo à comercialização de produtos agroecológicos e debates relacionados às políticas públicas ambientais. Com isso, fortalece a agricultura familiar e suas formas de organização econômica, política, cultural e social.

15/05/2026

Sexta-feira também é dia de relembrar momentos que fortalecem a esperança e reafirmam a importância das políticas públicas para a agricultura familiar e agroecológica. 🌱✨

Hoje a memória é desse encontro tão bonito de lançamento do projeto Agroflorestas que Alimentam, um dia de celebração, diálogo e fortalecimento dos territórios que produzem alimento, cuidado e futuro.

E nos dias 28, 29 e 30 de maio acontece também o 1º Encontro dos Polos Agroecológicos, mais um importante momento de fortalecimento da agroecologia, dos territórios e das construções coletivas.

📸E a cobertura deste momento de muita articulação, você vai poder acompanhar por aqui 💚

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A Escola de Formação GENgiBRe: Agroecologia e conflitos ambientais em perspectiva feminista teve início na quarta-feira,...
24/04/2026

A Escola de Formação GENgiBRe: Agroecologia e conflitos ambientais em perspectiva feminista teve início na quarta-feira, dia 22 de abril, com a mesa de abertura e o lançamento do livro Raízes da resistência: construindo territórios agroecológicos e feministas no Brasil, um momento potente de partilha de experiências, saberes e trajetórias das mulheres na agroecologia, especialmente na Zona da Mata.

No dia 23 de abril, as participantes se dividiram em duas rotas de intercâmbio, em parceria com a Comissão de Enfrentamento à Mineração na Serra do Brigadeiro.
A Rota 1, em Carangolinha de Cima (Divino), destacou a organização das mulheres agricultoras e a construção do Protocolo Biocultural como estratégia de resistência aos projetos minerários.
Já a Rota 2, em Belisário (Muriaé), possibilitou compreender a realidade de um território já impactado pela mineração e os caminhos construídos pela agroecologia nesse contexto.

No dia 24 de abril, as rotas se encontram no Parque da Serra do Brigadeiro (Serra dos Puri) para um momento de troca com lideranças do território, refletindo sobre agroecologia, Bem Viver, geração de renda e políticas públicas a partir das realidades locais.

A programação segue nos dias 25 e 26 de abril, com rodas de diálogo, trabalhos coletivos, espaços de troca entre diferentes territórios e a construção de perspectivas futuras, fortalecendo alianças entre movimentos, organizações e comunidades.

Um encontro que reafirma: é nos territórios, com as mulheres, que a agroecologia segue viva, em resistência e construção. 🌿✊🏾

21/04/2026
Um dia histórico, cheio de emoção, luta popular e conquistas! ✊🏾💚No dia 16 de abril, o Centro de Tecnologias Alternativa...
17/04/2026

Um dia histórico, cheio de emoção, luta popular e conquistas! ✊🏾💚

No dia 16 de abril, o Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata recebeu agricultoras e agricultores, comunidades tradicionais, organizações parceiras e representantes do e para um importante momento de entrega e diálogo com a agricultura familiar da Zona da Mata.

Na ocasião, foram iniciadas as entregas de kits com maquinários e itens voltados ao fortalecimento do trabalho do campesinato, totalizando cerca de R$ 7 milhões em investimentos, envolvendo 15 municípios e 52 grupos, a partir de três iniciativas: Agroflorestas que Alimentam (Da Terra à Mesa), o Programa de Organização Produtiva de Mulheres Rurais e o Ecoforte. Esses recursos fortalecem a produção de alimentos, a autonomia das famílias e a construção de sistemas agroecológicos no território.

Durante a manhã, realizamos a acolhida das delegações, com mística e apresentações culturais, seguida da entrega, um momento de reconhecimento e fortalecimento do trabalho de agricultoras e agricultores na produção de alimentos.

A atividade integrou a agenda do Polo Agroecológico e de Produção Orgânica da Zona da Mata de Minas Gerais, reforçando a importância do diálogo entre territórios e governo federal e o fortalecimento de políticas públicas voltadas à agroecologia e à agricultura familiar.

No período da tarde, na Universidade Federal de Viçosa, aconteceu o lançamento do projeto Agroflorestas que Alimentam e a mesa “Abastecimento alimentar e políticas públicas no Polo Agroecológico da Zona da Mata”, onde contamos com a participação de organizações quem compõem o , como

👩‍🌾🧑‍🌾Seguimos reafirmando que é a agricultura familiar agroecológica que garante alimento de qualidade, diversidade produtiva e cuidado com os territórios.

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📢 Vaga de Estágio em Comunicação PopularBuscamos alguém que queira construir junto com comunidades rurais, povos de luta...
23/03/2026

📢 Vaga de Estágio em Comunicação Popular

Buscamos alguém que queira construir junto com comunidades rurais, povos de luta e iniciativas da agroecologia, que entenda a comunicação como ferramenta de resistência, memória e defesa da vida.

✨ O que esperamos:
Pessoa organizada, proativa e comprometida
Vontade de aprender e atuar em territórios diversos
Disponibilidade para viagens (diferencial)
Sensibilidade para registrar, com verdade e emoção, as lutas populares.

🌱 No CTA, comunicar é mais do que informar.
É dar visibilidade a quem sustenta a vida, fortalecer territórios e ecoar vozes que historicamente foram silenciadas.

