Sindicato dos Bancários Tubarão e Região

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O Banco Central (BC) foi formalmente consultado nos autos do processo que deu origem ao acordo no qual o Itaú admitiu te...
11/06/2026

O Banco Central (BC) foi formalmente consultado nos autos do processo que deu origem ao acordo no qual o Itaú admitiu ter cobrado por serviços não solicitados pelos clientes durante 14 anos. A autarquia atestou, ainda em 2016, a ilegalidade da prática adotada pelo Itaú. Ao longo dos últimos 10 anos, no entanto, o BC, que é responsável por fiscalizar a prestação de serviços financeiros, não adotou qualquer medida para interromper as cobranças indevidas.

Autor da ação civil coletiva, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) questionou o BC sobre as regras para a contratação e renovação de seguros. A autarquia afirmou, em parecer técnico, que o serviço deve ser cobrado por meio de emissão de boleto – e não com a cobrança no cartão de crédito, como demonstram os autos e o Itaú admitiu fazer – e apenas após a manifestação prévia do consumidor de interesse na contratação do serviço.

“A emissão e a apresentação do boleto de proposta estão condicionadas à manifestação prévia, pelo pagador, de sua vontade em receber esse boleto”, diz trecho do parecer do BC anexado aos autos.

Ao apresentar o texto da autarquia, o promotor responsável pela ação destaca: “Posto isto, em vez de oferecer o produto/serviço inicialmente por meio do boleto de proposta (em apartado) e, ainda, precedida da autorização do consumidor para receber esse boleto avulso, o Itaú insere a cobrança diretamente na fatura do cartão de crédito do consumidor, desrespeitando todas as etapas precedentes, todas as autorizações necessárias, de forma arbitrária e indevida”.

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A manifestação do presidente da entidade, Isaac Sidney, ocorreu logo após a CCJ do Senado aprovar a PEC que concede auto...
11/06/2026

A manifestação do presidente da entidade, Isaac Sidney, ocorreu logo após a CCJ do Senado aprovar a PEC que concede autonomia financeira e orçamentária ao Banco Central.

O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, defendeu nesta quarta-feira (10/6) a importância de um Banco Central “forte, técnico e independente” para enfrentar os desafios econômicos e geopolíticos do cenário atual. A declaração foi feita durante a 7ª reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável, o Conselhão, realizada em Brasília.

Ao abordar os impactos de grandes crises que marcaram as últimas décadas, como a crise financeira global de 2008, a pandemia da covid-19 e as recentes tensões geopolíticas internacionais, Sidney afirmou que a capacidade de resistência das economias depende da solidez de suas instituições.

Segundo ele, os países mais preparados para enfrentar períodos de turbulência são aqueles que conseguem construir mecanismos institucionais capazes de absorver choques e preservar a confiança da sociedade e dos mercados.

Nesse contexto, o presidente da Febraban destacou o papel estratégico do sistema financeiro na resposta a crises econômicas. Para ele, o setor atua como uma das primeiras linhas de defesa diante de situações adversas e precisa estar amparado por uma estrutura regulatória robusta.

“Entendemos que a nossa participação visa a contribuir para que nós possamos continuar tendo um sistema financeiro robusto, com uma regulação prudencial rigorosa, uma supervisão vigilante, com elevados níveis de capital, rigidez e gestão de risco. E nós temos um Banco Central que está à altura deste desafio, que precisa ser forte, técnico e independente”, afirmou.

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A Polícia Federal cumpriu, nesta quarta-feira (10/6), um mandado de busca e apreensão expedido pela 1ª Vara Federal de S...
11/06/2026

A Polícia Federal cumpriu, nesta quarta-feira (10/6), um mandado de busca e apreensão expedido pela 1ª Vara Federal de São José dos Campos no âmbito de investigação que apura a atuação de uma associação criminosa especializada em fraudes contra a Caixa Econômica Federal.

A medida judicial foi cumprida na capital paulista, na residência de um investigado suspeito de participar de fraude praticada contra uma agência da Caixa em Jacareí/SP.

As investigações tiveram início a partir de informações encaminhadas pela própria instituição financeira e apontaram a existência de um grupo criminoso voltado à abertura fraudulenta de contas bancárias mediante uso de documentos falsos, obtenção indevida de empréstimos e posterior pulverização dos valores em contas de investigados e de terceiros.

