Misticismo Judaico

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Renúncia: Tomo 2-->Muitos pensam que se elevar espiritualmente significa rechassar ao mundo, ao corpo, aos amigos e a fa...
23/05/2026

Renúncia: Tomo 2-->

Muitos pensam que se elevar espiritualmente significa rechassar ao mundo, ao corpo, aos amigos e a família, e com isso, perdem a oportunidade de Iluminar o próximo , Veja o Exemplo de como seus Mentores, Mestres e guias largaram o egoísmo e iluminaram a Você.

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Renúncia: Tomo 1-->Muitos pensam que se elevar espiritualmente significa rechassar ao mundo, ao corpo, aos amigos e a fa...
23/05/2026

Renúncia: Tomo 1-->

Muitos pensam que se elevar espiritualmente significa rechassar ao mundo, ao corpo, aos amigos e a família, e com isso, perdem a oportunidade de Iluminar o próximo , Veja o Exemplo de como seus Mentores, Mestres e guias largaram o egoísmo e iluminaram a Você.

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Página ""Misticismo Judaico"", apresentação:https://www.facebook.com/share/p/1Fs8p2uwTd/
02/05/2026

Página ""Misticismo Judaico"", apresentação:

https://www.facebook.com/share/p/1Fs8p2uwTd/

Misticismo Judaico, Explicando essa página:

( Para aqueles que desejem participar, e para aqueles que não simpatizarem, não perderem seu tempo ).

Sejam Bem vindos......... B'ezrat HaShem.

O misticismo judaico, frequentemente expresso pela Cabalá, mas não limitado apenas a Cabalá, é a tradição esotérica que busca o conhecimento oculto de Deus, da criação e da alma. Ele pressupõe um mundo espiritual além do revelado, acessível através da contemplação, interpretação mística da Torá ( os primeiros 5 escritos bíblicos Hebraicos ), e união com o divino, focando em transformar a perspectiva humana sobre a realidade. Mas a Cabalá não é o único aspécto desse estudo.

Os principais Aspectos do Misticismo Judaico incluem:

A Cabalá:

Representa a erudição mística e esotérica do judaísmo, buscando entender a essência do Deus Absoluto em suas Três manifestações Metafísicas dentro e acima do universo manifesto. ( Sem relação alguma com trindades Cristãs, Hindus,ou de outras religiões conhecidas ). E a pessoa que dedica a vida ao estudo da Cabalá, é chamado de mekubal, "aquele que foi recebido", aspira ligar-se à Deus, desejando conhecer sua essência. Conhecer no sentido de se aproximar Dele, pois o homem tem plena consciência da distância que existe entre ele - ou qualquer outro homem - e o Ser Absoluto. Sabe também que é negada ao homem a posse completa da verdade; a onisciência é inatingível.

A conexão Divina:
Busca uma união pessoal com Deus e uma compreensão interior profunda, muitas vezes vendo o Criador e a criação como um todo interconectado, Embora o Deus Verdadeiro não esteja dentro do alcance da Lógica e da percepção humana comum dentro desse universo Material.

Ocultamento e Revelação:
Acredita-se que segredos espirituais são esquecidos ao nascer e o objetivo místico é trazê-los à tona novamente.

O misticismo judaico também engloba tradições como o Maasseh Beresh*t (obras da criação) e Maasseh Merkavah (obras do trono), com raízes antigas que antecedem a própria Cabala. Ele enfatiza que cada Alma tem uma missão única e que a santidade pode ser encontrada na vida cotidiana, não apenas em rituais.

