30/11/2025
Bom dia!
A Sunamita não ficou marcada pela dor que viveu, mas pela postura que escolheu ter diante dela. Quando o filho morreu em seus braços, ela não permitiu que o desespero decidisse por ela. Não chamou aquilo de fim, não entregou o que Deus havia colocado em suas mãos, não aceitou que a circunstância tivesse a última palavra. Ela subiu, colocou o menino no quarto onde a promessa nasceu e fechou a porta como quem diz ao mundo: “Eu não vou enterrar o que Deus me deu.” Enquanto qualquer pessoa estaria em luto, ela estava em movimento. Enquanto qualquer mãe cairia em lágrimas, ela correu ao profeta. E quando perguntaram se estava tudo bem casa, marido, filho ela respondeu algo que só mulheres de fé madura conseguem responder: “Vai bem.” Não porque estava tudo resolvido, mas porque ela sabia que o Deus que dá promessas também é o Deus que restaura destinos. Ela não negou a realidade, mas negou que a morte tivesse direito sobre aquilo que nasceu do coração de Deus. E por causa dessa postura, o céu se moveu. O profeta voltou. A vida voltou. A promessa respirou novamente. A Sunamita nos ensina que existem coisas que só ressuscitam quando voltamos a colocá-las no altar certo. Que existem milagres que só acontecem quando a gente se recusa a desistir. Que Deus honra mulheres que não enterram o que Ele entregou. E que nenhuma morte é definitiva quando a promessa foi escrita pelas mãos do Eterno.