Ilha de Marajó paraíso do Pará

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A Ilha de Marajó, localizada no Pará, é conhecida como um paraíso na Amazônia, com paisagens únicas, rica cultura e culinária autêntica. É a maior ilha fluviomarinha do mundo, formada por um arquipélago no encontro do rio Amazonas com o Oceano Atlântico.

O Ministério Público Federal (MPF) do Pará apresentou à Justiça Federal um novo documento reforçando o pedido de anulaçã...
20/03/2026

O Ministério Público Federal (MPF) do Pará apresentou à Justiça Federal um novo documento reforçando o pedido de anulação ou suspensão da licença ambiental para a Petrobras perfurar um poço exploratório de petróleo e gás no bloco FZA-M-59, na Foz do Amazonas. O objetivo do MPF é que o processo seja julgado não no Amapá, mas no Pará.

A justificativa do órgão judicial é que o território paraense é o epicentro dos impactos socioambientais e logísticos da exploração do Bloco 59.

Segundo o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) da Petrobras, a base de apoio marítimo às operações operará a partir de Belém; os resíduos perigosos gerados na perfuração (como cascalhos e fluidos) terão como destino municípios do Pará, como Ananindeua, Primavera e Capanema; e as embarcações partirão semanalmente de Belém e atravessarão regiões sensíveis, como a Baía do Guajará e a região do Marajó, afetando a pesca artesanal local.

Mais: http://climainfo.org.br/.../mpf-reitera-pedido-de.../


Foto: Pixabay

O Ministério Público Federal (MPF) do Pará apresentou à Justiça Federal um novo documento reforçando o pedido de anulação ou suspensão da licença ambiental para a Petrobras perfurar um poço exploratório de petróleo e gás no bloco FZA-M-59, na Foz do Amazonas. O objetivo do MPF é que o processo seja julgado não no Amapá, mas no Pará.

A justificativa do órgão judicial é que o território paraense é o epicentro dos impactos socioambientais e logísticos da exploração do Bloco 59. Segundo o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) da Petrobras, a base de apoio marítimo às operações operará a partir de Belém; os resíduos perigosos gerados na perfuração (como cascalhos e fluidos) terão como destino municípios do Pará, como Ananindeua, Primavera e Capanema; e as embarcações partirão semanalmente de Belém e atravessarão regiões sensíveis, como a Baía do Guajará e a região do Marajó, afetando a pesca artesanal local.

Mais: climainfo.org.br/2026/03/19/mpf-reitera-pedido-de-suspensao-da-licenca-da-petrobras-na-foz-do-amazonas/



Foto: Pixabay

Laudo do Ibama aponta toxicidade em fluido que vazou durante exploração de bacia na margem equatorial. Ministério Públic...
10/03/2026

Laudo do Ibama aponta toxicidade em fluido que vazou durante exploração de bacia na margem equatorial. Ministério Público Federal pede suspensão de licenciamento e nova análise de impactos.

Um laudo do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) obtido pela rede alemã Deutsche Welle aponta que o fluido vazado durante a perfuração da bacia da foz do Amazonas pela Petrobras é tóxico e traz riscos à fauna marinha. O vazamento, ocorrido em janeir...

10/03/2026

A exploração de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas voltou ao centro do debate após o Ibama conceder autorização à Petrobras para a realização de pesquisa exploratória na região. A decisão foi tomada em outubro de 2025, poucos dias antes do início da COP30, realizada em Belém, o que intensificou as críticas ao governo federal.

O processo de licenciamento tramitava no Ibama desde 2013. Em 2025, recebeu autorização para a perfuração exploratória do bloco FZA-M-059, localizado a cerca de 175 km da costa do Amapá, em área de mar aberto e águas profundas. A permissão representa mais um passo rumo à possível aprovação definitiva da exploração na Bacia da Foz do Amazonas, o que, segundo especialistas, pode comprometer a integridade ambiental e a biodiversidade local.

Leia a matéria completa no nosso blog!

Somos Amazônia 💚

23/02/2026

➡️ Um laudo técnico do IBAMA aponta que os 18 mil litros de fluido vazados no poço Morpho, na Foz do Amazonas, continham substâncias tóxicas capazes de afetar animais marinhos e comprometer a cadeia alimentar. O documento afirma que, mesmo em pequenos volumes, resíduos químicos persistentes podem causar danos significativos ao ecossistema, contrariando a posição da Petrobras de que o material não seria tóxico.