A ancestralidade desse conhecimento Místico, antes mesmo da Bíblia:

Segundo a tradição judaica, nossos patriarcas, através de sua intuição espiritual e suas visões proféticas, passaram a conhecer e seguir a Lei de D'us, e a transmitiram oralmente. Só mais tarde D'us incumbiu Moisés de colocar parte desta tradição por escrito - a Torá escrita; a outra parte continuou sendo transmitida oralmente. Moisés escolheu alguns israelitas, chamados nistarim, a quem ensinou o nível de interpretação mais secreto da Torá, chamado de sod (que significa secreto). Neste nível, a realidade tangível é reduzida a simbolismos, numerologia e forças espirituais. Estes ensinamentos eram recebidos de geração em geração (kibel), por isto o nome de Cabalá. O processo do recebimento da Torá, no Sinai, serve como único e exclusivo critério para qualquer tipo de ensinamento judaico subseqüente. O autêntico misticismo judaico é parte integrante da Torá. Assim como o corpo não pode fun-cionar sem a alma, esta é ineficaz sem o corpo. A alma da Torá (nistar, a parte esotérica) jamais pode ser separada do corpo da Torá (Niglê, a parte revelada, a Halachá). Reduzida a um simbolismo espiritual ou filosófico, ou a um misticismo emotivo, despida do cumprimento das mitzvot ( Leis que regem o universo ), a Cabalá se torna uma co**ha vazia.

Textos Clássicos e Primários do Judaismo Místico:

O Zohar (O Livro do Esplendor): Considerado a obra mais importante de toda a Cabalá. É um comentário místico sobre a Torá que explora a natureza de Deus, a origem do universo e a jornada da alma humana.

Sefer Yetzirá (Livro da Formação): Um dos textos cabalísticos mais antigos, focado na cosmogonia e na criação do mundo através das 22 letras do alfabeto hebraico e das dez emanações divinas (Sefirot).

Sefer HaBahir (Livro da Iluminação): Obra fundamental que introduziu conceitos centrais como a Árvore da Vida e a noção de reencarnação na tradição judaica.

Etz Hayim (A Árvore da Vida): Escrito por Chaim Vital, sistematiza os ensinamentos de Isaac Luria (o "Ari"), um dos maiores cabalistas da história.

Porém, como já citado acima, a tradição mística judaica anterior à Cabalá teosófica (séc. XII-XIII) baseia-se em textos focados na criação, na carruagem divina e em práticas meditativas, como o Sefer Yetzirá (Livro da Criação), o Sefer Hekhalot (Livros dos Palácios) e literatura relacionada à Merkabah. Essas obras exploram a estrutura do universo, nomes divinos e o misticismo dos anjos.

""Principais"" Livros e Tradições Místicas (Pré-Cabalá) porém não se limitando apenas a esses:

Sefer Yetzirá (Livro da Formação/Criação): Considerada a obra esotérica mais antiga, atribuída tradicionalmente a Abraão ou ao rabi Akiva (tempo da Mishná). Aborda a criação do mundo através de 22 letras hebraicas e as sefirot (como conceitos fonéticos/cósmicos originais, não necessariamente as emanações cabalísticas tardias).

Literatura Hekhalot (Palácios): Textos que descrevem a ascensão mística do estudioso através dos sete "palácios" celestiais para contemplar a presença divina.

Maassei Merkabah (Trabalho da Carruagem): Focada na visão do trono de Deus descrita no profeta Ezequiel (capítulo 1). Trata da experiência mística e dos segredos da Merkabah (carruagem).

Sefer HaRazim (Livro dos Segredos): Uma obra da antiguidade tardia que contém encantamentos e descrições dos sete céus, misturando tradições judaicas com magia.

Shiur Qomah (A Medida do Corpo): Texto místico antigo que descreve as "medidas" ou aspectos antropomórficos de Deus, entendido pelos místicos como alegoria dos atributos divinos.

Essas correntes são consideradas as raízes da Cabalá, que posteriormente sistematizou o misticismo judaico.

Com esse esboço básico, espero que eu tenha feito entender aos membros e simpatizantes da página, o modus operandis dos textos e estudos que virão a seguir, deixando claro que tudo se guiará pela tradição Hebraico-Israelita da Toráh, do Tanach e dos textos dos eruditos e místicos Judeus.

Sempre sob os auspícios de Hashem,o Deus Eterno,
Eu Sou Talmid Mekubal Elyon.
Marcos Cortes.

