Quem Somos
Associação Gnóstica de Estudos Antropológicos e Culturais, Arte e Ciência
A AGEACAC leva as chaves do conhecimento gnóstico de forma gratuita a todos, através de conferências públicas onde são explanados temas de conhecimento, sobre antropologia, psicologia, filosofia, metafísica e escatologia, intercalando informações de culturas antigas como a dos egípcios, celtas, persas,civilização
Olmeca e outras. O Trabalho da AGEACAC é dirigido pelos ideais humanos mais elevados. Portanto, não se interessa em fazer comércio do fruto do trabalho de seus membros, o que justifica as conferências em todo território nacional serem de entrada Franca. Fundada na década de 60 por Samael Aun Weor, hoje possui atividades em mais de cinqüenta países. No Brasil, com mais de vinte anos de trabalho, realizou se campanhas nacionais , e difundindo a cultura em todo território nacional, através da maioria dos veículos de comunicação, e utilizando material gráfico, eletrônico, patrocinado e enriquecido por membros da Instituição. A cultura Gnóstica tem reunido pessoas de todas as nações, capazes de transformar a si mesmas e por conseqüência o mundo. Objetivos: em Tempos nos quais a busca do Ter sobrepõem-se ao Ser, a AGEACAC trabalha com o intuito de promover o encontro do Homem com sua Verdadeira Realidade. Viver uma vida superficial e de aparências, ainda que satisfaça as massas, nunca saciará as ânsias internas dos inquietos. O contato com os elementos míticos das Culturas Serpentinas promovem o encontro do Homem com todos os elementos de sua natureza interior. Tal encontro tem como objetivo, além da elevação cultural, propulsar a gênese do conhecimento de si mesmo. Quando esta dinâmica entra em atividade, o indivíduo imediatamente dá um salto em seu estado conscientivo, vibra com o pensamento dianoético, claro e objetivo, e compreende a linguagem da Arte Régia da Natureza diluída na mitologia dos povos. A Ocular da Antropologia Gnóstica.
É intrínseco ao Homem, diferentemente de todos os demais seres da criação, a busca incessante pelo conhecimento. Tal como uma força, um princípio motriz, a busca pelo conhecimento atua sobretudo, nos matizes humanos mais inquietos. Contudo, o capital de tal força tem se esgotado nas ciências convencionais, um solo inóspito para seus desígnios, fenômeno característico de nossos tempos. Atraída, por meio do império dos sentidos, às ciências convencionais, tal força motriz usualmente gravita no mundo em que andamos, das imponentes construções, dos maquinários engenhosos, das abstrações cósmicas, entre sofisticadas distrações, capazes de esgotá-la à totalidade, sem permitir-lhe nunca o encontro com o Real, objetivo último da ciência. A Antropologia Gnóstica direciona a força motriz do conhecimento em um sentido oposto. Enquanto as ciências convencionais projetam-se sobre o Mundo, a Antropologia Gnóstica projeta-se sobre o Homem. Para isto, há que ir mais além do que perceber as manifestações de forma diferente. Há que percebê-las com sentidos de percepção diferentes. Aguçar a audição e a visão são para a vesta e sua caça. Vital para o animal, o império dos sentidos é obsoleto e retardatário para o Homem que quer deixar de ser animal. Para este, o esforço se direciona no desenvolvimento de sentidos de percepção que lhe permitam adentrar através das portas do inato, oculto e intransmissível. Mergulhar em sua própria natureza, perceber as forças da criação, se encontrar com os mistérios genésicos e ígneos contidos no Homem e imortalizados nos mitos e na arte régia das Civilizações Serpentinas, esses são os objetivos da Antropologia Gnóstica.