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A inteligência artificial se tornou um dos fatores que mais aceleram a evolução dos golpes. Embora ataques de phishing e...
11/06/2026

A inteligência artificial se tornou um dos fatores que mais aceleram a evolução dos golpes. Embora ataques de phishing e engenharia social continuem liderando a lista das tecnologias mais utilizadas por grupos criminosos, citados por 41% dos executivos do setor financeiro, a IA aparece logo atrás, mencionada por 36%, e é vista como uma força que está tornando os esquemas de fraude mais sofisticados, rápidos e difíceis de detectar.

É o que mostra uma pesquisa da BioCatch com 1.440 profissionais de gestão de fraudes, prevenção a crimes financeiros, risco e compliance em instituições financeiras de 25 países, coletados em janeiro. O levantamento revela que 88% dos entrevistados acreditam que a inteligência artificial aumentou a sofisticação dos golpes, enquanto 80% afirmam que suas instituições já enfrentaram ataques realizados com agentes de IA.

Segundo os pesquisadores, a tecnologia está criando um novo cenário para bancos e consumidores, em que distinguir o que é legítimo do que foi criado artificialmente se torna cada vez mais complexo.

“Os mesmos recursos de automação que permitem que os bancos acelerem as solicitações de atendimento ao cliente e eliminem processos manuais por meio da automação também capacitam fraudadores a acelerar a velocidade, o volume e a sofisticação de seus ataques”, destacam os pesquisadores.

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Entidades que representam bancos, fintechs e empresas de pagamento saíram em defesa do Banco Central em nota conjunta di...
10/06/2026

Entidades que representam bancos, fintechs e empresas de pagamento saíram em defesa do Banco Central em nota conjunta divulgada nesta terça-feira e questionaram decisões judiciais que revertam o mérito de ações regulatórias da autoridade monetária. Para o setor, a substituição, pela via judicial, de avaliações técnico-prudenciais do BC pode gerar assimetria concorrencial e insegurança jurídica.

O documento é assinado por Abranet, Abecs, Abipag, ABBC, Febraban e Zetta. A manifestação ocorre em um momento em que instituições financeiras têm recorrido à Justiça para contestar decisões do BC relacionadas a autorizações de funcionamento, segundo uma fonte do setor.

No início do mês, o diretor de Fiscalização do BC, Ailton de Aquino, disse esperar ações no Judiciário diante do endurecimento das exigências de capital mínimo para o funcionamento de instituições, mas afirmou preferir “ter centenas de processos judiciais e não abrir mão da segurança”.

Na nota, as entidades ressaltam que cabe ao Judiciário examinar a legalidade e a regularidade procedimental dos atos do regulador, mas defendem que a avaliação técnico-prudencial do Banco Central deve ser preservada para evitar instabilidade no sistema. “Ao permitir que participantes sem plena aderência aos requisitos regulatórios permaneçam ou ingressem no sistema, tais decisões podem aumentar riscos”, afirmam.

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Pela primeira vez no ano, os depósitos em caderneta de poupança ultrapassaram as retiradas em maio, segundo dados divulg...
10/06/2026

Pela primeira vez no ano, os depósitos em caderneta de poupança ultrapassaram as retiradas em maio, segundo dados divulgados nesta terça-feira (9) pelo Banco Central. O saldo positivo ficou em R$ 2,603 bilhões, movimento que não acontecia desde dezembro do ano passado.

No entanto a caderneta ainda mostra saldo negativo no acumulado dos cinco primeiros meses de 2026, com R$ 39,118 bilhões.

Os depósitos em maio somaram R$ 368,394 bilhões, enquanto as retiradas ficaram em R$ 365,790 bilhões.

Em cinco meses, os aportes somaram R$ 1,758 trilhão e as retiradas alcançaram R$ 1,797 trilhão.

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Contratar empréstimo apertando alguns botões no caixa eletrônico virou rotina para milhões de brasileiros. Mas, para que...
10/06/2026

Contratar empréstimo apertando alguns botões no caixa eletrônico virou rotina para milhões de brasileiros. Mas, para quem não sabe ler nem escrever, esse caminho automático pode esconder uma armadilha — e a Justiça acaba de reconhecer isso. A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que contratos bancários firmados em nome de pessoa analfabeta em terminais de autoatendimento são nulos.

No julgamento, os ministros foram além: entenderam que o uso de cartão e senha, assim como o simples recebimento do dinheiro, não substituem as formalidades previstas no artigo 595 do Código Civil para a validade de contratos particulares assinados por analfabetos.

Com base nesse entendimento, a turma declarou a nulidade de empréstimos contratados por um homem analfabeto e determinou a devolução dos valores descontados de sua conta, incluindo anuidade de cartão de crédito e débito, tarifa de contratação de cartão e tarifa de disponibilização de cheque especial.