Sejam Bem Vindos
22/04/2026

Sejam Bem Vindos

1 like. "Abertura Oficial Véu De Paroketh"

Não com manipulação ( Magia ) ,mas com Santidade.Não com controle ( Ego ) , mas com Humildade.A Cabala é o principal gên...
13/04/2026

Não com manipulação ( Magia ) ,mas com Santidade.
Não com controle ( Ego ) , mas com Humildade.

A Cabala é o principal gênero do misticismo judaico, com obras esotéricas que vão da antiguidade à contemporaneidade e que visam elucidar a essência de Deus, a relação entre a eternidade de Deus e o universo finito, e o significado intrínseco da Torá. Central à Cabala é a noção de que Deus criou o mundo e interage com ele por meio de dez sefirot, ou atributos emanados, e que as pessoas podem mudar o determinismo de Deus ao manipular as sefirot.

Misticismo Judaico, Explicando essa página:( Para aqueles que desejem participar, e para aqueles que não simpatizarem, n...
12/04/2026

Misticismo Judaico, Explicando essa página:

( Para aqueles que desejem participar, e para aqueles que não simpatizarem, não perderem seu tempo ).

Sejam Bem vindos......... B'ezrat HaShem.

O misticismo judaico, frequentemente expresso pela Cabalá, mas não limitado apenas a Cabalá, é a tradição esotérica que busca o conhecimento oculto de Deus, da criação e da alma. Ele pressupõe um mundo espiritual além do revelado, acessível através da contemplação, interpretação mística da Torá ( os primeiros 5 escritos bíblicos Hebraicos ), e união com o divino, focando em transformar a perspectiva humana sobre a realidade. Mas a Cabalá não é o único aspécto desse estudo.

Os principais Aspectos do Misticismo Judaico incluem:

A Cabalá:

Representa a erudição mística e esotérica do judaísmo, buscando entender a essência do Deus Absoluto em suas Três manifestações Metafísicas dentro e acima do universo manifesto. ( Sem relação alguma com trindades Cristãs, Hindus,ou de outras religiões conhecidas ). E a pessoa que dedica a vida ao estudo da Cabalá, é chamado de mekubal, "aquele que foi recebido", aspira ligar-se à Deus, desejando conhecer sua essência. Conhecer no sentido de se aproximar Dele, pois o homem tem plena consciência da distância que existe entre ele - ou qualquer outro homem - e o Ser Absoluto. Sabe também que é negada ao homem a posse completa da verdade; a onisciência é inatingível.

A conexão Divina:
Busca uma união pessoal com Deus e uma compreensão interior profunda, muitas vezes vendo o Criador e a criação como um todo interconectado, Embora o Deus Verdadeiro não esteja dentro do alcance da Lógica e da percepção humana comum dentro desse universo Material.

Ocultamento e Revelação:
Acredita-se que segredos espirituais são esquecidos ao nascer e o objetivo místico é trazê-los à tona novamente.

O misticismo judaico também engloba tradições como o Maasseh Beresh*t (obras da criação) e Maasseh Merkavah (obras do trono), com raízes antigas que antecedem a própria Cabala. Ele enfatiza que cada Alma tem uma missão única e que a santidade pode ser encontrada na vida cotidiana, não apenas em rituais.

A ancestralidade desse conhecimento Místico, antes mesmo da Bíblia:

Segundo a tradição judaica, nossos patriarcas, através de sua intuição espiritual e suas visões proféticas, passaram a conhecer e seguir a Lei de D'us, e a transmitiram oralmente. Só mais tarde D'us incumbiu Moisés de colocar parte desta tradição por escrito - a Torá escrita; a outra parte continuou sendo transmitida oralmente. Moisés escolheu alguns israelitas, chamados nistarim, a quem ensinou o nível de interpretação mais secreto da Torá, chamado de sod (que significa secreto). Neste nível, a realidade tangível é reduzida a simbolismos, numerologia e forças espirituais. Estes ensinamentos eram recebidos de geração em geração (kibel), por isto o nome de Cabalá. O processo do recebimento da Torá, no Sinai, serve como único e exclusivo critério para qualquer tipo de ensinamento judaico subseqüente. O autêntico misticismo judaico é parte integrante da Torá. Assim como o corpo não pode fun-cionar sem a alma, esta é ineficaz sem o corpo. A alma da Torá (nistar, a parte esotérica) jamais pode ser separada do corpo da Torá (Niglê, a parte revelada, a Halachá). Reduzida a um simbolismo espiritual ou filosófico, ou a um misticismo emotivo, despida do cumprimento das mitzvot ( Leis que regem o universo ), a Cabalá se torna uma co**ha vazia.