Diante disso, o Ministério Público Federal (MPF) recomendou a suspensão do licenciamento para exploração de petróleo na região e pediu que o IBAMA não autorize a perfuração de novos poços (Marolo, Manga e Maracujá) sem estudos técnicos completos. O órgão também solicitou a análise conjunta dos impactos cumulativos dos quatro poços e a suspensão das licenças para pesquisa sísmica, apontando falta de dados ambientais essenciais. Além disso, cobrou da Petrobras maior transparência na comunicação sobre o projeto.

📲 Fonte: climainfo.org.br

A Blogueira Ambiental 🌻

23/02/2026
27/01/2026

A Petrobras investiga o vazamento de quase 20 mil litros de fluido de perfuração ocorrido no início de janeiro no poço exploratório Morpho, na Foz do Amazonas, e afirma que não houve falhas no navio-sonda nem riscos ambientais. O caso foi comunicado ao Ibama e à Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustível (ANP), que cobram explicações formais da estatal sobre o acidente registrado antes do início da perfuração do subsolo marinho. 🚨

Apesar da minimização do episódio pela empresa, a retomada das atividades no bloco depende agora do aval da ANP, que deu prazo para a apresentação de um diagnóstico técnico das falhas. Até lá, o episódio adiciona pressão sobre um projeto já cercado de controvérsias, em uma das regiões mais sensíveis do ponto de vista ambiental do país.

🔎Para especialistas, o vazamento funciona como um alerta precoce sobre os riscos da exploração de combustíveis fósseis na Foz do Amazonas. A combinação entre operações complexas, dinâmica marinha pouco conhecida e alta sensibilidade ecológica reforça a necessidade de estudos ambientais robustos - e expõe como mesmo incidentes considerados “menores” podem ter implicações significativas em áreas de grande fragilidade ambiental.

Saiba mais: climainfo.org.br/2026/01/25/vazamento-na-foz-do-amazonas-ocorreu-durante-testes-da-sonda-diz-petrobras/

27/01/2026
29/10/2025

Os manguezais da foz do Amazonas são ecossistemas únicos e incrivelmente ricos, mas extremamente frágeis. A região do Pará, Amapá e Maranhão abriga o maior cinturão contínuo de manguezais do planeta, que são verdadeiros berçários da vida marinha. Peixes, crustáceos e moluscos, muitos dos quais são a base da subsistência de comunidades tradicionais, encontram nesses mangues o ambiente ideal para se reproduzirem e se desenvolverem.

A exploração de petróleo nessa área é uma ameaça inaceitável. A região é geologicamente complexa e o risco de um vazamento de óleo é altíssimo. Um desastre ambiental teria consequências devastadoras e irreversíveis. O óleo, ao atingir os manguezais, seria retido por suas raízes e sedimentos, tornando a limpeza praticamente inviável. Além de sufocar a vida marinha, o vazamento destruiria a principal fonte de renda e alimento das comunidades locais, que vivem da pesca e do extrativismo.

Isso sem contar que o petróleo é uma fonte de energia obsoleta. Suas emissões de carbono já estão desestabilizando o clima, causando mortes e prejuízo. Investir nisso vai na contramão de tudo o que o Brasil e o mundo precisam fazer para combater a crise climática. É uma decisão que prioriza o lucro de curto prazo em detrimento de um ecossistema vital e do futuro do nosso planeta.

Saiba mais:

Mais extensos do mundo, mangues amazônicos são ameaçados pelas mudanças climáticas — ISA
https://uc.socioambiental.org/pt-br/noticia/223019

ONGs processam governo sobre petróleo na Foz do Amazonas — Observatório do Clima
https://www.oc.eco.br/ongs-processam-governo-sobre-petroleo-na-foz-do-amazonas/

Exploração da Foz do Amazonas: o que se sabe e o que falta saber sobre a operação da Petrobras — G1
https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/10/22/exploracao-da-foz-do-amazonas-o-que-se-sabe-e-o-que-falta-saber.ghtml

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Paraíso
Soure, PA

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