Atendemos mais de 25 mil pessoas em vulnerabilidade social por ano, assistidos por aproximadamente 80 entidades da região. Inaugurado dia 16 de dezembro de 2005, no pavilhão administrativo da Ceagesp de Sorocaba, o Banco de Alimentos começou a receber doações nos primeiros dias de 2006. O serviço de assistência alimentar diária às famílias carentes era um sonho que vinha sendo alimentado havia ano
s pelas entidades que organizam o Natal Sem Fome de Sorocaba, todos os finais de ano, desde 1994. Em 2005, essas entidades, lideradas pelo Sindicato dos Metalúrgicos, procuraram a Ceagesp, a Escola Técnica Rubens de Faria e Souza e o Sesi para ajudar a construir o projeto e fazer funcionar o futuro Banco de Alimentos. A adesão dessas instituições foi imediata, permitindo que o projeto saísse do papel em poucos meses. Os permissionários que comercializam seus produtos na Ceagesp, por sua vez, doaram quase 40 toneladas em alimentos logo no primeiro mês de funcionamento do Banco. Até hoje estes comerciantes têm um papel fundamental para o andamento dos projetos do BAS. São mais de 50 que doam pelo menos uma vez por semana à entidade. Além deles, contamos com o apoio de produtores rurais e grandes redes de supermercados da região de Sorocaba que doam alimentos próprios para o consumo e que seriam desperdiçados se não fossem distribuídos. Desde o início de sua existência, o Banco de Alimentos doou mais de 6500 toneladas de alimentos. Só em 2020, arrecadou mais de 57 toneladas de alimentos não perecíveis e mais de 174 toneladas de produtos de hortifrúti que foram destinados a 118 instituições, comunidades e associações, atingindo mais de 25 mil pessoas. O BAS ainda tem como prioridade promover e apoiar projetos pautados no desenvolvimento da economia local e na promoção da dignidade dos atendidos. Os projetos desenvolvidos hoje são o Chef Aprendiz, Cesta Verde, Semear Agrofloresta, Armazém Sementeia, Casa da Mulher e Nossa Feira é Livre. A missão do BAS é o combate à fome e ao desperdício de alimentos, construindo e fortalecendo o senso de comunidade nos locais onde atuamos, garantindo a segurança alimentar das famílias e a consequente soberania alimentar.