Textos Clássicos e Primários do Judaismo Místico:

O Zohar (O Livro do Esplendor): Considerado a obra mais importante de toda a Cabalá. É um comentário místico sobre a Torá que explora a natureza de Deus, a origem do universo e a jornada da alma humana.

Sefer Yetzirá (Livro da Formação): Um dos textos cabalísticos mais antigos, focado na cosmogonia e na criação do mundo através das 22 letras do alfabeto hebraico e das dez emanações divinas (Sefirot).

Sefer HaBahir (Livro da Iluminação): Obra fundamental que introduziu conceitos centrais como a Árvore da Vida e a noção de reencarnação na tradição judaica.

Etz Hayim (A Árvore da Vida): Escrito por Chaim Vital, sistematiza os ensinamentos de Isaac Luria (o "Ari"), um dos maiores cabalistas da história.

Porém, como já citado acima, a tradição mística judaica anterior à Cabalá teosófica (séc. XII-XIII) baseia-se em textos focados na criação, na carruagem divina e em práticas meditativas, como o Sefer Yetzirá (Livro da Criação), o Sefer Hekhalot (Livros dos Palácios) e literatura relacionada à Merkabah. Essas obras exploram a estrutura do universo, nomes divinos e o misticismo dos anjos.

""Principais"" Livros e Tradições Místicas (Pré-Cabalá) porém não se limitando apenas a esses:

Sefer Yetzirá (Livro da Formação/Criação): Considerada a obra esotérica mais antiga, atribuída tradicionalmente a Abraão ou ao rabi Akiva (tempo da Mishná). Aborda a criação do mundo através de 22 letras hebraicas e as sefirot (como conceitos fonéticos/cósmicos originais, não necessariamente as emanações cabalísticas tardias).

Literatura Hekhalot (Palácios): Textos que descrevem a ascensão mística do estudioso através dos sete "palácios" celestiais para contemplar a presença divina.

Maassei Merkabah (Trabalho da Carruagem): Focada na visão do trono de Deus descrita no profeta Ezequiel (capítulo 1). Trata da experiência mística e dos segredos da Merkabah (carruagem).

Sefer HaRazim (Livro dos Segredos): Uma obra da antiguidade tardia que contém encantamentos e descrições dos sete céus, misturando tradições judaicas com magia.

Shiur Qomah (A Medida do Corpo): Texto místico antigo que descreve as "medidas" ou aspectos antropomórficos de Deus, entendido pelos místicos como alegoria dos atributos divinos.

Essas correntes são consideradas as raízes da Cabalá, que posteriormente sistematizou o misticismo judaico.

Com esse esboço básico, espero que eu tenha feito entender aos membros e simpatizantes da página, o modus operandis dos textos e estudos que virão a seguir, deixando claro que tudo se guiará pela tradição Hebraico-Israelita da Toráh, do Tanach e dos textos dos eruditos e místicos Judeus.

Sempre sob os auspícios de Hashem,o Deus Eterno,
Eu Sou Talmid Mekubal Elyon.
Marcos Cortes.

O que Aryeh Kaplan não nos contou no "Bahir" ?Durante muito tempo, mergulhei no Sefer HaBahir acreditando que as traduçõ...
12/04/2026

O que Aryeh Kaplan não nos contou no "Bahir" ?
Durante muito tempo, mergulhei no Sefer HaBahir acreditando que as traduções consagradas me entregavam o mapa completo dessa sabedoria milenar. Li e estudei os conceitos kabbalisticos com afinco, mas sempre com a sensação de que havia uma parede invisível entre o texto e a experiência real. Eu confiava no que estava impresso, mas cometi o erro de não verificar as fontes em hebraico e as entrelinhas e o que o silêncio do tradutor estava escondendo.

