Aproximar as instituições policiais da comunidade e as comunidades da polícia, restaurando suas imagens, transmitindo sentimento de confiança e segurança à população. As reuniões do Conselho Comunitário de Segurança Pública de Tanguá têm sido frequentadas por membros de várias representações do segmento da sociedade tanguaense que priorizam o bem-estar social. São associações ou grupos sem vínculo
s com a administração pública municipal que se tornaram referência no cenário filantrópico da cidade, e que podemos destacar a Pastoral da Sobriedade. Assim como o CCS, essas representações não contam com recursos financeiros suficientes para manter nem mesmo aquilo que se propuseram fazer, porém, contam sempre com algumas poucas doações e voluntariado para cumprirem seu papel, de quem dependem os mais carentes e os que residem além do perímetro urbano. Com o notório ‘salto’ populacional que atingiu a cidade de Tanguá devido a implantação do COMPERJ, aumentaram e diversificaram-se as demandas, tanto do CCS, quanto das demais entidades mencionadas. A complexidade das necessidades dos nativos e, agora, dos recém-chegados, exigem maior atenção, maior conhecimento e melhores investimentos no âmbito social da cidade. A manutenção da ordem e da segurança pública, agora, exigem que o CCS agregue às suas demandas os serviços para atendimento dos grupos que têm sofrido com a desassistência da administração municipal e com a violência a que estão expostos, por serem minoria ou por serem diferentes da maioria, porém, com direitos constitucionais garantidos e que serão resguardados com a vinculação dessas demandas ao CCS. A segurança pública no município de Tanguá só poderá manter a ordem e os direitos de ir e vir de todos os munícipes se cumprirem seu papel de assistir a essas minorias e conscientizar aos demais cidadãos dos seus deveres para a manutenção da ordem e segurança pública. O Conselho Comunitário de Segurança Pública de Tanguá adverte para a necessidade estender sua atenção e prestação de serviço público amparando os direitos humanos aos idosos, pessoas com deficiência, criança e adolescente e população LGBT. A não observância dos direitos dessas minorias trará prejuízos à ordem pública e agravará o estado de violência que se instalou devido a essa falha na atenção à essas minorias.