Tudo começou quando o autor da ação percebeu descontos indevidos no seu benefício previdenciário. Ao verificar, descobriu que o banco vinha retirando valores ligados a contratos que ele afirma não ter celebrado de forma válida. Diante disso, foi à Justiça para anular as contratações, pedir a devolução do que foi descontado e ser indenizado por danos morais.

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As operadoras de planos de saúde médico-hospitalares registraram lucro líquido de R$ 6 bilhões no Brasil no primeiro tri...
10/06/2026

As operadoras de planos de saúde médico-hospitalares registraram lucro líquido de R$ 6 bilhões no Brasil no primeiro trimestre de 2026, apontam dados divulgados nesta terça-feira (9) pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

O resultado é o segundo maior para o período de janeiro a março na série histórica do órgão, que reúne informações desde 2018.

O desempenho ficou atrás apenas do verificado no primeiro trimestre do ano passado (R$ 6,9 bilhões). Houve queda de 12,3% nessa base de comparação. A ANS publica a série em valores nominais (sem ajuste pela inflação).

Conforme a agência, a redução está bastante associada a um efeito não recorrente (pontual ou atípico) de provisionamento de recursos (reserva financeira) por uma grande empresa do setor.

O resultado operacional dos planos médico-hospitalares, a diferença entre as receitas e as despesas diretamente ligadas à operação de saúde, ficou positivo em R$ 3,4 bilhões no primeiro trimestre deste ano.

Também é o segundo maior nível da série para o período de janeiro a março. Está abaixo apenas do registrado nos três meses iniciais do ano passado (R$ 4,4 bilhões).

A sinistralidade (proporção da receita usada para cobrir despesas assistenciais) chegou a 81%. Ficou 1,8 ponto percentual acima da verificada no 1º trimestre de 2025.

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Nas últimas semanas, o mundo da inteligência artificial tem andado em polvorosa após alegações feitas pela empresa líder...
09/06/2026

Nas últimas semanas, o mundo da inteligência artificial tem andado em polvorosa após alegações feitas pela empresa líder Anthropic sobre seu novo modelo, Claude Mythos.

A empresa afirma ter descoberto que a ferramenta pode superar humanos em algumas tarefas de hacking e segurança cibernética — o que levou reguladores, parlamentares e instituições financeiras a discutirem os perigos que ela poderia representar para serviços digitais.

Várias gigantes da tecnologia receberam acesso ao Mythos por meio de uma iniciativa chamada Project Glasswing, concebida para reforçar a resiliência contra o próprio Mythos.

A Anthropic anunciou esta semana que vai estender o acesso ao Mythos para outras 150 instituições em setores diversos, como energia, água, saúde, comunicações e equipamentos. Novos parceiros precisarão atender a requisitos de segurança antes de obterem acesso ao modelo.

Alguns analistas ainda são mais céticos sobre a capacidade do Mythos e dizem que é do interesse da Anthropic sugerir que ela possui uma ferramenta com habilidades nunca antes vistas.

O tema também causou medo no sistema financeiro e chegou a ser abordado em reunião do FMI em Washington envolvendo autoridades internacionais.

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A bancarização da população brasileira segue avançando e, na avaliação da maioria dos brasileiros que possuem conta banc...
09/06/2026

A bancarização da população brasileira segue avançando e, na avaliação da maioria dos brasileiros que possuem conta bancária, os bancos digitais e as fintechs têm desempenhado papel fundamental nesse processo.

Pesquisa do Instituto Locomotiva, encomendada pela 99Pay, mostra que 74% dos entrevistados acreditam que pessoas de menor renda passaram a ter mais acesso a serviços financeiros graças à expansão dessas instituições no país.

O levantamento, realizado com 1,8 mil brasileiros bancarizados entre 18 e 65 anos, revela que apenas 26% consideram que a população de menor renda já possuía acesso a esses serviços antes da chegada dos bancos digitais e fintechs.

A percepção é ainda mais forte entre clientes que têm sua conta principal em instituições digitais. Nesse grupo, 80% afirmam que as fintechs ampliaram o acesso aos serviços financeiros.

Entre os clientes de bancos tradicionais, o índice cai para 68%.

Os dados também apontam diferenças por gênero. Entre as mulheres, 77% reconhecem que bancos digitais e fintechs contribuíram para ampliar a inclusão financeira das camadas de menor renda. Entre os homens, o percentual é de 71%.

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