💚Envie seu currículo + portfólio até 30/03 para [email protected]

18/03/2026

Março é mês de luta para as mulheres!✊🏾💜

Hoje na sede do CTA, aconteceu o encontro regional de mulheres lideranças da Zona da Mata para debater direitos, próximas ações, acesso a políticas públicas e documentação, construindo juntas respostas concretas a partir da realidade dos territórios.

É ouvindo as agricultoras que vamos coletivamente executar 3 grandes projetos em 2026: Ecoforte, Programa de Organização Produtiva de Mulheres Rurais e Agroflorestas que Alimentam (Da Terra à Mesa); articulando produção, organização e comercialização, com foco na autonomia econômica das mulheres e na defesa dos territórios frente às ameaças como a mineração.

👉🏽Também foi espaço de escuta e estratégia: compreender as necessidades reais das agricultoras, fortalecer a Rede do Polo Agroecológico e construir coletivamente o edital Quintais 3, avançando em um plano de abastecimento com olhar feminista, com mulheres, jovens e quilombolas no centro.

Seguimos nosso propósito! Quem não pode com as mulheres, não assanha o formigueiro💜🔥

O Dia Internacional de luta das Mulheres nasce da organização de mulheres trabalhadoras que enfrentaram exploração, desi...
08/03/2026

O Dia Internacional de luta das Mulheres nasce da organização de mulheres trabalhadoras que enfrentaram exploração, desigualdade e a negação de direitos. Mais de um século depois, essa luta segue viva, especialmente no campo. 👩‍🌾✊🏾

No Brasil, são as mulheres que sustentam a vida e grande parte da economia rural. Elas produzem alimentos, cuidam da terra, preservam sementes e mantêm as comunidades. Além do trabalho produtivo, carregam também o trabalho reprodutivo: cuidado com a casa, com a família e com a comunidade, quase sempre invisibilizado e sem direitos.

🚨A desigualdade no campo não é acaso. É parte de um sistema que depende do trabalho das mulheres, mas ainda nega reconhecimento, renda e proteção social.

Neste 8 de março reafirmamos: não queremos flores. Queremos direitos, autonomia, agroecologia e uma vida sem violências.

💜🌱

✊7 de fevereiro | Dia Nacional de Luta dos Povos IndígenasO Brasil nasceu sobre territórios indígenas. Antes do nome, an...
07/02/2026

✊7 de fevereiro | Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas

O Brasil nasceu sobre territórios indígenas. Antes do nome, antes das fronteiras, antes do Estado, já existiam povos que organizavam a vida em relação profunda com a terra, as águas, as florestas e o tempo.

Ao longo da história, esses povos foram sistematicamente expulsos, violentados e silenciados por um projeto de colonização que transformou territórios vivos em mercadoria e tentou apagar culturas inteiras. Ainda assim, os povos indígenas seguem presentes, reinventando a resistência e afirmando seus modos de existir.

Hoje, a luta indígena é também a luta pela defesa da vida. Onde há território indígena protegido, há floresta em pé, água limpa, biodiversidade preservada e saberes ancestrais em continuidade. Não por acaso, esses territórios estão entre os mais ameaçados pelo avanço do agronegócio, da mineração e dos grandes empreendimentos.

Garantir os direitos indígenas passa, necessariamente, pela demarcação das terras. É o território que sustenta a cultura, a alimentação, a espiritualidade, a educação própria e a autonomia dos povos. Sem terra, não há como manter a vida coletiva.

Neste dia, reafirmamos que defender os povos indígenas não é olhar para o passado, mas assumir um compromisso com o presente e com o futuro. Um futuro que só é possível com justiça, diversidade e respeito aos povos que sempre cuidaram deste território.

🌱 Pela vida
✊🏽 Pela justiça territorial
🪾 Pela permanência dos povos indígenas

A água não é mercadoria. É bem comum, é direito, é fé que corre nos rios e mares.🩵🙏Desde os povos originários até as tra...
02/02/2026

A água não é mercadoria. É bem comum, é direito, é fé que corre nos rios e mares.🩵🙏

Desde os povos originários até as tradições afro-brasileiras, as águas sempre foram fonte de vida, memória e espiritualidade.

No Dia de Iemanjá, reafirmamos que proteger rios e mares é um ato de justiça histórica, de respeito às crenças e de defesa dos territórios e da vida. 🌊✊🏾

Neste Natal, celebramos a vida que nasce da terra e chega à nossa mesa. 🥬🍅🌽Que cada alimento que partilhamos seja um ges...
24/12/2025

Neste Natal, celebramos a vida que nasce da terra e chega à nossa mesa. 🥬🍅🌽

Que cada alimento que partilhamos seja um gesto de cuidado com a saúde, com a natureza e com quem produz nossa comida.

A agroecologia nos lembra que comida é cultura, é vida, é conexão: é fruto da terra respeitada, de agricultores e agricultoras que cultivam com saberes tradicionais, de ciclos naturais preservados e de relações justas entre campo e cidade. 

Que o espírito natalino nos inspire a valorizar práticas que fortalecem a soberania alimentar, reduzem o desperdício e promovem um sistema alimentar mais justo, saudável e sustentável para todas e todos. 🌍🥦

Feliz Natal e um novo ano com mais partilha de alimentos de verdade! 🎄🤝

CTAZonaDaMata

Endereço

Sítio Alfa, Zona Rural/Bairro Violeira, S/n
Viçosa, MG
36570-000

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