Tudo mudou quando decidi ler outra obra monumental de Aryeh Kaplan: o livro "Meditation and Kabbalah". Foi ali que a ficha caiu e minha investigação tomou um rumo sem volta. Kaplan, um dos maiores erudito tradutor, admite abertamente o que agora entendo como uma "Omissão Consciente".

Ele revela que, ao traduzir o Bahir para o público geral, omitiu propositalmente as chaves práticas de ativação, agindo como um verdadeiro guardião. Ao investigar novamente o texto do Bahir sob essa nova ótica, percebi que ele não era apenas um livro de kabbalistico, mas um manual operativo que da fundamentos, para a Cabala Profética de Abraham Abulafia. Na seção 113, por exemplo, o Bahir lista nomes sagrados como “Ahtsitsahron”. Para um leitor comum, parece apenas uma lista exótica de nomes angelicais, mas a realidade oculta é que esses nomes são frequências vibratórias puras.

O segredo que Kaplan guardou por ser uma tradição restrita a círculos orais é a "semântica rítmica": o uso exato da respiração, os movimentos rítmicos de cabeça e a vocalização precisa das vogais que funcionam como a chave de ignição para a alma. Kaplan nos deu o mapa do painel, mas guardou a chave, as vezes em uma nota simples e referencias cruzadas, para proteger o leitor despreparado do impacto avassalador que essas meditações causam.

Nessa busca, passei a confrontar as traduções de forma técnica e percebi o abismo entre elas. A tradução em inglês de Kaplan é uma obra-prima de simplificação pedagógica; ele aplaina as arestas do hebraico para que o conceito faça sentido na mente ocidental, mas sacrifica a força bruta da ambiguidade sagrada.

Os segredos que descobri escondido no silêncio das traduções é a Gematria implícita. Quando lemos "Coração" na tradução, pensamos em um sentimento ou órgão, mas no original hebraico a palavra é LEV. Ao investigar o texto letra por letra, percebi que LEV é o número 32, e toda a arquitetura do Bahir é construída sobre os 32 Caminhos da Sabedoria. Sem contar as palavras no original, essa estrutura matemática torna-se invisível. Da mesma forma, sem o hebraico ao lado, o leitor nunca percebera que os nomes sagrados que Abulafia utiliza em seus texto de meditação, são na verdade, combinações matemáticas codificadas dos versículos de Êxodo 14.

Minha conclusão após essa jornada é que o tradutor é, muitas vezes, um ocultador por necessidade. Se queremos parar de apenas ler sobre a luz e começar a "correr" em direção a ela, precisamos ir além do texto mastigado. É preciso decifrar o silêncio de Kaplan, buscar os manuscritos originais e para quem busca, experiencia em meditação avançada deve mergulhar nas técnicas vibratórias que Abulafia deixou registrada. A tradução nos entrega o corpo, mas apenas a investigação das fontes nos devolve a alma do mistério.

O Osso luz e a cremação do corpo após a morte.Por Mekubal Há Elyon ( Marcos Cortes ).O que há por trás de a Toráh e a Ca...
12/04/2026

O Osso luz e a cremação do corpo após a morte.
Por Mekubal Há Elyon ( Marcos Cortes ).

O que há por trás de a Toráh e a Cabalá não permitirem a cremação do corpo após a morte ?

Sabemos que por trás de cada mandamento do Eterno há uma razão lógica.

Essa questão me levou a fazer uma pesquisa sobre o assunto:
Quando se crema um corpo, restam fragmentos ósseos calcinados (não cinzas finas inicialmente) que pesam entre 2 kg e 4,5 kg para um adulto, resultantes da queima a uma temperaturas de 800°C a 1200°C. Esses restos, compostos por cálcio, passam por um triturador para se tornarem o pó fino esbranquiçado ou acinzentado entregue à família.

Nos meus tempos de adepto do esoterismo ocidental, havia uma informação e ensinamentos sobre um tal ""Átomo Permanente"" que era uma parte do corpo físico o qual sobrevivia a morte, e a partir desse átomo, o Eu Superior formava um novo corpo astral, que por sua vez dava a forma ao corpo físico no momento em que esse átomo permanente era inserido no sêmen e na fecundação do óvulo feminino.

Porém mais tarde em meus estudos de Cabalá, eu vim a descobrir que, de acordo com o Midrash, essa informação, não era exclusiva do esoterismo ocidental, ou de Ordens Iniciáticas, mas que os Sábios da tradição Cabalista, já ensinavam sobre esse processo de reencarnação, o qual eles davam o nome dessa fecundação, com uma parte remanescente do corpo da vida passada de “”Ibur””. Então, como podemos ver, esse ensinamento, não é exclusividade do esoterismo e nem da Teosofia, ele já era do conhecimentos dos Sábios Cabalistas desde milhares de anos.

Não vou citar aqui todas as passagens da Torá e do Tanach que falam sobre a questão de não se cremar o corpo, mas somente as que achei mais importantes para o assunto:
Deuteronômio 21:23 - Amós 2:1 - Levítico 20:14 e 21:9 - Gênesis 3:19 - Entre várias outras passagens na Tradição ( Halachá, Mishná e na cabalá.)

Outra informação importante da Cabalá , é que o Osso Luz, é preservado diretamente por influência da Yehidá, ou a parte superior da Alma que se encontra no mundo de Atziluth, e através desse poder da alma, todas as informações necessárias para a formação de um novo corpo para na Reencarnação a Alma realizar o Tikun, são depositadas nesse Osso Luz, ou “”Or ou Eor Ganuz לוּז”” traduzido mais tarde no Latim como Luz; A crença judaica tradicional opõe-se à cremação, pois a destruição física do corpo, incluindo este osso, é vista como um obstáculo a este processo de manutenção das informações provindas da Alma Superior ( Yehidáh ).

A tradição fala de relatos em que mesmo após a cremação esse osso luz, que segundo os ensinamentos de alguns Rav’s Morés e Sabios da Tradição, se situa na base do osso Atlas e que mede o tamanho de um grão pequeno de arroz, permanecia intacto, não era consumido pelo fogo, e como eu disse acima, mesmo nos dias atuais os crematórios alcançando temperaturas altíssimas, parte de dentes e alguns ossos ainda mantem partículas de tamanho aproximado a grãos de arroz.

Agora vamos aos motivos principais, pelo qual eu pessoalmente cheguei a conclusão de que a cremação moderna, pode atrapalhar drasticamente a recuperação dos DADOS ou informações da Alma depositadas no Osso Luz para a formação de uma nova reencarnação:

-Essa é uma conclusão pessoal, e não a tomem como verdade absoluta.

1-Nos tempos dos relatos dos sábios do Midrash, o ser humano não tinha a capacidade de produzir fornalhas que pudessem alcançar a temperatura de 800°C a 1500°C. Graus centígrados, como podemos alcançar nos crematórios modernos dos dias atuais. Se formos analisar os relatos históricos da bíblia somente o fogo que descia dos Céus, como no caso do Profeta Eliahú que para provar o Poder do Eterno sobre os outros deuses, mandou que molhassem com bastante água as madeiras do altar onde o fogo do Eterno deveria consumir toda a água as madeiras e as pedras do Altar, como aconteceu. Ou então como quando os anjos produziram fogo e consumiram Sodoma e Gomorra, mas esses são casos específicos, e um tipo de fogo que não provinha do mundo material.

2-Porém, nos dias atuais podemos produzir até um tipo de Sol artificial, como o que produziram os Japoneses em um laboratório, ou então alcançarmos altas temperaturas através da fricção nuclear, ou em fornalhas modernas, então mais do que nunca a Tradição nos dias atuais aconselha veementemente enterrar e não cremar os corpos, salvo em situações de emergências de saúde e sanitária pública.

Claro que aqui estamos falando do Eterno provendo mecanismos para que possamos realizar o Tikun (reconciliação com o Eterno e retificação de nossos erros ), e mesmo que o Osso Luz Possa ser destruído até por uma fricção nuclear, é de se esperar que o Eterno com sua suprema inteligência sabedoria e poder, pode perfeitamente usar de outros mecanismos, como por exemplo a semente do corpo astral, no mundo de Yetzirá, para usar como molde e protótipo de um novo corpo material, como aliás ele já fez no caso de Adam Harishon, pois não nos esqueçamos que a constituição do corpo de Adão era de Or Ganuz ( Luz ), e que somente depois da queda, é que os minerais da terra foram adicionados ao corpo de Adam e Haváh ( Adão e Eva ).

Sempre aprendo com a graça e a sabedoria do Eterno,
Eu Sou, Mekubal Há Elyon.
Shalom.

Quando um Mago começa a deixar de ser um mago e começa a se tornar um Mekubal ??E dito pelos Mestres Mekubalim, que quan...
12/04/2026

Quando um Mago começa a deixar de ser um mago e começa a se tornar um Mekubal ??

E dito pelos Mestres Mekubalim, que quando estudamos O Sefer Há Zohar -( Livro do Esplendor)- adquirimos méritos para acessarmos partes superiores de nossa Alma e também a sabedoria que os mestres do passado obtiveram estudando o Zohar, devido a Santidade desse livro.

Essa madruga após os estudos do Zohar Kadosh, como complemento do estudo -( que alias não tinha nada haver com o assunto abaixo )- recebi a graça das instruções de meu Maguid -( Mestre Espiritual )- Sobre meu antigo caminho espiritual.

Quero deixar claro que não se trata aqui de desmerecer Magos Sinceros de propósitos ELEVADOS, e nem Teúrgos, mas apenas esclarecer certas coisas do mundo Magistico.

Então a pergunta acima pode começar a ser respondida.

Quando ele começa a entender que Magos e Magistas usam ferramentas do mundo de Assyáh -( mundo material )- para ter acesso aos Arquétipos do mundo de Briáh, -( mundo da Emanação)- para aí então, Segundo eles, os Magos, poderem dominar e, ou servirem as forças de Yetziráh -( Anjos e deuses )- e com isso adquirirem favores ou poderes dominantes aqui, no mundo de Assyáh-( Fama, Fortuna, Amantes, Longevidade etc..)-.

O Mago começa a entender que o seu Modus Operandis, é na realidade o mesmo que Adam Harishon usou no Gan Eden, ou seja usar somente a Árvore do conhecimento do bem e do mal, ao invés de usar a Árvore das Vidas, o que exatamente causou sua queda e o retirou da presença do Eterno.

Então, quando o Mago entende isso, ele começa -( como fazem os Mekubalim )- a seguir o caminho contrário, usando os poderes de sua verdadeira Alma, a Yechidá no mundo de Atziluth, para ascender aos mundos espirituais, ou seja, ele faz como Salomão que não buscou riquezas Fama etc.., mas que no processo, adquirindo a sabedoria intrínseca de sua Alma Superior acabou recebendo o resto como merito.

Há mais coisas que me foram reveladas , mas acho que o dito acima seja suficiente para um não adepto dos estudos do Zohar Kadosh.

Em busca do Tikun Há Nephesh,
Sempre como um Talmid Eu Sou.
Talmid Mekubal Há Elyon.
Shabat Shalom.

À 10 anos.....Pouca coisa mudou.
16/09/2025

À 10 anos.....Pouca coisa mudou.

O que começa esta operação em isolamento pode eleger um local a seu bel-prazer; onde houver um bosque, no meio dele fareis um pequeno Altar, e cobrireis o mesmo com uma cabana (ou teto) de pequenos galhos, de modo que a chuva não possa cair nele e extinguir a Lâmpada e o Turíbulo. Em torno do Altar, à distância de sete passos preparareis uma sebe de flores, plantas e arbustos verdes, de maneira que possa dividir a entrada em duas partes; quer dizer, o interior, onde o Altar e o Tabernáculo serão dispostos segundo a maneira de um Templo; e a parte exterior, para a qual o resto do lugar será como pórtico. ( Abraão o Judeu )

Endereço

Parque Do Imbui
Teresópolis, RJ

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